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09/07 - Jornada Científica ABNG - com Bruna Curi e Dra. Adriana Massaia

59:11Portuguese (Portugal, Brazil)Transcribed Jul 26, 2026
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Em Brasília, 19:02.

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Eu sou Murilo Pereira. Estamos aqui para

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mais uma das nossas aulas da jornada

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ABNG.

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uma jornada com grande propósito de

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conscientizar sobre desordens funcionais

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intestinais

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e a importância do conhecimento sobre

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intolerância à estamina e síndrome de

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ativação mastocitária.

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Hoje estamos aqui eh em um momento em

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que eu recebo ah um laboratório

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brasileiro com uma genialidade

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brasileira, com DNA brasileiro, com

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investimento inclusive de pesquisa para

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que nós possamos ter mais assertividade

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no olhar sobre [roncando] o microbioma

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intestinal, que é a Biome Hub, uma

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empresa sediada em Florianópolis, em um

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centro de inovação tecnológica.

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que tem uma expertise muito grande na

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amplificação de material genético

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microbiano. E como isso faz todo sentido

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com conhecimento sobre o microbioma

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intestinal, terei duas convidadas aqui,

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uma nutricionista, Dra. Bruna Curi e uma

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médica infectologista, Dra. Adriana

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Massaia, que é uma expert interpretação

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de exames de microbioma em

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aplicabilidade médica. desta abordagem.

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Mas hoje, gente, nós temos uma nova

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ferramenta aqui na minha expertise desse

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estúdio para fazer as aulas aqui pelo

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YouTube e eu consigo olhar os

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comentários de vocês. Então, eu só vi

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até agora aqui. Boa noite, boa noite,

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boa noite. E eu queria que vocês

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comentassem aí pelo menos a cidade de

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vocês para eu ver se eu estou

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conseguindo aqui eh interagir em tempo

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real com vocês, porque eu confesso que

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eu fiquei muito feliz de poder ter essa

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interação e ter aqui a vida, a energia

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de vocês junto comigo no comentário aí

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nesse chat do YouTube. Então, quem puder

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e quiser colocar pelo menos a sua

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cidade, já tô vendo aqui Vitória no

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Espírito Santo, ã, Tanabi, São Paulo,

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Rio de Janeiro, Araguaína, Tocantins,

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Blumenau, São Paulo, Votuporanga.

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Gente, é muito legal, né, essa

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tecnologia que nos permite chegar aí na

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casa de vocês, no ambiente de vocês e

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ter essa interação. Então, primeiro,

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muito obrigado. Obrigado pelo carinho,

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obrigado pela confiança. Lembrando, esse

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aqui é um momento para que a gente possa

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conscientizar pessoas sobre

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[limpando a garganta] a importância da

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síndrome de ativação mastocitária e

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intolerância à estamina. Então, todos

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vocês que estão comentando aí de

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Goiânia, Goiânia é minha vizinha, hein?

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A gente tá aqui em Brasília, eu tô aqui

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no quadradinho dentro do Goiás, que é

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quase, né, do ladinho de Goiânia. Ouro

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Preto, obrigado.

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São Luís no Maranhão. Jacarí, muito

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obrigado pelo comentário de todos. Bom,

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gente, eu vou compartilhar aqui uma

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imagem que é uma imagem que eu produzi

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para a certificação em síndrome de

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ativação nasciositária e intolerância

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estamina. Eu estou numa jornada, eu

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costumo falar que eu tô insuportável

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desde que eu comecei a usar a

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inteligência artificial. E aí agora eu

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alimentei essa inteligência artificial

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com todas minhas aulas, meus cursos,

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meus livros e com os papers. que eu leio

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para montar as aulas. E quando eu peço

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uma imagem, eu peço assim, ó, busque no

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banco de informações que eu já mandei

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para você. E vamos produzir uma imagem

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hoje sobre a intersecção. Olha como eu

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fui pleno, sobre a intersecção entre

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desordens funcionais intestinais para

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que eu possa apresentar na jornada

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essa jornada de 2 meses, julho e agosto.

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Julho e agosto são dois meses de

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jornada. toda terça e quinta, terça e

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quinta, terça e quinta para que nós

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possamos conscientizar o máximo de

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pessoas sobre essas desordens funcionais

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intestinais. Então, neste momento, eu

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vou aqui ah compartilhar um slide com

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vocês antes de chamar as minhas

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convidadas e ao compartilhar esse slide,

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espero que vocês estejam vendo aí.

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Então, se vocês estiverem vendo

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perfeitamente,

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por favor, pelo menos comente assim:

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"Sim, que aí eu já estarei super feliz

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aqui em saber que vocês estão

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visualizando e ao mesmo tempo que vocês

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podem eh agora olhar ainda um pouco

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maior essa imagem." Então, deixei a

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imagem um pouco maior. Ótimo. E agora eu

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vou mexer minha caneta porque eu sou

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carente. Então, ó, minha caneta aqui.

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Minha caneta é uma cor vermelha e espero

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que ela esteja aparecendo aí. Vou

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escrever aqui Murilo, tenho certeza que

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não vai dar para ler, mas ao mesmo tempo

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eu escrevi isso. Bom, gente, o que que

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eu fiz aqui? Eu fiz uma imagem para que

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vocês possam ter a noção do que que é a

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desordem funcional intestinal e as

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inúmeras variáveis associadas às

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desordens funcionais intestinais.

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Portanto, eu vou fazer um zoom aqui. E

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nesse zoom, eu tô fazendo um zoom agora

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nessa possibilidade de sobreposição

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de sintomas nas desordens funcionais

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intestinais e o quanto nós temos

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alterações em comum nas diferentes

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desordens funcionais intestinais. Então

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vamos ver aqui alteração de humor, tem

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aqui cefaleia, brain fog, tem aqui

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fadiga, diarreia, constipação, gás de

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extensão, dor abdominal, sintomas

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extraintestinais, cutâneos. E aí aqui

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essa imagem central aqui em que nós

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temos essa intersecção entre as

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desordens funcionais intestinais. E cada

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um desses ciclos aqui, desses eh dessas

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bolinhas que estão na volta dessa imagem

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são desordens funcionais que nós podemos

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compreender a importância delas. Então

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vamos lá. Intolerância ao níquel, doença

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celíaca,

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intolerância ao glúten ou intolerância

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ao trigo, síndrome do intestino

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irritável, alterações no próprio

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microbioma, como cibo, libo, sifo, imo,

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ISO, alergias alimentares, sensibilidade

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à caseína, síndrome de ativação

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mastocitária, intolerância à estamina,

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intolerância à lactose, intolerância ao

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FOD MEAP. Tudo isso pode estar

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completamente interconectado

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e elas têm algum mecanismo em comum. E

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desses mecanismos em comum, nós temos

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uma percepção sobre a

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permeabilidade

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intestinal que pode estar influenciando

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tudo isso. Mas o foco da aula de hoje da

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semana BNG preparatória para a

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certificação

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em intolerância, estamina, síndrome de

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ativação é análise do microbioma

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na intolerância à estamina.

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E aí, nessa análise do microbioma na

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intolerância à estamina, é claro que eu

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também preparei um slide, mas antes de

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apresentar o slide, eu quero, claro,

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convidar aqui as minhas convidadas de

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hoje, Dra. Adriana e Dra. Bruna, para

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que elas possam dar o seu boa noite, as

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boas-vindas. Então, neste momento,

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incluirei aqui junto comigo Dra. Adriana

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e doutora Bruna. Bom, gente, me

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permitam, eu chamo a Bruna de Bruninha

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porque ela foi minha aluna na graduação

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e tal, então, intimidade é uma merda. E

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aí, então, eu a chamo de Bruninha. Eh,

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Bruninha, então, obrigado, muito

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bem-vinda. Dra. Adriana, muito obrigado

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mais uma vez. Eh, hoje eu tô mais feliz

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porque eu fui extremamente pontual com

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você, né? A última vez que eu convidei a

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Dra. Adriana para dar uma aula para mim

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numa certificação de estroboloma, acabei

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atrasando um monte a aula. Morri de

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vergonha. Eu só vi a Bruninha me

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mandando uma mensagem depois. Muri, ela

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vai entrar porque se ela não for entrar

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agora, ela tem que fazer as filhas

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dormir e tal. Pelo amor de Deus, peço

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desculpas aqui pelo nosso [risadas]

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>> real, né? Imagina, né?

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>> E já digo boas-vindas às duas, né?

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Ambasem parte desta empresa que eu citei

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no início, que é a Biomi Hub, que tem

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inclusive uma surpresa para todos que

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estão aqui, para todos que aderirem à

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certificação em síndrome de ativação

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mastocidária e intolerância à estamina,

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essa certificação com mais de 60 horas.

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Deixo agora então para vocês se

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apresentarem, Bruninha, primeiro com

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você.

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>> Muitíssimo obrigada, Murilo, né? Esse

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convite, gente, como o que falar desse

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convite tão especial? Eh, acho que

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primeiro nós não tem como não agradecer

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todo o carinho e toda a abertura que eh

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a empresa Murilo Pereira, ela realmente,

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né, nos dá. Então, por trás do Murilo

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tem aí uma equipe gigante que tá sempre

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aí eh contribuindo com a Biom Hub.

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Então, muito obrigada, muito obrigada

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mesmo. É uma honra de fato a gente

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trazer eh a prática realmente, né, dos

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exames de microbioma da Biomi Hub.

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Então, né, o Murilo já trouxe uma prévia

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da Biomi Hub, mas quero reforçar que a

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Biomi Hub ela pioneira no

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desenvolvimento dos exames de microbioma

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no Brasil, é o único que traz valores de

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referência exclusivamente de cada

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população. Então, né, a gente consegue

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ter informação de fato o que que seria,

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né, um microbioma e um eh de pacientes

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sem sintomas saudável, de adulto, de

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idoso, de criança. Então a gente tem,

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né, um rigor científico por trás muito

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grande e obviamente que vem de encontro,

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né, com o Murilo, que tem realmente esse

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todo esse rigor científico. Então muito

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muito obrigada pelo convite e não vamos

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falar, Dra. Adriana, que acho que também

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não combina com a gente, é a Adre, né,

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que vai aqui falar. Então, hoje ela

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éogista, mas ela é a ADR pra gente.

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Então, a Adria e a gente tem aí uma

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experiência gigantesca em resultados de

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de microbioma. Então, desde aqueles que

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a gente pega, meu Deus, o que que a

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gente vai fazer com o resultado desse?

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Como é que a gente vai passar para um

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[risadas] prescritor até aqueles, meu

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Deus, olha que coisa mais linda? Então é

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isso, Adri, fica à vontade para falar e

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a gente já inicia aí esse conteúdo

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riquíssimo.

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>> Já o que eu ia falar, a Bruna já falou

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que é para me chamar de Adri, por favor.

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Não, Dra. Adriana, muita formalidade,

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Murila, a gente já se conhece há algum

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tempo, não tanto quanto a Bruna, mas a

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gente já tem essa liberdade. E é um

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prazer estar aqui de novo com vocês. Eu

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amo falar sobre microbioma, é minha

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paixão. Então contem com a gente para

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pro que vocês precisarem nessa nessa

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jornada que que o Murilo traz para

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vocês.

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>> Perfeito. Obrigada. Então olha só, eu

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vou neste momento aqui tentar incluir

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mais uma tela aqui. Gente, eu tô

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aprendendo a mexer nessa ferramenta

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também. Então assim, vocês me perdoem.

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Deixa eu adicionar o palco aqui mais uma

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coisa. Ah, pronto, deu certo. Nossa,

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ficou lindo. Nós ficamos os três

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pequenininhos aqui e ficou a o slide

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aqui do lado. Então, gente, neste

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momento, eh, nós iniciamos ah

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diretamente com conteúdo. E aí, se você

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tá aqui, gente, nós somos mais de quase

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300 pessoas aqui, compartilha esse link,

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pega o link aqui do YouTube, manda para

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quem você quiser, para quem você julga

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que tem necessidade de compreender mais

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sobre a análise do microbioma na

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intolerância à estamina. E agora começa

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o conteúdo propriamente dito. Vamos lá.

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Eu estou aqui com uma página em branco,

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óbvio, porque eu sou da década de sou de

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79, né? poderia dizer que sou da década

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de 80, mas não sou. Sou da de 70 ainda.

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Então, se eu nasci em 79 e tal. Então,

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assim, cara, eu tive aula com quadro de

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quadro negro, né, que na verdade era

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verde, um quadro verde que era com giz e

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tal, e depois era um quadro branco e

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três canetas. E assim eu fiz minha vida

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docente, então sou carente dependente

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dessa lozinha aqui. E ã porque tá aqui

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ela branquinha e tal, eu vou pegar a

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minha caneta aqui e vou escrever nela. E

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aí nós estamos falando de desordens

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funcionais intestinais. Dentre elas, nós

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temos SAM, que é a síndrome de ativação

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mastocitária, e nós temos também a

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intolerância à

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estamina.

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São coisas distintas? Sim, são coisas

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distintas, mas tem sintomatologia

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clínica em comum? Sim, tem necessidade

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de interpretação

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de causas distintas da intolerância à

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estamina. Sim, e essa é a conversa de

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hoje. Então, a conversa de hoje é sobre

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intolerância a

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estamina.

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Gente, a minha letra é horrível mesmo.

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Então, se adapte a ela. Intolerância à

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estamina.

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O que que é isso? É não ter uma boa

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capacidade

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de degradação

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da estamina, mas não ter uma boa

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capacidade de degradação da estamina.

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Onde acontece a degradação da estamina?

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A degradação da estamina pode acontecer

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no

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intestino. Então, a gente pode ter uma

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intolerância à estamina por uma

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alteração ou por um déficit de

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DA. Quem é DA? É a diamina oxidase, a

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enzima que degrada a estamina. Nós

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podemos ter

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uma intolerância à estamina por

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overnutrition ou por dieta.

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rica em estamina, ou seja, a pessoa come

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muita estamina, ela pode ter uma

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overnutrition, excesso de estamina no

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corpo, ou

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ela pode ter uma inibição

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da DA medicamentosa.

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Então, pode ter aqui uma quarta opção de

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uma inibição da enzima intestinal

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medicamentosa,

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ou

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ela pode ser uma fábrica

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de estamina, ela pode ter um microbioma

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extremamente rico na capacidade de

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sintetizar estamina. E é sobre essa

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conversa. Então, não é nem nada disso

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que eu falei até agora. Então imagina

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que eu tô aqui agora falando de uma

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boca. Esse desenho é horrível, mas vamos

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lá. Esse aqui é um estômago, intestino,

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colum, ascendente, transverso,

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acendedente reto anos. E aqui, né,

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>> faz esse esse desenho desde 2009, gente,

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só para avisar para vocês. Desde 2009.

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Aqui nessa tripa, aqui nessa tripa, nós

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podemos ter um microbioma

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que tem grande capacidade de produzir

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estamina. E aí isso não tem nada a ver

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com uma inibição da DAL, ou pode ser

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concomitante com inibição da Dal. Só que

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a conversa hoje então é sobre essa

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imagem. Olha como eu tô lindo nas minhas

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imagens. Essa imagem foi produzida pela

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Clara. E aí agora eu trago para todos

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vocês aqui. Vou colocá-la em destaque.

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Deixa eu ver se eu só consigo fazer

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isso. Ó, consigo. Agora a gente ficou

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pequenininho aqui embaixo. Então, olha

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só, em destaque nós temos aqui, ó, a

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parte do intestino,

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do microbioma e a produção da estamina.

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Então, nós temos aqui um intestino, nós

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temos o microbioma no intestino e mais

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do que isso nós temos o microorganismos

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em Zoom aqui. Então, estamos falando

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agora do próprio microorganismo.

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E esse microrganismo em destaque tem o

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seu material genético amplificado e é

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passível de detectar uma parte

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específica neste bioma e neste material

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genético microbiano a capacidade

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de expressão de um gene que transforma a

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estidina

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em estamina. E essa transformação de

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estidina e estamina é uma capacidade de

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sintetizar estamina no lumem intestinal.

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Então, o que nós vamos conversar hoje

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aqui com a Adri e com a Bruninha é sobre

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a capacidade de interpretação do

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microbioma

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em um gene específico de expressão da

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estidina descarboxilase. Então,

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falaremos hoje da repimboca da

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parafuseta

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sobre interpretação do microbioma.

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Portanto, neste momento, depois de

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colocar todo mundo na mesma página sobre

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o que nós vamos conversar, abro aqui

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tanto pra ADR quanto paraa Bru, pra

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gente poder ampliar o nossa conversa

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sobre isso. E depois eu até tenho alguns

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artigos aqui para corroborar

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com a magnitude do nível de evidência e

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de quanto a ciência está estudando a

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amplificação do material genético

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microbiano.

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Antes, antes de mais nada, quero dizer

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que identificar

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o bioma produtor de estamina é uma das

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possibilidades de avaliação do

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microbioma, porque poderíamos avaliar

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microorganismos específicos, índice de

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diversidade, poderíamos avaliar

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proporção de sobrevivência de

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microorganismos. Essa é uma análise que

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o laboratório Biomi Hub tem um laudo

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específico chamado Proome Plus estamina.

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E no ProM plus estamina é contemplado

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essa análise de genes que expressam a

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estidina descarboxilase. Então gente, é

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óbvio quando a gente fala um monte de

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nomes drúchulo, dá medo. Mas mais do que

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isso, eu quero que vocês entendam que

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existe um laboratório que está disposto

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a pegar vocês pelas mãos e orientar para

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a melhor conduta nutricional ou médica,

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se é necessário. Por isso, estamos hoje

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aqui com uma médica e uma nutricionista

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para conversar com vocês. Bruninho, eu

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vou fazer uma pergunta aqui. Eh, me fala

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assim, como que é a tua experiência?

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Qual que é a tua sensação de poder

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ajudar tantas pessoas com o olhar sobre

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a nutrição? E também, Dra. Adri, a

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pergunta também é para você, para que

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você possa me dizer assim: "Qual que é a

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sua percepção quando você consegue

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desvendar, né? Porque é quase um Charl

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Holmes quando você pega uma análise de

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microbioma aí, porque cada um pode ter

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uma característica. Como tem sido isso

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dentro da Biome Hub? Como tem sido esse

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auxílio a esses profissionais que

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precisam tanto dessa

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dessa expertise de vocês?

19:33

>> Eh, a gente vê, a gente faz isso, né?

19:37

Essa mesma função ali, praticamente há 5

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anos, 6 anos vai fazer.

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E gente, a questão é que não existe

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nada, nada engessado. É um quebra-cabeça

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que a gente monta junto com os

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profissionais que a tem reunião que eu

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juro, a gente tem vontade simplesmente

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de falar: "Eu deveria ter gravado".

20:01

Porque eh os profissionais não não

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conseguem chegar, não conseguem ter essa

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visão do quanto que olhar para dentro

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realmente de fato do intestino traz um

20:13

divisor de águas para prática clínica.

20:17

Então, é sair daquela caixinha e mostrar

20:20

o o quanto que esse nutricionista ele tá

20:24

sendo fundamental no momento desse

20:26

paciente que chega com estufamento,

20:29

distensão abdominal, rubor, todos

20:32

aqueles sintomas que se assemelham a à

20:34

síndrome do titestina irritável, a uma

20:36

ciba, uma ima, uma ISO. E aí a gente

20:39

consegue olhar, gente, o que que ele tá

20:41

tendo é uma produção excessiva de

20:44

bactérias produzindo estamina, né, uma

20:47

fábrica de estamina dentro dele. E aí é

20:51

não só isso, é realmente pegar pelas

20:53

mãos e mostrar eh essa experiência que

20:57

tu tá trazendo pro paciente é uma

20:59

experiência única que ele vai nunca mais

21:01

vai esquecer de que realmente quem

21:03

identificou eh esse essa dor, esse calo,

21:07

foi o meu nutricionista, né? Então isso

21:10

isso é muito gratificante e de fato a

21:12

gente pega pela mão e traz essa

21:14

experiência e a gente monta o

21:15

quebra-cabeça juntos. Adri, fica à

21:18

vontade.

21:20

>> Eh, a gente da Baiomi, a Bruna cuida dos

21:23

nutrios, eu cuido do desafio do

21:26

rompimento da barreira com os médicos,

21:28

né? Então,

21:30

eh, dentro da medicina, a gente na

21:32

faculdade, eu sou da década de 80,

21:35

[risadas] junto, quase junto com Murilo,

21:38

a gente não aprendeu microbioma, né? E

21:41

acredito que até hoje quando quando eu

21:43

até falo com alguns alunos, é uma é um

21:46

tema muito pouco explorado, né? Então

21:48

dentro da da do setor médico, né? Isso

21:52

ainda tá muito embrionário, né? O

21:55

conceito. Alguns médicos nem sabem que

21:58

no Brasil se faz um teste, que o próprio

22:01

brasileiro desenvolveu um teste com os

22:03

padrões de referência do Brasil. Então

22:06

isso é muito legal. Eh, e quando a

22:10

gente, eh, para mim o o que mais me

22:13

emociona assim é pegar um laudo com

22:16

sintomas e a gente consegue

22:18

correlacionar com a microbiota e ver que

22:21

a conduta muda a vida do paciente. né?

22:24

Então, é óbvio que a gente sempre fala,

22:27

né, que a a anamnese, os outros exames

22:31

são complementares, o microbioma não é o

22:34

exame eh que é a bala de prata que vai

22:37

resolver, mas ele faz a diferença quando

22:40

o paciente tem indicação, ele faz a

22:42

diferença na clínica. E o que é muito

22:45

legal é a gente ver essa diferença na

22:47

clínica. E hoje, eh, a, a, tanto a

22:52

síndrome da ativação mastocitária,

22:54

quanto a intolerância estamina são eh

22:57

condições que tão melhorando muito o

23:00

diagnóstico, né? E quando a gente fala

23:03

da intolerância estamina e da da

23:06

possibilidade de encontrar essas

23:07

bactérias que produzem estamina e que,

23:10

como a Bruna disse, não é engessado

23:13

porque a gente tem diversas bactérias

23:15

que produzem. E quando a gente faz só,

23:18

né, a avaliação da estamina fecal, que a

23:20

gente confirma lá que tem estamina e é

23:23

muito legal a gente confirmar isso, mas

23:25

como eu vou modular essa microbiota se

23:27

eu não sei quais são as bactérias que

23:29

estão preponderantes naquele ambiente? É

23:32

o que traz uma luz, né? É o que a gente

23:34

gosta de fazer no dia a dia. Então, tá

23:37

aí a minha resposta, Murilo.

23:39

>> Beleza? Então, vamos lá. Vamos a os

23:41

desafios aqui. Eh, a Bruninha me mandou

23:43

uma imagem que eu achei incrível aqui. E

23:46

antes eu vou eh compartilhar mais uma

23:48

vez aqui os meus slides e eu quero só

23:51

mostrar assim o nível de evidência que a

23:55

gente vive hoje sobre essa temática. E

23:58

aí, gente, sobre essa temática que nós

24:00

estamos conversando aqui, eh nós temos

24:03

artigos como esse. Esse aqui é uma

24:06

publicação da Nature Reviews de

24:07

gastroenterologia e

24:10

2026, em que eles criam uma reunião do

24:15

órgão internacional de prébióticos e

24:17

probióticos para poder determinar o

24:20

escopo. O título deste paper é um

24:23

consenso

24:25

para determinar o gut health, para

24:28

determinar o intestino saudável. E o gut

24:31

health tem seis pontos a serem

24:34

observados. Ou seja, para uma pessoa ter

24:36

intestino saudável, seis pontos são

24:38

considerados. Quando a métrica é avaliar

24:42

o bioma

24:44

intestinal, e aí vou dar um destaque

24:46

aqui, o que é sugerido pelos autores. Eu

24:51

não quero passar isso, eu quero minha

24:52

caneta aqui. Eu quero o zoom agora. Eu

24:54

quero voltar ao slide. Agora eu quero

24:56

zoom de novo. Pronto. Aqui, ó, a

24:59

métrica, o parâmetro a ser avaliado é

25:03

analisar microbioma.

25:06

analisar através de 16S, através de

25:09

metagenômica,

25:11

que na Biomi é chamado de e no mundo,

25:14

né? Claro que é um teste de shotgun que

25:16

tem uma grande capacidade de

25:17

amplificação de material genético

25:18

microbiano. Então, a gente tá falando

25:19

aqui de uma revista muito robusta e eu

25:22

faço questão porque estamos no YouTube,

25:23

estamos de forma gratuita de deixar aqui

25:26

essa evidência científica para aqueles

25:28

que questionam a nossa fala, para

25:31

aqueles que são os questionadores,

25:33

falam: "Ah, mas não tem evidência. Ah,

25:35

mas não é para diagnóstico, não, não,

25:36

não é para determinar intestino

25:37

saudável. Não é para dar diagnóstico de

25:38

doença, não é para dizer que o cara tá

25:40

bem, é para provar que existe um

25:42

equilíbrio. E aí então esses autores

25:45

sugerem esse tipo de método e análise. E

25:48

mais do que esse método e análise aqui,

25:51

eu trago um outro artigo que é esse que

25:53

tá aqui, ó. E esse artigo nós estamos

25:55

falando, gente, nós estamos falando da

25:57

Sociedade Britânica de

25:59

Gastroenterologia. e a Sociedade

26:01

Britânica de Gastroenterologia em um

26:03

jornal que é o Jornal Britânico de

26:05

Medicina, nós estamos falando agora de

26:07

Jornal [roncando] Britânico de Medicina

26:09

na revista Gut, onde nós temos aqui um

26:12

olhar sobre a importância

26:17

desse microbioma para a Sociedade ã

26:21

britânica de gastroenterologia.

26:24

E aqui eles colocam quais são os

26:26

recentes avanços pra gente entender como

26:28

que esse microbioma e a análise do

26:31

microbioma pode servir para os experts

26:35

na área. Cara, e eu pedi pra Clara, né,

26:37

porque agora eu sou insuportável com a

26:39

Clara, fazer um resuminho do que tem

26:41

neste paper. Esse é o artigo na íntegra,

26:43

como tá no no na revista científica. Mas

26:46

aqui ela trouxe uma conexão importante

26:49

em interpretar o microbioma e a doença

26:53

do fígado gorduroso metabólica. E talvez

26:55

nós estejamos aqui para tentar ajustar o

26:57

paciente intolerância estamina,

26:59

sindivação mastocitária, mas tem aqui

27:01

também a relevância do microrganismo que

27:04

hoje ganha uma notoriedade no planeta

27:06

que é o fusobactério nucleátum e que no

27:09

probaiome plus estamina também vai te

27:12

trazer esses dados. Então, tu pode

27:13

atirar no que vê e acertar no que não

27:16

vê. E quando a gente pensa nisso dizer:

27:18

"Pô, Murilo, mas como que eles conseguem

27:21

chegar esse nível de evidência?" Eu

27:22

tenho a dizer que é muito maior do que

27:23

isso. Esta é uma outra publicação também

27:26

do jornal britânico, é essa do da Nate

27:28

Reviews de gastroenterologia.

27:30

Essa, o título é quase que um tapa na

27:32

cara da sociedade, porque ela diz assim,

27:34

ó, o microbioma intestinal,

27:37

como que isso se conecta com nutrição e

27:41

saúde em humanos? E aí eles mostram os

27:44

metabolismos microbianos de substratos.

27:47

metabolismos microbianos de substratos e

27:51

dividem em quatro substratos passíveis

27:53

de metabolização. E essa metabolização

27:55

pode influenciar em doenças autoimune,

27:58

em doenças comportamentais, em sistema

28:01

cardiometabólico. E esses autores

28:04

produzem esses dados, e aí é onde eu

28:06

quero chegar, eles produzem esses dados

28:08

através de, e aqui é a tabela direta do

28:11

paper. Então aqui, gente, tem a

28:12

referência do artigo, tem um título do

28:16

artigo, tem a tabela número um, que são

28:18

estudos populacionais,

28:20

onde eles através de recordatórios de

28:22

questionários alimentares e análises de

28:26

microbioma, ou por 16 sna ou por

28:31

shotgun. Então são duas metodologias

28:34

distintas e esses dados foram compilados

28:36

a partir dessas metodologias do que a

28:39

ADRE e a Bruão conversar com vocês aqui.

28:42

Então assim, gente, nós estamos falando

28:44

de um dado robusto que foi produzido com

28:50

estudos de população dos Estados Unidos,

28:53

da Holanda. H, estamos falando de dados

28:56

da França, da Finlândia, do Reino Unido,

28:59

da Espanha, da China, da Estônia. Cara,

29:03

é é algo que tá sendo estudado no mundo

29:05

inteiro essa amplificação de material

29:07

genético microbiano. Então, será que eu

29:08

tenho que continuar ficando na negação

29:10

disso? E o que é mais legal, eles

29:13

conseguem nos trazer dados de alfa

29:15

diversidade e de beta diversidade. Eu

29:17

acho que isso que é a parte linda de

29:19

estarmos aqui. E então, neste momento,

29:22

eu paro o meu monólogo aqui e abro pras

29:27

meninas. Vou adicionar ao palco aqui

29:29

essa ilustração, essa imagem que mostra

29:33

como que a Biome consegue fazer esses

29:39

dados, consegue produzir isso, consegue

29:42

ampliar isso. E aí, gente, eu tive o

29:45

privilégio em 2025

29:48

de ir até Florianópolis

29:51

visitar a estrutura da Biomi Hub e ter a

29:55

noção da magnitude que é o fluxo de

30:00

análise de transporte reverso do kit que

30:03

eles enviam para todos vocês, que eles

30:05

recebem novamente dentro do laboratório.

30:08

e a riqueza de equipamentos

30:12

para que seja feito da melhor forma

30:14

possível isso para chegar, porque às

30:16

vezes você pega um resultado como esse

30:18

que tá aqui, que é um índice de alfa

30:21

diversidade, que é uma um gráfico, tu

30:25

pensar: "Ah, mas é um papel, é um

30:27

gráfico". Cara, isso passou por uma

30:28

bancada, por uma tecnologia, por uma

30:32

metodologia de amplificação desses

30:34

genes, que é algo que eu nem imaginaria

30:37

que teria no Brasil isso. Então,

30:40

meninas, muito obrigado mais uma vez por

30:41

vocês estarem aqui. Eu quis fazer essa

30:43

validação com esses artigos, porque às

30:46

vezes as pessoas questionam, sabe? Ah,

30:48

mas será que esse teste é real? Mas será

30:49

que já se usa isso no mundo inteiro?

30:51

Então mostrei duas publicações, uma do

30:53

Jornal Britânico de Medicina, outra da

30:55

Nature Review de Gastroenterologia

30:56

corroborada com o consenso de guth,

30:59

dizendo que sim, esse é um dos métodos

31:01

que é recomendado para que nós possamos

31:03

determinar saúde nos indivíduos. E agora

31:06

vamos falar sobre intolerância estamina

31:08

e como a Biomi Hubiliar

31:11

os profissionais que fizerem a

31:12

certificação nessa interpretação

31:16

assertiva da exemplo. Então o título da

31:19

aula de hoje é a fábrica de estamina

31:22

microbiana, né? Então esse microbioma

31:24

produtor de estamina e deixo aqui então

31:27

pra Adrire, pra Bru agora comentar sobre

31:28

isso com vocês.

31:37

Bora lá. Eh, exatamente isso, assim,

31:40

então, o que que a gente vê? Acho que

31:41

antes da gente começar, acho que traz

31:43

uma

31:45

desmistificação realmente, né, do que é

31:47

o exame. O exame é um teste genético, só

31:51

que ele é um teste genético do DNA de

31:53

microrganismos. Então, muita gente tem

31:56

uma faz uma certa confusão, né, o que

31:58

que eu faço? a análise é o qu é, né,

32:01

confunde com nes nes ns eh exames e a

32:06

gente precisa realmente deixar claro.

32:07

Então ele é um teste genético que de

32:09

fato vai identificar a parte

32:11

composicional dos microrganismos que

32:14

estão ali nessa amostra de fezes, né,

32:16

analisando o intestino grosso. E

32:19

recentemente, recentemente, acho que já

32:22

vai fazer um ano, a gente trouxe o

32:24

potencial funcional. A gente começou a

32:26

olhar para o potencial funcional. que

32:29

são realmente, né, o quanto que essas

32:32

bactérias, além da parte, né, de eh de

32:35

uma possível disbiose qualitativa e

32:37

quantitativa, a gente consegue realmente

32:39

olhar qual é o potencial funcional que

32:42

essas bactérias estão trazendo, então

32:44

qual é a função dessas bactérias ali no

32:47

intestino do paciente. E essa questão da

32:51

frase na gente eh acerta no que não

32:53

veio, no que o Murilo trouxe, é

32:55

extremamente certo. O que que a gente

32:57

vê? Tem profissionais que a gente faz

32:59

uma análise, a análise tá ali, ele chega

33:02

e fala: "Eu tinha certeza que era uma

33:05

uma determinada condição." Eu tinha

33:06

certeza. Eu tinha certeza como que veio

33:08

um resultado desse? E é essa prática que

33:11

a gente realmente traz e que vocês vão

33:13

começar a trazer. Essa prática de achar

33:16

que o meu paciente tava com uma

33:19

quantidade gigantesca de bactérias que

33:21

estão associadas a talvez a

33:23

próobactérias, a um excesso de ecol. Mas

33:26

quando a gente vê na prática essa esse

33:28

paciente ele tá com uma produção

33:30

excessiva de butirato. Pode acontecer

33:32

também, ele tá com uma eh produção

33:35

excessiva de cios grassos de cadeia

33:37

curta e que isso não significa que não

33:39

seja ruim para microbiota. é ótimo a

33:42

energia do intestino, só que se ele

33:44

tiver numa quantidade extremamente

33:46

elevada, aquela flatulência de extensão

33:48

abdominal também pode ser o motivo.

33:52

Então, eh, a gente olhar de fato pro que

33:56

a gente encontra num resultado, o que

33:58

que essas bactérias estão utilizando

34:00

como substratos alimentares, é um

34:03

divisor de água pro para pro

34:05

nutricionista e pro médico também, né?

34:07

tem muito médico que realmente faz esse,

34:09

né, essa esse tem quer ter esse olhar

34:12

também, né, integrado pro microbioma,

34:14

né? Então eu vou, a gente vai falar um

34:18

pouquinho mais ali da questão, né,

34:20

potencial funcional, só que eu quero

34:22

também trazer um dado que é que 3,6%

34:26

dos genomas bacterianos

34:29

eh tem a capacidade gástrica ali de

34:32

fabricar estamina e desses dessa

34:35

porcentagem 13%

34:38

são bactérias vivendo no intestino.

34:41

Então é um dado extremamente relevante.

34:43

Olha quanto que, né, genômica fala,

34:45

olhando pra genôm pra genômica das

34:48

bactérias, o quanto elas estão

34:50

produzindo ali estamina e que quando a

34:52

gente fala em uma possível intolerância,

34:55

isso é muito acaba não tendo esse olhar,

34:58

né, esse olhar possível. Ah, não, o

35:00

paciente tem intolerância estamina, eu

35:02

vou entrar com a enzima de aminoxidase.

35:05

Acontece que se o balde do paciente ele

35:08

realmente transborda, que é o que

35:10

acontece, a gente tem uma capacidade ali

35:13

de se se se se tentizar. Mas se ele

35:15

transborda, não adianta a gente fazer

35:17

uma dieta com baixa produção de

35:19

estamina, não adianta a gente entrar com

35:21

enzima de aminoxidase, porque é dentro

35:26

da gente tá tendo essa fábrica, tá tendo

35:28

essa fabricação realmente nessa

35:30

conversão de estigina em estamina, tá?

35:34

Então vou trazer já mais dados sobre

35:36

substrato e sobre as bactérias, mas eu

35:37

quero a CADR traga um pouco dessa visão

35:40

realmente, né, em relação à clínica do

35:41

paciente, a parte ali médica.

35:45

Tá? Ô,

35:45

>> Adri, se tu puder na tua fala, eu acho

35:47

que é muito legal que a gente comente

35:49

que um microbioma que tá em

35:51

desequilíbrio a partir de uma análise do

35:53

microbioma, a intervenção médica com

35:57

fármacos de ação antimicrobiana no lumem

36:01

intestinal precisa ser assertiva e não

36:06

usar antibióticos de amplo espectro de

36:08

ação sistêmica, né? Porque eu sempre

36:10

falo, pô, não tem nenhum vaso que volta

36:11

sangue para dentro da bosta, tem que ter

36:13

um antibiótico que atue no lume. Eu acho

36:15

que essa assertividade de usar um

36:18

medicamento de prescrição médica, de

36:21

prescrição exclusivamente médica, pô,

36:23

você dentro da infecto sabe muito mais

36:24

do que eu sobre tudo isso. Imagina, né,

36:26

quando se fazia cirurgia de aparelho

36:27

digestivo há décadas atrás já se

36:29

utilizava ant medicamentos para diminuir

36:31

essa carga microbiana de lumen, né? E

36:34

parece que isso tudo fica esquecido, que

36:35

parece que não é importante, mas nessas

36:37

alterações, tanto na intolerância

36:38

estamina, quanto na símbolo de ativação

36:40

mastocitária, é fundamental que a gente

36:41

saiba se tem essa fábrica e que é

36:43

possível uma intervenção médica para

36:45

isso, né?

36:47

>> Sim, Murilo, você deu um spoiler do que

36:49

eu ia falar, mas tudo bem.

36:52

Eh, eu queria dar um um passo só atrás

36:54

para falar sobre a metodologia do exame,

36:56

porque a gente não pode confundir

36:58

sequenciamento, como a Bruna falou, com

37:01

outros métodos de identificação de

37:04

bactéria. Então, eh, a gente tem a

37:07

cultura, que faz identificação por

37:09

cultura, mas que não é viável pra gente

37:11

fazer a avaliação do microbioma, nem é

37:14

considerada, né, quando a gente faz eh

37:17

quando a gente se fala de microbioma.

37:19

Mas o próprio PCR que tá dentro do hall

37:23

da biologia molecular, assim como

37:24

sequenciamento, ele é muito limitado

37:27

quando a gente fala em análise de

37:29

microbioma. Então microbioma é o bioma

37:32

mesmo. A gente tem que entender o todo

37:34

para poder saber se aquela quantidade de

37:37

bactérias tá aumentado, tá reduzido. E o

37:39

PCR, além da gente ter um painel

37:42

pré-selecionado, né? Então ele é ótimo.

37:44

Quando eu quero, eu quero saber se tem

37:46

clebzela, eu vou saber se tem clebzela

37:49

porque eu faço um PCR para Clebziela,

37:50

mas eu quero saber qual a composição. O

37:53

PCR não traz isso. Então é muito

37:55

importante que vocês ao solicitarem

37:58

exames ou avaliarem exames, consigam

38:00

entender essas diferenças. O próprio

38:02

sequenciamento também tem diferença.

38:04

Então, a gente falar em 16s ou shotgun,

38:08

que é o plus que o Murilo falou, também

38:10

tem diferença. Quando a gente faz o 16s,

38:13

eu vou avaliar bactérias, pega um pouco

38:16

de arqueias porque faz parte da

38:18

composição, mas o foco são as bactérias.

38:22

E quando a gente faz a análise pelo 16s,

38:25

a gente tem uma limitação do ponto de

38:27

vista das espécies das bactérias que o

38:31

shotgun não tem. E aí, por que que é

38:33

importante essa diferença? Porque pra

38:36

gente avaliar função de bactéria, eu

38:39

preciso saber qual é a espécie. Às vezes

38:42

no mesmo filo, na mesma família, eu

38:44

tenho espécies que consomem substratos

38:47

diferentes e produzem metabólitos

38:49

diferentes. E se eu paro a minha

38:52

identificação naquela taxonomia das

38:55

bactérias de filo, família, gênero,

38:58

espécie, antes da espécie, eu não tenho

39:02

a certeza ou a capacidade de identificar

39:05

a função daquelas bactérias. Então, para

39:08

eu correlacionar com a clínica do

39:10

paciente, aqui no caso, por exemplo, com

39:12

as produtoras de estamina, eu não tenho

39:15

essa essa confiança para eu saber se

39:18

aquela bactéria é realmente uma

39:20

produtora de estamina, porque eu não

39:22

tenho a espécie das bactérias. Então,

39:24

dito isso, eh, a gente vai conseguir

39:27

correlacionar

39:29

função com sintoma com a maior

39:32

quantidade de espécies. E aí tem que ser

39:35

a metagenômica ou shotgun, que é o o

39:38

probiome plus, que a gente fala na biomi

39:41

hub.

39:43

Eh, quando a gente, o, o principal ponto

39:48

dessa correlação é a gente conseguir

39:52

casar, né, interpretar os sintomas

39:55

clínicos do paciente com o que aquelas

39:57

bactérias estão fazendo lá no intestino.

40:00

E aí, como o Murilo disse, né, é, a

40:02

gente precisa ter muito cuidado quando a

40:05

gente identifica bactérias,

40:07

principalmente as próteobactérias, que

40:09

são aquelas bactérias que mais assustam

40:12

a gente do ponto de vista até

40:14

infectológico, que é escriquec,

40:17

clebsielapneumôic,

40:18

clebzela oxitoca, pra gente ter cuidado

40:21

para dar antibiótico para esses

40:23

pacientes. Então, o principal ponto da

40:26

gente intervir no microbioma é através

40:29

de uma modulação com prébióticos.

40:32

Antibiótico tem ação sistêmica, né? Ele

40:36

não vai agir só lá no intestino. Então,

40:39

a gente tem que tomar muito cuidado

40:41

quando a gente indica antibiótico para

40:43

um paciente, né? É uma das consequências

40:46

dos exames mal interpretados. Muitos

40:49

médicos têm dado antibiótico a ponto de

40:52

querer esterilizar o o intestino do

40:55

paciente. A gente tem visto casos muito

40:58

drásticos, né, de eh quase uma

41:01

diversidade muito baixa, com poucas

41:04

espécies de bactérias, eh por conta

41:07

dessa consequência de interpretar

41:09

erroneamente o exame. Então, eh, hoje a

41:13

gente tem poucos antibióticos que atuam

41:15

localmente e que não são absorvidos. A

41:18

rifaximina é um deles, né? Ele é um

41:21

antibiótico que não é absorvido, mas

41:23

mesmo assim traz consequências, traz

41:26

efeitos adversos. Então, a gente tem que

41:27

tomar cuidado quando a gente vai eh

41:31

indicar um antibiótico pro paciente. E

41:34

aí já antecipando um pouquinho o que a

41:36

Bruna vai falar, na Biomi Hub a gente

41:38

desenvolveu uma IA interna que nos ajuda

41:43

a dar pro profissional,

41:45

tanto médico quanto nutricionista, um

41:48

plano. Então, a sugestão do que que ele

41:51

vai fazer, a gente sabe que nem todo

41:53

mundo gosta de estudar microbioma, nem

41:56

quer estudar, mas quer aplicar o exame

41:58

porque entende a possibilidade da

42:00

melhora da qualidade de vida pro

42:01

paciente ou dos sintomas. E a gente

42:03

trouxe isso como um um facilitador pro

42:07

paciente, eh, pro profissional conseguir

42:11

eh explorar melhor o exame. Ele

42:13

potencializa essa interpretação, ele

42:15

melhora a conduta e facilita o dia a dia

42:19

do profissional.

42:23

Tá mudo, Murilo. Tá mudo, mudo, mudo.

42:33

Pronto. Deixa eu me desmutar aqui porque

42:36

o TDH aqui fica mexendo no celular

42:38

enquanto os outros estão falando. Aí

42:39

tenho medo de vir o barulho para cá.

42:41

Bom, vamos lá. Eh, o que que eu acho que

42:43

a gente tem que eh juntos aqui, né? É,

42:46

eu tenho uma interação aqui no ah no

42:48

chat e com vocês e eu tô no meu hiper

42:51

foco aqui de super interações. Gente,

42:54

para quem tá chegando aqui na live, para

42:56

quem tá fazendo perguntas, a nossa

42:59

live de hoje, essa aula da se jornada de

43:03

conhecimento, a BNG sobre síndação

43:05

mastocitária em toerâncitamina é sobre

43:08

análise do microbioma de microrganismos

43:11

que expressam estina descarboxilase.

43:15

Aí tem uma pergunta: "Ah, mas isso pode

43:17

ser feito em quem tem a PLV?" Cara, esse

43:19

não é um exame clássico para PLV, mas

43:21

alergia proteína do leite vaca pode se

43:23

sobrepor com e outras alterações, dentre

43:27

elas uma mudança significativa no

43:29

microbioma. Então, não quer dizer que

43:32

fazer um exame é contraindicado para

43:34

quem tem a PLV, mas não é o exame padrão

43:37

ouro, nem nunca será para você saber a

43:40

conduta na APLV, porque basicamente na

43:42

PLV um dos marcadores para saber sobre

43:45

dano intestinal é a calotectina fecal, a

43:47

sintomatologia clínica, são outros

43:50

alterações que podem ser avaliadas. Mas

43:53

o que a gente tem de interessante e que

43:55

eu acho muito legal dentro da Biome Hub

43:58

é que existe um cuidado e uma atenção

44:02

pós prescrição do exame, que é para que

44:05

você possa ser assertivo tanto na

44:07

interpretação quanto com as condutas. Eu

44:10

acho que é sobre essa a fala, sobre

44:12

isso, a fala da Bruna. Agora

44:15

>> compartilha aquela imagem, Murilo, de

44:17

novo, por favor, que eu quero só trazer

44:19

um insight aqui, ó. Se vocês olharem

44:21

aqui na parte dois, tá um pouquinho

44:23

pequeninho, mas depois a gente pode

44:24

compartilhar, dar um jeito de

44:26

compartilhar com vocês. Então aqui esse

44:28

paciente ele, por exemplo, ele teve eh

44:32

teve ali uma diversidade, OK? Perfil

44:34

inflamatório, OK? Quando a gente olha as

44:36

bactérias produtoras de estamina, a

44:37

gente vê que ele tá em excesso, né? Ok?

44:41

Ele tá em excesso. Se a gente fosse só

44:44

olhar, ah, o resultado, ele tem

44:45

bactérias produtoras de estamina em

44:48

excesso, só que sem olhar pro de fato

44:52

quem são elas, o que que acaba

44:54

acontecendo? a gente não consegue ter

44:57

assertividade clínica porque cada uma

45:00

delas utiliza um tipo de substrato

45:02

diferente. Então, um exemplo aqui,

45:05

Ecolle novamente, que é uma das mais

45:07

comentadas, ela utiliza carboidratos

45:10

simples como fonte de alimentos. Muita

45:13

gente acha que utiliza não, eh, eh, vai,

45:17

né, entrar ali na na via pratol é uma

45:20

bactéria pratolítica. Eu não posso dar

45:22

proteína não. O principal substrato para

45:24

é carboidrato, açúcar, alimento rico ali

45:27

em carboidrato. O que que acaba

45:29

acontecendo? Ela em excesso na

45:32

microbiota a gente já tem que pensar ali

45:34

na questão de carboidratos. Só que o

45:36

clostrídium, que também tá elevado nesse

45:39

paciente, é um gênero de espécies que

45:41

utilizam amido, amido resistente,

45:45

inolina, lactose,

45:48

muscina. Então, olha o cuidado que a

45:50

gente tem que ter com o muco da barreira

45:51

intestinal, se o paciente estiver ali

45:53

com liquid. E a clepsiela utiliza

45:56

lactose e glicose. Então ele realmente

45:59

não é um exame para para pacientes com

46:01

PLV, mas ter insites e resultados de

46:05

como a gente pode direcionar um um

46:07

paciente com resultado da microbiota vai

46:11

trazer essa essa essa conduta cirúrgica.

46:14

É realmente olhar esses substratos. E o

46:17

que a gente mais tem visto é tem muitas

46:19

bactérias, por exemplo, alips, que

46:21

também estão associadas a outras vias,

46:24

eh eh como cadaverina,

46:28

eh outras vias, outras vias de aminas

46:30

biogênicas estão geralmente aumentadas

46:34

os pacientes. a gente vê com uma

46:35

frequência e o substrato que utiliza um

46:37

aminoácido, quem não consome ali um um

46:40

suplemento que tem ali algum tipo de

46:42

aminoácido que isso utiliza a vida

46:45

inteira ou fica, né, né, mais de um ano,

46:47

às vezes tem quadro de diarreia volta e

46:50

não sabe o motivo de realmente ter eh

46:53

voltado ao quadro de diarreia. Então, é,

46:56

acho que o profissional que tá aqui

46:58

assistindo tem que começar a se

46:59

conscientizar que vocês têm que

47:01

realmente ter esse olhar cirúrgico pros

47:04

substratos, pras bactérias, qual é a

47:06

conduta direcionada para esse paciente e

47:09

pensando nessa toda complexidade que a

47:11

gente realmente criou esse plano

47:13

individualizado. Então, eh, a Biô ela

47:16

acaba, ela é um hub de inteligência e

47:19

microbioma, que é onde a gente pega os

47:21

dados do exame, todos os dados, todos os

47:25

parâmetros, a gente eh traz, a gente faz

47:28

uma namnese em cima, né, do paciente.

47:30

Então, o paciente responde uma anamnese,

47:33

a gente junta esses dados clínicos, as

47:36

principais condições clínicas e

47:39

correlaciona com o resultado. Então, ah,

47:42

o meu paciente teve um resultado ali de

47:45

bactéri e de distensão abdominal a vida

47:47

inteira. Será que ele tem bactérias

47:50

produzindo estamina em excesso ou se ele

47:51

tem bactérias produzindo sulfeto de

47:53

hidrogênio? Os sintomas são muito

47:55

semelhantes. Será que o meu paciente tem

47:57

constipação a vida inteira? Será que não

48:00

é uma condição fisiológica? Será que é

48:02

por falta de fibra? Será que é por falta

48:04

de água? Ou será que ele não tem eh

48:06

produção excessiva de metano que induz

48:09

aia a diminuição do peristaltismo? Então

48:12

esse olhar para medicina e para nutrição

48:14

de precisão é um vai tem que ser tem que

48:18

começar a fazer parte, né, da da da vida

48:21

prática ali, né, na clínica, tá? Então,

48:24

eh, muito mais do que olhar só os

48:28

sintomas, olhar só pros sintomas, a

48:30

gente pode ter uma questão de enxugar

48:33

gelo, gente. Quantas vezes a gente fica

48:35

ali tentando realmente uma conduta,

48:37

então comecem a realmente ter essa

48:39

conscientização. E a gente traz, a gente

48:42

mostra ali, a paciente tirou, fez uma

48:44

dieta com baixa produção de estamina,

48:47

mas o paciente começou, continuou com

48:49

sintoma, porque os alimentos que são

48:52

ricos em estamina não são os mesmos

48:55

substratos para essas bactérias, por

48:57

exemplo, desse resultado que a gente

48:59

estava apresentando ali. Então, o

49:00

paciente até poderia fazer uma dieta

49:02

baixa, eh, baixa estamina, que é

49:04

extremamente restrita, só que o sintoma

49:07

vai continuar porque são substratos

49:10

completamente diferente. Então, risco

49:13

clássico, né, dieta da moda,

49:15

suplementos, né, suplementação ali da

49:17

moda que começa a utilizar e o paciente

49:19

acaba prevendo resultado. Pode ser um

49:22

microbioma que esteja realmente ali

49:24

lutando para, né, eh, lutando, né, que

49:27

são não deixam de ser soldados realmente

49:29

para trazer um equilíbrio, tá? Então,

49:31

comecem realmente ter essa

49:32

conscientização.

49:34

A Adre quer complementar?

49:38

>> Não, né? Ficou linda. Então assim,

49:40

gente, eh eu tô aqui, né, interagindo no

49:42

chat, vendo tudo e tal, e aí tem uma

49:44

pergunta aqui: "Ah, esse teste supera o

49:47

teste de hidrogênio inspirado ou do

49:49

metano inspirado?" Gente, são coisas

49:52

completamente complementares.

49:55

Uma é análise do microbioma, a outra é

49:58

análise de um metabólito espirado a

50:02

partir da metabolização microbiana,

50:05

extremamente questionado pela ciência

50:09

robusta de dados, pela dificuldade de

50:14

através de um metabólito secundário, dar

50:17

um diagnóstico de sobrevivência

50:19

microbiana. Então é completamente

50:20

distinto. Um permite avaliar o

50:23

microbioma propriamente dito,

50:24

amplificação desse material genético

50:26

microbiano e tal. a outra, um metabólito

50:30

escretado na expiração a partir de uma

50:34

introdução de um substrato

50:37

oral utilizado em jejum para ver como

50:41

que esse microorganismo se comporta com

50:42

isso, principalmente com substratos que

50:44

não são passíveis de absorção ou de

50:46

baixíssima absorção ou coisas do gênero.

50:49

E aí, então aí isso também pode ser

50:51

complementado com a própria estamina

50:53

fecal, entendendo que o objetivo de

50:55

estarmos aqui é um. Não dá para fugir

50:58

com perguntas que não tem nada a ver. O

51:01

que que nós estamos falando aqui? Exames

51:03

de estamina.

51:06

Estaminose

51:08

pode ser por excesso de estamina na

51:11

dieta. Dois, inibição da enzima dal

51:16

intestinal. Três, polimorfismo genético

51:19

em que a pessoa não produz adequadamente

51:22

da inibição, que pode ser por

51:26

suplementos ou por medicamentos dessa

51:27

enzima também podem ser considerados aí.

51:30

Overnutrition por estamina, que é comer

51:32

demais estamina, ou ter um microbioma

51:36

comensal ou patogênico com grande

51:39

capacidade de sintetizar

51:42

estamina. E se isso estiver no seu

51:44

paciente, a intervenção é completamente

51:46

distinta. Se tu tem uma deficiência

51:49

genética da expressão da DAL, tu vai ter

51:51

que usar a enzima adidal. Se tu tem um

51:54

microbioma produtor de histo,

51:58

tu tem que ter uma intervenção sobre o

52:00

microbioma e treinar esse microbioma

52:02

para sobreviver menos expressando

52:05

estidina descarboxilase. Então tu vai

52:08

poder fazer um exame de triagem que é

52:09

uma estamina fecal. Tu pode complementar

52:12

com probiome plus estamina e tu pode

52:14

entender depois que avaliando somente a

52:17

estamina fecal, tu pode ter um parâmetro

52:20

se tá adequado ou não, ou refazer o

52:22

exame de bioma. Então a ideia é aqui

52:28

entregar conteúdo sobre a certificação

52:31

em intolerância estamina e síndrodivação

52:34

mastocitária com prática clínica, com

52:37

abordagem. Tanto a ADR quanto a Bru

52:39

farão parte da certificação, terão aulas

52:43

de mais de uma hora cada uma delas sobre

52:46

essa expertise, sobre essa abordagem. Já

52:48

estamos chegando aqui em mais de 50

52:50

minutos. Quero convidar todos, nós somos

52:53

mais de 420 pessoas aqui ao vivo,

52:55

simultaneamente

52:57

interagindo conosco para que nós

52:59

possamos ter um olhar sobre a análise do

53:04

microbioma e a expressão da enzima

53:06

estidina descarboxilase detectada em

53:08

exame de microbioma com uma intervenção

53:10

médica, com uma intervenção nutricional

53:12

plausível e palpável. E eu quero aqui

53:14

agradecer a Biomi Hub

53:18

aqui cedendo tanto a Adri quanto a Bru

53:19

para estar conosco nesse momento aqui

53:22

sem conflito de interesse algum, de

53:24

remuneração. Não há remuneração alguma

53:26

para elas estarem aqui perante a

53:28

certificação. Estão aqui, né, doando pra

53:31

gente esse conteúdo. E a Biome Hub ainda

53:34

tem uma surpresa aí de permitir de de

53:39

convidá-los para conhecer a estrutura

53:42

deles lá em Florianópolis para aqueles

53:44

que tiverem interesse. Então, a gente

53:46

vai possibilitar isso para quem tiver na

53:49

certificação, aqueles que desejarem ir

53:52

lá conhecer, fazer um tour, ter um dia

53:56

com a Biomi Hub, eu chamei de Biomi Hub

53:58

day, vai ter um dia lá com eles de

54:00

conhecer a estrutura, conhecer o

54:02

laboratório. Para quem tiver na

54:03

certificação, a gente vai de alguma

54:05

forma possibilitar que as pessoas possam

54:07

ir lá de uma forma organizada, visitar,

54:10

você tá indo de férias para

54:11

Florianópolis, que lá fazer lá essa

54:13

visita, conhecer. Eu tive esse

54:15

privilégio e foi incrível na minha vida.

54:18

Então eu acho que é uma possibilidade

54:20

que a Bor vai abrir para todos vocês. E

54:22

eles têm um a mais aqui que é para quem

54:25

está na certificação ter um desconto

54:28

para fazer o exame. E eles estão eh

54:32

possibilitando um sorteio de 15 exames.

54:37

15 exames completamente gratuitos para

54:42

quem fizer a inscrição na certificação

54:46

ou já tenha feito a inscrição na

54:48

certificação. Então, para quem fizer a

54:50

inscrição na certificação nas próximas

54:52

48 horas e aqueles que já fizeram, que a

54:55

gente já tem mais de 70, 100 pessoas, eu

54:58

acho, que já fizeram a inscrição na

55:00

certificação, já entenderam que querem,

55:02

que faz sentido para elas, para essas

55:05

pessoas que aderirem nas próximas 48

55:07

horas, nós bloquearemos ali em 48 horas

55:10

e faremos um sorteio de 15 exames de

55:13

microbioma. É isso, Bruninho. Falei

55:16

alguma coisa errada.

55:19

É isso mesmo, gente. É o momento de

55:21

vocês terem essa possibilidade eh de ter

55:24

o conteúdo no curso, eh de ter

55:27

experiência no laboratório, de ter a

55:29

prescrição com o exame aí, ó, com esse,

55:31

se tiver aí sorteados entre esses

55:33

sorteado dos 15 exames. Então a gente

55:36

vai est esperando, então depois a gente,

55:37

né, quem tiver interesse pode entrar em

55:39

contato comigo, a gente vai fazer um

55:41

agendamento prévio, eh, um laboratório

55:44

vai receber aí vocês para realmente

55:46

terem aí essa experiência, essa essa

55:48

vivência, né, do que que é uma análise

55:50

de fato do exame do microbioma. Então,

55:52

quem tiver interesse vem para

55:53

Florianópolis que estaremos aí de braços

55:56

abertos para receber todos vocês e

55:59

mostrada nessa nossa grande experiência

56:01

dentro do laboratório.

56:03

>> Obrigado, Bruninha. Obrigado, obrigado

56:05

Adri, pelo teu tempo, por estar aqui

56:07

mais uma vez conosco, né? Espero que

56:09

você esteja aqui também em Brasília em

56:11

novembro paraa nossa certificação Prime,

56:13

né? conto com você aqui eh, deixar aqui

56:16

o convite para todos fazerem parte da

56:18

certificação, para quem tá aqui, para

56:19

quem recebeu o link, você está em um

56:21

grupo, nesse grupo você receberá esse

56:23

comunicado. Serão então sorteados 15

56:25

exames e nós estamos aqui, eu tô

56:27

namorando com a Bru e com a Biomi Hub

56:29

para ter uma mentoria em interpretação

56:33

de exames de microbioma que eu quero me

56:35

colocar à disposição, inclusive para

56:37

estar junto nessa mentoria, para quem

56:39

tiver na certificação, for solicitar

56:41

exame, ter esse acolhimento que a gente

56:44

pode criar rotina quinzenal, mensal de

56:48

interação junto a Biomi Hub. Então,

56:50

entenda que além da certificação,

56:52

provavelmente teremos aí uma mentoria em

56:55

interpretação de exames de microbioma

56:57

para aqueles que fizerem as

56:58

solicitações. Então, havendo essas

57:00

solicitações, estando lá no card de

57:02

prescritores da Biomi Hub, a gente abre

57:04

uma mentoria para quem é da certificação

57:06

e prescritor dos exames, pra gente

57:08

continuar fazendo estudos dos exames dos

57:12

colegas, porque um consegue aprender com

57:13

o outro e cada vez mais a gente é

57:15

assertivo na conduta médica e

57:18

nutricional, tanto na intolerância

57:20

estamina quanto na síndrome de ativação

57:22

mastocitária. Gente, muito obrigado a

57:25

todos. Obrigado, Adri. Obrigado, Bru.

57:27

Adre, palavras finais. Obrigada, Murilo.

57:29

É sempre um prazer. Estarei em Brasília,

57:32

com certeza. E antes disso, a gente tem

57:34

a nossa aula.

57:36

>> Obrigado. Obrigado. Obrigado a todos.

57:38

Fiquem com Deus. Nós estamos aqui com

57:40

mais de 57

57:42

minutos de conteúdo sobre interpretação

57:45

do microbioma, sobre análise de

57:47

microbioma, sobre a análise do

57:50

microbioma e a interpretação da ã enzima

57:56

estina

57:58

descarboxilase.

58:01

Então essa foi uma conversa sobre a

58:06

produção de historismos

58:12

intestinais, a grande capacidade de

58:15

expressão de estidina descarboxilase.

58:19

Esse é um conteúdo da jornada ABNG em

58:23

preparação para a certificação

58:27

estroboloma intolerância e estamina. Uma

58:28

certificação completa com mais de 60

58:30

horas com médicos e nutricionistas com

58:33

preço de lançamento em julho. Somente no

58:37

mês de julho nós temos um valor de

58:40

lançamento e nas próximas 48 horas quem

58:44

aderir à certificação terá a

58:48

possibilidade de participar de um

58:49

sorteio de 15 exames de microbioma para

58:52

você fazer aí junto à Biomi Hub. Muito

58:56

obrigado a todos. Muito obrigado pelo

58:57

carinho, fiquem com Deus e até

58:59

terça-feira para a terceira aula da

59:02

jornada ABNG. Fiquem com Deus. Obrigado.

59:05

Obrigado a todos. Até mais. Beijo.

59:07

Tchau.

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