09/07 - Jornada Científica ABNG - com Bruna Curi e Dra. Adriana Massaia
Em Brasília, 19:02.
Eu sou Murilo Pereira. Estamos aqui para
mais uma das nossas aulas da jornada
ABNG.
uma jornada com grande propósito de
conscientizar sobre desordens funcionais
intestinais
e a importância do conhecimento sobre
intolerância à estamina e síndrome de
ativação mastocitária.
Hoje estamos aqui eh em um momento em
que eu recebo ah um laboratório
brasileiro com uma genialidade
brasileira, com DNA brasileiro, com
investimento inclusive de pesquisa para
que nós possamos ter mais assertividade
no olhar sobre [roncando] o microbioma
intestinal, que é a Biome Hub, uma
empresa sediada em Florianópolis, em um
centro de inovação tecnológica.
que tem uma expertise muito grande na
amplificação de material genético
microbiano. E como isso faz todo sentido
com conhecimento sobre o microbioma
intestinal, terei duas convidadas aqui,
uma nutricionista, Dra. Bruna Curi e uma
médica infectologista, Dra. Adriana
Massaia, que é uma expert interpretação
de exames de microbioma em
aplicabilidade médica. desta abordagem.
Mas hoje, gente, nós temos uma nova
ferramenta aqui na minha expertise desse
estúdio para fazer as aulas aqui pelo
YouTube e eu consigo olhar os
comentários de vocês. Então, eu só vi
até agora aqui. Boa noite, boa noite,
boa noite. E eu queria que vocês
comentassem aí pelo menos a cidade de
vocês para eu ver se eu estou
conseguindo aqui eh interagir em tempo
real com vocês, porque eu confesso que
eu fiquei muito feliz de poder ter essa
interação e ter aqui a vida, a energia
de vocês junto comigo no comentário aí
nesse chat do YouTube. Então, quem puder
e quiser colocar pelo menos a sua
cidade, já tô vendo aqui Vitória no
Espírito Santo, ã, Tanabi, São Paulo,
Rio de Janeiro, Araguaína, Tocantins,
Blumenau, São Paulo, Votuporanga.
Gente, é muito legal, né, essa
tecnologia que nos permite chegar aí na
casa de vocês, no ambiente de vocês e
ter essa interação. Então, primeiro,
muito obrigado. Obrigado pelo carinho,
obrigado pela confiança. Lembrando, esse
aqui é um momento para que a gente possa
conscientizar pessoas sobre
[limpando a garganta] a importância da
síndrome de ativação mastocitária e
intolerância à estamina. Então, todos
vocês que estão comentando aí de
Goiânia, Goiânia é minha vizinha, hein?
A gente tá aqui em Brasília, eu tô aqui
no quadradinho dentro do Goiás, que é
quase, né, do ladinho de Goiânia. Ouro
Preto, obrigado.
São Luís no Maranhão. Jacarí, muito
obrigado pelo comentário de todos. Bom,
gente, eu vou compartilhar aqui uma
imagem que é uma imagem que eu produzi
para a certificação em síndrome de
ativação nasciositária e intolerância
estamina. Eu estou numa jornada, eu
costumo falar que eu tô insuportável
desde que eu comecei a usar a
inteligência artificial. E aí agora eu
alimentei essa inteligência artificial
com todas minhas aulas, meus cursos,
meus livros e com os papers. que eu leio
para montar as aulas. E quando eu peço
uma imagem, eu peço assim, ó, busque no
banco de informações que eu já mandei
para você. E vamos produzir uma imagem
hoje sobre a intersecção. Olha como eu
fui pleno, sobre a intersecção entre
desordens funcionais intestinais para
que eu possa apresentar na jornada
essa jornada de 2 meses, julho e agosto.
Julho e agosto são dois meses de
jornada. toda terça e quinta, terça e
quinta, terça e quinta para que nós
possamos conscientizar o máximo de
pessoas sobre essas desordens funcionais
intestinais. Então, neste momento, eu
vou aqui ah compartilhar um slide com
vocês antes de chamar as minhas
convidadas e ao compartilhar esse slide,
espero que vocês estejam vendo aí.
Então, se vocês estiverem vendo
perfeitamente,
por favor, pelo menos comente assim:
"Sim, que aí eu já estarei super feliz
aqui em saber que vocês estão
visualizando e ao mesmo tempo que vocês
podem eh agora olhar ainda um pouco
maior essa imagem." Então, deixei a
imagem um pouco maior. Ótimo. E agora eu
vou mexer minha caneta porque eu sou
carente. Então, ó, minha caneta aqui.
Minha caneta é uma cor vermelha e espero
que ela esteja aparecendo aí. Vou
escrever aqui Murilo, tenho certeza que
não vai dar para ler, mas ao mesmo tempo
eu escrevi isso. Bom, gente, o que que
eu fiz aqui? Eu fiz uma imagem para que
vocês possam ter a noção do que que é a
desordem funcional intestinal e as
inúmeras variáveis associadas às
desordens funcionais intestinais.
Portanto, eu vou fazer um zoom aqui. E
nesse zoom, eu tô fazendo um zoom agora
nessa possibilidade de sobreposição
de sintomas nas desordens funcionais
intestinais e o quanto nós temos
alterações em comum nas diferentes
desordens funcionais intestinais. Então
vamos ver aqui alteração de humor, tem
aqui cefaleia, brain fog, tem aqui
fadiga, diarreia, constipação, gás de
extensão, dor abdominal, sintomas
extraintestinais, cutâneos. E aí aqui
essa imagem central aqui em que nós
temos essa intersecção entre as
desordens funcionais intestinais. E cada
um desses ciclos aqui, desses eh dessas
bolinhas que estão na volta dessa imagem
são desordens funcionais que nós podemos
compreender a importância delas. Então
vamos lá. Intolerância ao níquel, doença
celíaca,
intolerância ao glúten ou intolerância
ao trigo, síndrome do intestino
irritável, alterações no próprio
microbioma, como cibo, libo, sifo, imo,
ISO, alergias alimentares, sensibilidade
à caseína, síndrome de ativação
mastocitária, intolerância à estamina,
intolerância à lactose, intolerância ao
FOD MEAP. Tudo isso pode estar
completamente interconectado
e elas têm algum mecanismo em comum. E
desses mecanismos em comum, nós temos
uma percepção sobre a
permeabilidade
intestinal que pode estar influenciando
tudo isso. Mas o foco da aula de hoje da
semana BNG preparatória para a
certificação
em intolerância, estamina, síndrome de
ativação é análise do microbioma
na intolerância à estamina.
E aí, nessa análise do microbioma na
intolerância à estamina, é claro que eu
também preparei um slide, mas antes de
apresentar o slide, eu quero, claro,
convidar aqui as minhas convidadas de
hoje, Dra. Adriana e Dra. Bruna, para
que elas possam dar o seu boa noite, as
boas-vindas. Então, neste momento,
incluirei aqui junto comigo Dra. Adriana
e doutora Bruna. Bom, gente, me
permitam, eu chamo a Bruna de Bruninha
porque ela foi minha aluna na graduação
e tal, então, intimidade é uma merda. E
aí, então, eu a chamo de Bruninha. Eh,
Bruninha, então, obrigado, muito
bem-vinda. Dra. Adriana, muito obrigado
mais uma vez. Eh, hoje eu tô mais feliz
porque eu fui extremamente pontual com
você, né? A última vez que eu convidei a
Dra. Adriana para dar uma aula para mim
numa certificação de estroboloma, acabei
atrasando um monte a aula. Morri de
vergonha. Eu só vi a Bruninha me
mandando uma mensagem depois. Muri, ela
vai entrar porque se ela não for entrar
agora, ela tem que fazer as filhas
dormir e tal. Pelo amor de Deus, peço
desculpas aqui pelo nosso [risadas]
>> real, né? Imagina, né?
>> E já digo boas-vindas às duas, né?
Ambasem parte desta empresa que eu citei
no início, que é a Biomi Hub, que tem
inclusive uma surpresa para todos que
estão aqui, para todos que aderirem à
certificação em síndrome de ativação
mastocidária e intolerância à estamina,
essa certificação com mais de 60 horas.
Deixo agora então para vocês se
apresentarem, Bruninha, primeiro com
você.
>> Muitíssimo obrigada, Murilo, né? Esse
convite, gente, como o que falar desse
convite tão especial? Eh, acho que
primeiro nós não tem como não agradecer
todo o carinho e toda a abertura que eh
a empresa Murilo Pereira, ela realmente,
né, nos dá. Então, por trás do Murilo
tem aí uma equipe gigante que tá sempre
aí eh contribuindo com a Biom Hub.
Então, muito obrigada, muito obrigada
mesmo. É uma honra de fato a gente
trazer eh a prática realmente, né, dos
exames de microbioma da Biomi Hub.
Então, né, o Murilo já trouxe uma prévia
da Biomi Hub, mas quero reforçar que a
Biomi Hub ela pioneira no
desenvolvimento dos exames de microbioma
no Brasil, é o único que traz valores de
referência exclusivamente de cada
população. Então, né, a gente consegue
ter informação de fato o que que seria,
né, um microbioma e um eh de pacientes
sem sintomas saudável, de adulto, de
idoso, de criança. Então a gente tem,
né, um rigor científico por trás muito
grande e obviamente que vem de encontro,
né, com o Murilo, que tem realmente esse
todo esse rigor científico. Então muito
muito obrigada pelo convite e não vamos
falar, Dra. Adriana, que acho que também
não combina com a gente, é a Adre, né,
que vai aqui falar. Então, hoje ela
éogista, mas ela é a ADR pra gente.
Então, a Adria e a gente tem aí uma
experiência gigantesca em resultados de
de microbioma. Então, desde aqueles que
a gente pega, meu Deus, o que que a
gente vai fazer com o resultado desse?
Como é que a gente vai passar para um
[risadas] prescritor até aqueles, meu
Deus, olha que coisa mais linda? Então é
isso, Adri, fica à vontade para falar e
a gente já inicia aí esse conteúdo
riquíssimo.
>> Já o que eu ia falar, a Bruna já falou
que é para me chamar de Adri, por favor.
Não, Dra. Adriana, muita formalidade,
Murila, a gente já se conhece há algum
tempo, não tanto quanto a Bruna, mas a
gente já tem essa liberdade. E é um
prazer estar aqui de novo com vocês. Eu
amo falar sobre microbioma, é minha
paixão. Então contem com a gente para
pro que vocês precisarem nessa nessa
jornada que que o Murilo traz para
vocês.
>> Perfeito. Obrigada. Então olha só, eu
vou neste momento aqui tentar incluir
mais uma tela aqui. Gente, eu tô
aprendendo a mexer nessa ferramenta
também. Então assim, vocês me perdoem.
Deixa eu adicionar o palco aqui mais uma
coisa. Ah, pronto, deu certo. Nossa,
ficou lindo. Nós ficamos os três
pequenininhos aqui e ficou a o slide
aqui do lado. Então, gente, neste
momento, eh, nós iniciamos ah
diretamente com conteúdo. E aí, se você
tá aqui, gente, nós somos mais de quase
300 pessoas aqui, compartilha esse link,
pega o link aqui do YouTube, manda para
quem você quiser, para quem você julga
que tem necessidade de compreender mais
sobre a análise do microbioma na
intolerância à estamina. E agora começa
o conteúdo propriamente dito. Vamos lá.
Eu estou aqui com uma página em branco,
óbvio, porque eu sou da década de sou de
79, né? poderia dizer que sou da década
de 80, mas não sou. Sou da de 70 ainda.
Então, se eu nasci em 79 e tal. Então,
assim, cara, eu tive aula com quadro de
quadro negro, né, que na verdade era
verde, um quadro verde que era com giz e
tal, e depois era um quadro branco e
três canetas. E assim eu fiz minha vida
docente, então sou carente dependente
dessa lozinha aqui. E ã porque tá aqui
ela branquinha e tal, eu vou pegar a
minha caneta aqui e vou escrever nela. E
aí nós estamos falando de desordens
funcionais intestinais. Dentre elas, nós
temos SAM, que é a síndrome de ativação
mastocitária, e nós temos também a
intolerância à
estamina.
São coisas distintas? Sim, são coisas
distintas, mas tem sintomatologia
clínica em comum? Sim, tem necessidade
de interpretação
de causas distintas da intolerância à
estamina. Sim, e essa é a conversa de
hoje. Então, a conversa de hoje é sobre
intolerância a
estamina.
Gente, a minha letra é horrível mesmo.
Então, se adapte a ela. Intolerância à
estamina.
O que que é isso? É não ter uma boa
capacidade
de degradação
da estamina, mas não ter uma boa
capacidade de degradação da estamina.
Onde acontece a degradação da estamina?
A degradação da estamina pode acontecer
no
intestino. Então, a gente pode ter uma
intolerância à estamina por uma
alteração ou por um déficit de
DA. Quem é DA? É a diamina oxidase, a
enzima que degrada a estamina. Nós
podemos ter
uma intolerância à estamina por
overnutrition ou por dieta.
rica em estamina, ou seja, a pessoa come
muita estamina, ela pode ter uma
overnutrition, excesso de estamina no
corpo, ou
ela pode ter uma inibição
da DA medicamentosa.
Então, pode ter aqui uma quarta opção de
uma inibição da enzima intestinal
medicamentosa,
ou
ela pode ser uma fábrica
de estamina, ela pode ter um microbioma
extremamente rico na capacidade de
sintetizar estamina. E é sobre essa
conversa. Então, não é nem nada disso
que eu falei até agora. Então imagina
que eu tô aqui agora falando de uma
boca. Esse desenho é horrível, mas vamos
lá. Esse aqui é um estômago, intestino,
colum, ascendente, transverso,
acendedente reto anos. E aqui, né,
>> faz esse esse desenho desde 2009, gente,
só para avisar para vocês. Desde 2009.
Aqui nessa tripa, aqui nessa tripa, nós
podemos ter um microbioma
que tem grande capacidade de produzir
estamina. E aí isso não tem nada a ver
com uma inibição da DAL, ou pode ser
concomitante com inibição da Dal. Só que
a conversa hoje então é sobre essa
imagem. Olha como eu tô lindo nas minhas
imagens. Essa imagem foi produzida pela
Clara. E aí agora eu trago para todos
vocês aqui. Vou colocá-la em destaque.
Deixa eu ver se eu só consigo fazer
isso. Ó, consigo. Agora a gente ficou
pequenininho aqui embaixo. Então, olha
só, em destaque nós temos aqui, ó, a
parte do intestino,
do microbioma e a produção da estamina.
Então, nós temos aqui um intestino, nós
temos o microbioma no intestino e mais
do que isso nós temos o microorganismos
em Zoom aqui. Então, estamos falando
agora do próprio microorganismo.
E esse microrganismo em destaque tem o
seu material genético amplificado e é
passível de detectar uma parte
específica neste bioma e neste material
genético microbiano a capacidade
de expressão de um gene que transforma a
estidina
em estamina. E essa transformação de
estidina e estamina é uma capacidade de
sintetizar estamina no lumem intestinal.
Então, o que nós vamos conversar hoje
aqui com a Adri e com a Bruninha é sobre
a capacidade de interpretação do
microbioma
em um gene específico de expressão da
estidina descarboxilase. Então,
falaremos hoje da repimboca da
parafuseta
sobre interpretação do microbioma.
Portanto, neste momento, depois de
colocar todo mundo na mesma página sobre
o que nós vamos conversar, abro aqui
tanto pra ADR quanto paraa Bru, pra
gente poder ampliar o nossa conversa
sobre isso. E depois eu até tenho alguns
artigos aqui para corroborar
com a magnitude do nível de evidência e
de quanto a ciência está estudando a
amplificação do material genético
microbiano.
Antes, antes de mais nada, quero dizer
que identificar
o bioma produtor de estamina é uma das
possibilidades de avaliação do
microbioma, porque poderíamos avaliar
microorganismos específicos, índice de
diversidade, poderíamos avaliar
proporção de sobrevivência de
microorganismos. Essa é uma análise que
o laboratório Biomi Hub tem um laudo
específico chamado Proome Plus estamina.
E no ProM plus estamina é contemplado
essa análise de genes que expressam a
estidina descarboxilase. Então gente, é
óbvio quando a gente fala um monte de
nomes drúchulo, dá medo. Mas mais do que
isso, eu quero que vocês entendam que
existe um laboratório que está disposto
a pegar vocês pelas mãos e orientar para
a melhor conduta nutricional ou médica,
se é necessário. Por isso, estamos hoje
aqui com uma médica e uma nutricionista
para conversar com vocês. Bruninho, eu
vou fazer uma pergunta aqui. Eh, me fala
assim, como que é a tua experiência?
Qual que é a tua sensação de poder
ajudar tantas pessoas com o olhar sobre
a nutrição? E também, Dra. Adri, a
pergunta também é para você, para que
você possa me dizer assim: "Qual que é a
sua percepção quando você consegue
desvendar, né? Porque é quase um Charl
Holmes quando você pega uma análise de
microbioma aí, porque cada um pode ter
uma característica. Como tem sido isso
dentro da Biome Hub? Como tem sido esse
auxílio a esses profissionais que
precisam tanto dessa
dessa expertise de vocês?
>> Eh, a gente vê, a gente faz isso, né?
Essa mesma função ali, praticamente há 5
anos, 6 anos vai fazer.
E gente, a questão é que não existe
nada, nada engessado. É um quebra-cabeça
que a gente monta junto com os
profissionais que a tem reunião que eu
juro, a gente tem vontade simplesmente
de falar: "Eu deveria ter gravado".
Porque eh os profissionais não não
conseguem chegar, não conseguem ter essa
visão do quanto que olhar para dentro
realmente de fato do intestino traz um
divisor de águas para prática clínica.
Então, é sair daquela caixinha e mostrar
o o quanto que esse nutricionista ele tá
sendo fundamental no momento desse
paciente que chega com estufamento,
distensão abdominal, rubor, todos
aqueles sintomas que se assemelham a à
síndrome do titestina irritável, a uma
ciba, uma ima, uma ISO. E aí a gente
consegue olhar, gente, o que que ele tá
tendo é uma produção excessiva de
bactérias produzindo estamina, né, uma
fábrica de estamina dentro dele. E aí é
não só isso, é realmente pegar pelas
mãos e mostrar eh essa experiência que
tu tá trazendo pro paciente é uma
experiência única que ele vai nunca mais
vai esquecer de que realmente quem
identificou eh esse essa dor, esse calo,
foi o meu nutricionista, né? Então isso
isso é muito gratificante e de fato a
gente pega pela mão e traz essa
experiência e a gente monta o
quebra-cabeça juntos. Adri, fica à
vontade.
>> Eh, a gente da Baiomi, a Bruna cuida dos
nutrios, eu cuido do desafio do
rompimento da barreira com os médicos,
né? Então,
eh, dentro da medicina, a gente na
faculdade, eu sou da década de 80,
[risadas] junto, quase junto com Murilo,
a gente não aprendeu microbioma, né? E
acredito que até hoje quando quando eu
até falo com alguns alunos, é uma é um
tema muito pouco explorado, né? Então
dentro da da do setor médico, né? Isso
ainda tá muito embrionário, né? O
conceito. Alguns médicos nem sabem que
no Brasil se faz um teste, que o próprio
brasileiro desenvolveu um teste com os
padrões de referência do Brasil. Então
isso é muito legal. Eh, e quando a
gente, eh, para mim o o que mais me
emociona assim é pegar um laudo com
sintomas e a gente consegue
correlacionar com a microbiota e ver que
a conduta muda a vida do paciente. né?
Então, é óbvio que a gente sempre fala,
né, que a a anamnese, os outros exames
são complementares, o microbioma não é o
exame eh que é a bala de prata que vai
resolver, mas ele faz a diferença quando
o paciente tem indicação, ele faz a
diferença na clínica. E o que é muito
legal é a gente ver essa diferença na
clínica. E hoje, eh, a, a, tanto a
síndrome da ativação mastocitária,
quanto a intolerância estamina são eh
condições que tão melhorando muito o
diagnóstico, né? E quando a gente fala
da intolerância estamina e da da
possibilidade de encontrar essas
bactérias que produzem estamina e que,
como a Bruna disse, não é engessado
porque a gente tem diversas bactérias
que produzem. E quando a gente faz só,
né, a avaliação da estamina fecal, que a
gente confirma lá que tem estamina e é
muito legal a gente confirmar isso, mas
como eu vou modular essa microbiota se
eu não sei quais são as bactérias que
estão preponderantes naquele ambiente? É
o que traz uma luz, né? É o que a gente
gosta de fazer no dia a dia. Então, tá
aí a minha resposta, Murilo.
>> Beleza? Então, vamos lá. Vamos a os
desafios aqui. Eh, a Bruninha me mandou
uma imagem que eu achei incrível aqui. E
antes eu vou eh compartilhar mais uma
vez aqui os meus slides e eu quero só
mostrar assim o nível de evidência que a
gente vive hoje sobre essa temática. E
aí, gente, sobre essa temática que nós
estamos conversando aqui, eh nós temos
artigos como esse. Esse aqui é uma
publicação da Nature Reviews de
gastroenterologia e
2026, em que eles criam uma reunião do
órgão internacional de prébióticos e
probióticos para poder determinar o
escopo. O título deste paper é um
consenso
para determinar o gut health, para
determinar o intestino saudável. E o gut
health tem seis pontos a serem
observados. Ou seja, para uma pessoa ter
intestino saudável, seis pontos são
considerados. Quando a métrica é avaliar
o bioma
intestinal, e aí vou dar um destaque
aqui, o que é sugerido pelos autores. Eu
não quero passar isso, eu quero minha
caneta aqui. Eu quero o zoom agora. Eu
quero voltar ao slide. Agora eu quero
zoom de novo. Pronto. Aqui, ó, a
métrica, o parâmetro a ser avaliado é
analisar microbioma.
analisar através de 16S, através de
metagenômica,
que na Biomi é chamado de e no mundo,
né? Claro que é um teste de shotgun que
tem uma grande capacidade de
amplificação de material genético
microbiano. Então, a gente tá falando
aqui de uma revista muito robusta e eu
faço questão porque estamos no YouTube,
estamos de forma gratuita de deixar aqui
essa evidência científica para aqueles
que questionam a nossa fala, para
aqueles que são os questionadores,
falam: "Ah, mas não tem evidência. Ah,
mas não é para diagnóstico, não, não,
não é para determinar intestino
saudável. Não é para dar diagnóstico de
doença, não é para dizer que o cara tá
bem, é para provar que existe um
equilíbrio. E aí então esses autores
sugerem esse tipo de método e análise. E
mais do que esse método e análise aqui,
eu trago um outro artigo que é esse que
tá aqui, ó. E esse artigo nós estamos
falando, gente, nós estamos falando da
Sociedade Britânica de
Gastroenterologia. e a Sociedade
Britânica de Gastroenterologia em um
jornal que é o Jornal Britânico de
Medicina, nós estamos falando agora de
Jornal [roncando] Britânico de Medicina
na revista Gut, onde nós temos aqui um
olhar sobre a importância
desse microbioma para a Sociedade ã
britânica de gastroenterologia.
E aqui eles colocam quais são os
recentes avanços pra gente entender como
que esse microbioma e a análise do
microbioma pode servir para os experts
na área. Cara, e eu pedi pra Clara, né,
porque agora eu sou insuportável com a
Clara, fazer um resuminho do que tem
neste paper. Esse é o artigo na íntegra,
como tá no no na revista científica. Mas
aqui ela trouxe uma conexão importante
em interpretar o microbioma e a doença
do fígado gorduroso metabólica. E talvez
nós estejamos aqui para tentar ajustar o
paciente intolerância estamina,
sindivação mastocitária, mas tem aqui
também a relevância do microrganismo que
hoje ganha uma notoriedade no planeta
que é o fusobactério nucleátum e que no
probaiome plus estamina também vai te
trazer esses dados. Então, tu pode
atirar no que vê e acertar no que não
vê. E quando a gente pensa nisso dizer:
"Pô, Murilo, mas como que eles conseguem
chegar esse nível de evidência?" Eu
tenho a dizer que é muito maior do que
isso. Esta é uma outra publicação também
do jornal britânico, é essa do da Nate
Reviews de gastroenterologia.
Essa, o título é quase que um tapa na
cara da sociedade, porque ela diz assim,
ó, o microbioma intestinal,
como que isso se conecta com nutrição e
saúde em humanos? E aí eles mostram os
metabolismos microbianos de substratos.
metabolismos microbianos de substratos e
dividem em quatro substratos passíveis
de metabolização. E essa metabolização
pode influenciar em doenças autoimune,
em doenças comportamentais, em sistema
cardiometabólico. E esses autores
produzem esses dados, e aí é onde eu
quero chegar, eles produzem esses dados
através de, e aqui é a tabela direta do
paper. Então aqui, gente, tem a
referência do artigo, tem um título do
artigo, tem a tabela número um, que são
estudos populacionais,
onde eles através de recordatórios de
questionários alimentares e análises de
microbioma, ou por 16 sna ou por
shotgun. Então são duas metodologias
distintas e esses dados foram compilados
a partir dessas metodologias do que a
ADRE e a Bruão conversar com vocês aqui.
Então assim, gente, nós estamos falando
de um dado robusto que foi produzido com
estudos de população dos Estados Unidos,
da Holanda. H, estamos falando de dados
da França, da Finlândia, do Reino Unido,
da Espanha, da China, da Estônia. Cara,
é é algo que tá sendo estudado no mundo
inteiro essa amplificação de material
genético microbiano. Então, será que eu
tenho que continuar ficando na negação
disso? E o que é mais legal, eles
conseguem nos trazer dados de alfa
diversidade e de beta diversidade. Eu
acho que isso que é a parte linda de
estarmos aqui. E então, neste momento,
eu paro o meu monólogo aqui e abro pras
meninas. Vou adicionar ao palco aqui
essa ilustração, essa imagem que mostra
como que a Biome consegue fazer esses
dados, consegue produzir isso, consegue
ampliar isso. E aí, gente, eu tive o
privilégio em 2025
de ir até Florianópolis
visitar a estrutura da Biomi Hub e ter a
noção da magnitude que é o fluxo de
análise de transporte reverso do kit que
eles enviam para todos vocês, que eles
recebem novamente dentro do laboratório.
e a riqueza de equipamentos
para que seja feito da melhor forma
possível isso para chegar, porque às
vezes você pega um resultado como esse
que tá aqui, que é um índice de alfa
diversidade, que é uma um gráfico, tu
pensar: "Ah, mas é um papel, é um
gráfico". Cara, isso passou por uma
bancada, por uma tecnologia, por uma
metodologia de amplificação desses
genes, que é algo que eu nem imaginaria
que teria no Brasil isso. Então,
meninas, muito obrigado mais uma vez por
vocês estarem aqui. Eu quis fazer essa
validação com esses artigos, porque às
vezes as pessoas questionam, sabe? Ah,
mas será que esse teste é real? Mas será
que já se usa isso no mundo inteiro?
Então mostrei duas publicações, uma do
Jornal Britânico de Medicina, outra da
Nature Review de Gastroenterologia
corroborada com o consenso de guth,
dizendo que sim, esse é um dos métodos
que é recomendado para que nós possamos
determinar saúde nos indivíduos. E agora
vamos falar sobre intolerância estamina
e como a Biomi Hubiliar
os profissionais que fizerem a
certificação nessa interpretação
assertiva da exemplo. Então o título da
aula de hoje é a fábrica de estamina
microbiana, né? Então esse microbioma
produtor de estamina e deixo aqui então
pra Adrire, pra Bru agora comentar sobre
isso com vocês.
Bora lá. Eh, exatamente isso, assim,
então, o que que a gente vê? Acho que
antes da gente começar, acho que traz
uma
desmistificação realmente, né, do que é
o exame. O exame é um teste genético, só
que ele é um teste genético do DNA de
microrganismos. Então, muita gente tem
uma faz uma certa confusão, né, o que
que eu faço? a análise é o qu é, né,
confunde com nes nes ns eh exames e a
gente precisa realmente deixar claro.
Então ele é um teste genético que de
fato vai identificar a parte
composicional dos microrganismos que
estão ali nessa amostra de fezes, né,
analisando o intestino grosso. E
recentemente, recentemente, acho que já
vai fazer um ano, a gente trouxe o
potencial funcional. A gente começou a
olhar para o potencial funcional. que
são realmente, né, o quanto que essas
bactérias, além da parte, né, de eh de
uma possível disbiose qualitativa e
quantitativa, a gente consegue realmente
olhar qual é o potencial funcional que
essas bactérias estão trazendo, então
qual é a função dessas bactérias ali no
intestino do paciente. E essa questão da
frase na gente eh acerta no que não
veio, no que o Murilo trouxe, é
extremamente certo. O que que a gente
vê? Tem profissionais que a gente faz
uma análise, a análise tá ali, ele chega
e fala: "Eu tinha certeza que era uma
uma determinada condição." Eu tinha
certeza. Eu tinha certeza como que veio
um resultado desse? E é essa prática que
a gente realmente traz e que vocês vão
começar a trazer. Essa prática de achar
que o meu paciente tava com uma
quantidade gigantesca de bactérias que
estão associadas a talvez a
próobactérias, a um excesso de ecol. Mas
quando a gente vê na prática essa esse
paciente ele tá com uma produção
excessiva de butirato. Pode acontecer
também, ele tá com uma eh produção
excessiva de cios grassos de cadeia
curta e que isso não significa que não
seja ruim para microbiota. é ótimo a
energia do intestino, só que se ele
tiver numa quantidade extremamente
elevada, aquela flatulência de extensão
abdominal também pode ser o motivo.
Então, eh, a gente olhar de fato pro que
a gente encontra num resultado, o que
que essas bactérias estão utilizando
como substratos alimentares, é um
divisor de água pro para pro
nutricionista e pro médico também, né?
tem muito médico que realmente faz esse,
né, essa esse tem quer ter esse olhar
também, né, integrado pro microbioma,
né? Então eu vou, a gente vai falar um
pouquinho mais ali da questão, né,
potencial funcional, só que eu quero
também trazer um dado que é que 3,6%
dos genomas bacterianos
eh tem a capacidade gástrica ali de
fabricar estamina e desses dessa
porcentagem 13%
são bactérias vivendo no intestino.
Então é um dado extremamente relevante.
Olha quanto que, né, genômica fala,
olhando pra genôm pra genômica das
bactérias, o quanto elas estão
produzindo ali estamina e que quando a
gente fala em uma possível intolerância,
isso é muito acaba não tendo esse olhar,
né, esse olhar possível. Ah, não, o
paciente tem intolerância estamina, eu
vou entrar com a enzima de aminoxidase.
Acontece que se o balde do paciente ele
realmente transborda, que é o que
acontece, a gente tem uma capacidade ali
de se se se se tentizar. Mas se ele
transborda, não adianta a gente fazer
uma dieta com baixa produção de
estamina, não adianta a gente entrar com
enzima de aminoxidase, porque é dentro
da gente tá tendo essa fábrica, tá tendo
essa fabricação realmente nessa
conversão de estigina em estamina, tá?
Então vou trazer já mais dados sobre
substrato e sobre as bactérias, mas eu
quero a CADR traga um pouco dessa visão
realmente, né, em relação à clínica do
paciente, a parte ali médica.
Tá? Ô,
>> Adri, se tu puder na tua fala, eu acho
que é muito legal que a gente comente
que um microbioma que tá em
desequilíbrio a partir de uma análise do
microbioma, a intervenção médica com
fármacos de ação antimicrobiana no lumem
intestinal precisa ser assertiva e não
usar antibióticos de amplo espectro de
ação sistêmica, né? Porque eu sempre
falo, pô, não tem nenhum vaso que volta
sangue para dentro da bosta, tem que ter
um antibiótico que atue no lume. Eu acho
que essa assertividade de usar um
medicamento de prescrição médica, de
prescrição exclusivamente médica, pô,
você dentro da infecto sabe muito mais
do que eu sobre tudo isso. Imagina, né,
quando se fazia cirurgia de aparelho
digestivo há décadas atrás já se
utilizava ant medicamentos para diminuir
essa carga microbiana de lumen, né? E
parece que isso tudo fica esquecido, que
parece que não é importante, mas nessas
alterações, tanto na intolerância
estamina, quanto na símbolo de ativação
mastocitária, é fundamental que a gente
saiba se tem essa fábrica e que é
possível uma intervenção médica para
isso, né?
>> Sim, Murilo, você deu um spoiler do que
eu ia falar, mas tudo bem.
Eh, eu queria dar um um passo só atrás
para falar sobre a metodologia do exame,
porque a gente não pode confundir
sequenciamento, como a Bruna falou, com
outros métodos de identificação de
bactéria. Então, eh, a gente tem a
cultura, que faz identificação por
cultura, mas que não é viável pra gente
fazer a avaliação do microbioma, nem é
considerada, né, quando a gente faz eh
quando a gente se fala de microbioma.
Mas o próprio PCR que tá dentro do hall
da biologia molecular, assim como
sequenciamento, ele é muito limitado
quando a gente fala em análise de
microbioma. Então microbioma é o bioma
mesmo. A gente tem que entender o todo
para poder saber se aquela quantidade de
bactérias tá aumentado, tá reduzido. E o
PCR, além da gente ter um painel
pré-selecionado, né? Então ele é ótimo.
Quando eu quero, eu quero saber se tem
clebzela, eu vou saber se tem clebzela
porque eu faço um PCR para Clebziela,
mas eu quero saber qual a composição. O
PCR não traz isso. Então é muito
importante que vocês ao solicitarem
exames ou avaliarem exames, consigam
entender essas diferenças. O próprio
sequenciamento também tem diferença.
Então, a gente falar em 16s ou shotgun,
que é o plus que o Murilo falou, também
tem diferença. Quando a gente faz o 16s,
eu vou avaliar bactérias, pega um pouco
de arqueias porque faz parte da
composição, mas o foco são as bactérias.
E quando a gente faz a análise pelo 16s,
a gente tem uma limitação do ponto de
vista das espécies das bactérias que o
shotgun não tem. E aí, por que que é
importante essa diferença? Porque pra
gente avaliar função de bactéria, eu
preciso saber qual é a espécie. Às vezes
no mesmo filo, na mesma família, eu
tenho espécies que consomem substratos
diferentes e produzem metabólitos
diferentes. E se eu paro a minha
identificação naquela taxonomia das
bactérias de filo, família, gênero,
espécie, antes da espécie, eu não tenho
a certeza ou a capacidade de identificar
a função daquelas bactérias. Então, para
eu correlacionar com a clínica do
paciente, aqui no caso, por exemplo, com
as produtoras de estamina, eu não tenho
essa essa confiança para eu saber se
aquela bactéria é realmente uma
produtora de estamina, porque eu não
tenho a espécie das bactérias. Então,
dito isso, eh, a gente vai conseguir
correlacionar
função com sintoma com a maior
quantidade de espécies. E aí tem que ser
a metagenômica ou shotgun, que é o o
probiome plus, que a gente fala na biomi
hub.
Eh, quando a gente, o, o principal ponto
dessa correlação é a gente conseguir
casar, né, interpretar os sintomas
clínicos do paciente com o que aquelas
bactérias estão fazendo lá no intestino.
E aí, como o Murilo disse, né, é, a
gente precisa ter muito cuidado quando a
gente identifica bactérias,
principalmente as próteobactérias, que
são aquelas bactérias que mais assustam
a gente do ponto de vista até
infectológico, que é escriquec,
clebsielapneumôic,
clebzela oxitoca, pra gente ter cuidado
para dar antibiótico para esses
pacientes. Então, o principal ponto da
gente intervir no microbioma é através
de uma modulação com prébióticos.
Antibiótico tem ação sistêmica, né? Ele
não vai agir só lá no intestino. Então,
a gente tem que tomar muito cuidado
quando a gente indica antibiótico para
um paciente, né? É uma das consequências
dos exames mal interpretados. Muitos
médicos têm dado antibiótico a ponto de
querer esterilizar o o intestino do
paciente. A gente tem visto casos muito
drásticos, né, de eh quase uma
diversidade muito baixa, com poucas
espécies de bactérias, eh por conta
dessa consequência de interpretar
erroneamente o exame. Então, eh, hoje a
gente tem poucos antibióticos que atuam
localmente e que não são absorvidos. A
rifaximina é um deles, né? Ele é um
antibiótico que não é absorvido, mas
mesmo assim traz consequências, traz
efeitos adversos. Então, a gente tem que
tomar cuidado quando a gente vai eh
indicar um antibiótico pro paciente. E
aí já antecipando um pouquinho o que a
Bruna vai falar, na Biomi Hub a gente
desenvolveu uma IA interna que nos ajuda
a dar pro profissional,
tanto médico quanto nutricionista, um
plano. Então, a sugestão do que que ele
vai fazer, a gente sabe que nem todo
mundo gosta de estudar microbioma, nem
quer estudar, mas quer aplicar o exame
porque entende a possibilidade da
melhora da qualidade de vida pro
paciente ou dos sintomas. E a gente
trouxe isso como um um facilitador pro
paciente, eh, pro profissional conseguir
eh explorar melhor o exame. Ele
potencializa essa interpretação, ele
melhora a conduta e facilita o dia a dia
do profissional.
Tá mudo, Murilo. Tá mudo, mudo, mudo.
Pronto. Deixa eu me desmutar aqui porque
o TDH aqui fica mexendo no celular
enquanto os outros estão falando. Aí
tenho medo de vir o barulho para cá.
Bom, vamos lá. Eh, o que que eu acho que
a gente tem que eh juntos aqui, né? É,
eu tenho uma interação aqui no ah no
chat e com vocês e eu tô no meu hiper
foco aqui de super interações. Gente,
para quem tá chegando aqui na live, para
quem tá fazendo perguntas, a nossa
live de hoje, essa aula da se jornada de
conhecimento, a BNG sobre síndação
mastocitária em toerâncitamina é sobre
análise do microbioma de microrganismos
que expressam estina descarboxilase.
Aí tem uma pergunta: "Ah, mas isso pode
ser feito em quem tem a PLV?" Cara, esse
não é um exame clássico para PLV, mas
alergia proteína do leite vaca pode se
sobrepor com e outras alterações, dentre
elas uma mudança significativa no
microbioma. Então, não quer dizer que
fazer um exame é contraindicado para
quem tem a PLV, mas não é o exame padrão
ouro, nem nunca será para você saber a
conduta na APLV, porque basicamente na
PLV um dos marcadores para saber sobre
dano intestinal é a calotectina fecal, a
sintomatologia clínica, são outros
alterações que podem ser avaliadas. Mas
o que a gente tem de interessante e que
eu acho muito legal dentro da Biome Hub
é que existe um cuidado e uma atenção
pós prescrição do exame, que é para que
você possa ser assertivo tanto na
interpretação quanto com as condutas. Eu
acho que é sobre essa a fala, sobre
isso, a fala da Bruna. Agora
>> compartilha aquela imagem, Murilo, de
novo, por favor, que eu quero só trazer
um insight aqui, ó. Se vocês olharem
aqui na parte dois, tá um pouquinho
pequeninho, mas depois a gente pode
compartilhar, dar um jeito de
compartilhar com vocês. Então aqui esse
paciente ele, por exemplo, ele teve eh
teve ali uma diversidade, OK? Perfil
inflamatório, OK? Quando a gente olha as
bactérias produtoras de estamina, a
gente vê que ele tá em excesso, né? Ok?
Ele tá em excesso. Se a gente fosse só
olhar, ah, o resultado, ele tem
bactérias produtoras de estamina em
excesso, só que sem olhar pro de fato
quem são elas, o que que acaba
acontecendo? a gente não consegue ter
assertividade clínica porque cada uma
delas utiliza um tipo de substrato
diferente. Então, um exemplo aqui,
Ecolle novamente, que é uma das mais
comentadas, ela utiliza carboidratos
simples como fonte de alimentos. Muita
gente acha que utiliza não, eh, eh, vai,
né, entrar ali na na via pratol é uma
bactéria pratolítica. Eu não posso dar
proteína não. O principal substrato para
é carboidrato, açúcar, alimento rico ali
em carboidrato. O que que acaba
acontecendo? Ela em excesso na
microbiota a gente já tem que pensar ali
na questão de carboidratos. Só que o
clostrídium, que também tá elevado nesse
paciente, é um gênero de espécies que
utilizam amido, amido resistente,
inolina, lactose,
muscina. Então, olha o cuidado que a
gente tem que ter com o muco da barreira
intestinal, se o paciente estiver ali
com liquid. E a clepsiela utiliza
lactose e glicose. Então ele realmente
não é um exame para para pacientes com
PLV, mas ter insites e resultados de
como a gente pode direcionar um um
paciente com resultado da microbiota vai
trazer essa essa essa conduta cirúrgica.
É realmente olhar esses substratos. E o
que a gente mais tem visto é tem muitas
bactérias, por exemplo, alips, que
também estão associadas a outras vias,
eh eh como cadaverina,
eh outras vias, outras vias de aminas
biogênicas estão geralmente aumentadas
os pacientes. a gente vê com uma
frequência e o substrato que utiliza um
aminoácido, quem não consome ali um um
suplemento que tem ali algum tipo de
aminoácido que isso utiliza a vida
inteira ou fica, né, né, mais de um ano,
às vezes tem quadro de diarreia volta e
não sabe o motivo de realmente ter eh
voltado ao quadro de diarreia. Então, é,
acho que o profissional que tá aqui
assistindo tem que começar a se
conscientizar que vocês têm que
realmente ter esse olhar cirúrgico pros
substratos, pras bactérias, qual é a
conduta direcionada para esse paciente e
pensando nessa toda complexidade que a
gente realmente criou esse plano
individualizado. Então, eh, a Biô ela
acaba, ela é um hub de inteligência e
microbioma, que é onde a gente pega os
dados do exame, todos os dados, todos os
parâmetros, a gente eh traz, a gente faz
uma namnese em cima, né, do paciente.
Então, o paciente responde uma anamnese,
a gente junta esses dados clínicos, as
principais condições clínicas e
correlaciona com o resultado. Então, ah,
o meu paciente teve um resultado ali de
bactéri e de distensão abdominal a vida
inteira. Será que ele tem bactérias
produzindo estamina em excesso ou se ele
tem bactérias produzindo sulfeto de
hidrogênio? Os sintomas são muito
semelhantes. Será que o meu paciente tem
constipação a vida inteira? Será que não
é uma condição fisiológica? Será que é
por falta de fibra? Será que é por falta
de água? Ou será que ele não tem eh
produção excessiva de metano que induz
aia a diminuição do peristaltismo? Então
esse olhar para medicina e para nutrição
de precisão é um vai tem que ser tem que
começar a fazer parte, né, da da da vida
prática ali, né, na clínica, tá? Então,
eh, muito mais do que olhar só os
sintomas, olhar só pros sintomas, a
gente pode ter uma questão de enxugar
gelo, gente. Quantas vezes a gente fica
ali tentando realmente uma conduta,
então comecem a realmente ter essa
conscientização. E a gente traz, a gente
mostra ali, a paciente tirou, fez uma
dieta com baixa produção de estamina,
mas o paciente começou, continuou com
sintoma, porque os alimentos que são
ricos em estamina não são os mesmos
substratos para essas bactérias, por
exemplo, desse resultado que a gente
estava apresentando ali. Então, o
paciente até poderia fazer uma dieta
baixa, eh, baixa estamina, que é
extremamente restrita, só que o sintoma
vai continuar porque são substratos
completamente diferente. Então, risco
clássico, né, dieta da moda,
suplementos, né, suplementação ali da
moda que começa a utilizar e o paciente
acaba prevendo resultado. Pode ser um
microbioma que esteja realmente ali
lutando para, né, eh, lutando, né, que
são não deixam de ser soldados realmente
para trazer um equilíbrio, tá? Então,
comecem realmente ter essa
conscientização.
A Adre quer complementar?
>> Não, né? Ficou linda. Então assim,
gente, eh eu tô aqui, né, interagindo no
chat, vendo tudo e tal, e aí tem uma
pergunta aqui: "Ah, esse teste supera o
teste de hidrogênio inspirado ou do
metano inspirado?" Gente, são coisas
completamente complementares.
Uma é análise do microbioma, a outra é
análise de um metabólito espirado a
partir da metabolização microbiana,
extremamente questionado pela ciência
robusta de dados, pela dificuldade de
através de um metabólito secundário, dar
um diagnóstico de sobrevivência
microbiana. Então é completamente
distinto. Um permite avaliar o
microbioma propriamente dito,
amplificação desse material genético
microbiano e tal. a outra, um metabólito
escretado na expiração a partir de uma
introdução de um substrato
oral utilizado em jejum para ver como
que esse microorganismo se comporta com
isso, principalmente com substratos que
não são passíveis de absorção ou de
baixíssima absorção ou coisas do gênero.
E aí, então aí isso também pode ser
complementado com a própria estamina
fecal, entendendo que o objetivo de
estarmos aqui é um. Não dá para fugir
com perguntas que não tem nada a ver. O
que que nós estamos falando aqui? Exames
de estamina.
Estaminose
pode ser por excesso de estamina na
dieta. Dois, inibição da enzima dal
intestinal. Três, polimorfismo genético
em que a pessoa não produz adequadamente
da inibição, que pode ser por
suplementos ou por medicamentos dessa
enzima também podem ser considerados aí.
Overnutrition por estamina, que é comer
demais estamina, ou ter um microbioma
comensal ou patogênico com grande
capacidade de sintetizar
estamina. E se isso estiver no seu
paciente, a intervenção é completamente
distinta. Se tu tem uma deficiência
genética da expressão da DAL, tu vai ter
que usar a enzima adidal. Se tu tem um
microbioma produtor de histo,
tu tem que ter uma intervenção sobre o
microbioma e treinar esse microbioma
para sobreviver menos expressando
estidina descarboxilase. Então tu vai
poder fazer um exame de triagem que é
uma estamina fecal. Tu pode complementar
com probiome plus estamina e tu pode
entender depois que avaliando somente a
estamina fecal, tu pode ter um parâmetro
se tá adequado ou não, ou refazer o
exame de bioma. Então a ideia é aqui
entregar conteúdo sobre a certificação
em intolerância estamina e síndrodivação
mastocitária com prática clínica, com
abordagem. Tanto a ADR quanto a Bru
farão parte da certificação, terão aulas
de mais de uma hora cada uma delas sobre
essa expertise, sobre essa abordagem. Já
estamos chegando aqui em mais de 50
minutos. Quero convidar todos, nós somos
mais de 420 pessoas aqui ao vivo,
simultaneamente
interagindo conosco para que nós
possamos ter um olhar sobre a análise do
microbioma e a expressão da enzima
estidina descarboxilase detectada em
exame de microbioma com uma intervenção
médica, com uma intervenção nutricional
plausível e palpável. E eu quero aqui
agradecer a Biomi Hub
aqui cedendo tanto a Adri quanto a Bru
para estar conosco nesse momento aqui
sem conflito de interesse algum, de
remuneração. Não há remuneração alguma
para elas estarem aqui perante a
certificação. Estão aqui, né, doando pra
gente esse conteúdo. E a Biome Hub ainda
tem uma surpresa aí de permitir de de
convidá-los para conhecer a estrutura
deles lá em Florianópolis para aqueles
que tiverem interesse. Então, a gente
vai possibilitar isso para quem tiver na
certificação, aqueles que desejarem ir
lá conhecer, fazer um tour, ter um dia
com a Biomi Hub, eu chamei de Biomi Hub
day, vai ter um dia lá com eles de
conhecer a estrutura, conhecer o
laboratório. Para quem tiver na
certificação, a gente vai de alguma
forma possibilitar que as pessoas possam
ir lá de uma forma organizada, visitar,
você tá indo de férias para
Florianópolis, que lá fazer lá essa
visita, conhecer. Eu tive esse
privilégio e foi incrível na minha vida.
Então eu acho que é uma possibilidade
que a Bor vai abrir para todos vocês. E
eles têm um a mais aqui que é para quem
está na certificação ter um desconto
para fazer o exame. E eles estão eh
possibilitando um sorteio de 15 exames.
15 exames completamente gratuitos para
quem fizer a inscrição na certificação
ou já tenha feito a inscrição na
certificação. Então, para quem fizer a
inscrição na certificação nas próximas
48 horas e aqueles que já fizeram, que a
gente já tem mais de 70, 100 pessoas, eu
acho, que já fizeram a inscrição na
certificação, já entenderam que querem,
que faz sentido para elas, para essas
pessoas que aderirem nas próximas 48
horas, nós bloquearemos ali em 48 horas
e faremos um sorteio de 15 exames de
microbioma. É isso, Bruninho. Falei
alguma coisa errada.
É isso mesmo, gente. É o momento de
vocês terem essa possibilidade eh de ter
o conteúdo no curso, eh de ter
experiência no laboratório, de ter a
prescrição com o exame aí, ó, com esse,
se tiver aí sorteados entre esses
sorteado dos 15 exames. Então a gente
vai est esperando, então depois a gente,
né, quem tiver interesse pode entrar em
contato comigo, a gente vai fazer um
agendamento prévio, eh, um laboratório
vai receber aí vocês para realmente
terem aí essa experiência, essa essa
vivência, né, do que que é uma análise
de fato do exame do microbioma. Então,
quem tiver interesse vem para
Florianópolis que estaremos aí de braços
abertos para receber todos vocês e
mostrada nessa nossa grande experiência
dentro do laboratório.
>> Obrigado, Bruninha. Obrigado, obrigado
Adri, pelo teu tempo, por estar aqui
mais uma vez conosco, né? Espero que
você esteja aqui também em Brasília em
novembro paraa nossa certificação Prime,
né? conto com você aqui eh, deixar aqui
o convite para todos fazerem parte da
certificação, para quem tá aqui, para
quem recebeu o link, você está em um
grupo, nesse grupo você receberá esse
comunicado. Serão então sorteados 15
exames e nós estamos aqui, eu tô
namorando com a Bru e com a Biomi Hub
para ter uma mentoria em interpretação
de exames de microbioma que eu quero me
colocar à disposição, inclusive para
estar junto nessa mentoria, para quem
tiver na certificação, for solicitar
exame, ter esse acolhimento que a gente
pode criar rotina quinzenal, mensal de
interação junto a Biomi Hub. Então,
entenda que além da certificação,
provavelmente teremos aí uma mentoria em
interpretação de exames de microbioma
para aqueles que fizerem as
solicitações. Então, havendo essas
solicitações, estando lá no card de
prescritores da Biomi Hub, a gente abre
uma mentoria para quem é da certificação
e prescritor dos exames, pra gente
continuar fazendo estudos dos exames dos
colegas, porque um consegue aprender com
o outro e cada vez mais a gente é
assertivo na conduta médica e
nutricional, tanto na intolerância
estamina quanto na síndrome de ativação
mastocitária. Gente, muito obrigado a
todos. Obrigado, Adri. Obrigado, Bru.
Adre, palavras finais. Obrigada, Murilo.
É sempre um prazer. Estarei em Brasília,
com certeza. E antes disso, a gente tem
a nossa aula.
>> Obrigado. Obrigado. Obrigado a todos.
Fiquem com Deus. Nós estamos aqui com
mais de 57
minutos de conteúdo sobre interpretação
do microbioma, sobre análise de
microbioma, sobre a análise do
microbioma e a interpretação da ã enzima
estina
descarboxilase.
Então essa foi uma conversa sobre a
produção de historismos
intestinais, a grande capacidade de
expressão de estidina descarboxilase.
Esse é um conteúdo da jornada ABNG em
preparação para a certificação
estroboloma intolerância e estamina. Uma
certificação completa com mais de 60
horas com médicos e nutricionistas com
preço de lançamento em julho. Somente no
mês de julho nós temos um valor de
lançamento e nas próximas 48 horas quem
aderir à certificação terá a
possibilidade de participar de um
sorteio de 15 exames de microbioma para
você fazer aí junto à Biomi Hub. Muito
obrigado a todos. Muito obrigado pelo
carinho, fiquem com Deus e até
terça-feira para a terceira aula da
jornada ABNG. Fiquem com Deus. Obrigado.
Obrigado a todos. Até mais. Beijo.
Tchau.
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