RICHARD RASMUSSEN e BIÓLOGO HENRIQUE: REVELAM O LADO OBSCURO DA NATUREZA!
A rapaziada se se aloca onde vocês [ __ ]
são influencer, vocês são comunicador.
Exatamente. Professor, não tem muito
concurso. É porque biólogo é uma
profissão tipo, é meio que advogado sem
o concurso. Você é uma profissão de
projeto e infelizmente você na graduação
você não aprende a fazer.
Se eu pegar um biólogo aqui agora
formado e falar assim, ó, quero montar
um laboratório. O cara não sabe o que
que é MEI, que que é CNPJ, que que é
licença ambiental, o que que é o vará,
ele não tem a menor ideia de nada,
velho. Ele é jogado cru na na sociedade,
sem saber o que fazer. E o biólogo é
profissão de projeto. Biólogo é um cara
que eu vou chamar para consultar, como é
que eu quero montar um laboratório. É
isso que o biólogo faz.
>> Sim.
>> E os caras não sabem fazer. Ele acha que
ele vai ser que vai sair caçando
boboleta, que tá empregado. Não é essa
>> pesquisa, né?
Mas masqua, o cara ia viver de seleção
natural de bolsa, entende? Existe área
muito boa dentro da biologia, falamento
de fauna, eh, ETE, tem coisa para
caceta, só que o profissional não é
treinado para o mercado de trabalho.
>> An, tu fala que a academia não forma um
cara.
>> Academia é uma merda. Academia de
biologia não tem. Nossa, que coisa
bonita escutar o Henrique falar isso. O
Henrique acho que mudou muito, mano.
>> Não, isso eu sempre falei, eu sempre eu
sempre pedi para que o fosse entregue
mais um ano dentro da biologia para que
você eh tenha como formar esse
profissional pro mercado de trabalho.
Esse profissional ele cai cru no mercado
de trabalho. Ele ele na verdade ele é
treinado para viver de seleção natural
de bolsa. E aí só um desses passa e ele
acha que para ele ser um PhD e dar aula
no lugar daquele professor universitário
lá, não tem vaga para ele, velho. Alguém
tem que morrer e ele já tem que ter
quatro doutorados para ele ter vaga. E
aí esse esse 99% dos profissionais que
eu vou jogar no mercado, ele não tem
qualificação para trabalhar no mercado,
porque ele não aprendeu a trabalhar no
mercado. Ao contrário, por exemplo, de
advogado, médico, que o cara tá no
mercado, aí ele vai pr pra universidade
da aula, ele leva o estagiário para
trabalhar com ele no mercado de
trabalho, ele entende como é que é o
mercado de trabalho, coisa que na
biologia não tem, velho. Na biologia o
cara é primeiro lugar que quando você
entra, se você falar qualquer coisa
sobre dinheiro, alguém olha pra tua cara
com cara feia.
>> É isso. Já é, isso é péssimo. Isso é uma
coisa da biologia que os caras não
entenderam ainda.
>> Você vai lá fazer um chaveirinho, ó, do
lado da tua casa. Acha lindo. Tá [ __ ]
Acha lindo.
>> Acha que dinheiro é é pecado.
>> É pecado. Eu nunca vi isso.
>> Tem um cara do lado da sua casa que que
vende água de coco. Aí eu vou lá e pego
o coco
>> hã
>> que ele jogou fora. Corto a casca, faço
um chaveiro. Se eu chegar na na
universal, olha aqui cara, tô fazendo um
chaveirinho aqui de coco sustentável. Tô
cobrando. Alguém vai olhar pra tua cara.
Pô, mas tu só pensa em dinheiro.
>> A gente é treinado assim dentro da
biologia por ideologia. Os caras não
entendem que você precisa de saber como
o mercado de trabalho funciona.
>> Essa é a área da biologia.
>> Sim. Muito bom, Henrique.
>> E aí você forma profissionais que não t
capacidade de trabalhar no mercado dele
não entende o mercado, ele chega cru. Aí
eu pego pessoas ganhando dinheiro na
biologia, por exemplo, eu pego um cara
que vai fazer turismo ecológico, o cara
não é biólogo,
>> pego um cara que é educador ambiental, o
cara não é biólogo, o cara tá ganhando
dinheiro no lugar do biólogo, o biólogo
não sabe que o dinheiro tá ali.
>> Sim. O biólogo não é treinado para o
mercado de trabalho.
>> A gente briga com o agronegócio e assim,
eu até agora não entendi, honestamente,
cara, porque os caras falar: "Ah, agora
o Rich era o cara do biólogo do agro,
como se fosse uma coisa, né, ruim". Eu
eu até agora não entendi o seguinte, né?
Todos nós nos alimentamos, todos que
estão aqui nessa mesa, o Henrique, eu, o
cara que acha que o agro é uma bosta,
todos nós se alimentamos, nos
alimentamos do agro. É isso, ponto
final, né? Eh, aí eu vejo uma guerra,
nós somos um país no no no comparado com
os outros países que o único país do
mundo, agora o Paraguai também tem uma
cota de 20%, que o produtor tem que
manter, de acordo com o Código
Florestal, de 20% da sua área a 80%. Na
Amazônia 80%, eu comprei uma área, eu
não posso usar ela, ela é minha,
>> sim,
>> né? Eu não posso usar tudo, certo? O
biólogo mora em alguma casa que já
aconteceu esse processo.
>> Sim. Tenho certeza, né? Ele não mora
onde? Uma caverna, não, né? Então, eh,
então na Amazônia você, o cara compra
uma área, ele pode usar 20%, 80% tem que
manter. Não existe outro lugar no mundo.
Volto a não ser o Paraguai, que é 20%. E
tem essa Então assim, nossos, o nosso
agro é o melhor agro do mundo e nós
precisamos de alguém para produzir.
Comida precisa produzir, gente, como que
não vai produzir comida? Algodão, todo
mundo usa algodão. Todo biólogo usa
algodão. Algodão vem de onde? do céu. É,
>> não. E algodão, inclusive é a cultura de
todas que leva mais defensivo. De todas
leva mais defensivo, é uma dezena de de
de de asões numa numa numa numa numa
safra. Então, assim, eh, eu acho que a
gente tá tem muita confusão da a
biologia. Eu não sei, é é e eu vejo
muita confusão na biologia. Aí você sabe
que o Ah, o indígena é lindo. Até a
gente vê o indígena comer a cabeça de
macaco. Aí fodeu. Aí que absurdo. Ué,
>> entendeu? [ __ ] o que vai comer o que
ele? Então você tem que escolher que que
ele ele vai plantar, ele vai criar gado
ou ele vai comer um macaco? O que que
vocês querem, mano? Então assim, a gente
tá biologia tá muito romantizada, irmão.
Tá triste a biologia. Tá está triste a
biologia, entendeu? E ela tá na pauta
muito do romantismo, do amor venceu.
Ela sempre foi, mas hoje com nós estamos
numa época mais do amor venceu,
entendeu? Nós estamos mais nessa época
do amor venceu. Só potencializou só a a
engrenagem, entendeu? É assim que eu
vejo.
>> Quer ver? Eu eu vou pegar uma uma coisa
interessante, uma coisa interessante
aqui sobre
>> e as pessoas vão acabar me perguntando o
que que eu acho do nunca fiz propaganda
do água. Nunca fiz nada disso. Isso todo
mundo sabe. Mas vamos pegar e analisar
as coisas porque você sabe que eu sou um
nacionalista. Quando eu era moleque,
quando eu era moleque, ah, era muito
comum a gente gritar contra as
indústrias.
>> Uhum.
>> Sempre foi assim. Então, a indústria
suja, a indústria, as nossas, o Brasil
foi se desindustrializando ao ponto de,
por exemplo, você na pandemia, ao invés
de você produzir uma máscara de pano e o
SUS paga, tá, pelos insumos. Em vez de
ser, por exemplo, máscara de pano aqui
em Teresópolis, Petrópolis, que é o
lugar de calcinha,
>> vem da China,
>> os caras iam comprar da China. Então
assim, a gente foi se
desindustrializando. Hoje a gente
entende que o salário da indústria é um
salário mais competitivo. E aí hoje todo
mundo quer reindustrializar, mas a
indústria era mal e poluía. OK, a
indústria poluia, mas ela tem que se
adequar, não é você eliminar a indústria
ou colocar, porque a China, por exemplo,
que que ela faz hoje? Maior produtora de
energia solar do mundo, o dobro de todos
os países somado é a China. Mas ela
poluiu e ela tá se desfazendo da posição
e melhorando. Você precisa dinheiro para
fazer o esse essa mudança. Quando o
pessoal fala do agro, por exemplo,
principalmente a biologia, que que eu
entendo? Eu vejo a mesma coisa da galera
na minha época de criança falando mal da
indústria. O agro brasileiro, ele é um
agro que compete internacionalmente e é
o maior do mundo. Deixa eu te falar um
dado aqui interessante. A Mariângela
Hungria
>> acabou de ganhar o prêmio Nobel da
agricultura. Ela ganhou o prêmio da
agricultura com eh desenvolvendo
inoculadores biológicos que substituem
os fertilizantes químicos. Você tem
noção que a gente tem na dentro da do
Brasil uma mulher que ganhou o prêmio
Nobel. O prêmio Nobel da agricultura é
uma brasileira,
>> uma das pessoas acho que sem mais
influentes do do planeta. Uma das sem
mais influentes do planeta. Isso. Ela
trouxe, ela tirou fertilizante químico e
colocou fertilizante biológico. Aí eu te
pergunto, ela fez agronomia e ela
construiu, ela construiu [roncando] uma
um projeto de biologia, cadê a [ __ ] do
biólogo para fazer isso que ela tá
fazendo? Então, pera aí,
>> o que que é o você eh, OK, você pode não
concordar com a agro político, beleza?
Você pode não concordar com um outro
agro que polui o ágo, OK? Mas o agro é
uma coisa muito grande e existe
trabalhos que o cara pode se adequar.
Agrofloresta é uma coisa, por exemplo,
por que que o cara não tá na
agrofloresta? Por que que o cara não tá
trabalhando, por exemplo, com
bioinsumos? Bioinsumos substitu. Então,
do tipo, a gente vai ficar nessa loucura
vinda por ongas internacionais de que a
gente tem que destruir todo o nosso agro
ao invés de eu ter que o biólogo é isso.
>> O meu objetivo é se aqui não pode, o que
que eu posso fazer que pode? Como eu
posso melhorar? Ou a gente vai destruir
a nossa indústria? Mesma coisa foi com
Petró. A gente conversou sobre isso.
Vieram as ONGs Internacionais dizendo
que não pode explorar o petróleo na
bacia da Amazônia. E o que que a gente
fez? Vamos ficar aqui discutindo que
olha, petróleo energia do passado. É
beleza. Só que não é na fo do rio
Amazonas, é 500 km de distância e na
bacia equatorial
Guiné tá crescendo 50 por eh 50 vezes
mais. E o Brasil não pegou essa grana
que poderia estar explorando há muito
tempo.
>> O estado Amapá, que é o estado que mais
preserva do Brasil. tá pagando essa
conta miserável, ao invés de progredir,
porque esse petróleo podia ia ser uma
explodir o estado do Amapá sem devastar
uma floresta, sem cortar uma árvore. E
nós,
>> mas aí por por ideologia, por ideologia
a ao invés da gente tipo fazer igual
Noruega, [risadas] vamos pegar essa
grana e botar num fundo.
>> Aí esse fundo eu vou colocar ali, ó. Só
pode tirar dessa grana aqui. Que que é
um fundo? A Noruega ela empresta
dinheiro para os outros países. Os
outros países devolvem os juros, ela
divide. Desses juros eu vou dividir para
educação, segurança, saúde, proteção da
Amazônia. Ao invés da gente discutir
isso, a gente tava discutindo que
petróleo é energia do passado,
>> meu irmão. Não, não é ainda,
>> não é? Inclusive, a gente vai sofrer
escassez por causa do petróleo e o
Brasil tá até agora sem explorar o
petróleo. E outra coisa, se você quer
fazer uma transição energética, se você
quer ter energia eólica, se você quer
ter energia solar, você precisa de
dinheiro para isso, velho. Você acha que
a China que hoje é a maior produtora de
energia solar do mundo, o dobro de todos
os países somados, da onde ela tirou
grana, velho?
>> Isso. Isso.
>> Então, o que que a gente quer fazer? A
gente quer destruir. OK, tem coisa no
água que você não concorda, beleza,
respeito a opinião, show. Mas biólogo
não pode trabalhar com agro, sendo que o
bioinsumo é agro, sendo que produção é
agro e o e a transformação. Você quer
fazer uma coisa melhor, por que que você
não vai lá e produz uma coisa melhor
como essa como a senhora que ganha um
prêmio Nobel tirando o produto do
químico, botando bios. Tu entende que a
ideia é só reclamar e a gente não produz
e aí destrói o agro igual a gente
destruiu a indústria. Ah, [ __ ] faça
favor, velho.
>> Sim, sim. E e e a nossa vocação natural
é o agro, [ __ ] O Brasil naturalmente
tem que ser potência no agro. É, e tem
que ser ainda mais. Ó, tu falou da
mapar, cara. O o presidente do Senado é
da Mapá, pô.
>> É o Columb.
>> O senador tem que representar o seu
estado.
>> Uhum.
>> O Al Columbri, que é o presidente do
Senado, é do Amapá.
>> É do Amapá. Já tive cor.
>> [ __ ] mano. O cara não poderia, né, na
presidência do Senado, [ __ ] ele ele é
o quarto cara mais é o terceiro cara
mais poderoso, pô. É,
>> ele é presidente do Congresso Nacional,
ele é o terceiro na hierarquia de
sucessão da presidência. É o presidente,
o vice, depois o presidente do
Congresso.
>> Exato.
>> Que que esse cara tá fazendo lá que ele
não representa o estado dele, pô?
>> É, ou seja, chegamos à conclusão que
nascer na Amazônia é um castigo, né, né?
>> Você teve lá, né, viajando lá. É,
>> nacer na Amazônia é um castigo. Eu, eu
voltei da China, acho que a última vez
que a gente conversou não tinha ido pra
China ainda, né, Gluber?
>> Eu, cara, não conversei recente, pô.
Não, mas eu fui pra China mês passado.
Não, não fui.
>> É, conversamos no início de março.
>> É, eu acho que não tinha não. Não tinha
ido pra China.
>> Ah, tu falou que tu ia. Lembrei.
>> Fiquei de cara, irmão. Fiquei de cara.
Então, o que que eu vi ali?
>> Eu vi um país que tudo aquilo que a
gente falava não é mais. Você não
encontra mais e sei lá, você não
encontra cachorro na rua para comer.
Você não encra. Eu tive uma dificuldade
para encontrar um escorpião que eu
queria gravar a [ __ ] do escorpião. Tive
dificuldade de encontrar, tive que
procurar porque os caras não tem mais.
Eu vi tudo organizado. Eu vi beijinho
lá, capital, Pequim. 3 horas da manhã as
pessoas andando na rua, bicicleta, o
cara larga na rua. Eu vi o quê? Uma
classe média pujante,
né? Você vê o nosso país faz o quê?
Nosso país quer pegar, diz que a classe
média é bandida. É, é a história que
circula, né? Classe média é que depois o
cara chega na classe média e não sei o
quê. Então, classe média é o que
sustenta um país. O rico pega o
dinheiro, quando dá ruim, ele vai. Os
ricos estão onde agora? No Paraguai,
pai. Uhum.
>> Os ricos estão lá. Nós estamos [ __ ]
aqui, mas os ricos estão lá. Entende o
que eu quero dizer? Aí fala assim:
"Porra, mas na China não pode falar mal
do governo aqui também não".
>> É,
>> entendeu? Só que a diferença é que eles
pegaram o cara da base, o pobre, e
levaram pra classe média. Palmas pra
China, mano. Olha, paguei a boca. Tudo
que eu pensava ou falava da China é
diferente do de uma Venezuela, é
diferente de uma Cuba, é diferente de
outra coisa, cara. Eles pegaram classe
pobre e levaram pra classe média. Aqui a
gente quer pegar classe média e jogar
para baixo. Vamos. É a mesma nivelação,
só que um nivela para cima, outro nivela
para baixo. É isso que tá acontecendo.
Então assim, palmas para China. China
hoje eh eh todos carros elétricos, zero
bala, mano. Eu só vi carro novo na rua e
tudo elétrico, cara. Sensacional. Fiquei
de cara com
>> Não só na China, nem espalhar o
elétrico, a Bid a Bid se não me
>> não. Eles t marcas lá diferente. Bid é
uma delas. Bid é uma delas. Eles tm 10
marcas diferentes de carro. Tem [ __ ]
carro l. eu tudo elétrico, tudo
bonitinho e e eh enfim, eu vi um país
diferente. Eu vi um país diferente. Eu
fui para lá, já que a gente tava falando
do agro, eu fui para lá porque a gente a
gente tem quando a gente fala essa essa
coisa de de romantizar esse negócio de
conservação, né? Aqui a gente vem
chorando porque fala: "Ah, os os
jumentos estão desaparecendo". Eu fui lá
porque eu fui convidado por uma empresa
eh que tem parceria com a China e eh
vende carne de jumento. Carne de jumento
para comer.
>> Car jumento.
>> É, eu comi carne de jumento.
>> Você comiu em casa? Comi comigo.
>> Não é dúvida? Não,
>> não. Maravilhoso. Maravilhoso. Você não
comeria carne de jumento?
>> É, agora eu comeria, né? Já que você deu
por que que a gente não come o jumento?
Porque ele é mais fofinho que a vaca.
>> Não, porque uma vez
>> vaca você come. Não tem problema com
vaca. Não, eu não tenho problema nem com
o jumento. Eu só achava que fosse.
>> O Júlio falou que não comeu jumento, que
na vez do jumento.
>> Eu fui lá, eles comem. [risadas]
>> É melhor comer o jumento que ser comido
pelo jumento, né?
>> Eu prefiro comer, então eu vou comer.
>> Se o jumento te come, você tá fado.
>> Não, eu fui lá. Então, tem a a [ __ ] do
jumento. Vem embaladinha, come tudo. Vem
embaladinha,
>> vem embaladinha no no num coisa. Vem.
>> É. Tu tu quando vai no mercado comprar
uma cagabresa, tu fica constrangido?
Hique.
>> Cara, eu fico com pena daquela vez de
ser pequena, né, velho? [risadas]
Eu falo [ __ ] Tá bom,
vai fala.
>> Então assim, é um negócio lado na
internet com essa
>> não. Ninguém é cancelado quando fala a
verdade, cara.
>> É,
>> eu também. Por isso que aquela b que eu
vejo com só é cancelado quem se importa
com essa idotista. Não é que só é
cancelado quem não vive a sua verdade e
aí atrai um público
>> que não é seu. É,
>> se você tá falando a verdade, as pessoas
já sabem que você é assim, você não vai
ser cancelado porque as pessoas elas
elas elas já compactuam com concordam
com você, te escutam.
>> Agora você quer ser alguém que você não
é, aí você vai ser cancelado.
>> Quer agradar, né?
>> Quer agradar um público que não é seu,
aí você vai ser cancelado, mano.
Concordo.
>> Mas enfim. E aí eu fui lá a questão e
parece a princípio, nossa, sabe o que
eles fizeram? Tem lá jumento, tem 24
raças diferente de jumento. Tem jumento
lá de 450 kg, mano. 450 kg é o peso de
uma vaca. Um jumento.
>> Eles desenvolveram isso para corte.
Exato. Eles desenvolveram isso. E aonde
está esse jumento? No norte da China.
Hum.
>> Porque lá a vaca não vale a pena criar
vaca.
>> Que a vaca é é como se fosse o nosso
Nordeste brasileiro. Então o o que que o
jumento faz? Ele transforma merda de
vegetação, que é uma bosta de uma
vegetação seca que não tem nutriente
nenhum, em na melhor proteína animal, na
melhor proteína que é animal. Melhor
proteína que existe é animal. Ponto.
>> Tá?
>> Então eles transformam nada
>> em proteína,
né, de alta qualidade. Qual o problema?
[ __ ] isso é uma estratégia, não só
estratégia alimentar, porque você vai
gastar menos água, você gastar menos
insumos para manter um boi. Para ele não
faz, para mim não faz diferença comer um
boi ou quem quem já come um boi come um
coisa, a não ser que você já vegano,
você não vai comer nada, vai comer soja,
mas quem já abre abre comeu uma um boi
come um jumento, cara. Ah, eles têm
lugares que, por exemplo, o camelo vai
melhor. Tem carne de camelo, tem carne
de cavalo.
>> Tu só come vaca no Brasil porque você
plantou a grama africana aqui. Você o o
o nosso nossas gramías, ela servia bem
para aqueles organismos préhistóricos,
macroquênia, aqueles outros animais eram
meio abrasivos. O gado ele vem, mas ele
vem com a com as gaminas africanas,
senão ele não
>> não vinga. E o mesmo problema que você
vai ter lá na na China. Mas por isso que
desenvolver o jumento. O
>> o jumento, isso é mais na China, né?
Porque eu imagino
>> Não, mas aqui criou uma uma coisa no
Brasil. Poderia ser no Brasil, porque no
Brasil o que tá acontecendo? Tá
desaparecendo o jumento.
>> A ideia, a ideia é trazer
isso pro Brasil. É isso
>> não. Já existe no Brasil já existe uma
única planta CF em frigorífico
especializado,
>> porque tem uma licença especial para
fazer isso na Bahia.
>> E são eles que fazem lá o É cif. É como
se fosse um, é, é fiscalizado, como se
fosse um
>> Tá bom. frigorifa vaca. Ok.
>> E eles exportam essa carne, preparam
aqui e exportam a carne pros chineses.
>> Pro china.
>> Então assim, o que que tá acontecendo
agora? Eh, essas essa indústria daqui
que hoje tá se utilizando muito dos
jumentos que estão largados, porque a
maioria de jumento estão largados, né?
Não tem mais uso. Porque o jumento, por
que que ele tá sendo extinto no Brasil?
Porque não tem mais uso.
>> Tem marcado, né?
>> Foi substituído pela motocicleta
>> e pelo animalismo que não ó, meu Deus. O
jumento lá em Jicuaquara tá carregando
uma mala pro turista. Coitado de jumento
sofredor. Seu jumento, pô, foi feito
para isso.
>> O jumento é jumento, jumento foi feito
para isso. Se você dá bem-estar para
ele, alimentação e água, ele é o
trabalho dele. Trabalha, faz o
trabalhinho dele durante o dia, à noite
ele descansa bonito, como todos nós
fazemos no nosso dia a dia. Trabalhamos
durante o dia, se fodemos, faz parte.
Tem o É isso. E aí? Mas a o animalismo
não, pelo amor de Deus. Só a gente que
pode se [ __ ]
>> Só gente pode se [ __ ] O jumento
[risadas] não,
>> não daria para criar o jumento de boa,
velho. Com cuidado certinho.
Fiscalização.
>> Problem, mano. Uma coisa, uma coisa é
maustrato, outra coisa é deixar o bicho,
o seu bicho da natureza.
>> E um dia ele vai servir aquele propósito
que foi criado. Então, se ele foi bem
criado durante 2 tr anos, como é feito
com num novilho, é a mesma coisa, cara.
Não faz diferença nenhuma, mano. Sim.
>> Entendeu? E vai deixar de de
desaparecer. Por quê? Porque agora saiu
do do da conservação romântica. Eu adoro
um jumento. Levam para casa. Então,
jumento não é pet, cara. É um animal de
produção, cara. Eu tenho um pet, mas um
carro uma ponto fora da curva. Então,
assim, isso vai fazer com que o jumento
não desapareça, porque a gente criou uma
nova necessidade para ele. Proteína
animal, cara. Qual o problema? Agora o
jumento não vai desaparecer, né? Porque
no modos operand turma aí do sol chora e
não sei o quê, ele vai desaparecer,
cara. Mas tu acha que em placa aqui no
Brasil, cara, brasileiro começar a comer
jumento em placa? Eu acho que E mesmo
que não em placa alguém tá comendo, a
gente vai produzir porque agora essas
essas esses essas fazendas que hoje
agora são fazendas, não é mais uma
figura, são fazendas, são empresas que
estão se, né, que estão se estabelecendo
aqui, brasileiras, entenderam que tem um
mercado lá fora, que que elas vão
começar a fazer? Criar o jumento de
novo.
>> Uhum.
>> Porque agora tem mercado, enquanto tiver
alguém que compra, vai ter alguém que
venda. Ô, ô, Richard, mas isso é porque
a China tem 1 bilhão e e meio de gente
lá, né? 1 bilhão e 400 e tantos milhões
de pessoas. E aí eles têm que comer de
tudo mesmo, né? Então assim, eh, mas não
é, eu acho que se colocou de tudo parece
uma coisa que eles têm com come cachorro
também. Isso não, não comeach
>> não, não come. Não come cachorro. Pode
existir alguém que vai matar cachorro.
Você vai nos mercados, aquele, eu fui
procurando, eu queria aqueles mercados,
achei que encontrar aqueles mercados
sujos, não sei o quê. A forma também
como o cara cria, o primeiro que não faz
sentido econômico na minha opinião,
comer um cachorro assim é diferente
porque é um animal, não, eu não é por
ser pequeno, é um animal que transforma
proteína animal em proteína animal, não
faz sentido econômico.
>> Na cadeia energética é muito
>> me explica, me explica que eu não sou
biólogo,
>> qual a diferença de um herbívoro? Oirbo
pega uma vegetação, uma braquiária que
tem valor nutricional zero. Bom,
entendi.
>> E transforma em proteína animal de alta
qualidade.
>> Um cachorro come proteína animal.
>> Isso. Tá bom, tá bom, entendi. Perfeito.
Qual tem sentido,
>> na verdade eles comiam mais também é
pequeno, pô.
>> É, não tem tem essa,
>> mas era uma coisa mística. Era uma coisa
do tipo ritualística.
>> Não, ele, eu acho que é fome mesmo,
cara. A China passou por fome. Fome.
Fome.
>> Eles passaram pela grande fome.
>> 1 bilhão e meio de gente, irmão. Como é
que você alimenta tudo isso? Qual foi o
problema? Eles que eles tiveram uma
grande atração porque eles queriam e que
o pessoal saísse do campo e viesse
trabalhar nas fábricas na China. Foi o
grande momento de de de industrialização
da China, que quando a China fazia
porcaria, né? Fazia os produtos agora da
China são altamente tecnológicos. TikTok
na China não tem ninguém fazendo
dancinha, tio.
>> TikTok na China é educativo.
>> É outro, meu. É, é sensacional. É
sensacional, cara. Eu fiquei fã. Eu
paguei, eu tinha uma impressão meia tipo
assim, é comunismo eh igual Venezuela,
não, que o comunismo da Venezuela é tem
o rico que os ricos que manda estão
comendo cavear e depois o resto eles
equalizaram lá embaixo de pobre se
[ __ ] Esse é o é como tá na
Venezuela. Cuba mesma coisa. Agora
China, parabéns. Coreia do Norte a mesma
coisa. Tem os ricos e pobre. Não tem
camada do meio. Esse não. Que que que
eles entenderam? Eles pegaram essa
população. Achei lindo isso, cara. É a
maior classe média do mundo tá lá.
Cara, que então tô dentro, cara. Aí eu
tô dentro. Se é isso, tô dentro.
>> Mas aí vamos lá, cara. Eh, a China é
grande, tem muita gente, né?
E tu foi nas principais cidades. É, a
Índia também,
>> mas é totalmente diferente. Eu fui pra
Índia e fui pra China. São dois países
diferentes.
>> Mas o desenvolvimento da Índia tá
acontecendo ainda, né? A Índia
>> está em processo.
>> É, tá em processo. Então, vamos lá. 40
anos depois, a China de hoje, eh, você
tá passando o retrato da China de hoje,
mas eles viveram o processo da fome,
eles viveram o processo da pobreza, o
que ação do trabalho, o que a China não
tem e a Índia tem e são processos
culturais diferentes. A China, por
exemplo, a Índia tem um processo
religioso que [ __ ] ela, na minha
opinião, nessa coisa, por exemplo,
entendeu? Então, exato. Éí é diferente.
É, aí os mortos joga no rio e sabe, o
rato é é uma encarnação e você come
junto com o rato. É meio complexo. Você
não vê isso na China.
>> Eu tava vendo aquele jabor falando que
você para ser político tem que ser ateu
na China. É, eles não, eles tiraram
porque é parte do do eh do marxismo,
porque a China importou isso do
marxismo. Marxismo é tirar é tirar
religião, a religião, a família, tira
tudo. É um projeto. Você não pode ser
político se você tiver religião
>> na China, porque aí a ideia de que você,
se você tiver uma religião, você vai
puxar a brasa pra tua sardinha. Exato.
>> Não, a religião vai te dar um propósito
e um sentido de vida dentro daquela
espiritualidade. Quando você não tem
isso, você segue pro partido,
>> você segue pro objetivo do Partido
Comunista Chinês.
>> Então é o seguinte, se você roubar lá, o
político roubar,
>> é morto e ainda abala quem paga a
família. Então assim, cadê? Não tem
corrupção. Isso é maravilhoso.
>> Ia gastar muita bala aqui, velho.
>> Até que ia parar, [ __ ]
>> Até que ia parar. Exatamente, porque se
fosse assim, o primeiro que morresse, o
segundo não quer.
>> A sociedade tem que estar disposta a
pagar o preço, irmão. Então, a gente tem
que pagar muito
>> preso, pagar muita bala para matar os
outros, pagar muito isso, pagar
poluição, porque, irmão, vamos lá, ah,
Noroega tem o fundo, pô, irmão, é muito
fácil o fundo ficar impedindo o nosso
progresso aqui, pô. Exato.
>> Então, se o se o Brasil rasgar essa
cartilha sustentável aí, eh, essas
regras que que atrapalam o
desenvolvimento do Brasil, [ __ ]
potência em 20 anos. Acho, não acho a
ideia rasgar sustent, eu acho que é, não
é rasgar sustentável, é fazer dentro da
medida correta.
É muita liicação, entende? Ninguém fez
isso aí. Querem fazer com a gente,
>> porque no Brasil a educação não vem em
primeiro lugar, vem a punição em
primeiro lugar.
>> É, você viu esse lance aí do do camarada
que filmou a gaivota
comendo um camarão? O cara tomou moto de
1 milhão.
>> Eu acho que era uma, eu acho que é
>> não, não vi que como é que é? Eu esqueci
o nome dele.
>> Acho que era, acho que acho que era uma
>> Carlinho não Carlinho Ma, mas era acho
que era uma fraga, se não me engano, eu
não vi porque eu tava no contra luz, foi
horrível na a gravação. Era uma fragata
eu acho. Eu só vi que eu só sei que foi
um camarão que alguém colocou porque do
tipo assim, a ideia é que você puna as
pessoas por valor, tipo rico, você é
rico, paga mais, mas uma multa de 1
milhão melhorou
>> que ele filmou não foi nem ele que deu.
>> Pode filmar, irmão. Não, porque não pode
dar a verdade não pode. Você que tá
dentro do Parque Nacional, você não
pode.
>> Ah, mas você pode tirar 400 gatos de lá,
castrar e devolver, como fez uma
organização cara que deu o alimento,
>> conseguiu, tomou 5000, pô. E ele gan 1
milhão.Ele gravou, ele gravou. E o cara
que fez, deu a comida, não pode, não
pode. Tá no Parque Nacional. É, o cara
não sabia, não sabia. Ignorância, né?
Ignorância não sabia, tal. Vai ser
punido. Beleza. Aí foi punido por R$
5.000. O cara que gravou,
>> que é o máximo da multa,
é entre R$ 500 e R$ 5.000. Geralmente é
o cara que gravou foi o Carlin Maia, que
é um cara grande na internet que também
não sabia disso. Estamos se divertindo
aí,
>> vamos lá.
>> Tá errado. Tá errado.
>> Quem quem é a vítima?
>> Olha só
>> quem é a vítima e o que que você vai
fazer com esse 1 milhão?
>> Em primeiro lugar, a gente primeiro
lugar a gente tem que entender que isso
quem tá colocando foi o próprio
Carlinhos Maia. E quem a pessoa que tá
sendo lesada, às vezes a coisa é muito
maior do que o que você tá pensando, né?
Porque quem quem sofre vai berrar alto.
Então eu não sei todas as coisas que
aconteceram, mas de cara eu já você já
pode e mostrar que tem uma uma fumaça
estranha aí porque 1 milhão é 1 milhão,
é muita coisa. É, mas segundo o técnico
da IBAM, do IBAM, do ICMBio, na verdade
é proporcional à riqueza do do
>> Então isso não faz sentido, porque o
máximo da multa já já seria 5.000. você
faz isso em relação ao dinheiro que o
cara tem, você não consegue fazer a
educação ambiental porque torna
revoltante as pessoas olhar no pé na
minha opinião.
Aliás, tem errado muito nisso. É uma
pena porque
>> eh são órgãos importantíssimos
eh que tem uma relevância no Brasil, que
é o é um país que mais preserva no mundo
em termos percentuais. Isso é uma coisa.
As pessoas às vezes falam, a gente
primeiro tem que entender o Brasil. O
Brasil é um dos 10 países maiores países
do mundo, tá? O Brasil é um dos 10
maiores países do mundo. Eh, qual é o
país dos 10 maiores países do mundo que
mantém maior cobertura vegetal
protegidas em unidades de conservação e
terra indígena de dos 10? Qual que você
acha que é que é o país que mais protege
o perc em percentuais dos 10 maiores?
>> O Brasil.
>> Brasil 30%. 30% do Brasil hoje tá
imobilizado em terra indígena e unidade
de conservação. 30%. O segundo lugar é
Austrália 19%. Aí você tem China, eh,
Estados Unidos, China, Rússia, acho que
é 11%, enfim. Só que a tem um outro
outra questão aqui, não é só o maior
percentual, não é só o maior percentual.
>> Nós estamos falando de do Brasil que ele
tem além de quantidade, que é o maior
perceal, tem a qualidade. Quando você
vai, o que que é terra indígena na
Austrália que tá sendo protegida? É
Outback, que é o quê? Deserto. China, o
que que tá sendo protegido? Deserto.
Angólia,
>> né? O você vai na na Rússia, que que tá
sendo protegido? Eh, as florestas lá do
como chama o bioma deles lá? Oig, né? Da
das das
>> tundra. Tig
>> das tundras. Das tundras. [ __ ] Eh,
tundra é um lugar que tem
biodiversidade. O Putin quando quer
enterrar alguém e fala: "Manda lá pr pra
Tundra para morrer lá". Não tem
biodiversidade. Nós temos 30% da nossa
cobertura vegetal em unidade de
conservação e coisa, só que é floresta
tropical, pai. Rica. Outros 30%,
25%
tão que estão protegidos no nosso
Brasil, porque o Brasil tá 66% ainda
cobertura vegetal original, tá? Dados da
NASA, pode conferir lá, e dados do da
própria Embrapa. Eh, os outros 25% é o
quê? tá dentro de área rural, ou seja,
são propriedades privadas que, de acordo
com o Código Florestal, que é
maravilhoso, tem que proteger reservas
legais e unidades de conser e apps. Você
vai nos Estados Unidos, eu fui lá ver
como os caras plantam, eles plantam até
a beira do rio e [ __ ] os rios estão
tudo morto porque a NPK ali, pá, é denso
o milho deles e cheio de nitrato dentro
do rio. O rio tá [ __ ] aqui não, a
gente tem que manter uma margem.
Maravilhoso, maravilhoso. Nosso país é
muito especial nesse sentido. A gente tá
muito na frente dos outros países. A
gente desenvolve esses bioinsumos que a
gente tá falando aqui. Os Estados Unidos
nem sabe essa essa e sobre os
biológicos, tá começando agora a falar
sobre biológico, né? Então assim, nós
estamos muito avançado e e aí nós
gostamos de bater no nos sabe qual é a
proporção de
se você o que tá acontecendo no estreito
de Ormus,
se continuar a gente não vai ter eh
insumo para alimentar 8 bilhões de
pessoas. Sem insumos agrícolas você só
alimenta 1 bilhão de pessoas.
Se continuar o est hormônio fechado, em
pouco tempo a gente não vai ter a os
insumos para você poder fazer a o
plantio. Olha a merda aí. E a gente não
produz, cara, a gente produz petróleo,
refina e não temos a fábrica e de
insumos derivados. Tem que comprar da
Rússia. Olha a merda aí. Não existe um
plano de desenvolvimento nacional,
Gláubia. Essa é a grande verdade. A
única coisa que a galera sabe é colocar
pilha para você destruir a nossa
indústria e agora você eh destruir o
agro. Existe coisa errada na nossa
indústria? Existe. Existe coisa errada
no agro? Existe. Mas a solução é
destruir tudo. Ou a solução. Você sabe
na China como é que os caras faziam com
no agro lá? Plantava arroz. Na mesma
plantação de arroz o cara criava carpa.
Do lado da plantação de arroz já tinha a
indústria acoplada ao arroz. O arroz já
sai ensacado, a carpa já sai enlatada e
os caras ainda botava caranguejo.
>> Caranguejo.
>> Sai tudo junto, já sai pronto.
Logística, resolve, resolve tudo,
>> resolve tudo. E o que que a gente quer
fazer aqui no Brasil? Destruir. Aliás,
esse é um grande problema de logística,
infraestrutura. O que que os os gringos,
apesar dessa coisa, porque o o cara que
é proprietário de uma área lá, não tem
essa de vou deixar 10% pra sociedade,
como nós temos aqui, ele planta tudo e
[ __ ] né? Se quiser que eu mantenha
10% da tua propriedade, da propriedade,
o governo americano tem que pagar, tem
que pagar para isso, tá? É isso, porque
é dele. Exato.
>> É dele. Por que que eu tenho que fazer
pra sociedade? [ __ ] no Brasil não.
No Brasil tem que manter de 20,
>> paga o imposto, paga tudo, tá?
>> Então são esses caras que nós estamos
atacando. Agora eu cheguei lá, que
acontece, você não roda com um caminhão
mais que 50 km, você tem uma ferrovia.
Aí da ferrovia você leva para uma
hidrovia. Você vai pro rio Mississippi e
tem barcaças gigantes levando os grãos
para serem exportados pelos portos. Isso
chama-se infraestrutura. Aqui a gente
não consegue ter uma estrada de ferro.
>> Não, você não vai ter. O Brasil nunca se
desenvolverá se você não rasgar o Brasil
inteiro com estrada de ferro de ferro.
>> Se você não rasgar a estrada de ferro
inteira e se você não tiver energia
elétrica no Brasil, você não vai eh
solucionar o problema do Brasil.
Inclusive, tu vê, por exemplo, a nossa
própria energia nuclear.
A energia nuclear é no Brasil é um dos
nove países que detém tecnologia, um dos
cinco que fazem o melhor enriquecimento
de urânio. Temos urânio para [ __ ]
>> [ __ ] nós temos
>> e nós não [limpando a garganta] temos
uma urânio BRAS. Poderíamos ter uma
urânio BRAS abastecendo a América Latina
inteira. Então veja, nós temos o no e
por que que não é feito? Porque a gente
fica nessa eterna guerra de direita e
esquerda, aonde um acha que a energia é
malvada e o outro não quer que o estado
assuma e aí fica nessa [ __ ] e você
não tem um plano de desenvolvimento
nacional para desenvolver energia
barata, elétrica, e você rasgar o Brasil
inteiro com ferrovia, desafogando as
rodovias, produzindo melhor. Não faz
sentido. O que que a China faz? A China
tá fazendo uma uma ferrovia por dia,
velho.
>> Porque ela não fica nessa gara. Nossa,
essa essa pior coisa que aconteceu e eu
acho que isso é muito ensuflado lá por
fora, tem muita muita ONG lá de fora que
gosta dessa guerra que tem aqui. Essa
coisa de direita, esquerda aqui só fodeu
o nosso país. A oide patrocinava a
direita e a esquerda. E aí você fica o
tempo inteiro nessa briga ao invés de
desenvolver o Brasil. O Brasil não tem
um plano desenvolvimento nacional. Um
plano desenvolvimento nacional precisa
de ferrovia e energia elétrica. Senão
você não escua produtos a preços
baratos. senão você não vai produzir, se
você não tem um plano de desenvolvimento
nacional, você não produz ciência. 95%
da produção industrial brasileira, que é
brasileira, da ciência brasileira, vem
das entidades públicas. Só que você
precisa de pedir um certo arrego.
>> Hum.
>> O que vem de fora para você continuar
produzindo. Você não vai produzir
energia até para você produzir uma nova
Angra de energia [limpando a garganta]
nuclear, você fica sujeito a à sabotagem
do exterior. Porque aí a galera começa
fazer igual fizeram com o petróleo da FO
da bacia equatorial. Bota pilha na
galera
>> através de ONGs para espalhar pro
pessoal. Olha, vai ser destruição
da voz da mentira, criou essa pilha. Ao
invés da gente já está explorando esse
petróleo e transformando isso nas nossas
matrizes energéticas em matrizes limpas,
não. A gente simplesmente nega as nossas
indústrias, ao invés de educar as
indústrias, a gente proibiu a indústria.
Aí você compra da China, onde poluiu. Aí
o que que a China fez? pegou. Ó, eu
poluo aqui, mas aos poucos eu vou
>> eu vou mudando e fazendo uma coisa
melhor. Tanto é que eles estão aí com os
carros, meu irmão, você não compete com
os carros chineses, velho. É impossível.
A a o pessoal da da Mercedes foi pra
China, viu lá a produção da Bid, voltou,
falou: "Ó, a gente não tem como competir
com esses caras. É,
>> os caras produzem tudo da do pneu, da
terras raras, que o Brasil inclusive
é o segundo ou terceiro maior é país que
produz terras raras. E a gente que tem
terras raras, a gente não sabe produzir.
Colônia, continuamos colônia.
>> Bom, mas é isso que eu falei, cara. Olha
só, é país desenvolvido travando um
país, né?
>> Mas aí falta nacionalismo, falta
nacionalismo pra gente. A gente é
cachorro vira lá, tá pra caceta. Por
isso que eu te falei, falta
nacionalismo, falta plano nacional.
Precisa, Henrique, a gente precisa,
irmão, vamos desenvolver o país em 20
anos e não é destruir tudo, cara.
>> Mas o que que a gente tem? Vamos
destruir o agro. Ah, o agro é malvado,
poluiu, acaba com agro. A indústria é
malvada, poluiu, acaba com a indústria.
Não é melhor a gente transformar as
coisas e melhorando?
>> Não. E pior que ficaram pautas que de
direita e esquerda. Então, meio ambiente
é de esquerda, eh, agro é de direita e e
ficou essa guerra. Sabe? E sabe o que a
que nessa a gente não tá enxergando? No
Pará, por exemplo, em Rondônia tão sendo
desintrusadas famílias de gente simples
e pobre do agro, tá? Não tô falando de
gente milionária, tá? Esses estão muito
bem instalados. Tô falando de gente
simp. Por quê? Porque você tem uma
unidade de conservação, o cara tá
morando 40 anos próximo a unidade de
conservação, de repente a unidade de
conservação expandiu em cima da área que
o cara tá morando há 40 anos. Ele tem
título até do Incra e ele não e ele eles
são obrigados a tirar tudo, tira o gado
do cara, queima a casa do cara. Meu, é
um negócio assim cruel. Isso tá
acontecendo hoje em dia no Brasil, cara.
E esse é o agro de gente simples, de
cara que tem 50 cabeças de boi, 100
cabeça de boi, gente pequena, não é
gigante, sabe? que tá acontecendo. O
agro não é só de gente. O agro vai desde
o do do cara que é um assentado. Isso é
agro até o cara que é um grande tem uma
grande fazenda, né? Um grande
proprietário de teras, um grande
produtor. É tudo agro. Então assim, a
gente tá vendo isso no Brasil, é muita
tristeza, cara. Eu eu eu viajei para
Pará, fiquei assim horrorizado com o que
tá sendo feito em nome do do meio
ambiente. Aí eu fico assim, pô, até os
próprios indígenas falaram, nem a gente
nem queria esse que expandisse nossa
terra para cá. Então eles seam bem com o
os os os produtores que moram ali
próximos. Aí aumenta a terra indígena em
cima, trató em cima dessas pessoas que
estão lá. Então pelo menos cuida dessas
pessoas, dá uma outra condição, leva
eles para outro lugar, sabe?
>> E o detalhe que dá para dar as mãos, tá?
Dá para dar a mão do agro com meio
ambiente, dá para dar a mão com a
indústria. Aliás, se você não fizer
isso, o Brasil não se desenvolve. Você
simplesmente precisa que o agro se
industrialize e você precisa utilizar a
o meio ambiente como uma espécie de
selo, porque eu tenho certeza que uma um
local, uma fazenda que vende gado e que
respeita a sua floresta vende mais e
vende mais caro.
>> É a fazenda roncador. Fazenda roncador é
a maior fazenda do mundo de de proteína
animal, né? tem o maior rebanho de gado
do Brasil inteiro. Eles perdem para onça
pintada 100, 1300 cabeças de gado todo
ano. Faz a conta, multiplica por 4.000
por baixo, tá? Só para você chegar os
números do que eles perdem. Eles não
matam uma onça. Eles têm lá um
compromisso com isso. Eles têm um selo
na carne deles que eles põem e eles
vendem a carne dele. O mesmo contrafilé
que os outros estão vendendo a R$ 40 o
kg. Eu dei car era 80. Por quê? Porque o
selo da onça pintada, da perereca azul,
do índio e tapachana. E aí isso dá eles
um credenciamento, eles eles conseguiram
transformar um problema numa vantagem.
Isso, o grande, né, consegue fazer isso.
O pequeno a gente tem que subsidiar
mesmo, porque o cara, o cara vai matar
uma onça, se ele tem 50 cabeças de gado
e perde 10, ele vai matar a onça. Ele
não suporta isso. Esse a gente tem que
ajudar ele a repor. Agora eu te
pergunto, onde tá esse monte de dinheiro
da Noruega e da Dinamarca? Vai para
onde, cara? Para consultorias, é isso?
Ou vai, não deveria ir para ajudar
realmente o meio ambiente? Então eu
tenho visto a pasta do meio ambiente há
40 anos no mesmo chororô de sempre, nas
mesmas brigas, impedindo o Brasil de ir
pra frente e não resolvendo os
problemas. A gente perde floresta porque
a gente não dá título para pessoas para
poder cobrar isso. Aí você abre as os
caras as grilagens que estão ocupando
porque não tem CPF, então eles abrem,
leva o gado que aí depois tira o gado,
abre floresta, não tem CPF, não tem
título, tem um monte de lugar no Pará.
Então os caras tem tem que dar título
para você ter um CPF para o o satélite
pegar e poder cobrar de quem tá fazendo
ilegalmente.
>> Você falou Noruega aí e vale do lembrar
que os caras cobram da gente para
caramba, né? Só que o ouro ilegal vai
para lá, madeira ilegal vai para lá.
>> É quem compra.
>> As ilhas Faroé, desculpa, na Dinamarca
são as ilhas Faroé todo ano
culturalmente matam centenas de
golfinhos e baleias. Piloto, tá tudo bem
porque eles podem, pô,
>> são desenvolvido
>> aí.
Então, então assim, então eu não entendo
isso.
>> É porque nós nos comportamos como
>> porque a gente permitiu isso e porque
tem gente ganhando em cima do problema.
>> É a indústria do cancelamento, na minha
concepção, porque pros caras é melhor
eles ganharem dinheiro ou se eleger como
político eh querendo destruir o água ou
querendo destruir a indústria. Ele se
elege como político, se elege.
>> Alguém sempre tá ganhando em cima do
problema, não quer ver os problemas
resolvid. não quer, ele não tem solução
do tipo, pô, pera aí, mas o que que você
acha que você pode? O que que tá ruim no
agro? Beleza, vamos fazer então melhor,
pô. Vamos, vamos tentar aqui, vamos
reindustrializar isso aqui, vamos fazer
uma coisa.
>> Destrói, acaba.
Foi o que foi feito com a nossa
indústria, velho.
E isso solucionou nosso problema, não
solucionou o problema da China, porque
as indústrias foram todas para lá,
velho. E agora a China vai dando uma
lição, porque eles têm dinheiro de
transformação da indústria numa energia
muito mais limpa. Os caras estão fazendo
melhor e mais limpo do que a gente,
>> irmão. Essa eu conversei muito com
militares aqui que tiveram anos e anos
lá em em Roraima, [roncando] Amapá. E já
conversei com generais, com coronéis e
sempre foi me passado, né, por eles a
experiência deles e que essa expansão em
área indígena nada mais é do que um
projeto, né, de tomada ali da nossa
Amazônia. Então, [ __ ] quando você
pega, colocam a reserva indígena, mas
ali dentro tá cheio de ongs
internacionais.
>> Você sabe que eu tenho problemas sérios
com pirate. Eu odeio ONs, cara. O cara
faz pirataria ali, [ __ ] né? Do
>> não e nunca foi biologia da da
>> Eu odeio inclusive tô sendo processado
por on
e tudo que que eles vão tirando dali,
fazendo estudos, desenvolvendo as
coisas. Então eles vão tomando a terra.
>> Você não acha estranho? Você não acha
estranho uma ONG com 100 haares
>> no local aonde tem mais não, 1000 haar
no localonde é riquíssimo em terras
raras no Brasil? Então, mas aí a você
tem
você tem um subs você tem um subsolo
rico, cara, que você nunca vai poder
vai ficar ali porque tá tá demarcado e
as ONGs vão usando. O é um câncer no
Brasil ONG. A primeira coisa, o Bras o
Brasil precisa se livrar de ONGs,
precisa se livrar, tem que ter um grande
reset das ONGs. ONG no Brasil, ela
recebe dinheiro de fora com instituições
como Instituto Ford, o Side, que fazem
com que a gente fique nessa eterna
[ __ ] de brigando direito de esquerda,
que fazem com que a gente não tenha um
plano de desenvolvimento nacional,
projetam nas pessoas ideias que não
funcionam, fazem uma indústria do
cancelamento e ganham dinheiro do
governo paraa caceta, inclusive com
emenda parlamentar e por aí vai. Asís,
existem ongérias, OK, existem, mas na
minha concepção tem que ter um grande
reset, tem que zerar tudo, ó. Nenhuma
ONG ganha mais merda nenhuma.
ONG que se mete com política, onga que
se mete tentando fazer e sabe lavagem na
mente das pessoas. Essas on tinham que
ser todas proibidas, todas, todas, desde
os, tudo zerada. Aí agora vamos rever as
ONGs. CPI de ONG. ONG tá aí para
destruir o Brasil. Não teve, pô.
[risadas] CPI das zones.
>> É, teve, mas não. Aqui nunca chega nada
ao final.
>> [ __ ] a CPI do
caras acabaram, [ __ ]
>> 99% das zongs é para destruir o Brasil.
Simples assim,
>> para travar o Brasil.
>> É travar porque é financiado. Nunca foi
pelas florestas, pelos animais. Gostaria
que fosse. Você acha que os líderes
europeus vem aqui, Macron vem aqui olhar
as florestas, cara? Ó que preocupação
com a floresta. Cuida da sua. Ele tem
uma aqui, a Guiana Francesa, cuida da
sua aí, entendeu? Agora eles vêm aqui
porque aqui o Brasil vem travar
processos. É preocupante. O Brasil não
tem como competir com o Brasil. Não tem
como competir com o Brasil. Nós temos
três safras por ano, cara. Os caras têm
um.
>> Não. E outra coisa, a ONG no Brasil
trabalha como o estado. Eu, por exemplo,
tô sendo processado por ONG. Ela tá
trabalhando como estado, ou seja, eu não
posso fazer uma crítica. A ONG eu recebo
processo, ela está funcionando como um
poder paralelo. Por que que a ONG não
pode receber uma crítica se ela é uma
instituição hipoteticamente pública,
assim como eu posso, sei lá, fazer uma
crítica ao SUS, posso fazer uma crítica
a qualquer coisa. Então não posso fazer
uma crítica ON
>> ela tá funcionando como poder paralelo e
o Brasil tá aceitando isso, velho.
Processar eu até acho que ela tá no
direito agora. Ganhar não deveria, né?
>> Olha só, quando você é uma instituição,
não, quando você é uma instituição, você
tem que estar muito mais aberto a
críticas do que uma pessoa física. Uma
coisa é eu fazer algo a você que você
não concordou, é você abrir processo.
Outra coisa é ver uma instituição de
interesse público, por exemplo, um
elefante, e você tomar um processo
porque você fala: "Olha, eu acho, eu
discordo disso aí. Isso é um poder
paralelo. Graber,
>> não entendo, irmão. Eles estão usando a
máquina do estado porque eles sabem que
o estado tá contaminado ideologicamente
e eles têm influência no estado. Porque
assim, se o cara te processa e toma
invertida no judiciário justamente
porque foi só uma crítica, beleza. O
problema
>> mas mas qual é a invertida? A invertida
do tipo, o processo não continua.
>> Sim, mas ele vai pagar as custas do
processo, vai gastar dinheiro, não vai
ganhar [ __ ] nenhuma, vai pagar
pagarência. para pagar sucumbência.
Exatamente. Qual é o problema? O
problema é que muit das vezes o
Ministério Público entra na ação
para defender eles.
>> Porque o Ministério Público tá
totalmente também ali contaminado.
Ideológico.
>> Já se supõe que eles são caras
bonzinhos.
>> E aí você vê coisas como, por exemplo,
macaco Black saindo do zoológico de
Sorocaba. Você vê coisas como o
Ministério Público de Sorocaba aceitando
o laudo do cara que nem foi lá no
zoológico.
>> Não, olha só história para tornar isso
mais, porque às vezes essas coisas que a
gente fala estão muito fora do dia a dia
das pessoas da 87% do dos brasileiros
moram em áreas urbanas, às vezes fica
muito fora. Mas vamos vamos transformar
isso numa coisa que todo mundo cachorro
gato, que é bem bem tangível, porque
todo mundo sabe, tem, né? É uma coisa
fácil, né? Então você vê, olha como a
gente hoje protege as ONGs e as
instituições. Eu vejo um monte de
delegados, teus teus parceiros e amigos
chutando porta de criador de cachorro.
>> Uhum.
>> Tem muita que realmente não tem que
existir. Beleza. Agora tem algumas que
eles chutam que, desculpa, tá muito
melhor do que 99% da dos lugares onde
tem cachorro com os protetores e onges
que cuidam dos cachorros. melhor do que
99%.
Eu eu sei porque assim, eu atuo isso
diretamente, tem um hospital
veterinário, a gente construiu num num
ônibus, é, e fazer atendimento gratuito
para ONGs. Eu vou dizer uma coisa para
você, cara. A gente tem que mudar essa
política. Não tô condenando o protetor,
acho que a gente tem que mudar, tem que
ter um, tem que ter a o pau que bate em
Chico, bate em Francisco. Então assim,
eh, se a gente pensar em bem-estar
animal,
essas ONGs não tm bem-estar animal tanto
quanto esses criadores de meia boca
também não tem.
Então a gente tem que rever e começar a
conversar, fechar os criadores de de
meia boca que não que só pensam em
ganhar dinheiro e esses não têm
bem-estar animal e entender quem é que
pode ficar aberto do outro lado. Mas eu
nunca vi um delegado chutar uma uma
porta de uma ONG e tem muito ma muito
muito maus tratos lá. Ibama, nem o
Ibama, nemama, nem ningém,
>> nem o Ibama, nem o Ibama.
>> Eles vão nos lugares onde o cara vende o
cachorro, onde o cara e não tô, tem
muitos carregamentos que tem que fechar,
mas assim, tem muita onda que tem que
fechar, por que que ninguém chuta a
porta desses dessas ongas? Então assim,
existe uma comoção no judiciário que
apoia isso. Existe uma como uma, sabe,
uma uma uma
coisa de de e colocar essas pessoas como
pessoas uma medalha no peito. Ai,
coitado, tá fazendo o que pode.
Desculpa, o cachorro não sabe isso.
>> É,
>> o cachorro pergunta, ele não sabe se ele
tá sendo adotado ou comprado, ele sabe
se ele tá sendo bem tratado ou
maltratado. Ponto, né? E então a gente
tem que ser justo, cara. A gente tem que
ter políticas novas que realmente botar
esses caras, realmente ver quem tem
condição de ficar aberto ou não.
>> E a ONG recebe grana, [ __ ] Quanto mais
cachorro tem, então é é o negócio. As
onges recebem, mas quem se [ __ ]
desculpa, são os protetores, porque os
protetores estão fazendo de tripa
coração o que podem,
>> tira do próprio bolso, não tem, tira da
própria prato de comida para dar por
coisa e não é suficiente. Não é
suficiente.
>> Olha só, GL, sabe o que acontece muitas
das vezes com essas? Primeiro tem que
levar em consideração aqui protetoras
que tiram do próprio bolso,
principalmente as tiazinhas que vão lá,
pegam o gatinho e ela tenta tirar do
mesmo. Essa não recebe dinheiro nenhum.
Nenhum.
>> Mas vamos pegar aqui o caso de cachorro
comunitário. Inventaram cachorro
comunitário. É, é como se você pegasse,
por exemplo,
é do tipo
>> todo mundo cuida.
>> Favela.
>> É o cachorro vila lata, [ __ ] que tinha
na minha época lá. Mas que o bairro
cuida, que o bairro cuid. cachorro
abandonado. É, sabe como é que funciona?
Funciona assim.
>> Cachorro vilar.
>> É cachorro abandonado.
>> Só que aí
>> pega um desses delegados que chuta a
porta e que se elege para ver deputado.
Esses caras vão lá, pega um saco de
ração, tira. Porque se você dá um prato
de comida pro mendingo, você tira foto
para botar no Instagram que tá fazendo
isso, você não faz isso que é feio. É
feio. Você tá ajudando os outros por
interesse. Mas cachorro, cachorro tu
pode fazer. Tu vai lá, comprou um saco
de ração, tira a foto, joga lá, acumula
roedor, acumula
>> pombo, rato,
>> pombo e aí ele sai como bonzinho e ganha
e tem gente que aplaude. Aí inventar a
ideia de cão comunitário. Cão
comunitário não existe, é cão
abandonado.
>> Pois é, pô.
>> Ataca as pessoas.
Aí todo mundo é dono. Se derruba derruba
uma motocicleta e o motociclista morre,
não aparece o dono. Se ataca e mata uma
criança, não aparece o dono,
>> né? que é o é é o caso lá que aconteceu
com o cachorro orelha. Foram lá e mat
cachorro comunitário tá sujeito a matar
uma pessoa e a morrer, a enfiar a cabeça
embaixo de um carro. Tá sujeito a maus
tratos, como aconteceu com cachorro
orelha, tá sujeito a comer veneno, como
acontece o tempo inteiro que o pessoal
faz aí. E aí todo mundo acha isso
bonitinho. Então a ideia eh para a ideia
é resolver o problema e não viver do
problema. Só que essas ONGs elas querem
viver desse problema. Entende a
diferença, Cláudo? Ele quer viver do
problema. Então eles estão adorando essa
ideia de cachorro comunitário. Ao invés
de resolver o problema, que é do tipo,
pô, então vamos pegar a ONG séria, então
vamos pegar instituições sérias e as
instituições participarem de digitais.
>> Eu tenho vido muito caso, isso eu tenho
visto muito casos de onges estão
funcionando de de desculpa canis que são
terceirizados por prefeituras que
recebem verba, que não sei o quê. que tá
tudo organizado, bonitinho, tem
veterinário, tem, porque assim, tem que
ter, tem que ter boa alimentação em
qualquer o se o criador, eu não sou
contra nemhuma coisa, nem outra, tem que
ter o criador, tem que ter, ele tem que
ter e bem-estar e comida, água, eh, uma
área mínima pro cachorro, ele precisa
ter assistência de veterinário. E a essa
[risadas] essas ongas que promovem isso
também é só tirar o cachorro da rua e
jogar em algum lugar e falar agora veja
e, né, e gostam de mostrar isso. É um
desserviço, cara. Isso, isso é tão Eu
surgiu uma aqui,
>> mas aí o problema você vai ser
crucificado. Sabe por quê? Porque você
vai resolver o problema.
>> É.
>> E aí as pessoas querem viver desse
problema.
>> Tem como solucionar?
>> Verdade. Brasil. Eles vivem do problema
da pobreza, do problema.
>> O que o Richard tá propondo resolve o
problema.
>> Tem solucionar. Tem como solucionar?
>> Só que aí se ele resolver vai ser
atacado, porque ele quebra o esquema das
ongas, velho.
>> Tem quear. Tem como solucionar.
>> Mas gente, na boa, assim, cara, desculpa
aí se eu tiver falando uma besteira,
ignorância da minha parte.
Mas [ __ ] realmente precisa toda essa
energia, toda essa atenção, um nome
bonito para um cachorrinho que tá na
rua, que sempre existiu essa [ __ ]
irmão. [ __ ] eu não lembro lá em São
Gonçalo um cachorrinho ter feito mal pra
gente aí, aquilo mudasse alguma coisa na
vida. Tinha um cachorrinho lá, irmão, a
gente ia lá, brincava, dava uma
comidinha. Agora, [ __ ] não, agora tem
que ter o espaço, tem que ter o
veterinário, tem que ter a comidinha,
tem que ter isso, [ __ ] Mas a gente não
tem problema maior que isso
>> não. Mas eu acho que a gente tem, nós
temos vários problemas e nós temos que
solucionar esse problema. E não tá, nós
temos que ter um cadastro cachorro Vila
Lata no Brasil. Esse é o Brasil ideal.
Tem cachorro vilata.
>> Olha só, a ideia do Richo é o seguinte.
Se você propõe eu só tô dizendo, irmão,
que
>> se você propõe editais e regulariza,
sabe o que acontece? Toda a prefeitura,
toda prefeitura e todo o governo do
estado tem um vereador, um deputado da
causa animal que mama dinheiro paraa
caceta.
>> Sim.
>> E o din e os cachorros e gatos de rua só
aumentam. E enquanto isso, enquanto
isso, as protetoras de verdade tiram no
próprio bolso.
>> É, os caras estão tirando os cachorros
de criador e estão deixando os cachorros
na rua. Não resolve, cara. O problema
continua, entendeu? Então assim, o que
nós precisamos, nós precisamos fazer
igual nós tem o o o IBAMA tem eh um
cadastro nacional de animais silvestres
e exóticos que tão, né? Ele tem, nós
temos um cadastro nacional hoje. Se você
vende uma arara, por exemplo, de um
criador legalizado, eh, o existe um
sistema integrado que o Ibama sabe que
esta arara existe. Essa arara nasceu
porque o criador deu e entrada nela, ela
nasceu e ela tá e agora sendo vendida
para Jé, não sei com CPF, tal, se sabe
aonde o destino, onde foi, tem tudo. Nós
precisamos fazer isso com cachorro e
gato, um cadastro nacional. E isso você
vai falar: "Ah, mas como é que você vai
conseguir? Todo cachorro tem que ser
microchipado. Ah, mas quem que vai? Vai
ter gente que não vai microchipar. Bom,
primeira vez que o cachorro passa num
veterinário, o veterinário por obrigação
tem que verificar se esse cachorro tem
microchiping. Se não tem, ele é obrigado
a informar. Olha que coisa simples. Você
já come, você já começa a sistematizar
isso. O cachorro
>> problema do dom, o don tem que pagar.
>> Você vai ter, ele tem um microchip. Nós
vamos saber todos os cachorros, quem é,
onde estão e como estão no Brasil. Vai
levar um tempo fazer isso. Vai fazer,
mas nós temos, nós fazemos isso com
silvestres. Nós temos que fazer a mesma
coisa que
>> o Silvestro não vai pro setas.
Silvestre não vai pro setas. É,
>> deve. Eu não sei. Vai pro set vai pro
setas. E do setas vão pr para
reintroduzir. Aliás, eu queria dar os
parabéns. Desculpa. Que reintrodução
bonita de tucanos fizemos na casa do
Galhaço.
Você viu? Você chegou a ver
>> os tucanos que soltaram.
>> Que coisa bonita. Isso é reintrodução.
Que top. E eu queria dar os parabéns a
quem tocou essa reintrodução. Pegaram os
tucanos que não estavam voando,
obviamente, essa vergonha.
Abriram a caixa do bicho. O bicho saiu
assim, cai já caiu no chão porque não
conseguia voar. Isso é reintrodução.
Isso é reintrodução.
>> Não, jogou o bicho lá. Inclusive,
inclusive tem que tem que dar o braço a
torcer o Galo. Gal ver com isso. Ele tem
uma área até bonita lá. Não sabe. Tem
uma área maneira ele. [ __ ] bota aí o
bicho aí. Foi feito lá,
>> mas o jogou a mão da ceta,
>> foi feito lá, foi feito por técnicos.
Quem errou foi técnico
>> e foi aproveitar
pr para poder dar
>> não, porque é muito mais bonito. Só que
bonito para quê? Você tá condenando
cara, na verdade eu nem sabe o que que
eu acho, na verdade nem foi isso. Na
verdade, é que rotineiramente, todos os
dias é feita a moda [ __ ] mesmo. E
dessa vez foi filmada.
>> É, foi isso. Porque era galiaço e que
tomou proporções. É feito isso direto.
Pega-se aves e simplesmente soltam. Por
quê? É, é, como é que, como é que é o
nome? É uma eutanásia ecológica.
Eutanásia ecológica. Simplesmente você
pega o bicho e joga lá o bicho. Porque
uma reintrodução, ela depende de
acompanhamento.
>> Mas vamos lá. Eh, deixa eu voltar no
papo do cachorrinho. [risadas]
Vamos lá. O Brasil discute, né, a
questão da invasão do Estado sobre as
pessoas, né? Tu elogiou a China, né? Mas
a China tem vários controles, né? Vários
mecanismos de controle na vida. Mas ela
ajuda a sua população,
>> ela não pode com impostos que pagáveis,
ela eleva o nível. Eu eu vou eu vou
compreender isso porque isso de fato
eles estão desenvolvido e nós
continuamos aqui, né, sendo o tempo todo
escolachado pelo próprio governo, né?
Então assim, o governo, [ __ ] tira o
dinheiro do nosso bolso, mete no bolso
dos políticos e não devolve nada pra
população. Então o imposto no Brasil é
um escolaço. Você não consegue ver o
valor do teu imposto na vida social, né?
>> De volta. É, eh, seja infraestrutura,
seja, eu pagaria 70% do meu salário de
imposto se eu tivesse tudo de
>> todas as empresas estatisão,
pagaria se eu tivesse saúde gratuita, se
eu tivesse segurança gratuita, se eu
tivesse eh trabalho digno para todo
mundo, emprego para todo mundo, ninguém
passando fome, segurança, [ __ ] velho,
quanto que você gasta com segurança?
>> Melhor o estado tirar menos do seu bolso
se você
atividade privada trabalhar e tal, né?
Um modelo. Esse é um modelo.
>> Não, se se ele tirasse menos do nosso
bolso para botar no bolso deles, porque
você não vê um direcionament.
>> Eu tô fazendo um suporentamento. Se eu
pagasse mais e recebesse de volta, eu
não me importaria. O problema é eu pagar
e não receber.
>> Tudo bem. Mas aí vamos lá, irmão. O
[ __ ] até perdi o raciocínio. Eu tava
falando aqui,
>> tu já vai virar comunista nessa [ __ ]
Já tô vendo.
>> Tava falando da China. Eu entendo lá.
Mas a a invasão do do
>> do estado sobre o indivíduo, né?
>> Sobre o indivíduo, sim. Cara, cadastrar
o CPF de todos os bichinhos,
automaticamente já não tá cadastrando do
dono também. E e você não tá porque
>> então não tenha bicho, pô. Tem que ter
responsabilidade.
>> [ __ ] se você pega a arara, se tu pega
o tucano, se tu pega o animal silvestre
ali, é uma coisa. Agora o pet, irmão,
>> o cachorrinho guar é o pet.
>> Não, tudo bem, eu já sei disso.
>> Vamos criar tucano.
>> Qual o número de brasileir? Eu vou com
tucano atrás. Qual?
>> Vamos lá. Qual o número de brasile? de
brasileiro que tem que tem pet hoje no
Brasil. Temos esse número, essa
estimativa?
>> Putz, tem que
>> acho que tem mais cachorro e gato do que
a gente. Dá uma olhada aqui rápid. Tô
sem celular só tá no chão, cara.
>> Eu eu diria, cara, vamos lá. Vamos.
Talvez esse número passe aí do quê? Duns
50 milhões de brasileiros.
>> Ah, que tem pet,
>> provavelmente, irmão. É muita gente.
>> E aí, vamos lá. Aí eu vou cadastrar,
[ __ ] 50 milhões de pet, 50 milhões de
brasileiro.
>> Vai, vai.
É, [ __ ] E o estado vai
>> 150, 160 milhões de animais de
estimação.
>> Que isso?
Brasil. É Brasil. É isso. É isso aí. Mas
vamos fazer isso. Não cadastramos 250
milhões de brasileiros de brasas. De
brasas. Vamos fazer isso, cara. Qual o
problema, cara?
>> Todo mundo tem CPF. Você quer dizer
isso? Todo mundo tem CPF.
>> Animal de estimação.
>> É um microchip, cara. Eu tenho um
microchip aqui. Eu instalei um
microchip.
>> Já [limpando a garganta] tá comunista. É
uma merda, velho. Já tá chipado da
China, ó.
>> [risadas]
>> Então, microchip, cara, e um cadastrem
um sistema, mano. Não, então vamos lá.
Esse projeto que tem na China, né, que
inclusive lá tem um crédito social, tem
um monte de coisa,
>> eles vão controlando o indivíduo o tempo
todo, pô.
>> Então, por exemplo, criticou criticou a
pauta ambiental do país. Eu eu critiquei
eu critiquei a pauta ambiental processo,
pô. Perdeu o crédito. Não, você não pode
criticar. Você você consegue criticar o
governo brasileiro aqui
>> sem levar uma represária?
>> Não é?
>> Consegue.
>> A gente corre risco, né?
>> Tu anda na rua.
>> Então eu Mas qual a diferença? Lá também
você não pode, mas lá eles pegaram a
classe baixa e levaram pra média. Aqui a
gente pega a classe média e leva para
baixa. Que eu sou mais lá, então já que
é para viver assim. Agora esse modelo
que você tá dizendo, eu eu concordo
plenamente. Eu acho que o estado tem que
ser pequeno e o resto a gente resolve.
Eu sou desse, eu sou desse modelo, mas
se for para um modelo, para alguém ficar
cuidando da nossa vida, como cuidam aqui
no Brasil,
>> que cuide bem, então, e não quer [ __ ]
você o tempo todo com o imposto, fazendo
que e e sabe quem [ __ ] [ __ ] com a
classe média, [limpando a garganta]
porque nós não podemos, nós vamos fazer,
nós vamos para onde, cara? O pouco que a
gente tem que tá enterrado nessa [ __ ]
desse país. O rico foi embora. Meus
amigos ricos estão no Paraguai, pai.
Acabou. Meus amigos ricos foram paraos
Estados Unidos. Os artistas com dinheiro
tão com casa na em Los Angeles. Direi
que o Paraguai seria [ __ ] essa opção,
né,
>> [ __ ] Entende? Então assim,
>> poucos anos você transforma o país igual
o Paraguai numa opção.
>> E o Paraguai vai arrebentar a boca do
balão. Vocês vão aguardem para ver o
Paraguai. Aguardem. Aguardem para ver
nível de investimentos que estão sendo
feito lá. Indústrias estão se mudando
para lá. O Paraguai vai fazer a vez e
nós vamos ficar aqui chupando mais uma
vez o dedo. Eu a gente não quer isso,
cara. Tá errado. Tem algo errado. Se a
Amazônia é o lugar mais rico do mundo,
porque o menor IDH do Brasil tá lá. As
as fórmulas estão erradas. O índio não
quer mais apito não, cara. O índio quer
progresso. O indígena, né? O indígena.
Ó, ele falou o índio. Agora a gente tá
preocupado se é índio ou indígena.
[ __ ] não, não pode falar índio. É
indígena agora. É, não é politicamente
correto. E a gente fica nessa
preocupação de falar de se é índio ou
indígena e tá [ __ ] a vida dele, sabe?
Eu não posso mais falar cãozinho em Vila
lata porque é cão queitá.
>> SRD. SRD.
>> [ __ ]
>> SRD. Agora você é tutor porque
>> não pode falar dona tutor.
>> Tutor de cu errola.
>> Calou, cara.
>> É, se isso trouxesse algum,
>> quem alimenta o bicho sou eu.
>> Gente, eu sabe o que é importante,
>> quem cuida sou eu. E eu não posso falar
o
>> Você não é, você não é dono porque ele é
um animal. Ele tem a liberdade dele. Aí
eu te falo,
>> ah, ele tem a liberdade dele, então ele
pode fugir e mataré. fugido. Tu não vai
me culpar, então.
>> Mas aí a justiça vai falando. Ah, [ __ ]
meu irmão, o cão fugiu. A culpa é minha.
>> Não, ele quis ele quis liberdade.
>> A conta não feixa, irmão. É o topópico.
>> Ô Rexand, eu vou falar aqui uma coisa
que eu não posso falar no meu canal.
>> É, pode, fica à vontade. Pode, vai, vai.
Isso, isso, isso. [ __ ] o Glober. Vai. O
Glober não tem quase problema, irmão.
>> Não vai falar.
>> Tutor,
>> vai falar tutor,
>> [ __ ] Então, não vai falar. [risadas]
Só vai falar se tu falar no teu
primeiro, irmão. Tem criança lá, velho.
>> Aí, aqui não.
>> Aqui não. [risadas]
>> Não. Tá bom. Fala, cara.
>> Tutô de cu é rola.
>> Só isso, [ __ ] Eu falo muito pior no
dia de react cara. [ __ ]
>> mas eu penso, quando eu vou falar de
tutor, eu falo.
>> Sabe o que eu acho? os termos que a
gente, essa preocupação com
terminologias
que realmente não trouxeram um benefício
real, é só pra gente ficar essa
discussão, entendeu? Sabe, é tudo bem
indígena, beleza, ah, é tutor, trouxe
algum benefício, o que trouxe de
benefício pros cães e pros gatos a gente
chamar o dono de tutor? Pergunta pro
cachorro se ele
>> a veterinária, a veterinária proibiu
como nós não, né? Mas ele tem outro, mas
ele tem não, mas ele é, ele tem, ele tem
processos,
>> ele tem direito de escolha. Ele pode
dizer assim: "Não, eu não vou mais morar
na casa do Richar, eu quero morar na
casa do do Henrique".
>> Não, na verdade ele pode tomar essa
decisão,
>> entendeu? Ele pode tomar essa decisão no
momento, mas ele ele é guiado por outras
outros mecanismos diferentes do que nós
somos guiados, né? Porque ele é mais
basal do que nós, entendeu? Né? Nós
somos mais elaborados, né? E talvez seja
esse o nosso problema. Eu tô sem
pudores.
>> O cachorro é um ser humano sem pudores.
Ele quer cheirar lixira. Não. [risadas]
E cara, olha só,
ô
>> Henrique, o meu ponto é o seguinte,
irmão. Ô, ô, Richard, Henrique. Richard.
E cara, [limpando a garganta]
então o dono não pode ter
responsabilidade, [ __ ]
>> Porque então tu vai cadastrar só o
cachorro
>> e o cachorro vai fazer o que ele quiser
e você reclama com cachorro, não com
dono.
>> Eu vou te contar uma história rápida.
Ué, [ __ ] a conta não feixa, irmão.
>> Foram cinco veterinários em casa, porque
meus, eu tenho muito cachorro e eu
descobri que tem banco de sangue de, de
animais pet, que aliás é muito mais, tem
mais compatibilidade, é menos
criterioso, não tem mais compatibilidade
do que o sangue humano. Então, eh, eu,
aí eu falei: "Porra, tem 20 cachorro
comendo bem para [ __ ] aqui, né? Pode
tirar sangue dos meus cachorros para
fazer. Tô doando, sou o doador."
>> Foram lá os veterinários, estão não sei
o quê, com essa história, o tutor, né?
com esse papo de tutor. E aí os
cachorros meus são grandes, agora tem
uma pele que diz que não pode mais usar
a coleira, não sei o como é que você vai
segurar um cachorro de 60 kg coisa não
pode usar coleira. Fica todo mundo de
regra para inviabilizar.
>> Exato. Para inviabilizar. É em vez de É
melhor. É exatamente. E aí não pode
isso. Nossa, o cara, né? Cagando regra.
Eu falei: "Beleza". Falei: "Então vamos
tirar o sangue." Aí pegaram, puseram,
né, uma uma fcinheira no cachorro, dar
uma fcinheira no cachorro.
Quatro dela segurando o cachorro, pá,
fura aqui, fura aqui para tentar pegar o
sangue. Aí conseguiu acertar meia e aí
400 ml de sangue e o cachorro assim, ó,
tremendo e olhando para mim dizendo:
>> "Pô, vai fazer nada.
>> Pai, [ __ ] [limpando a garganta] por
tutor, meu tutor, por quê?" Aí eu deixei
rolar, terminou, elas falam: "Bom, pode
trazer o próximo". Eu falei: "Não, agora
vou ter que perguntar pro próximo se ele
tá a fim de ser doar sangue". Porque não
me pareceu
>> algo assim suave. Eh, eu acho que ele
prefere inclusive usar coleira do que se
sangue. Você acha que você perguntar
para ele vai perguntar, ele vai falar:
"Não, doar sangue não quero mais não. Me
faz outra. Põe a coleira aqui para mim.
Essa coleira aqui o enforcador do que do
que o sangue." Eu acho que eu prefiro,
entendeu?
>> E aí elas riram, riram? Ah, como assim?
Não, mas é é você que tem que dar
autorização, não sei o que. Eu falei:
"Então eu, o dono, o dono e aí voltei a
ser dono."
>> Aí voltei a ser dono, papai.
>> Não, mas o o consel,
>> entendeu? Não sou uma instrutor.
>> O conselho de medicina veterinária. Se e
se o cachorro faz alguma coisa, morde,
sei lá. Você é responsável,
>> você é responsável. Não pode botar uma
coleira no bichinho, mas pode botar a
focinheira e aí pegar nas quatro patas
dele a força. É,
>> você pode castrar o bicho e não pode
cortar a orelha.
>> É, [ __ ]
>> Não, não que a gente defenda cortar a
orelha, [ __ ] Desculpa. Ninguém tá
defendendo cortar a orelha porque é
estético. Às vezes nem é estético, às
vezes precisa. Existe um método, por
exemplo, olha que loucura, existe um
método chamado sed, que um cara chamado
Eduardo Pedroso que igual sou fã. Ele
ele é [ __ ] Então ele inclusive
contratado pelas próprias ONGs que fazem
um monte de coisa. Aí ele ele ele ele
vai lá, ele pega os gatos, ele ele ele
captura gatos de rua,
>> leva pr para dentro de uma clínica
veterinária, faz uma uma tipo de
castração super rápida que ele pode
soltar no dia seguinte já tá soltando
bicho no mesmo lugar que ele encontrou
em centros urbanos. Só que ele faz um
picotinho na orelha, que é um método
internacional isso, um picotinho na
orelha para não pegar o mesmo gato duas
vezes, porque senão, [ __ ] pega o gato
dua, já foi castrado. [ __ ] pro gato é
péssimo. Então, para ele vê que é o mês
que já foi picotado, ele solta na hora
porque já tá castrado. [ __ ] pauleira em
cima do cara. Não, porque cortou aqui
não sei o quê mutilação. Pera um pouco.
A gente pegou então vai sem veterinári
um pouco. Nós pegamos um gato, ó. Pera,
segue o meu raciocínio. Nós pegamos um
gato e estamos reclamando e dá um
picotinho na orelha. Nós levamos ele
para uma clínica para tirar as bolas
dele, castrar ele. Isso não é mutilação.
>> É. É.
>> Pergunta pro gato ou pro cachorro,
orelha ou bolas? E se ele falasse, ele
ia responder o quê?
>> [ __ ] Aqui minha orelha tá aqui. Vai.
Tá
>> aqui, ó. Então assim, a, então gente,
para com isso. É, é necessário ser
feito. Veja, esse é um picote que é
funcionário ser feito, não é para
estética,
>> para ele não ser castrado de novo.
>> Para ele não ser castrado de novo, para
ele não passar pelo pelo pelo stresse
ser levado para uma clínica e
descobrirem depois que abriu ele falou
aqui já tá. Pode botar um brinco ou uma
espécie ou eles arrancam, eles arrancam,
eles arrancam picotinho.
>> Isso faz parte do procedimento. Não tem
o menor.
>> Vem cá, rapidão. A mulher pode furar o
leiro e usar brinco. O homem também
>> não. Mas porque você decidiu fazer isso?
Porque você decidiu?
>> Car, irmão. Gato. [ __ ] merda, é gato,
[ __ ]
>> Não. E se você furar? E se você furar a
orelha do gato? Procura, mano.
>> Se você furar a orelha do gato,
>> ele regenera. E aí você não vai saber se
castrou o gato, entende? Por isso que
tem que ser um picote. Aí agora, ó, olha
que tu compreendeu?
>> Olha, olha que coisa louca é a parada.
>> Essa galera que legisla sobre isso, acha
crueldade. O cara dá um picote na orelha
para que o gato não sofra duas vezes. É
mutilação. E essa mesma galera acha que
a coleira no cachorro tem que ser
proibida. Aí eu pergunto, como você
contém um cão de grande porte? Cara, o o
lance não é o cachorro usar coleira. e
ser enforcado. Lance o tutor, entre
aspas, saber como lidar com essa
coleira. Então, do tipo, o Wagner tá
mostrando os cachorros dele, quando ele
pega a coleira, o cachorro fica louco
querendo botar coleira de qualquer
maneira.
>> É porque sabe que vai passear lógico,
[ __ ]
>> Aí o cara falar que você mal. Aí eu te
pergunto, essa galera não sabe o que que
é um belgaminoá? Essa galera não sabe o
que que é um fila, não sabe o que que é
um um cachorro de grande porte que não
vai ser parada com peitoral. O peitoral
estimula ele a ir mais paraa frente. Aí
perguntaram a um veterinário,
perguntaram ao biólogo, perguntaram a
adestrador se retirar a coleira é uma
coisa boa. Não. Simplesmente joga na
internet dizendo que olha, é é uma
>> tem uma pele, tem um projeto de lei
agora que quer tirar isso. Isso vai
fazer com que você vai aumentar n de
acidente.
>> Ó, tem um monte de gente no chat errada.
A moça aqui, ó, acabou de falar: "Meu
filho é assim também, não pode ver uma
colega". Não é filho, é, é, é tutor, não
é?
>> É teu tutor lá,
>> filho. Não, não, não, não, não, man.
Não, não, não. Tutor. Tem que falar
tutor,
>> [ __ ] [ __ ] não pode don, não pode
pai.
>> O conselho de medicina veterinária
proibiu o tá
>> o gato, mano. Saiu da tua barriga,
>> [ __ ] Tu é pai,
jogou esper, eu acho que, eu acho que a
gente confundiu o processo. Não, calma
aí. Você não pode não pode pai ou não?
Não é que a gente confundiu o processo.
O que acontece? Cachorro não é coisa.
Não é coisa.
tem sentimentos, etc. Tem uma série de
coisas, só que é diferente do ser
humano. Ele não é gente, tá? Não é
coisa, mas também não é gente. Ele é um
animal e cada animal tem as suas
prerrogativas e a sua forma de
entendimento e linguagem. Cada animal,
um cachorro para identificar uma um
outro cachorro, ele faz o quê? Ele
cheira o cu do outro.
>> É isso que um cachorro
>> ser humano podia fazer assim também.
>> Ele cheira o cu. Como é que você cheira
o cu do para saber se alguém para saber?
Você faz diferente. Então assim, então é
assim que o cachorro faz. Ele cheira o
cu do outro porque o cheiro é para ele a
identidade do outro. Sim. O
>> Facebook dele.
>> O Facebook dele. Ponto. Você quando tem
>> é o Instagram dele, pô.
>> Então assim, isso a gente vai provando
que que não é gente, não é. São pessoas.
Você tem lá um cachorro fêmea e o filho
dela, dessa cachorra fêmea, é um macho.
Se você deixar essa cachorra com o filho
dela, o filho vai comer a mãe.
>> Isso. Isso.
>> A gente faz isso na nossa sociedade,
>> não, pô.
>> Tem alguns que falam: "Mis, deixa lá".
OK. Eles estão mais aí a gente olha e
fala: "Nossa, que absurdo, certo?
Beleza." Então, então assim, gente,
>> não é seu filho, ele é o seu cachorro
amado e pode amar ele demais e tá tudo
bem. Eu tenho cachorro, eu eu falo assim
de cachorro que dorm em cama, eu tenho
um cachorro que que vai para minha cama
também. Eu tenho um cachorro em 1,300
que eh eu ten uma cabeça desse tamanho.
Eu tenho um chihua, é lindo com a língua
sempre para fora. O meu chihuahua vai
pra minha cama,
>> 1,300 adulto. Ele vai pra minha cama,
mas eu determino a hora que ele sai.
Aquela cama é minha e ele sabe disso. O
problema é que as pessoas levam o
cachorro pra cama e o cachorro é dono da
cama. Então nós perdemos isso. Nós per
gente, a gente perdeu. Você pode chamar
é seu filho? Você ama tudo bem, tudo
bem, eu entendo. Eu também falo, eu não
falei pai agora. Até Luía Mel chamou
atenção quando eu fiz a mesma que falei
das veterinárias e o cachorro tremendo
falava, olha e eu olhava para mim e
falou: "Pai". Ela falou: "Tá vendo? Você
também chama pai?" Aí meus filhos
também, mas eu não confundo. Eles são
meus cachorros e são animais. Ok? São
animais são filhos.
>> E você é dono deles, pô. Não,
>> ele é tudo eu.
>> [ __ ] é. Vamos lá. Então, eu sou um
fazendeiro.
>> Você pode chamar do que quiser. Eu quero
sou um fazendeiro e tenho mil gados.
>> Eu sou tutor de mil gados ou sou dono
daquele mil gado?
>> É dono, pô. Não existe tutor, velho.
>> Não, gente. [ __ ] o você pode ser dono
do caval cachorro. O cachorro entrou. O
cachorro entrou dentro da casa. Isso
mudou a forma. Você não tem um boi
dentro da sala?
>> Tá. Então, tenho,
>> peto. Pode ser dono dos outros bichos. O
o pet, o
>> se eu tiver se eu tiver lá um um lago
com peixe, menos, mais ou menos. Sim,
porque essa galera só tá preocupada,
>> fofouna só está preocupada com bichos
fofos,
>> fofos. Isso é muito importante.
>> Eles não querem saber de cobra, sapo,
jacaré, bode. É só
>> tenho porcos. Eu tenho porcos. Aí eu sou
dono.
>> Depende. Se o se o porquinho,
>> porque animal animalmente de produção,
claro, ele pode ser um fofinho. Aí ele
pode ser, depende, né? Se for um Duroc
não. Se for um Duroc não pode. Se for
aquele rosinha da da da
>> da Charlote aí pode. A gente tá muito
confuso. Lógica estética.
>> Não, a lógica assim para mim faz algum
sentido. A lógica [risadas] pode ser
essa. É animal de produção. É isso.
>> Não existe lógica.
>> A lógica é dinheiro, cara. A lógica é o
que que o cancelamento vai trazer de
mais dinheiro. Se eu for pra internet
brigar
>> ai descabelar e alguém mandar o Pix,
essa é a lógica. Olha, o grande negócio
é pegar um um porco [ __ ] levar para
dentro de um santuário, dar nome para
esse porco e aí começar arricadar PX.
Esse é o grande business. Conservation
as business.
>> Pode é cagar regra pros outros, né,
irmão? É ficar cagando regra como é que
tem que ser. [ __ ] eu não acho errado
resgatar um porco. Não acho errado. Eu
acho que eu acho ótimo. Eu tenho, por
exemplo, na minha casa porco que ninguém
nunca vai comer. Eu tenho boi pet na
minha casa. Eu tenho jumento que ninguém
vai nunca comer. É meu pet. Eu tenho lá
nunca vai comer.
>> Eu vou montar uma ONg para fazer resgate
e peru de Natal e e cerveja que levedura
também é servivo.
>> Hum.
>> No Natal hoje vai montar essa ong
>> nós três quando tiver perto do Natal. Eu
também.
>> Você também. Aí a gente vai lá e
resgata,
>> resgata cerveja porque
>> leveduras estão sendo maltratadas.
>> Hum. Resgata Leitãozinho.
>> Aham.
>> Resgata também o
>> Não, mas fora a piada, fora a piada tem
algo sério que eu vou te falar e que vai
te chocar,
>> por favor.
>> Eu sou pré-candidato, pré-candidato a
deputado federal. E esse cara também,
ele é um cagueta, hein, velho.
>> E a Não, e é a é o primeiro podcast que
a gente resolveu, porque a gente tava, a
gente mesmo fica chateado com a gente
mesmo, sabia? Às vezes eu tenho vergonha
de dizer que eu vou entrar pra política,
sabe? Porque a gente condenou a política
a isso, a um lugar vergonhoso. Essa esse
é o problema. A gente colocou a política
como um lugar vergonhoso. Então, ninguém
quer estar na política. E a gente dá
espaço para quem? Já que ninguém quer,
dá espaço para as pessoas que não tem
competência de estar lá resolvendo
coisas, porque não tem conteúdo para
isso, não tem história vivida. Aqui nós
temos história vivida para trabalhar. Se
a gente vai falar de meio ambiente, vai
falar de pet, vai falar de eh de agro, a
gente entende o que a gente tá falando,
porque a gente vivencia isso.
>> Tem uma vida, né?
>> Tem uma vida, a gente não quer se
aproveitar. Pode ser um tiro no pé, não
sei. São 4 anos. Mas eu eu inclusive
convenci o Henrique, eu falei:
"Henrique, eu não vou sozinho". E e nós
temos outros em outros lugares que estão
também entrando. Para quê? Porque a
gente precisa de uma frente forte para
combater, para que a gente possa colocar
numa numa eh, como chama de de meio
ambiente, uma comissão de meio ambiente,
pessoas que entendam e que não tão só
>> e que tenham soluções.
>> Soluções.
>> Não é a pessoa que quer viver do
problema. Eu não quero viver do
problema,
>> a gente quer resolver os problemas,
sabe? Eh, e isso foi uma decisão muito
difícil para falar a verdade. Para mim
tá sendo tremenda. Eu tô nervoso comigo
mesmo às vezes, né? Que um problema em
casa, porque eu tenho uma vida muito
legal de viagem, de coisas que eu adoro
fazer, eu adoro viver, adoro a minha
vida, tô muito bem com a minha vida e
isso eu vou ter que transformar minha
vida,
>> vai ter que entregar pro
>> transformar e e isso vai ser eh mas
>> ach acho que a gente vai envelhecer
muito, velho.
>> Mas se eu não fizer agora, vou fazer
quando? Não, e a gente fica reclamando
também até quando
>> e não adianta ficar reclamando. E eu tô
e eu vejo que é o que a gente faz muitas
vezes é e sabe, não resolve, a gente faz
vídeo, a gente critica, a gente fala,
mas não resolve de verdade. A política é
querendo ou não, a única forma de
realmente mudar.
>> Sim.
>> E se a gente não fizer isso, quem
poderão salvar?
>> É isso, irmão. Ó, chat.
>> Ah, mas ó, uma coisa eu posso dizer, eu
vou [ __ ] essas zong, velho. Vou [ __ ]
essas zong. Não fala isso agora, irmão.
É só quando você já tiver lá, irmão. Tu
não pode.
>> Eu tô quieto.
>> Vamos conceit
>> o conceito de estratégia.
>> Não vou amar [ __ ] nenhuma. Essas on
acabam com o Brasil, velho.
>> Você você vai você vai contribuir com as
ongas para que elas voltem pra [ __ ] aqui
para [risadas]
>> É isso.
>> Tem que fazer eufemismo.
>> Você vai ajudar elas a vão encontrar
caminho de casa. Pronto. É isso. De
volta à minha terra. É até uma coisa
bonita. De volta à minha terra. Calma,
calma.
>> Ó, irmão. A rapaziada do chat aqui, todo
mundo vibrou com esse anúncio. Fico
feliz que tenha dado esse anúncio aqui
no canal. Foi aqui mesmo.
>> E eu quero ajudar vocês, irmão. Contem
comigo. Porque é o seguinte, 2026 vai
ser um divisor de água,
>> vai?
>> Porque nós temos diversos policiais que
frequentaram o canal nos últimos anos,
que conhecem o problema, que conhecem
que conhecem segurança pública, que
podem chegar lá no Congresso.
>> Vocês dois podendo chegar lá também,
cara. tem médicos que vão que façam para
entrar no saúde pautas, são pautas
caríssimas pra sociedade, irmão, que
quem chega lá não necessariamente
conhece. O cara formado em medicina não
necessariamente é um médico capacitado
para est lá. Ele não viveu experiência,
ele só tem um título por enquanto, né? E
e vocês, cara, vocês têm uma vida, né? E
e eu valorizo os policiais que tem uma
vida na polícia. O cara, [ __ ] tá
entregando a vida dele pro Brasil, o
policial que faz isso. E você, ô
Richard, eu acho que ninguém tem dúvida
que financeiramente você não precisa ir
pra política, né?
>> Não, na verdade vou perder muitas
coisas. Você vão perder coisas vocês, o
trabalho que você na internet, o
dinheiro que o Henrique ganha, o
dinheiro que você ganha, o dinheiro que
a gente ganha na internet, eh, e pra
política não é para, não é bônus, é
ônus, é para entregar, não é para
receber. Eu vou no meu tempo também
continuar paralelamente algumas coisas
que eu faço de viagem, de palestra, eu
vou continuar que são fontes de receita
que eu preciso, até porque eu não sei
como vão ser esses 4 anos e e o dinheiro
é outro, entendeu, cara? Sabe o que eu
quero dizer? Então, assim,
>> eh, mas se a gente não fizer, eu custei
para eu enchi o saco do porque eu falei,
eu não vou sozinho, não adianta só uma
andorinha sozinha. E a gente quer que a
gente seja assim, que a gente precisa
ter expressão nesse, nessa. Então, a
gente realmente tem que eh eh trabalhar
isso para que as pessoas entendam que
somos uma opção vial, porque é diferente
de pegar um, desculpa dizer que eu vi
esses dias, [ __ ]
eu viu caneta azul, cara. Meu Deus do
céu, cara. Desculpa, mano. Coitado,
mano. Sabe, nós estamos é outra, sabe? É
bizarro, cara. Entendeu? Não dá, meu.
>> Eu eu preferi ficar quieto. Como é que
ele falou? Sobre isso eu não sei. Aí
depois é isso é babado. Não vou falar
bizarro.
>> Você acho triste ainda que pessoas ah,
eu vou fazer um voto de protesto e faz
um voto.
>> Não tem não. Nós temos que levar isso
muito a sério. Eu nem sabia o que era
política. Eu comecei a saber o que era
política há pouco tempo atrás. Eu eu não
me ligava nisso
>> e e aí eu entendi que o grande problema
e a grande solução tá na política. Está.
Irmão, e eu vou fazer também um voto
aqui com vocês, hein? Eu vou fazer uma
revelação também, uma promessa.
Quero ir no no gabinete de vocês
semanalmente tomar um café e fazer
conteúdo. Eu, se vocês chegarem no
congresso, eu vou continuar do meu lado
aqui na comunicação. Eu quero cobrir o
dia de vocês lá no Congresso. O que
vocês estão fazendo? [ __ ] olha que
Olha que eu não vou falar minha ideia.
Fala minha ideia ou não vai que vão
roubar minha ideia. Mas eu já tô dando a
ideia aqui agora, né? E vocês vão e
vocês vão vão vão vão me bancar ano que
vem. Vamos montar uma espécie de seq ali
mostrando o dia, né? Já pensou, mano?
>> Mas o problema
>> rodar os gabinetes, as pautas, as brigas
e mostrar o e de toda semana se encontra
vaid
>> do gabinete de vocês, do gabinete, sei
lá, dos policiais que vão estar lá e
mostrar pra sociedade o que que acontece
no Congresso, porque ninguém sabe,
irmão, ninguém sabe, ninguém sabe as
porradas que estão comendo lá. A as
pautas estão travadas, os lobistas que
estão trabalhando lá e travando o
Brasil, as ongas que estão lá
influenciando, a imprensa quando muito
vai ali e faz aquela aquela
entrevistazinha no salão verde e tal.
Agora tu ir tu ir no gabinete do cara,
tu rodar, tu filmar, tu tu tu provocar,
>> eu achar se chegar lá, né? Eu espero que
chegar não,
>> eu
>> seria seria bom, cara.
>> Vou ficar muito feliz disso, porque isso
só nos ajudar, cara. Tô contratando o
repórter para fazer o CQC da política,
hein? Ia ser do [ __ ] hein?
>> Do [ __ ]
>> Vai ser,
>> meu irmão. Imagina porque é o seguinte,
irmão. O deputado ele joga, o político
brasileiro ele joga na máxima que é o
seguinte, irmão. Eu falo que eu quero
aqui na campanha, 4 anos ninguém me
cobra e ninguém esquece e ninguém
lembra, pô. Todo mundo vai esquecer.
>> Só que a gente vai estar aqui em
Brasília.
>> Agora tu imagina, irmão, tu a imprensa,
alguém na comunicação rodar. Fala nisso,
teve um convidado que que falou algo
parecido com isso, mas ele é de São
Paulo. Vou dar até o nome nele para ser
justo. O Cestalo, sei se vocês conhecem
o Felipe Cestaro, é o podcast chamado
Iron Talks.
>> Ah, sim.
>> Ele conversou comigo nos bastidores, ele
falou: "Ô, Global, ano que vem eu quero
vir aqui todo mês paraa Brasília, né?
Porque ele é de São Paulo. Eu tô em
Brasília, né, irmão? E agora que eu tô
falando isso, eu tô lembrando dele.
Então, vamos ser justo. Tu imagina,
mano, o Cestaro fazendo isso, eu fazendo
isso. Por quê? É, é cobrir o dia ali
mostrando as pautas que estão avançando.
Pô, a imprensa repercute o resultado
negativo, pô, mas não faz a pressão pro
cara ter o constrangimento com a
população, [ __ ] Aí eles ficam 4 anos
ali na sacanagem, ninguém acompanha as
emendas,
>> aonde estão botando as emendas,
>> a aonde tá tendo o lobby da da das ONGs
e e cada um na sua área, né? Você sabe
que a minha escola, a minha escola,
antes de eu ser biólogo, eu fui auditor
de empresa durante 10 anos. A minha
escola vem da economia. Eu tenho
academicamente, eu sou mais economista.
>> Tu era da auditoria? Auditoria de
fraudes. Auditoria de fraudes. Prevenção
a fraudes. Tá? Então, e o eu tenho um
rall de pessoas que eu posso contratar
dentro da do meu gabinete. Eu vou ter
auditores fiscais que eu vou contratar
porque tá no meu hall para fiscalizar
toda a emenda que eu mandar, eu quero
fiscalizar o dinheiro como tá sendo
feito. Eu sei como fazer isso.
>> Eu, Então, é isso que nós vamos fazer
para ter certeza que o dinheiro tá sendo
bem usado e tá aquilo tá Então assim,
eh, eh, eu, eu, eu nós estamos como
estratégia, nós não estamos de
brincadeira. Eu se eu vou entrar nisso
aqui, eu vou entrar para realmente
valer. Não vim aqui para passear não,
cara. E eu espero que eu consiga vencer
nesses 4 anos, porque se eu vencer eu
continuo. Se eu não vencer eu volto para
para onde eu estou, que tá muito bom
cara. Eu vou manter aquecidas algumas
coisas. Eu já tô delegando algumas
coisas da minha vida que me tomam tempo
e e eu sei que não vai ser, mas algumas
coisas eu vou manter aqui porque eu
preciso um dia ter que se eu tiver que
voltar voltar pra minha vida, não posso
desligar a luz e depois para voltar
instalar, ligar vai ser complicado.
Então tem que manter algumas coisas
aquecidas. Mas é isso. Enfim,
>> irmão, vá planta a semente
e e e deixa legado e vai tocar tua vida,
irmão. Porque assim, qual é o problema?
Muitos não querem ir, realmente ir. Eu
não quero ir, eu também, eu não
[risadas] quero ir, não vou, né? Eu não
quero e não vou assim.
>> Aí que acontece, quem vai?
>> É exatamente
>> quem vai é os mesmos que estão lá para
usufruir, para poder, [ __ ] eh, viver
daquila,
>> sabe? [ __ ] a gente vi, eu conversei
com alguns que deputados federais assim
>> que, [ __ ] não vão vão fazer uma lei
num negócio que não entende nada, pô. A
gente
>> como como a lei da coleira,
>> o cara não entende nada, velho.
>> Entende nada? E tá lá.
>> Na verdade, cara, ele ele sofre lobes e
pressões, né, cara? E aí o caraão
ele quer tá bem.
>> Eu entrevistei um um um política que é
inclusive um cara que eu gosto muito
respeito. Nem vou falar o nome dele,
apesar que tá lá a entrevista na na no
Ecocast. Entrevistei ele e ele é um
deputado federal por não sei quantos
anos já, quatro mandatos. E eu perguntei
sobre o javali para ele, olha, olha como
estamos. Eu perguntei sobre o javali, eu
falei que você acha? Ah, não, porque o
caçador que não sei o quê, foi, né, com
a coisa. Eu também acho que a gente tem
que mudar essa coisa, melhorar essa
questão do negócio da caça e dos
terminos javali tem que melhorar. Mas
enfim, não é esse o objetivo. Queria
mostrar só onde estamos. O cara não o o
caçador, não sei o quê. Falei, vamos
fazer o seguinte, eu entendi que é muito
bruto o cara pegar a arma e lá dar um
tiro. Como é que o senor o senhor é a
favor ou contra o javali? Tá aqui. Não,
eu sou contra. Javali tem que sair.
Falei: "Beleza".
>> Falei: "Como então vamos fazer isso?"
>> Como? Aí falou: "Não, tem uns gaiolões,
captura os javalis no gavelão". Falei:
"Exatamente". Eu perguntei, beleza, tem
50 javali lá, que que o senhor vai fazer
agora?
>> Eu juro que ele me respondeu: "Quatro,
quatro, cinco mandatos esse cara tem,
tá? Uma vida política, tá? É um cara,
inclusive que eu gosto muito, mas ele
respondeu isso. Vamos levar para uma
ilha,
>> vai destruir a ilha e logicamente.
>> Vamos levar para uma ilha.
>> Uma ilha. Aí eu pensei na hora
terminando Noronha, [ __ ] ilha é legal,
cara. Grande,
>> né? Imagina como os aliaços ficar feliz.
Ele não quer o tá lá javali lá, [ __ ]
Entendeu?
>> Então assim, uma ilha em nome do senhor,
o senhor é um cara que faz lei.
>> É por que que não dá ideia para ele
pegar os presos e levar os presos para
uma [ __ ] de uma ilha? Aí o preso não
pode mais ficar na ilha, né? Tiraram os
presos da ilha.
Aí [ __ ] Aí o javali vai. Mas ele
depois repensou quando ele entendeu que
não tinha sentido. Mas olha aqui, se
você pensar do outro lado, olha que
coisa interessante.
>> A ilha do javal, a gente ia ter
organizações agora para fazer o quê?
Levar comida pro javali, pra ilha.
>> Pessoal, temos que levar ele pessal,
estamos com problemas de saúde na ilha
do javalis. Vamos ter que fazer o quê?
Pus para levar dinheiro para para levar
comida, para levar saúde pra ilha dos
javalis. Então assim, depois no fim ele
entendeu que era, ele falou: "É,
realmente tem que matar, né?" É, tem que
matar, mano.
>> Cara, é tão simples. Contrata algumas
empresas, vai lá e faz uns exterminos de
uma vez só.
>> Pegou todos eles, churrasco, velho.
>> Qual, qual a dificuldade em entender
isso?
>> É, [ __ ] É [limpando a garganta] bom
com medo.
>> Churrasco. Vai lá, distribua a churra.
Acabou. Acabou aqui. Depois de um tempo,
faz uma nova empreitada. Porque você,
esse animal para para biólogo é gostoso,
pô. Para biólogo, o que vale é
>> o a espécie e não o espécim. Se você tem
um espécime destruindo todas as
espécies, que que eu vou fazer? Vou vou
eliminar aquele
>> aquela aquele espécimio.
>> Para essa galera não vale o espécimio,
vale o bichinho. Ai, tadinho, machucou o
popozinho. Vamos botar curativo. Aí
solta o javali no mesmo lugar.
>> Dá o nome de Pumba. Do javali. Ó, o
javali pumba.
>> Dá o nome fofo.
>> Javali Pumba. É que é amigo do Simba.
amigo do Simba. Se você com 7 anos ainda
acredita que o Pumba e o Simba são
amigos, beleza, né? Você viu no audi com
37 você tem que procurar ajuda de um
psicólogo, [risadas] mano. Você tem que
sabe, você sabe o que eu discuti lá no
no barba no vegano?
>> É,
>> e o cara é contra zoológico. Eu
explicando que a importância do
zoológico e tal, você sabe qual foi o
argumento dele?
>> Filme do Madagascar.
>> Caô, mano.
>> Nossa senhora, para. Vou emboraado.
Explica, mano. Explica, cara.
>> [limpando a garganta]
>> compreender, cara, o que que significa?
>> Sim, eu falei, dei os argumentos do por
você precisa de zoológicos para você
poder preservar a natureza e tal. E e aí
o contraargumento dele foi o filme de
Magascar. Os os bichos tentam fugir de
zoológico.
>> Sim.
>> Só que os efeitos só que na na real é
explorado, dançando para
>> ele. Não, mas você vê no filme do
Madagascar. Aí eu falei: "Cara, o
argumento é o filme do Madagascar,
velho. A gente tem lontras marinhas no
Canadá que são resgatadas.
>> Lontra marinha ela fica ali no no
ambiente no ártico, ambiente pesado. Ela
é resgatada para depois ser devolvida
pro mar. Elas voltam pro zoológico,
velho.
>> Irmão, seguindo.
>> Elas voltam
>> seguindo essa loja.
>> Você tem noção? Elas vêm elas porque do
tipo, tem [ __ ] tá quentinho. Favor
quentinho.
>> Aí o cara fala que ele é quantas
zoológic do filme de mandar gastar. V
tem comida, irmão. Olha só,
>> é nessa lógica tu não pode ter gato,
[ __ ]
B, deixa o gato para ver se ele não
foge, se ele não vai pra rua, não vai
embora.
>> Não, ele vai, ele vai matar um monte de
bicho, cara. Então, irmão, mas as
pessoas botam um monte de tela em casa,
um monte de coisa pro gato não sair.
>> E tá certo.
>> Não, tudo bem. Tô só falando a lógica,
>> porque o bicho quer fugir, [ __ ]
>> O bicho quer dar um rolé, o bicho quer
fazer. Não, rapariga, bom. Não é
rapariga, man. O cara quer ir pra festa,
pô. [risadas]
O cara tá preocupado, [ __ ] Cadê meu
gato? Tá o gato de rapariga é bom. A
rapariga é bom. Tá na festa.
>> Se ele sente um cheirinho de uma fêmea,
ele vai atrás dele.
>> Cheirinho do Goiás. Se ele sente
cheirinho por aí assim, então então
beleza. Não pode ter zoológico também,
tu não pode ter gato,
>> cara. Mas eles eles não consigo entrar
entender a lógica das regras.
>> Não existe lógica, existe só emoção.
Esse que é o problema. Só existe
coração, amor
>> e emoção. É lindo esse mundo, cara. É
tão bonito esse mundo.
>> A galera tá se divertindo muito no chat,
cara.
>> É, [ __ ] tem como.
>> É mundo lindo, cara. Nunca vi tanto ódio
que nem a gente tá vendo hoje. Nossa
senhora, mano. Todo mundo se odeia. Eu
fui fazer aqueles 24
veganos pais de pet. Eu falei para eles:
"Meu, vocês são veganos e pais de pet,
então eu já posso ir embora. Vocês já se
foderam.
>> Porque como é que vocês vão fazer? O
gato de vocês é carnívoro, mano.
>> Você pode comer alface, sei lá, que você
come. Eles nem sabiam definir. Falei
para uma menina de manhã ela sentou
aqui, falei: "O que que vocês comem? Que
que você come vegana?" Aí falei: "Isso
não tem vem ao caso." Eu falei: "Porra,
nós estamos faz justamente um, é um
debate de 24 veganos contra um carnívoro
e não te interessa o que você tá
comendo. Eu quero saber que você tomou
de café da manhã,
>> inclusive da indústria do agro, tá?"
>> [ __ ] mano, meu, tá louco, cara. 50%
dos frigoríficos a menina me saiu com
essa. São ilegais. Eu falei: "Se são
ilegais, como é que você sabe?"
[risadas]
>> E por que não denunciou aqui? Como não
denuncia?
>> É sério isso? 50% é um número mágico,
porque nem nem mais nem mesmo, nem é em
cima do muro, sabe? 50%. Não é mais nem
menos, entendeu? Então, e aí aqueles
números e aquelas coisas que você vê que
realmente teve um cara que falou, virou
para mim e falou assim: "Ah, você falou,
você é cientista?" Eu falei: "Não, eu
sou um bacharel em biologia". Não,
porque você fala de ciência. Falei:
"Não, você". Eu falei: "Por que você é
cientista?" Eu falei: "Eu sou". Eu
falei: "O que que você é? Eu sou
arquiteto."
>> Car,
>> eu falei, mas eu tenho uma uma
especialização em meio ambiente. Eu
falei: "Ah, agora sim, man". Ambiente
tomado meu ambiente tomado tomado disso,
mano. Eu falei, me apresenta um trabalho
científico seu sobre aquecimento global,
sobre qualquer coisa você tem.
Ah,
>> na verdade é é o você não tem cientista,
você não tem cientistas falando sobre o
meio ambiente. O que você tem é a galera
eh as pautas foram tomadas, cara. As
pautas do meio ambiente foram tomadas
como se fosse uma espécie de pauta
identitária, cara. Os caras simplesmente
acham que você virou vegano, você salvou
o meu ambiente. Não é assim, é uma
medalha no peito. Eu sou melhor que
você. Veja, eu não sou contra vegano. A
gente fala isso, nem ele, ele me ele
fala mais do que eu até hoje. Eu fico
tão feliz. Posso falar uma coisa? Tem
uma coisa que me deixou feliz na minha
vida foi existência do biólogo Henrique.
>> Por só eu me fodia, cara.
Parecia que eu sou um cara mau, que
quero tom, eu quero ser lógico, eu sou
pragmático, eu sou, sabe? Eu não, eu, e
eu claro que eu sou, tenho minhas
emoções, claro que eu choro, eu sou
humano, cara, sabe? Não tem esse
problema. E para vocês que tá em casa,
eu sou um homem que chora, tá? Beleza,
eu choro, choro mesmo, cara. Tem
problema nenhum, sabe? Mas assim, e a
gente levou as coisas que são técnicas
pro lível emocional, isso não serve.
Estamos soltando, tocando que não sabe
voar porque é lindo soltar bicho, tá
matando bicho. Então assim, eu sou
contra, não achou legal. Se não tivesse
feito uma preparação para poder soltar,
vamos conversar sobre isso agora. Soltar
um tucan. Então assim, a gente tá
transformou algo que é ciência em amor e
o amor não vai vencer. Se vencesse eu
tava casado ainda com a primeira mulher.
Então no oitavo casamento, mano.
[risadas] O amor não vai vencer, cara.
>> Não, ué.
>> É isso. Então depende é muito de outras
coisas. Tava faltando uma camisinha lá
da África que até hoje não foi explicada
essa [ __ ]
>> Uma das camisinhas que ele trouxe da
África faltou. Ele só, ele foi com três
e voltou com dois. Tenho amor para
[ __ ] Eu sou um cara generoso. Tenho
amor para cem sabe a pessoa que eu sou.
Quando esse cara me conheceu aqui, eu
comecei me falando mal de mim. Esse
filha da [ __ ]
>> Não foi,
não foi essa [ __ ] Foi o contrário. Foi
você falaram que ia dar porrada no
Richard. Um biólogo.
>> Alguém queria dar porrada em mim? Eu
falei: "Tá bom.
>> Queria dar um soco na cara do Richard.
um biólogo, só que eu era a única
pessoa, porque tem isso na biologia, tem
essa frustração dos biólogos. Os
biólogos, eles agora utilizam o nome
biólogo, eles tinham vergonha. Aí os
caras faziam mestrado, doutorado, eles
botavam doutor tal. Vocês são médico,
velho, vocês são biólogo. Eles tinham
vergonha de botar o nome biólogo. Eu fui
o primeiro a botar nome biólogo, só que
só eu usava. Aí um biólogo, ele ele
>> eu coloquei por quia dar um soco na cara
do Richard. Aí o R de acorda, meu irmão,
num domingo de manhã faz 16 stories.
Hum.
>> Achando que era eu,
>> chamando para pra porrada. Falei, pode
vir da porrada, filha da [ __ ] É,
>> é, é, ele não me não chamou exatamente
para Mas [ __ ] me esculachou, meu
irmão.
>> Aí a advogada dele e a equipe inteira
dele ligando para ele, ligando para mim,
[ __ ] isso é maluco, [ __ ] E e o
detalhe que a equipe dele se consultava
comigo em algumas vezes de serpente,
etc. Aí nego, [ __ ] não, cara. [ __ ]
você tá maluco, cara. Não é ele, não, é
outro cara. E foi assim que começou a
nossa amizade, velho.
>> Aí eu liguei para ele e aí a gente e
[ __ ] hoje a gente é amigo para
[ __ ] mas se conhece, entendeu?
>> Cara, o Richard é uma figura, velho. O
>> quando foi isso, cara? Que ano foi isso?
>> Tem um tempinho já.
>> Ah, tem uns quro anos.
>> Não, mas pra isso tem 2000. Isso foi
antes da pandemia, não foi? Na pandemia.
>> É, na pandemia foi.
>> Foi na pandemia.
>> É,
>> foi. Só que é o seguinte, cara. Eu sou
um cara, eu eu sou difícil de fazer
amizade porque eu não sou um personagem,
eu sou mesmo cara que você tá vindo
aqui, você sabe disso.
E o Richard, eu achava, falei: "Porra, o
cara é famoso da internet, filho da
[ __ ] velho. É um, é mas irmão, você
senta com ele para conversar, é uma
figura, é é prazeroso estar perto dele.
É engraçado, é maneiro pr [ __ ] A
gente vai fazendo amizade porque nós
somos autênticos, velho. Para você ter
uma ideia, o cara roubou até minha mãe.
Minha mãe, minha mãe é brigona
[limpando a garganta] pra [ __ ] O cara
vai pra cozinha da minha mãe, faz uma
bagunça do [ __ ] e ela fica aí. Meu
irmão, ninguém encosta dele. A mãe dele
é chatinha.
>> Ninguém encosta na minha cozinha da
minha mãe. Ele vai lá e tira a onda,
velho. Eu fico [ __ ] Falei: "Porra,
>> robô, ei, e roubou é tua mãe. Tua mãe já
e é a mãe dele também, né?"
>> Ela adora ele, velho. Minha mãe é braba
pra caceta. Adoro o Richo.
>> Ó, eu vou aproveitar esse momento aí
para mandar um abraço do meu priminho
Pedro, que adora vocês dois, cara.
Tem 11 anos. Tem 11 anos. Ele tá
assistindo
>> Pedro. Pedroco. Tamo junto irmão. Valeu,
cara. Obrigado pelo carinho. Agora,
Richa para dizer o seguinte, você viu a
quantidade? Hoje nós tiramos 2000 fotos.
>> 2000 fotos e assim, 2000 fotos com três,
quatro pessoas cada foto.
Foram quase 2 horas de foi na pista, né?
No
>> foi na pista. Foi o lance zoológico de
Brasília. Foi muito legal. Queria
agradecer o carinho de Brasília
>> pelas nossas pessoas. Se der tudo certo
nossos planos, né? Estaremos morando
aqui nos nós dois juntos assim, vai dar
uma merda do cete. É isso aí.
>> Agora é o seguinte, você viu a
quantidade de criança e de adultos
também que falaram que fizeram, estão
fazendo ou vão fazer biologia por nossa
causa? Aí a gente agora tem uma
responsabilidade muito grande, porque a
infelizmente a profissão biólogo é uma
profissão que tá formando pessoas
despreparadas para o mercado de
trabalho, infelizmente. E é uma
profissão que vira e mexe tá sendo
usurpada por outras profissões.
>> Outros profissionais estão entrando na
nossa área.
>> A gente a gente na política tem
obrigação
>> de melhorar as condições para profissão
biólogo
>> e temos planos para isso.
>> Bom demais, cara. Não, e de fato, cara,
hoje olha a influência de vocês, cara,
com as crianças, né? Tu vê, pô, quando
eu trouxe o Henrique, cara, o meu
priminho, primo, eu vi e tal, falei:
"Rapaz, nem sabia que você assistia,
rapaz, nem sabia que você me assistia,
assisti o ti, né? Porque é filho do meu
primo, né? E e cara, eles realmente
gostam, [ __ ] meu filho, pai, você vai,
você vai, meu filho tem 11 anos também,
pai. Você vai entrevistar o o o Richard,
como que sabe? É, os animais eles são
uma ferramenta muito boa pra gente
chegar nessas crianças e
>> um papel importante demais. Ah,
>> e amanhã, galera, amanhã, amanhã no
zoológico de Brasília estarei eu e
Richard de Rasmunsen.
>> Tem a corrida, né?
>> A partir de 10:30 eu não vou correr não,
mas tem 500 crianças inscritas para
correr. Vai lá no zoológico, galera.
Amanhã eu e Richard no zoológico. Hoje
lotou até a pista para tirar foto com a
gente. Então vá amanhã o zoológico de
Brasília nós estaremos lá. Agora já
pensou nós toda toda. Você vai você vai
voltar a tomar cerveja, vai acabar com
com Malhação do Julião. Julião,
>> você já tá saindo a noite aqui em
Brasil. Conhece bem Brasília agora, né?
>> Eu eu tô em Brasília desde 2017, cara.
>> Ah, tá. Na verdade, 2016 foi meu curso
de formação, fiquei 3 anos aqui, fui
para Campo Grande, Mato Grosso do Sul e
voltei em 2017. Então conheço tudo aqui,
pô. Brasília. Brasília esse negócio que
quadra, cara, para mim é é
Não existe esse negócio do avião. Até
hoje eu tô entendendo onde tá a [ __ ] do
avião. Não entendi. [risadas]
>> Eu não entendi. E eu vou dizer, vocês
mesmos não sabem porque o cara fala
quadra H nena. Eu já vi os caras de de
Uber assim, ó. também. Eu acho que esse
não sabe.
>> Bom, vamos lá, irmão. Deixa eu tentar te
explicar. Os brasilienses de sangue.
Vamos lá. Bom dia.
>> Brasília tem o a a explanada dos
ministérios, a Praça dos Três Podes.
Beleza.
>> Que tá no eixo do avião, não
>> é? É a cabine do avião, vamos o bico do
avião. Certo.
>> A cabeça do avião ali.
>> É. Aí Brasília tem o eixo monumental que
tu conhece. Sabe onde é o monumento JK?
>> É. Aí o monumento, o eixo monumental é o
corpo do avião. Beleza? Do lado direito
é asa sul, do lado esquerdo é asa norte.
>> Olhando para onde? Pra cabeça da
>> olhando pra explanada dos ministérios,
pra cabeça do avião. Do lado direito é
asa sul, do lado esquerdo é asa norte.
>> Setor hoteleiro, onde é?
>> E a asa começa ali da rodoviária, sabe?
rodoviária mais ou menos começa ali 1 2
3 4. Então se alguém falar para tu
assim, [ __ ] é lá na 512, você já sabe
que é lá pro pro outro extremo, pro
final.
>> Já não entendi [ __ ] nenhuma.
>> Tá prando atenção.
>> Porque não tá prestando, não tem como.
É muito mais difícil, cara. Ô, ô,
Richard, é muito mais difícil, cara. Na
boa, eu sou eu, eu sou natural do Rio.
Eh, nome de boa.
>> Não, mas no Rio é [ __ ] Rio não, no
>> eu quero te dizer que no Rio não tem
número, né? Mas, cara, é muito lógico,
[ __ ] Você tem assim a 101, 301, 501,
não é isso, rapaziada? E aí você vai,
tem ímpar é para um lado, pai pro outro.
Perfeito.
>> Isso.
>> E os números vão crescendo. Por exemplo,
Águas Claras. Já morei em Águas Claras.
Águas Claras é número de rua 35. Aonde
que é 35? Lá no final de Águas Claras.
Aonde é rua dois? [ __ ] no início. Qual
a dificuldade nisso? É muito fácil,
[ __ ] De um lado, do lado do metrô para
baixo é é norte, né? E para cima é sul.
[ __ ] meu irmão, eu sou eu sou eu sou
natural. Eu sou candango, hein.
>> Eu sou candango. Sou Brasil. Fazer uma
públ aí. A gente pode fazer sabe o quê?
>> É fácil, Richa.
>> A gente vai por bares
>> toda semana. Pelos bares.
>> É. Aí bar de tá fulano. Aí tu sabe onde
tá.
>> Nós vamos descobrir Brasília pelos
bares.
>> É. Cuidado que os deputados federais aí,
né, mano? Tem uns deputados que vem pra
Brasília, fica dois dias em Brasília e
enche os cornos, né? Aí tu viu a crise
que o cara arrumou? Um deputado lá de do
Paraná,
[ __ ] chama, tomou uma cerveja no
pontão do Lago Sul. Conhece o pontão do
Lago Sul? Vocês
>> não
>> não conhece? Não,
>> [ __ ] esses caras não estão bebendo em
Brasília não, mano. Eu que não vou para
você não me leva, [ __ ] Você
>> tá, vamos jantar lá hoje, então. Mas eu
não vou encher os cordas não, só vou
comer e beber qualquer coisa sem álcool.
>> Tá tudo bem, galera. Porque tá internet,
o programa
>> Não, eu tenho que eu vou pra academia
ainda agora saindo aqui.
>> Vai, vai treinar.
>> Vou treinar hoje.
>> Que maneiro. Vocês roubaram meu treino
hoje também, cara. Porque, [ __ ] gente,
>> bora treinar então. Vou treinar [ __ ]
nenhuma. Eu vou encher a cara. O o
gordinho vai levar junto para treinar.
[risadas]
>> Aí gordo é [ __ ] né? Sempre cai isso,
né? Não pode, hein. Ó, você já você já
aprendeu que animal, você é tutor do
animal.
>> E agora você não pode chamar o amiguinho
de gordinho.
>> Gordinho é carinhoso.
>> É. É.
>> A gente chama ele de coisa bem pior que
isso, né? Do que gordinho, né?
>> Então vamos
deputado fez o qu?
>> Ah, aí o deputado federal foi pro pontão
do Lago Sul, encheu os cornos, né?
os cornos. Aí na mesa do lado tinha duas
moças, né? Eu eu sei porque eu vi a
reportagem
era job, não
>> isso aí perguntou: "Você é
acompanhante?" É, moça, eu sou
acompanhante, então vamos embora? Vamos
pro carro. Ele foi pro carro com a
mulher, a mulher cobrou 3.000, ele ficou
puto, [ __ ] Aí ele armou um escândalo.
Em tese foi isso, né? Ele tava tava
mamado, tava bêbado, bêbado, sei lá mais
o que que ele usou.
>> E começou, [ __ ] gritar com a mulher. a
mulher calma, tranquilamente.
Eh, e ele, [ __ ] queria, sei lá, o
>> E gravaram tudo.
>> Aí começaram a gravar tudo isso.
>> E moral da história, o programa era
3000, achou caro
>> e aí ele ficou, aí ele armou um barraco,
[ __ ] queria expular, mas ele pegou.
>> Não, [ __ ] acho que não.
>> Isso só no desenrolo do preço.
>> Só no desenolo do preço.
>> Isso não vai acontecer.
>> E aí, sabe que sabe qual sabe qual foi a
defesa do? Não, eu sei que esse papo da
mulher não com os senhores, né? senores
são casados, mas não é isso aí. Eh, eu
tô falando dois deputados, né? Tem para
tudo, né?
>> Tem para tudo. É.
>> E aí, sabe qual foi a defesa dele? Não,
[ __ ] Porque eu achei um abuso. Eh, é
como se ele fosse o Celso Russoan, né?
Defesa do consumidor, né? Que ele achou
que tava muito caro porque varia e tal.
Exatamente. Aí ele fez um barracão,
criou uma polêmica do [ __ ] Sou na
minha trópolos. Eu reagi aqui também,
né? Zoei ele um pouco, né? Porque um
cara desse merece ser zoado de todas as
formas. né? Então assim, cuidado com com
Brasília, né?
>> O cara pode botar um projeto, esse
deputado aí pode meter um projeto de lei
de de tabela do job, né?
>> É. Aí aí aí aí vai que vai é o que é que
é cartel, né?
>> Chupetinha custa tanto par custa.
>> Que isso que isso? O sabe que eu acho
bom, mano? Eu acho que a gente a gente
tem que produzir deputados, irmão, que
realmente tenham [ __ ] uma vida, né?
>> Capaz de representar. O cara o cara que
fica bêbado, mano, um deputado que fica
bêbado e fica discutindo com a garota de
programa, fazendo um escândalo, pode ser
deputado. Beleza
>> assim, cara, eu eu eu defendo o cara ser
casado, ter sua família, fazer as suas
coisas em casa. O cara é solteiro,
beleza irmão, é solteiro, mas daí de tu
ficar doidão, ficar na [ __ ] fazer
festinha, né? É,
>> o cara desse, ele ele já tem desvio de
valor, irmão. E aí você vai esperar o
que dele na representação lá do povo no
Congresso?
>> É disso que eu tô falando. Mas enquanto
não tivermos pessoas de bem,
>> que tem valores, que tem conteúdo, a
gente ficar sempre fugindo. Porque eu
vou falar uma coisa, eu eu fiquei
vergonhoso às vezes de falar que eu vou
pra política. Eu demorei muito,
mas se os bons não forem paraa política,
os maus. Eu
>> eu tava com vergonha de mim mesmo, cara.
Por quê? Porque a gente tem esse
preconceito, cara. E por quê? Porque é o
fato. Mas se a gente não tiver pessoas
que realmente possam, a gente vai sempre
estar assim na política, cara.
>> E sabe o que acontece, irmão? Vocês,
desculpa, Henrique, eh vocês quando vão
já recebem a desconfiança das pessoas
que acreditam em você. [ __ ] você tem
muitos que falaram assim para mim,
gostava de você, agora é você também.
[ __ ] coisa, [ __ ]
>> Mas aí essa, mas aí essas pessoas votam
nesses maluco,
>> tu entende a parada. Quando o cara
critica quando olha, eu sou um técnico,
eu sou um técnico bom para caceta,
velho. Na boa, modéstia parte. E eu
tenho feito, eu e Richard, a gente nem
feito trabalho deputado
de certa forma, porque a gente tá aí
denunciando, mostrando, fazendo um
trabalho técnico, mostrando como tem que
ser feito. Só que a gente não tem o
escudo de ser deputado. A gente não tem
a sabe o lance de ser o deputado. A
gente só apanha nós dos processos. A
gente segura, né? A gente segura os
processos, mas a gente já tá trabalhando
como deputado. Aí se o cara reclama que
nós que já estamos fazendo um trabalho
de fiscalização, de proposta, se ele
reclama da gente entrar na política,
[ __ ] por que que não reclam desse que
fica aí brigando com a mulher do job na
rua? Esses podem. É isso. Então ele não
quer. Ele quer que continue essa merda,
velho. E eu nem ligo,
>> irmão. Se o cara quer ser promísco, se o
cara quer quer quer viver no na na
[ __ ] beleza, irmão. Vai trabalhar,
ganhar teu dinheiro. Não, [ __ ] com a
vida do dinheiro, do imposto da da da
população, né? Não, irmão. Cara, eu
empreendo, vocês são
>> pô. Aí o maluco ainda gasta dinheiro que
a gente paga de imposto para
>> Não, resumindo, irmão, ele é chocado
porque essa [ __ ] não dá para pedir
reembolso. Concorda? Porque ele ia ter
que pagar e não ia ter reembolso. Agora
se fosse pagando com dinheiro nosso,
você acha que ele ia reclamar de pagar
3.000 na moça ou ia? Tu acha, irmão, que
ele ia
>> Não, ele ia fazer festa, velho.
>> [ __ ] o outro lá botou 150.000 no
dente, o outro fez não sei quê. O Char
gastam não sei quanto com com assessor,
não sei quanto com gasolina, com carro,
gasta dinheiro, carro maravilha. Não é
do bolso dele. Quando é para sair do
bolso dele, até para ele ter prazer, ele
acha caro, pô. Não, 3.000 tá maluco,
[ __ ] Eu que vou pagar agora. Se é o
Richard, se é o Globo, se é o Henrique
pagando, [ __ ] eu quero é gozar, não
é? Não
>> é
>> [ __ ] não [ __ ] meu irmão. Deputado faz
festinha na lancha, faz festinha nas
mansão, no lago, faz fe, faz [ __ ] na
rua. Tô nem aí, irmão.
Aí lá tem
>> por isso que você tem que montar
realmente esse programa, tipo, não sei
que ser para
>> Tive outra ideia, irmão. A gente vai
bater aí quem topa. Jurião, você que é
um você vai ser meu repórter aí. Que que
tu acha do gordinho como repórter? Muito
le o melhor
>> ele é bom ele é bom porque ele é
mentiroso e falso, cara. Entendeu?
>> [ __ ] aí não dá, aí não dá não, não vai
passar, não dá para trabalhar no
>> Porque ele fala, ele fala assim: "Nossa,
você é o biólogo do melhor biólogo que
eu mais gosto". Fala para ele aí vira
para mim e fala: "Você é o cara que eu
mais biólogo que eu mais gosto".
>> Ele é desses cara. Esses cara vai ser
bom. Cara do
>> Ele vai ser liso. Ele é liso. Ele é
liso. Ele é liso.
>> Mas olha só, Julião, eu quero você nesse
projeto. A tua missão vai ser rodar a
noite de Brasília achando o deputado
fazendo [ __ ] enchendo os cornos.
Vamos fazer esse projeto. Ele vai sair
com carro.
>> Meu irmão, você apoia, você apoia esse
projeto. Digite um, meu irmão.
Estratégia concurso, por favor, não me
abandonem, tá bom? Nós vamos fazer a
patrulha da noite toda terça e quarta,
que é o dia que esses [ __ ] estão
em Brasília. Olha, vai dar errado,
porque o Júlio dois já, irmão, te
empresto.
>> Vai dar errado que o Júlio vai beber com
esse maluco lá, vai abandonar a gente.
Ele vai pro pra zona com esse. Inclusive
a gente tem que fazer uma campanha para
uma namorada pro Júlio
>> aí. Não, não, mano. Mano, olha só,
>> chama mano Walter pra conversa. Mano
Walter dá aqui. A [ __ ] promiscuidade.
Não, não é bem-vindo aqui, não é? Claro
que não, irmão. Nunca foi e nunca será.
>> Então, pronto.
>> Então, Júlio não tem emprego. Não
>> pode se iludir com o Brasília, não. Não
pode fazer as vezes do deputado, né? Não
pode se misturar.
>> Ô, ô, Julião, esse time aqui segue a
liderança, mano. Eu sou o espelho da
tropa, então se eu não faço, tu também
não pode fazer. Beleza.
>> Jamais, jamais.
>> Mas tu vai tá dentro do projeto.
Imagina, Henrique, imagina a gente bater
no Congresso e batendo, [ __ ] os bagos
e botando esses deputados para se [ __ ]
Aí que que vai acontecer? Vocês que tem
mandato vão ter que me segurar, né,
irmão? Porque a máquina vai vir pesada
para mim, né?
>> Vai, vai.
>> Aí você, por favor, né, irmão?
>> Nós vamos te ajudar.
>> Não, vocês t que, [ __ ] segurar minha
atrás de você.
>> Mas a gente precisa chegar lá para te
ajudar.
>> Não, não. Sim, porque
>> é melhor você começar depois, ano que
vem isso, tá?
>> E olha só, [risadas]
não, mas é para ano que vem.
>> Agora a gente não consegue ajudar em
nada,
>> não. Não, mas vai ser em 27 mesmo. É
claro. Entendeu? Ó, vocês, ó, nas minhas
contas nós temos Nantes, temos Sal. Qual
tamanho da nossa turma aí,
>> ó? Ó, tem o sargento Salazar, vai ser
deputado federal, o sargento Nantes, o
Batata, vocês dois já são cinco. Beleza.
E tem mais um monte de gente aí que pode
ser deputado federal. Tem muita gente.
>> Tem o da aldeia.
>> Quem é da aldeia?
>> Da aldeia com aquele indígena do que
come uma cabeça de macaco.
>> Ele vai é que come macaco, cara.
>> Não, tudo bem, mas eu não conheço ele.
Eu tô falando na minha tropa. Vocês me
seguram
na nossa tropa. Você tem que trazer ele
aqui.
>> Tá bom. Tem que trazer aqui.
>> Tá marcado já, pô.
>> Tem que trazer ele aqui.
>> Tem que trazer ele aqui.
>> Como é que, qual o gosto da cabeça do
macacão? Ele é controverso. Ele vai, ele
compra picanha, ele compra a picanha, dá
pro cachorro
>> e come.
>> E come a cabeça do macaco.
>> Para mim, eu ia, pensei que tu fosse
falar e come o cachorro.
>> Não, [risadas]
>> tá
>> não. Ele ele faz, ele é um provocador.
Ele é um provocador, eu acho. É,
>> eu não conheço. Deixa eu pesquisar como
é que é o estado.
>> Da da aldeia. Da aldeia. Tudo junto. Da
aldeia.
>> Da aldeia. É,
>> cara, eu sou meio, eu sou meio,
>> ele é um provocador, cara. Provocador.
Eu acho interessante. Ele faz isso
porque ele é um bufão, né? Ele faz isso
para provocar mesmo.
>> Eh, para tirar da aldeia. É isso. Não,
mano. O da o rei da aldeia dessas da
aldeia. O rei da
>> É que toda hora ele perde o Instagram
dele. Toda hora. É, é verdade. Ele tá
vive perdendo.
>> Porque ele ele comeu uma paca e tirar o
>> o
>> É porque toda hora muda o Instagram
dele,
>> [ __ ] Vê aí no de vocês aí, porque eu
não tô achando não, mano.
>> É um é um indígena não pode falar índio,
né? É um índio que só anda de tanguinha
vermelha.
>> É esse maluco aqui.
>> É ele. Tá, mas não apareceu o perfil
dele, mano. O rei
>> da rei figura rei. Dal da
>> da L. Dal da aldeia.
>> Você sabe como é que ele viralizou?
>> É qual estado?
>> É Amapá.
Ele viralizou sendo irônico mesmo que a
galera ficava pô você,
>> pô. Irmão, não é possível, eu não sei
escrever então não, mano. Não tô achando
>> que muda o
Julião. Tá vendo? O Julião merece ser
contratado, meu irmão. [ __ ] eu vi essa
foto aqui, pensei que fosse uma mulher,
mano. Eu não cliquei por isso, [ __ ]
>> Aí da aldeia,
>> [ __ ] Eu pensei que fosse uma menina
aqui. Essa foto de perder não. Mostra
aí, mostra aí. Aqui não dá para
>> o o da AD é meu Android.
>> Ah, foto de perfil para só uma moça. Por
isso que eu nem cliquei, mano. Cabelão
comprido. Cabelão comprido. Ele vai ser
>> ele é
deputado pelo aqui, esse aqui
>> pelo Amapá.
>> Ele ganhou best também. Ele ganhou e
best.
>> Ele tá comendo alguma [ __ ] aqui.
Tem que usar a sua inteligência para
ganhar dinheiro. Ninguém táando isso.
>> Que [ __ ] é essa aqui? Que que tá
fazendo aqui?
>> Tá comendo carne de caça.
>> Ele é indígena.
>> Maneirão, mano. Vamos trazer ele aqui
então, cara. Bomba ele bomba.
>> [ __ ] parece até meus parentes, mano. A
gente,
>> cara, ele foi, ele foi zoar eu e o
Richard que a gente gostava de cobra.
Falou: "Mas vocês são gay, gosto de
cobra? Tal, a cobra mordeu ele, velho."
>> Ah, é. É
>> na filmagem.
>> Ah, esse é dos nossos. Zoeira, não é?
Não, [ __ ] Zoeira, [ __ ] Ele ele é
gente boa.
Ele vai ser vai se candidatar também.
Vai ter cumprir candidato também.
>> Mas tem a gente tem que fazer campanha
para ele também, pô. Porque sozinho,
isolado lá no Mapá. Nós temos que nos
ajudar para sair uma turma boa. É isso
que nós temos que fazer.
>> Ele falou que vai tirar a tanga que você
ganhar.
>> É, como é que ele vai? Ele tem que ficar
no congresso de tanga, mano.
>> Tem uma regra que tem que usar palitó.
Tanga. É,
>> mas o palitó em cima gravata e
tanguinha, [ __ ] Ué, o cara, o cara não
é índio, indígena.
>> Indígena
>> índio. Ô Dalde, eu quero, eu quero usar
uma tanga dessa.
>> Traz uma para mim, pro Richard. Eu quero
usar uma tanguinha dessa igual tu, tu
usa.
>> Vai. Você tá ainda mexendo com todas as
estruturas, querendo ir atrás dos
deputados federais aqui. Chama o cara de
índio.
>> Olha só, mano. Eu sou descendente de
índio. Eu fui ensinado isso na minha
família. Ninguém me ensinou que eu era
descendente de indígena.
>> Não, mas isso é coisa recente.
>> Meu meu bisavô era índio, não era
indígena. É, é porque o seguinte,
>> então, meu irmão, em respeito à minha
família,
>> [ __ ] E como é que eu falo isso agora
pro meu avô que o pai dele é indígena e
não índio? Meu avô tá vivo, tem 92 anos.
>> É, a parada é o seguinte,
conceitualmente falando, tu não chama o
cara de Europa,
>> hã,
>> tu não chama o cara de Ásia,
>> hã,
>> tu chama o cara de europeu ou asiático,
>> tá?
>> O índio seria mais ou menos a mesma
coisa. Então, indígena seria nativo.
Mas, cara, isso aí,
>> cara, tu não me chama de eh sei lá,
Abim, por exemplo.
>> Chamo de Abim. Eu chamo de de Abim. O
cara chama de abim.
>> Vamos lá. Então, é como se eu te
chamasse de Rio de Janeiro em vez de
carioca. É isso. Lógica. Acho que acho
que sim.
>> E foi o índio que quis diz essa [ __ ]
>> Não, acho que criaram agora, velho.
Indígena, pô. Indína.
>> Foi, foi o indígena que que criou essa
regra. É porque são vários povos. Então
vai merda, irmão.
>> O indígena tá cagando para isso,
>> [ __ ] Aí ele tá preocupado. Traz ele
para falar.
>> É, tu chutou a a minha câmera. Tem
problema não. Jeito aí.
>> Eu não posso, eu não tô com lugar. Indá
preocupado com isso. O indígena tá
preocupado em uma, em ter saúde, em ter
um celular, em poder pôr o filho na
escola. Que como a mesma preocupação que
todos nós temos, o indígena tá
preocupado, tá preocupado de ser
indígena índio, cara.
>> Inclusive, indígena quer dizer nativo,
né? Quando você fala indígena, você fala
nativo da região. Por exemplo,
>> você tem indígena na Noruega,
>> sacou a parada?
>> Que são são povos nativos dali. Então é
indígena. Vive, vive ali na floresta.
>> E o indígena da Noruega é o quê?
>> É um indígena. Assim como o nosso
indígena é um indígena também,
>> não é brasileiro.
>> Por exemplo, tem temui. O zinu são
brasileiro, não.
>> Brasileiro é um país que veio depois
dele. Eles já viviam aqui antes que ser
Brasil, velho.
>> Tudo bem. Aí o cara que mora nos Estados
Unidos antes não era Estados Unidos, era
>> Não era, pô. Não era
>> não,
>> não era.
>> Aí eu não posso chamar ele de
estadounidense porque ele não era
Estados Unidos.
>> Eu não tô entendendo nada.
>> Não, não entendeu,
>> cara. Então,
>> cara, os países mudam de nome, mano.
>> Sim.
>> Aqui virou Brasil, certo?
>> Sim. Mas ele não deixa de ser, mas ele
não deixa de ser brasileiro. Por
exemplo,
>> Irã era Pérsia.
>> Pois é. Aí eu não posso chamar o cara de
de iraniano.
>> O iraniano.
>> Eu não posso. Se eu chamar o cara de
iraniano tá errado.
>> Não é um outro conceito, eu acho.
>> [ __ ] o índio, o índio, o indígena do
Brasil é brasileiro. Nela
sabe qual o teu problema? Você tá
tentando eh eh
>> raciocinar sobre algo que não é
raciocinável, cara.
>> Daqui a pouco tu vai vir com linguagem
neutra nessa parada. É.
>> Não, olha só, irmão.
>> Aí tu vai falar elo dela. Eu vou. tá
querendo organizar isso de uma forma que
não é ela, elas essas pautas elas foram
criadas para criar discórdia mesmo, para
criar problema mesmo, não tem
racionalidade e não tá trazendo
benefício nenhum. Se você chamar o cara
de indígena ou de índio, se se melhorar
a vida do indígena, chamar de indígena,
chamaremos de indígena,
>> entendeu? Faz diferença nenhuma, mano.
>> Não, exato.
>> Sabe, mas são, mas é isso, é esse o
ponto que nós estamos. É isso que me
cansa e me irrita. E é por isso que nós
queremos vir para aí para acabar com
essa coisa que que não resolve. A gente
quer resolver.
>> A galera glamoriza. É como se você
chamar a a favela de comunidade e você
asfaltou a favela.
>> É algo assim, entende? Glamoriza alguma
coisa. E é claro que você tem que ter
respeito com as nomenclaturas. Não tem
nada a ver com não ter respeito,
>> mas só que a galera fica o tempo inteiro
nessa [ __ ] entendeu? A vez de
resolver perde tempo em coisas que não
resolvem a vida
>> não querem resolver. Tem uma indústria
do problema. Existe uma indústria do
cancelamento, existe uma indústria do
problema. Não querem ser resolvidos
esses problemas, não querem. Querem
viver daquilo ali. São pessoas que
querem o tempo inteiro viver daquilo
ali. [limpando a garganta]
>> E assim, e que que eles fazem? Eles vão,
eles pegam uma representação
e coloca e legitimiza isso que que eles
tentam emplacar, né? Tem indígena lá no
no Congresso,
>> tem,
>> mas a maioria das pessoas que tá
trabalhando isso aí nem são indígenas.
Quem quem traz toda essa discussão a
maioria nem vem da Europa, essa merda
vem dos Estados Unidos. que ter essas
discussões, né?
>> Não. Então, mas eles escolhem porque
assim, o indígena que adotar a cartilha
é indígena pode ter representação.
>> Isso em qualquer sent no gay, é a mesma
coisa. Você só é gay de verdade se você
adotar aquela cartilha. Você só é negro
de verdade se você adotar aquela
cartilha. Se você discutir aquela
cartilha, você não é um negro mais. O
que a gente tem que fazer, irmão? Pegar
a caixilha, a cartilha, amassar e enfiar
no rabo deles, [ __ ] Sabe por quê,
irmão? Olha só,
>> no rabo não, porque é capaz de gostarem.
Tem que enfiar em outro lugar.
>> É, é, é.
>> Vou me dessa.
>> É, é, pode ser. Mas a [ __ ] tu pega até
na segurança pública, irmão, a cartilha
da segurança pública sustenta violência
nesse país. Pô, [roncando]
>> todo mundo fala de El Salvador. Que que
El Salvador fez? Pegou a cartilha e
amassou e enfiou no rabo, [ __ ] de
alguém e falou: "Essa [ __ ] aqui vai ser
assim". Ah, mas esse não é o padrão ON,
[ __ ] Fucô. Fou é falta. ONU,
>> entendeu? Aí acabou F para lá,
>> porque a ONU mesmo é seletiva. A UNU é
seletiva, ela tá preocupada com o
Salvador. Porque não vai se preocupar na
África? A gente tá, a gente tem hoje
africanos [roncando]
ainda escravizando africanos hoje em
dia. Não sou eu que tô dizendo, vocês só
fazem uma pesquisa e vão vão ver. São
negros estão falando isso, tá? Então
vamos lá. Então assim, mas a gente não
fala é muito seletiva essa essa a gente
tá vendo o Irão, o que tá acontecendo
que as mulheres querem arrancar o o o
Jihad, né? E e e tá essa jihad como nome
o não é
>> é jab é a mulher é um movimento
feminista legítimo de mulheres que estão
saco cheio de usar aqueles pano na
cabeça e e querem não querem mais tirar
e querem tirar cara
>> rijab rijab
>> riab e as pessoas e a gente não e o
mundo não tá falando disso. Não tá
falando disso, cara. Então assim, eh, a
gente é muito seletivo, sabe, e nas
nossas pautas free, mas não free Iran,
cara. Não tô entendendo.
>> É,
>> sabe?
>> Mas, irmão, olha só, eh, da mesma coisa
da pauta sustentável, a pauta do meio
ambiente, eles criam regras que trava o
desenvolvimento do país subdesenvolvido.
Terceiro mundo continua terceiro mundo.
Nós que somos de primeiro mundo continua
em primeiro mundo e cagamos regra para
você. Da mesma forma, o padrão ONU lá de
segurança pública, de direito humano, de
tratamento da pessoa que tá em custódia
do estado, os presos, meu irmão, não é
problema para eles, mas vai ser problema
para país subdesenvolvido, igual o
Brasil, igual é o Salvador e companhia.
Aí você tenta seguir esse padrão de
ressocialização, de cuidado, de
assistencialismo
e [ __ ] olha o resultado, pô, durante
40 anos tem que rachar com essa [ __ ]
dentro da segurança pública e fazer
igual ao Salvador. Meu irmão, olha só, o
país é o é meu, a violência tá aqui, a
facção é daqui, quem vai resolver sou
eu, [ __ ] E vai ser do meu jeito,
entendeu? Eu vou tratar esses caras
dessa forma. Ah, mas isso isso fere o o
tratado internacional. Então, [ __ ] o
tratado internacional. Agora não não
faço mais fato.
>> Não sou mais signatário.
>> Acabou, irmão. Acabou.
E e na pauta sustentável, na pauta eh
da questão do meio ambiente, é a mesma
coisa, irmão. Olha só,
>> eu preciso eu preciso explorar o meu
solo, porque o meu solo vai me dar
riqueza, vai me dar educação, vai me dar
segurança e eu vou fazer igual vocês
fizeram, igual vocês estão fazendo,
[ __ ] Eu vou, eu vou compensar, eu vou
eu vou usar desse recurso, desse
progresso, igual a China lá com a, com a
empresa de energia.
>> Cara, agora o que não dá pra gente ficar
sendo colônia a a vida toda, por Mas
você pode ser sustentável, você pode ser
industrial e você pode ser agro ao mesmo
tempo. A gente não precisa brigar. Dá
para fazer tudo, cara. Dá para fazer
tudo. O problema é que colocaram
>> fez tudo, cara. Ninguém. A China tá
fazendo não,
>> não fez, irmão.
Tá fazendo, mas antes de ser a China de
hoje não fez.
>> Ninguém fez, irmão.
>> Cara, ela fez mesmo tempo. Só que você
precisa de dinheiro.
>> Tô falando se do jeito certo. Você tá
dizendo
>> do jeito certinho.
>> Mas a gente tá fazendo cada vez melhor,
cara. As coisas [limpando a garganta]
cada Hoje a gente produz cada vez em
menos tempo. Tem melhor dá para fazer o
que a gente quer. Olha só, G.
>> A gente tem a gente tem fome, a gente
tem pressaão. A gente tem que crescer.
Desculpa, a gente tem que crescer em 10
anos. E meu irmão, e é isso, ó. Esse é o
preço.
>> Glóber. Ninguém tá, ninguém tá
inventando a roda. Glóber.
>> Se ficar tudo bonitinho, demora.
>> Ninguém, ninguém tá inventando a roda. O
que a gente quer é unidade. É uma coisa
diferente. Chega de ficar o tempo
inteiro ah brigando. É isso que a gente
quer. Eu quero unidade. O que que a
gente pode fazer?
>> Essa briga direita, esquerda só trabalha
isso, para poder melhorar,
>> porque entra um puxa de um lado, entra
um outro, poxa de outro. Entra aí esse
país não vai pra frente, cara.
>> Chega de briga, cara. Você sabe que eu
fui no IBEST, aí vi nego lá de direita,
de esquerda, tirei foto todo mundo, aí
eu vi a galera embaixo, [ __ ] você
tirou foto com o fulano, Dane-se,
aparece aqui, fui lá com outro da
direita do água, aparece aqui, fui lá do
meu ambiente aparece, meu irmão, não
quero saber, eu tô aqui para unir. O
Richard também tem esse vi, eu tô aqui
para unir. O que que a gente pode fazer
para unir? Se for para ficar nessa
[ __ ] de ficar brigando aqui ali e
nada vai pra frente, eu quero ir pra
frente, irmão. Eu tô com você. Sabe por
for no congresso, vai todo mundo sair no
meu Instagram. Vai ficar famoso aqui. Aí
vem cá, deputado. Você vem aparece aqui,
ó. Das que aparece. [ __ ] Eu não
quero
>> quero abraçar o Nicolas e e a a
>> Hilton
>> Hilton lado a lado juntos. Eu quero
estar junto com
>> Vou fazer uma história com os dois
juntos.
>> É. Não, irmão, olha só, eu acho, eu acho
isso do [ __ ] porque assim, no final
das contas, todo mundo é brasileiro,
todo mundo tem que caminhar pro bem da
Natal.
>> Aí que você falou uma coisa, todo mundo
é o quê? Brasileiro. O que que nos
falta? Entender que nós somos
brasileiros. Vocês dois erraram, tá? Nós
somos brasa. Beleza. [risadas]
>> Vamos com os termos corretos. Tira essa
[ __ ] de brasa. Vai.
>> Eu nunca vi.
>> Meu avô, meu avô, meu bisavô não é mais
índio, né?
>> Não,
>> é indígena. Nós estamos bras. Você é
tutor e nós e aqui é brasa. Tutor. Não,
>> eu não tenho pet. Eu não tenho pet.
Então eu eu sou só pai, né? Pai de
gente.
>> Tu não tem aquário em casa?
>> Não tenho nenhum bichinho em casa.
>> Nem vou falar a piada.
>> Não tem. Qual é a piada? Fala.
>> Não,
>> não. Não fala a piada.
>> Tá bom. Vamos lá, irmão. Qual é o
problema? Eu eu concordo com vocês. Eu
acho que temos que ter ideologia, temos
que ter uma direção. Acho que é natural.
O problema é que esse modelo de
polarização e essa guerra você tem que
olhar o fruto da árvore, irmão. Por
exemplo, a pauta conservadora. Primeiro,
os representantes nem são conservadores,
eles só falam que são, né? Segundo,
cara, qual é o que que ganhou? Qual é a
ideia? A a cultura continua amassando
tudo, [ __ ] Eh, eles continuam
avançando com com progressismo, com com
todas as faltas dele e a pauta
conservadora não não dá resultado, fica
brigando tudo isso. Quando vai ver nas
leis, o cara que que defende a pauta
conservador tá votando uma lei woke
>> e assim, meu irmão, eles só ficam
brigando, fazendo barulho e e se
>> vivem do problema. Eles vivem do
problema,
>> irmão. Se se a polarização [risadas]
tivesse dando fruto no sentido seguinte,
olha só, irmão, nós somos maioria, nós
estamos mudamos aqui, ó, fizemos uma
reforma legislativa, fizemos isso,
conduzimos a educação nesse sentido. Não
tem isso, irmão. Na verdade, quem fez
isso foi a esquerda progressista, a
esquerda walk. E isso eles fizeram.
Então, isso isso é bom pro país, é bom
pra nação. Por exemplo, irmão, mulher no
pari é bom. Mulher não ter filho é bom
pra nação,
>> não vai destruir a nação.
>> [ __ ] então assim, essa essa ideologia
que tá sendo plantada é ruim.
>> É,
>> é ruim, [ __ ] A vocação da mulher é ser
mãe ou não? Ela ela pode ela pode
levantar,
>> mas como você pode mas aí que tá a
parada. Olha só, eu não eu não tô afim
de discutir.
>> Eu não tô eu não tô a fim de discutir
essa. Olha, olha como é que eu trabalho.
>> Eu não quero discutir se a mulher,
[ __ ] vai ser eu vou eu quero discutir
políticas públicas em que mulheres
consigam trabalhar, porque, por exemplo,
se ela for mãe solteira ou algo
parecido, ela consegue sustentar a
família. Eu quero política para isso. Eu
não tô aqui para discutir nomenclatura,
eu não tô aqui para discutir isso. Eu
quero discutir, ó, como a gente vai
fazer paraa mulher ter emprego. É isso
que eu quero discutir,
>> irmão. Mas compreenda uma coisa, irmão.
Uma nação, eles lá na China, o TikTok
tem dancinha. Você acabou de falar para
mim que não tem dancinha. Uma nação
precisa de uma estrutura.
>> Tem que ter o plano de desenvolvimento
nacional, pô. Então assim, por isso que
que se você for olhar, a briga não dá em
nada, mas se você olhar, se seguimos um
conservadorismo de verdade, faz muito
mais sentido por uma nação o cara ter
por quem lutar, o cara ter por quem quem
trabalhar, o cara ter por quem ir pra
guerra, por quem morrer. Se ele não tem
uma mulher, irmão, se ele não tem uma
família, se ele não tem idosos, pais e
avós para ele cuidar, ele vai viver com
a vida solto. E a cultura progressista,
wou, quer o quê? Homem vira mulher,
mulher vira homem, ninguém tem filho.
[ __ ] bota toda essa essa parte na
frente aí, como é que você faz? Como é
que você cuida da força armada? Como é
que você cuida do teu exército? Como é
que você cuida, [ __ ] da tua família?
Quais são as bases que sustentam uma uma
sociedade? Eu
eu eu não conheço esse modelo. Eu não
conheço esse modelo do diferente do que
>> o que que um país precisa para ser um
país por uma potência. Cara, se se não
tiver mais filho, não tem nova geração.
Se não tiver nova geração, não paga
previdência. Então, como é que você vai,
[ __ ] sustentar, pagar uma previdência
que não se sustenta?
>> Adote, não compre. Se você só adotar, só
vai adotar cachorro castrado. Daqui 15
anos não tem mais. Exato, irmão. Então,
assim, existe coisas, cara, que a
ideologia
as como é que você vai fazer as pessoas
terem filho? Na minha concepção, dando
condições para eles como ter emprego,
por exemplo.
>> Não, irmão, calma aí. [ __ ] minha avó
tinha 10 filhos sem ter emprego, [ __ ]
>> E quando eu cheguei aqui, não peguei eu,
>> tua avó comprou casa.
>> Hum. Tua avô comprou casa e terreno e o
seu avô trabalhava e era o suficiente
para se manter. Hoje
>> o cara hoje o cara só o cara com a
mulher trabalhando o dia inteiro, se
[ __ ] não consegue manter uma criça
na escola. Então, então não, mas ela
teve condições.
>> Você comprava a casa com terreno
gigantesco, velho. Hoje o jovem vai,
>> o cara vai ficar com 50 anos, não vai
comprar uma casa, velho. Vai comprar uma
P, não vai comprar. Só que se o cara,
se, se o cara conseguir comprar uma casa
sozinho, só cuidar dele, ser egoísta,
você não espere nada desse cara, irmão,
porque o mundo dele é o bigo dele.
>> Então, que tá faltando a gente dar da
condição de vida pra galera. Pô,
>> então, irmão, é, talvez a gente, esse
papo aí a gente tá diferente,
cara.
>> Industrialização, velho, emprego,
moradia. É isso. Se Se a grana entra, as
pessoas se viram. Se a grana entra, as
pessoas se viram,
>> irmão. Se se o estado fosse eficiente,
ele ele ia ver esse retrato social, ia
falar: "Irmão, vamos direcionar esse
país. 87% das pessoas estão no litoral,
né? Ele ele já mudou um pouco".
>> É, o R que falou isso aqui agora, né?
>> 87% é urbanizado no Brasil.
>> É urbanizado.
>> Urbanizado.
>> É, desculpa, urbanizado. O estado ia
direcionar as pessoas de forma
eficiente, mas o que que o Estado quer?
O estado quer só sugar do cara, não
entrega nada, [ __ ] Como é que o como é
que o cara vai hoje querer ter filho se
não tem? Você paga, você paga não, mas
entenda, ô Rick, tu paga imposto
>> por por uma saúde de graça, só que é uma
merda. Você paga imposto por uma
educação de graça, mas é uma merda. Tu
paga imposto por uma segurança pública
que não existe. Aí o cara faz o quê,
irmão? Cara, eu eu tenho que ter só um
filho.
>> Sim. Não consegue manter aí o mundo. Um
filho é mais do que o mundo hoje é
consumo, irmão. Consumo é é hoje que a
China fez é se mostrar.
>> O que que a China fez? Aumentou a classe
média, velho.
>> Eu tô vendo os comentários aqui.
>> Não, aí aí as pessoas querem se mostrar
cada vez mais, quer consumir. Aí
realmente não dá para ter dois filhos,
três filhos, quatro filhos, cinco
filhos. Não dá, irmão. Por quê? criaram
um padrão de escola cara, de telefone
cara, de roupa cara, de comida cara, de
tudo caro, tudo cara. Aí realmente não
dá, irmão, não dá. Mas se você, se o
estado fosse eficiente, se o estado não
fosse, não sugasse o nosso dinheiro e se
a gente não vivesse numa armadilha, as
pessoas viveram tranquila, pô. Não seria
do [ __ ] irmão, a gente, [ __ ] morar
num sítiozão, [ __ ] junto com teu tio,
teu primo, plantando, tendo os bichinhos
ali, igual foi nossos avós? P
>> se você
>> a vida era do [ __ ] irmão. Tu vivia
com seus
rasga, se você rasga o Brasil inteiro em
ferrovia, energia elétrica, internet, tu
acha que a gente não vai ter uma uma
dispersão e uma melhoria em novos
empregos, novas maneiras de de produzir,
cara, vai tudo muda, velho. Só que a
gente precisa ter condições. Agora não
tem como você ter vários filhos trancado
num apartamento de 30 m², cara.
Impossível. E que você nem pagou. É, tu
tá alugado 7000 por mês, sei lá, é caro,
velho.
>> Só que, só que se você se você sair
desse conceito urbano de cidade, de
consumo, de coisa,
>> vamos rasgar o Mas eu não posso ficar no
interior onde não tem saúde, não tem
internet.
>> Então, mas aí o estado tem que ir para
lá, tem que promover, tem que tem que
botar as empresas lá, indústria, tem que
tá para lá. Vamos rasgar, vamos rasgar
com ferrovia,
>> o cara vai viver melhor, entende? Tem
tem um comentário aqui,
>> mas vamos sair desse pair
agora. Vamos pra política.
>> É o contrário, meu amigo. Eu vou perder.
>> Eita, papai.
>> Não, eu tenho dúvida. Eu não tenho
dúvida que que que o Henrique tem mais
dinheiro hoje do que tinha 5 anos atrás.
>> Sim.
>> Não tem dúvida, irmão. Eu tô na
internet, eu sei. Eu eu também tenho,
tem mais dinheiro do que eu tinha 5 anos
atrás.
>> Sim. Na verdade, indo pra política, eu
perco dinheiro.
>> E, e na verdade, caras igual caras igual
a gente perde dinheiro, né?
>> Bom, olha só, mano. Walter vai ler super
chat. Aí
>> tem um aqui um especial
>> pro Júlio.
>> Especial. Júlio. Julião,
>> por favor,
>> fale fale mais alto que você conseguir.
Júlio
>> v ler aqui.
Aoé Oliveira.
>> Hã,
>> comunidade Henri Cristo.
>> Comunidade Henri Cristo aqui em Brasília
convida o Richard e o Henrique para um
dia vir até o obviamente se ele não tem
preconceito em relação a ele.
>> Não, eu adoro o Henry Christ,
>> meu pai. demonstra ter uma mente livre,
mas não sei o que ele pensa sobre o
>> cara. Eu vi um vídeo,
>> eu vi um vídeo
>> do sensacional do Eu gosto do CR. Eu
vou, vou, eu vou. Nossa, eu tenho vou
levar água e ele vai transformar em você
já sabe que é um liberal conservador e
leva só leva só,
>> vou levar só a água, ele vai transformar
em vinho e aí nós vamos chapar. Foi
isso. E foi maravilhoso. Danil, Danilo
Gentile falou: "Vamos tomar no vinho".
Aí o o Henrique falou: "Sim, vamos tomar
um vinho". Aí ele trouxe um copo d'água.
Aí ele falou: "Mas se isto é água?" Ele
falou: "Então faz aí o seu, [risadas]
mano". Sensacional.
Eu vou com todo mundo, tio. Ele também.
Nós vamos com todo mundo de a Z, do
porteiro ao presidente, do indígena ao
negro, do gay ao travesti. Nossa, eu sou
o cara mente abertíssima, mano. Eu sou
um liberal conservador. Já viu que é um
liberal conservador? Sou eu. Olha para
mim. Eu tenho cara de conservador? Não,
mas sou. Eu tenho aspectos
conservadores, mas ao mesmo tempo eu
tenho aspectos liberais, cara. Entendeu?
Então, tenho uma cabeça, eu acho que a
viagens, coisas me abriu muito a minha
mente, cara. Então assim, eu sou um cara
assim que não tem, vai com tudo, cara.
Vai. É igual aqueles caras que usa terno
na frente atrás tem a bunda de
>> fica b terno na frente [risadas] liberal
na frente é terno e atrás a ba de fora
>> velho. Mas olha que a galera não
consegue isso é uma cois e a gente faz a
galera não entende. A gente fala com
todo mundo, velho. Da direita, da
esquerda gay, hétero, preto. A gente vai
falando com todo mundo e a galera fica
[ __ ] mas pera aí você, meu irmão, eu
vou falar.
>> Não pertence para clubinhos. Eu não sou
de clubinho, cara. Eu sou um lobo.
>> Eu vou falar com o Nicolas e vou falar
com a Erica Rito. Eu vou tirar foto com
os dois, tu vai ver.
>> Não, não. Olha só, irmão. Qual é o
problema do nosso mundo agora, do nosso
momento? É a militância, mano. É você
transformar e querer convencer e
estimular a tua ideia.
>> Porque é o seguinão,
>> eu posso discordar de você
essencialment.
>> Se o Julião, você humano, volta, o cara
decide, [ __ ] se homicorda. A gente
discorda de várias coisas. Amigo, velho.
>> Tá bem. Agora o problema é é você fazer
uma pauta dividindo entre negros, entre
entre LGBT, entre [ __ ] in
>> não é pior. Hoje você divide negro de
esquerda, negro de direita.
>> Para, [ __ ] É, é. A É hril é trans de
esquerda e tem a transita.
>> É. E a Mas aí já não é mais trans.
>> Isso
>> porque é de direita. Mas não existe
isso.
>> Isso. Então é,
>> tem que parar esse negócio de esquerda,
direita já deu no saco, mano. Ninguém
aguenta mais isso.
>> Ó, hoje é sabadão. Sabador não fala
Global podcast. E o Henrique fica para
mim, [ __ ] vamos tomar a cerveja,
>> nós vamos pra festa em Brasília hoje.
>> Vamos tomar cerveja. Aí eu falei,
>> aí eu falei [ __ ] então eu vou tomar,
eu vou tomar, mas vai ser sem álcool. Aí
eu tô aqui, ó. Ó, só que tem um
problema.
>> Tá fazendo propaganda gratuita da H.
>> Não tem problema, mano. Qual, qual é o
problema do cara que toma cerveja?
Vontade de mijar. Eu tô com vontade de
mijar, mano. Então, o mano Walter vai
ler o super chat e vocês segura aí. Não
mija nas calças não, irmão.
>> Pedir pro Richard mandar um abraço pra
Sino dislo do Índio que tá assistindo.
>> Sino?
>> Eu conheço, eu já eu conheço Cinoé.
>> Sino? Manda um abraço para ela, Richard,
por favor.
>> Sino
>> Sinoé.
>> Sinué
mesmo o nome dela
>> é Assin.
>> Assino
>> é assino discípula do H.
>> Discípula do Henry. É o mesmo Henry. Tá
em Brasília.
>> Podia botar o vídeo delas delas. Vamos
lá com ele lá, cara. [risadas]
>> Bora lá. Vou uma carne. É isso que eu
tô.
>> Fala para C tiver uma cerveja, um vinho
lá.
>> Vou adorar conhecer o R pessoalmente.
>> Vamos hoje lá, pô. A Cé tá aqui. Ela ela
é direto da Se não se tiver um vinho,
cerveja, eu vou lá hoje.
>> Ó, mano Walter, mano Walter o super
chat. Eu quero conversar com vocês sobre
sobre a janja, né? Eu eu não posso
esquecer isso.
>> Da paca
>> da paca da janja, né? Vocês estão
ligado, né, que a gente já cozinhou a
paca lá pro
>> Isso aqui é parabéns.
>> É, mas deixa o mano Walter ler o super
chat que eu já volto aí. Mano Walter,
cuida dos caras aí, meu irmão. Interage
aí, lê o super chat que eu já volto.
>> Beleza, Gláudia? Eu vou ler três super
chats aqui em seguida, né? Agradecer a
rapaziada que foi a Régia Silva falou o
seguinte: "Um privilégio, três homens do
bem juntos. Precisamos lutar contra a
hipocrisia desse país. O Diogo Santa Fé
falou o seguinte: "Podcast sensacional
hoje. Valeu, Glauber e equipe. Valeu,
Richard Henrique e também Lupier falou o
seguinte: "Boa noite, biólogo Henrique
Richard. Richard, acompanho você desde
pequena, tenho 25 anos, cresci com você
na TV e biólogo Henrique, te assisto tem
uns 3 anos
por vocês, escolhi fazer biologia e me
tornar bióloga." Muito obrigado. Então,
manda um abraço para Lupier. Aí
>> vamos ter que legislar para isso.
Seja feliz. A biologia é gostoso demais
de estudar. Você tá estudando na pior
hipótese ou melhor hipótese a obra de
Deus. É. E assim, sem levar para um para
um lado extremamente religioso, mas
cara, a grandiosidade desse planeta da e
a biologia o estudo da vida, cara. Seja
muito feliz. É muito gostoso da
biologia.
>> É, é a matéria mais legal que tem, cara.
É, é mesmo.
>> Parabéns, felicidade. Pode ter certeza
que você vai ser melhor do que a gente.
>> Vamos lá. Tivemos também o Ros Silva,
Roch Silva, eles falaram o seguinte, os
camaradas aí falaram do meio ambiente,
de meio ambiente. Qual o projeto de
vocês na política para proteger os
minerais e terras raras para beneficiar
o povo? E a explicação dos senhores?
Bom, eu acredito, eu sempre acreditei
que a gente eh
tem que privilegiar
muitos desses dessas terras raras e
muitos desse desses minerais estão hoje
embaixo de unidades de concção e terras
indígenas. E eu acho que eh
>> e de ONGs, né? Não, então, mas eu acho
que então esse é um recurso brasileiro e
que tem que ser revertido para também os
está se tá em terras de povos nativos,
tem que ser revertido pro povo nativo
também, entendeu? É isso. E não só pro
chefe que tá lá do da do dos indígenas,
mas pra base da pirâmide, né? Então eu
conheço muito pouco de de de minerais,
tá? de de isso é uma é uma realidade,
uma coisa que é uma eu tô me interando,
inclusive eu tô estudando muita coisa,
eu tô estudando agora portos, eu eu
estud hoje, por exemplo, agricultura
hoje é uma coisa que eu eu domino
bastante, eh a pecuária, produção de de
proteína animal, eh florestas,
conservação. É uma coisa que hoje a
gente já entende bastante, entende, né?
O o o o Henrique é um cara, [ __ ] a
gente tá formando comitê, sabe o que é o
que eu a gente tá fazendo nessas pautas
nossas que muitas convergem, tanto o o
Henrique comigo, nós estamos chamando
profissionais de cada uma dessas áreas
para formar comitês. Comitê, então vai
falar de pet, você tem que chamar quem?
Tem que chamar protetor, tem que chamar
criador, tem que chamar as associações,
tem que chamar os adestradores. Ponto.
Para você começar a fazer leis que
realmente eh funcionem. Vamos falar
sobre conservação. Tem que chamar quem
hoje protege e semibio, terra indígena,
então indígenas e eh produtores rurais.
Então nós temos que chamar esses caras.
Se a gente quer desenvolver uma política
pública de conservação, tem que chamar
os caras que t a ver com isso, que, né,
que estão ligados a isso. Eu acredito
muito nisso. Uma sociedade que possa
conversar entre si e não só se agredir e
se eatar com rótulos, entendeu? Ah, você
é dso aqui, é nessa posição, não vai pra
frente, cara. Então, eh, os minerais são
algo que, eh, tem que ser estudado.
Certamente nós aqui com, eh, condições,
porque é, é,
de de eh
>> terceiro mal do mundo, né?
>> O de que o
>> do de terras raras,
>> de terras raras.
>> O grande o grande problema das terras
raras, galera, eh elas não são tão raras
assim, tá? O grande problema das terras
raras é que você tem uma receita de bolo
para poder separar aquele material e só
a China domina.
Isso no mundo inteiro. E nós temos aí
uma quantidade absurda de químicos
desempregados. Dr. Hércules aqui um
grande abraço. Mas uma quantidade
absurda de doutores que vão pro exterior
e que poderiam estar trabalhando
justamente no processo de mineração.
Agora, o que acontece é que no meio
ambiente se criou a ideia de que olha,
precisamos chamar pessoas para
conversar, mas só chamou
identitário da parada. Os cientistas
estão fora da da jogada. A galera
[roncando] que mora no local tá fora da
jogada. Então, como o Richard falou,
você precisa de unir todos. Vamos fazer
aqui um bem bolado para todo mundo sair
ganhando. E a gente precisa de investir
em muito na ciência de produção de
terras raras, porque só a China não dá.
Até os Estados Unidos tá muito atrás.
Eles mandam as terras raras pro pros
chineses, eles separam. Só que a gente
pode fazer aqui e a gente pode fazer
melhor. E quem duvida do brasileiro
saiba que nós temos a Embraer, saiba que
nós temos o ITA, saiba que que o que o
Brasil tem a Petrobras, que a gente
conseguiu enriquecer urânio de uma
maneira que ninguém conseguiu. Então o
que que tá faltando? Tá faltando um
programa de desenvolvimento nacional pra
gente poder separar essas terras raras.
Até porque tem um monte de ONG aí com
área de proteção
exatamente em cima onde você tá errado.
Vocês não acham isso muito estranho? E
aí daqui a pouco começa aquela parada,
não, vamos dividir o Brasil. [risadas]
Não é à toa, né, velho? Dividir
paraquistar. Estão indo afundar a
carreira deles indo pra política. Teve
um comentou.
>> Nada, cara.
>> Esse Richard aí, ele tá, eu tô que nem
você.
>> Hum.
>> Eu, e, esse Richard tá é implantado do
sistema. Tem um, eu tô, sou implantado
do sistema, tem um cara no TikTok que
desmascara ele. Se o cara tá no TikTok,
já tá no lugar errado, né, mano? Fala a
verdade. Desmascar o quê? Já tá errado.
Tá lá no
>> cara
quer destruir. Conce, tu conhece a
árvore pelo fruto, vocês vão chegar lá e
vão entregar frutos, cara. Entendeu? Se
não entregar, é, é o que eu acho. Mesmo
>> eu ainda mostro a minha raiz. Eu acho
>> isso é a coisa mais importante. Não,
isso a gente fala, muitas pessoas falam
assim: "Ah, a árvore é bonita". Aí, por
quê? Porque a gente olha o quê? Olha as
frutas, os frutos, as flores, o que
mantém a árvore é a raiz. Eu acho coisa
mais forte. Eu já passei por muito
vendal na minha vida, mano. Eu já passei
por coisas dentro da minha, nesse 25
anos que eu tenho de profissão, né? Me
expondo, porque é [ __ ] você se expor,
cara. e ter se expor e ter opinião. Não
ser um isentão. Eu não sou um isentão.
Sim.
>> Então você se expor e ter opinião, [ __ ]
eu já apanhei, já passei por cada coisa
e eu aprendi isso, né? Por isso que eu
não ligo hoje para cer, eu leio os
comentários, dou risada, porque eu acho
interessante que as pessoas pensam até
para saber o nível, né, que nós estamos
hoje, né? Agradeço, vi muito comentário
positivo. Muito obrigado, tá? Muito
obrigado. Certamente se eu vou vou fazer
alguma coisa, eu sou um ser humano, tá?
A gente não acerta todas, mas a gente
tem que acertar mais do que errar.
Agora, eh, a árvore, se bate um vento, o
fruto e as flores vão embora. O que fica
é a raiz. Você tem que ter uma pergunta
estrutura. Quem acha que eu e Richard
devemos entrar pra política? Digita um
aí. Quem acha que eu e Richard devemos
>> aqui digita um, digita dois. Exatamente.
Então vamos lá, rapaziada. Aqui, ó, aqui
a gente tem um sistema de votação que é
digit, digite dois. É muito simples,
irmão. Se você apoia Richard e Henrique
na política,
>> não indo pra política. Não precisa nem
votar.
>> Indo pra política. Exatamente. É lógico,
não estamos em campanha e também as
pessoas estão em vários estados do
Brasil. Se você apoia a ida deles paraa
política, digite um, beleza? Um, ó,
digita um se você apoia. Se você acha
que não, furada, digite dois. Mano,
volta vai falar o percentual aí. E se tu
quiser fazer uma enquete aí, meu irmão,
pode fazer também uma enquete, cara.
Olha só como quão bom seria, cara, um
país que a gente tivesse a classe
política conhecida, uma classe política
que você sabe qual é a história, qual é
o histórico, né? Uma classe política que
já entregou demais, né? Agora não. No
Congresso tem poderosos anônimos. Tem
camarada lá que o cara tem 30.000 votos,
40.000 1 votos por uma questão ali
política, ele chega e ele exerce muito
poder, pô. Ele é presidente da de uma
comissão de orçamento, ele é presidente
do próprio Congresso, às vezes o cara
tem 50.000 votos, entende? E o cara é só
um um cara que botou muito dinheiro num
país pobre como esse e chegou ao poder e
manda para caramba. Agora a gente tem
camarada igual você,
>> esses são os problemas, os compromissos,
né? Por exemplo, nossa, nós não tem,
vamos ter os compromissos aqui. Por quê?
Porque nós já temos uma base dentro da
própria, próprias comunidades. Nós já
temos Instagram grande, nós já temos
YouTube grande. Então assim, nós não
precisamos sair prometendo, dando,
dinheiro, né, e arrecadando dinheiro e
dando dinheiro. Não precisa.
>> É, vocês são outsida, né?
>> São out, a gente é forte. Agora, qual é
o problema? Qual é o problema do
brasileiro emitar em aceitar que o
técnico tem que estar no lugar do
técnico? Por que que eu tenho que ver
sempre alguém falando no meio ambiente
que nunca nunca não sabe galinha mijja?
Não sabe por galinha mijja? Por que que
eu não posso ter um técnico? Por que que
nós técnico nós por que que não pode ter
o biólogo lá falar do meio ambiente,
velho? Tem que ser alguém que sei lá, o
cara
pega o cachorro
>> 51, cara. Pois é uma boa ideia.
>> Olha, olha a quantidade de um. Pode
continuar, Rique. Mas olha a quantidade
de um, irmão. Olha o chat aí. Vocês
estão vendo, meu irmão, assim? Não deu,
não deu.
>> E não tá na hora do Brasil ter técnicos
falando sobre
>> É óbvio, irmão. [ __ ] nós estamos 30
anos, 40 anos, sei lá quantos anos. Me
ajudem no armadilha eh ambiental, irmão,
deuns camaradas que que não sabe. Você
tem preocupação com com o meio ambiente?
>> E eu sei como resolver.
>> Eu trabalhei a vida inteira com essa
[ __ ] Eu sei como resolver. E a coisa é
simples. Isso aqui não pode fazer. Mas o
que que eu posso fazer isso? Porque eu é
eh trava. O sistema é do tipo assim, não
posso botar hidrelétrica nessa cachoeira
aqui, ok? E o que eu posso fazer? Posso
instalar então um monte de usina eólica?
Onde é? Não pode. E onde que eu posso
instalar a usina eh solar? Só [roncando]
que só a negação não dá para mim, velho.
Eu quero ter a solução. Se eu não posso
fazer isso, meio ambiente, não posso
fazer isso, o que que eu posso fazer?
Posso fazer aquilo outro? Só que não.
Quando tu vai pedir uma licença, os
caras só neg. Não, não pode. Tá. E o que
eu posso fazer? [ __ ]
tô cansado disso.
>> Esse super chat do aqui não dá para ler
não. Rodrigo, tá doido, cara.
>> Você quer quer quer quer me [ __ ] Me
beixa, mano. [risadas]
>> É Richard,
>> não dá para ler.
>> Ah, lê. [risadas]
>> Não dá para ler.
>> É deputada. Não, deputada
>> não. Não,
>> não dá. Não dá,
>> não dá, não dá, não dá, não dá. Tá
doido.
>> Eu, eu nem sei o que que é isso, pô. Eu
nem sei que que seria alguém de três
pernas. Eu não existe isso. Existe.
Eu só conheço que eu duxo.
>> Eu tenho três pernas.
>> Meu apelido é cavalo de três pernas.
>> Gente, não me compliquem. Eh, mano
Walter, você tava falando, irmão. Pode,
[risadas]
viu? Aí, ô Richard, a votação. Todo
mundo distando um.
>> Não tem dois não, irmão. É todo mundo
distando um, cara.
>> Tá na hora de ser uns dois aqui
>> trabalhando como
>> Mas faz parte. É isso aí,
>> cara. Não tem como, não tem como só
agradar todos.
>> Ah, meu, eu vou, eu, eu vou, cara, eu
vou 4 anos e se for algo que não vai ser
insuportável, ver que não vai funcionar,
eu tô isso, cara. Sabe por
>> Mas eu vou tentar. Eu prefiro me
arrepender de algo que eu fiz do que não
fiz. Isso, isso. O problema é do cara
que vai para usufluir e viver daquilo,
pô. Não, eu eu tenho uma vida
maravilhosa.
>> O cara que vai o cara que vai para
usufluir viver daquilo,
>> ele ele mesmo sem sem contribuir, sem
fazer nada, tá enriquecendo. Muito boa
da minha vida. Muito boa da minha vida,
mano.
>> Nós não precisamos ir pra política.
>> Nossa, tá louco.
>> E perde financeiramente. Tá louco.
>> É, mano Valter, super chat. Mano Valter.
>> Ô, Gberg, há pouco eu falei sobre Terra
Jaras, né? O super chat foi sobre
Terrajar Jaras. Sim.
>> E o Adildo 84 mandou um super chat
falando o seguinte: "Paises ricos que
mais poluem eh atacam o nosso agro com
hipocrisia? Usam ONGs e esquerdistas
como arma para fechar o mercado e fugir
da concorrência. Guerra econômica
assimétrica que o Brasil já sofre há
bastante tempo, né? Há anos.
>> Então que que o Henrique e o Richard tem
a falar sobre isso daí?
>> Eu eu não consegui ouvir a
>> Não entendeu? O cara tá dizendo que é
uma guerra assimétrica, é uma guerra.
Eh, isso aí faz parte do de uma guerra
contra o Brasil, entendeu?
>> Sim. Não é to que, cara, então você pode
não concordar com algumas coisas do
agro, OK? A solução destruir o agro,
>> então quer dizer que você tem um
banheiro sujo, tu destrói a casa? Eu vi
essa novela com a indústria brasileira.
Ah, a indústria é uma coisa poluidora.
Eles tiraram a indústria do Brasil,
tirou emprego. Quer fazer a mesma coisa
com agro? Meu irmão, eu tô aqui para
unir a indústria, o agro e o meu
ambiente. Tô aqui para dar solução, não
estou aqui para destruir. E a gente sabe
que existem ONGs internacionais que
fomentam esse tipo de discussão.
Fomentam. O side pagava, tá lá no Vikile
Leagues, pagava a direita e pagava a
esquerda o tempo inteiro. As duas se
chocam, o Brasil não vai pra frente. É
isso. Tem ONGs querendo destruir. Ué,
você vai Mercosul lá com com a Europa
toda hora o problema dos do nosso agora
não, porque pô, teve uma coisa aqui, uma
coisa lá, toda hora um problema. Eles
arrumam essa desculpa e no entanto vão
lá garimpar o ouro ilegal da Amazônia.
Tá lá Noruega cheio de ouro ilegal, tá
lá Noruega com madeira ilegal. [ __ ]
meu irmão, quem ganar moá, quem ganaram
moar. Agora tem um monte de gente aqui
que graças a essa fomentação de
internacionais impediu a gente de
explorar a bacia equatorial. Tá lá,
Guiné Rica. A gente não vai fazer a
transição energética sem dinheiro. Tu
acha que tu acha que é só assim? Chegou
não. Vamos botar para nós. Só com que
dinheiro, [ __ ]
>> Isso.
>> Você precisa de explorar o pet. Tá aí,
ó. Todo mundo sem petróleo. Tá lá. A
gente podia agora tá detonando com
barril e cacetada.
>> Isso. 110.
>> Cacetada. Eu quero ver quando acabarem
os insumos agrícolas. Quero ver quando
diesel tiver lá em cima, gasolina lá em
cima, o que que a gente vai fazer. Aí
esse camaradinha que tava lá no Twitter
com iPhone dele, que poluiu para caraca
para ser produzido lá na China. Isso,
irmão.
>> Aí ele vai falar: "Não, pô, mas aí, ó, e
vamos ver lá, então, como é que explora
o petróleo?" Já podíamos ter feito isso
há muito tempo,
>> irmão. Tem muito brasileiro sem
sanamento básico, muito brasileiro com
fome, muitas crianças, dragens dos rios
também que a gente tá aí botando todos.
Enquanto você tiver um um país pobre,
cheio de necessidade, [ __ ] você não
pode deixar de explorar as riquezas que
esse país tem. Não existe preservação
ambiental sem comida na mesa. Bota uma
coisa na cabeça. Não tem preservação
ambiental sem comida na mesa. Bonito é o
grande exemplo. Os caras vão lá, vivem,
tem o ecoturismo, os caras ganham grana,
tem pôra o cara, ah, não, porque você
vai pegar um peixe, coitado do peixe.
Você botou um anzol no peixe, meu irmão.
Graças a esse ecoturismo do cara ir lá
pescar, que é o turista que deixa a
grana na pousada, deixa a grana na
padaria, deixa grana em todos os locais.
Pirangueiro de fazer coisa errada para
ser um guia de turismo. Desmatamento que
o cara ia fazer, ele não vai fazer mais,
porque se ele desmatar, o rio vai
assorear,
a mulher dele tá trabalhando na pousada,
tu entende? É o que aconteceu com o
projeto Tamar.
>> Exato.
>> Pegou o cara que tava caçando.
A solução que matar o cara, botar na
cadeia mais um, mais um para virar
traficante. Contrata o cara. Não é uma
caçador não. Agora tu é o cara que vai
ser o guardião. Olha aí o projeto Tamar,
velho.
>> Beleza, meu irmão. Vamos nessa que a
hora voa né cara.
>> Eu quero saber o seguinte. Você seu
[ __ ] aí, você vai ter que me
arrumar uma academia agora, essa hora
tem 24 horas.
>> Tem, pô. Aquele tempo. Você acha que eu
tenho esse corpo aqui sem na? Nossa.
>> Academia.
>> Fala, fala, meu irmão.
>> Tu já arrumou onde eu vou tomar minha
gelada? O gordinho, o gordinho. Ei, o
gordinho vai falar assim: "Cara,
academia eu não consigo não, mas um
restaurante para comer. Academia também
>> para comer." Beleza, vamos lá. Eu tô, eu
tô de conçadins, vou chegar con jeans de
hoje. Vai falando com a Rita aí, porque
se der 10 horas fechou o shopping,
>> tua mulher tá salva. Tá, tá bem.
>> Ela quer ir no shopping.
>> Ela tá no shopping. Tá no shopping.
>> Ela tá no shopping.
>> Eu dei o cartão para ela, velho. Ela que
tá aí. É,
>> eu só tô vendo aqui a nota aqui.
>> Só tô vendo apitando aqui.
Walter, vamos lá, irmão. Vamos lá que
hoje é sabadão e nós vamos vamos ficar
até tardão não, mano. Vai,
>> vamos lá. O Laudelino RJ falou o
seguinte: "A política precisa de gente
decente e com boas ideias. Vocês possuem
prática, carreira e tico e teco no
lugar." O que vocês estão falando é de
de doação para o nosso povo fazer a
coisa certa sem demagogia. Eu apoio. E
falar nisso daí, 84% tava tava 88, né,
do pessoal apoia sim o a pré-candidatura
do Henrique e do Richard.
>> Do Richard. Ô, ô, ô, ô, ô, ô, Henrique.
Tu só vai me deixar numa situação
difícil, porque eu vou ter você como
deputado federal e o Batata também para
deputado federal e meu coração vai ficar
dividido em quem eu vou votar. Eu já
tenho a solução para isso. Eu vou trazer
o meu voto, o meu domicílio eleitoral
paraa Brasília. Eu não passo por isso.
>> Pronto. Aí você não passa policial.
>> É até 6 de maio, não é? Que tem que
mudar o domicílio eleitoral. Eu vou
votar em Brasília e num DF que eu não
vou precisar ficar dividido e aí daqui
eu posso pedir voto pros dois,
>> entendeu?
>> E se ele quiser vir a estadual pensar
bem, a gente faz dobradinha. [risadas]
>> É, não. E
>> batata. Se tu quiser, se tu quiser vir
para estadual, fazer uma dobrada, hein.
>> Aí já até apagaram a luz, mano. Tão
mandando a gente embora, hein, cara.
>> Ih, tá vendo aí, ó? É, é o aquecimento
global, mano.
[risadas]
É, vai faltar luz. Vamos ficar sem
energia. Olha só. É isso. E lá em São
Paulo também meu coração vai est um
pouco dividido, mas a gente tem para
todo mundo, né, irmão?
>> Não tem. Tem. Você pode votar e cada um
pode votar em um deputado, né?
>> Deputado federal estadual. Só pode votar
em um.
>> Deputado federal estadual. Senador que
são dois. É você pô na dúvida, né? Tem
dois senadores. O cara vai votar em dois
senadores. Deputado federal estadual, um
só. Mas é isso, mano. Volta. Tem mais um
aí?
>> Sim, sim, rapaziada. Os super chats
estão encerrados. A gente precisa
liberar rapaz o Richard, o Henrique, o
Glauber, o Leia Direita, por e ele
pergunta, né, porque que vocês vocês se
vocês conhecem o projeto do partido
missão e o que que vocês achariam da
ideia de se candidatar pelo por por esse
partido, né, pelo partido missão que é
um partido novo.
>> Tu já tem tu já tem uma onça aí, meu
irmão, no braço, né, cara?
o logo deles é maneiro.
>> Nós já nós falamos, né, que não falamos
nisso, uma coisa importante, nós já
estamos filiados, escolhemos já um um
partido político por diversas razões. Eu
vou explicar o porquê, eu acho
importante. Nós escolhemos o MDB, tá?
Estamos filiados pelo MDB eh por
diversas razões. Primeiro que o
presidente o Bale Ross nos deu
autonomia, isso para mim foi
fundamental, fundamental ir pro Henrique
também.
autonomia para que a gente eh
gerenciasse
as nossas emendas, que nós não vamos ser
escravos de ninguém, pautas, emendas e
votar em quem a gente quiser.
>> Não precisamos votar com o partido.
>> Não precisamos votar com o partido. Isso
para mim
e foi fundamental e pro Henrique também,
porque essa liberdade é o mínimo que eu
exijo entrando dentro de uma Então
assim, a legenda do MDB. Quero agradecer
Baleia Ross por esse por esse, enfim,
essa licença poética nossa que para mim
foi fundamental e e eu vi que em outros
lugares eu não ia ter essa liberdade.
Então, e ele é um partido de centro,
então é um partido que não tá aí tá fora
dessa guerra.
Agora tu tem muita gente mudando de um
para dois aí, hein? Agora, hein? Porque
a rapaziada, a rapaziada tem certo,
>> mas veja, senhores, a gente precisa
deão,
>> a gente precisa de uma legenda.
>> Ô, Richard, inclua nesse teu argumento o
seguinte: o Brasil só tem merda e você
precisa escolher uma delas, entendeu?
Lamentavelmente, entendeu? [ __ ] eu eu
eu
acredito no Richard Henrique. No Bagan
Roça eu já não posso dizer a mesma
coisa. No partido eu não posso dizer
mesma coisa. R é o presidente do nosso
partido e é o cara que nos deu essa,
>> sabe? Eu acho que não houve nenhum outro
partido que eh eh porque ele ele tem
dentro lá deputados que pensam
diferente, muit exemplo o delegado
Palumbo já foi meu convidado, ela é do
MDB também, entendeu? O cara tem que
escolher uma legenda, mano. É um
constrangimento para nós, irmão, para
nós que queremos contribuir escolher uma
legenda, porque as legendas no Brasil
tão contaminadas de caras que não são
igual a gente. E o histórico, tem
>> o histórico que os caras já fizeram
nesse país, aí o público rejeita,
entendeu? Então, mas é isso. Eh, eh,
pense no candidato, já que tem
autonomia, né?
>> Pense no pré-candidato.
Deixa, deixa eu falar uma parada.
Primeiramente, eu gostaria muito de
agradecer ao partido Missão, que foi o
única, o único que ontem chegou para mim
e falou assim: "Cara, eh, [ __ ] a ONG
tá falando contigo é sacanagem". Isso
foi bacana, mas partido missão no Rio
ainda não é a não é grande ainda no Rio.
E dois, eu tô livre no partido. Esquece
o partido, eu posso votar em que eu
quiser. Eu não sou obrigado a votar
naquilo que o partido faz em bloco. Nem
eu, nem Richard.
>> Nem eu, nem Richard. Eu vou votar
naquilo que eu quiser votar. Entendam
isso. OK? Então assim, nenhum outro
partido me deu essa autonomia. Nenhum.
Nenhum.
>> É. É isso, senhores. E assim, eu e outra
coisa que eu vou torcer também, não por
vocês, eu torço para que vocês tenham o
suficiente para ser eleito.
Eu não quero ver vocês com 1 milhão de
voto, nem com 800.000 votos. Sabe por
quê? Porque senão você vai eleger um
monte de sangue suga que vão vir junto
com vocês. Então assim, mas
>> precisa de 100.000. Eu quero que você
tenha 101.000 votos.
>> Então, mas Glauber, aí eu vou discordar
de você. Vou discordar de você. Eu
preciso para poder ter força no partido,
a gente precisa ser bem votado.
>> Pois é. A gente precisa ser bem votado.
Vai,
>> vai, vai, vai entrar umas sujeirinhas
junto com vocês, mas vamos deixar esse
esse assunto [limpando a garganta] aí
>> porque é [ __ ]
>> Para eu poder ter assumir uma uma
comissão, eu preciso não posso ser um
cara que só entrou, escorregou para
dentro.
>> E outra coisa, isso é igual nota, uma
armadilha, uma armadilha do parte
d'água, mas eu
>> quando você estuda para tirar sete na
prova, tu é reprovado. Você tem que
estudar para tirar 10.
>> Sim. que aí pelo menos o sete tu
garante.
>> Se a gente ficar nesse papo de que, ah,
não, tem que ser, tu não entra,
>> então tem que ser.
>> Eu quero arrebentar.
>> A minha crítica, mano, é porque assim, a
minha crítica não, isso é um
diagnóstico, irmão. Por exemplo, um cara
igual o Nicolas, o Nicolas 2 milhões de
voto, para fazer uma cadeira precisa de
200.000. Aí o Nicolas tem 2 milhões. Ele
sozinho fez 10 cadeiras pro partido,
mano. Compreende? Aí o partido tem 10
candidatos. Se você tá num partido onde
os caras colocam sementezinhas ali do
mal, que que vai acontecer? Esses caras
vão ser eleitos. Aí o dono do partido
pega essa semente do mal e bota ele no
cargo estratégico do poder. Aí o Nícolas
fica sem [ __ ] nenhuma, só fica com a
internet e com os 2 milhões de voto. Mas
quem manda o mafioso. Mas se a gente
conversa no jantar e eu vou passar aqui
o um panorama pros senhores levar de
reflexão.
>> Eu acho que é essa hora, 9:30 da noite
para você vai mesmo pra academia?
>> É, eu tô dentro, eu topo.
>> Eu vou, eu vou treinar meia horinha,
cara. Eu topo, eu topo, eu topo.
Desculpa, mas eu tô indo pro Dudu Bar.
>> Tá bom.
>> Julião, Julião,
>> vamos encerrar primeiro.
>> Se eu morasse em São Paulo, eu tô
>> a gente só pode ir ou pra academia ou
jantar se a gente acabar, né? Então,
>> Julião, se eu morasse em São Paulo, eu
ia fazer o projeto contigo. Aí
>> a nossa, a nossa, a nossa audiência
quer, a gente quer ficar com a gente,
né? Mas a gente precisa, eu preciso ir
pra minha casa também, né? Então tem que
chegar em casa, né?
>> Quando o cara apanhando a mulher é [ __ ]
né, velho? Não,
>> o cara apanha da mulher. Eu te entendo
também. Aponha.
>> A casa é boa, [ __ ] O ambiente é bom,
entendeu? Aí, [ __ ] né? Para ficar em
casa é bom.
>> Você tava com marcas de reguada outro
dia,
[risadas]
>> mano. Valter, me ajuda. Fala. Acabou.
>> Vamos lá, Gláuber. Não, não tem uns
super chats aqui. A gente vai vencer
eles. E eu vou mandar aqui um abraço pra
Mayara, Maira, perdão, Fernanda, o
viajante do tempo e o Rafael Léo. Eles
falaram o seguinte, Maara falou o
seguinte, Richard, que prazer ver você
nesse podcast. Cláber, sou sua fã, nunca
desista. A gente sabe o quanto você luta
pela gente e sabemos que o sistema é
[ __ ] mas sua voz é essencial para nós.
O viajante do tempo mandou aqui o
seguinte: Glauber, esse seu quadro de
prestação de contas podia ser mensal com
eles. A coisa que mais falta na política
são métricas. Por isso que político não
se mexe. Deveria ter um recal também pro
FDP não ficar 4 anos sem fazer nada.
Concordo. É isso.
>> Rafael Léo falou o seguinte. Fala fala.
Não, não tô concordando com ele. É
realmente a a imprensa não faz esse
papel. Eh, os órgãos de controle também
não, ninguém faz porque eles estão
comprometidos, né? Eles fazem, eles
estão no bolo, né? Tão junto. Então,
quem deveria fazer esse trabalho era a
imprensa, né? O político tinha que ter a
certeza que ele vai ser constrangido e
que vão saber o que ele tá fazendo no
verão passado, né? Mas não acontece
isso, o cara fica à vontade.
>> Os caras ficaram chateado, tem gente
falar: "Porra, MDB, não sei o quê,
gente".
>> É, esquece. Nem nem é ia falar.
>> Aí se você fala PL, fala p é o cara de
direita. Aí você fala assim: "É PT, é
pessoal, é não sei o quê". Mano, não
tem, você não tem um que você vai falar
que vai agradar ninguém.
>> Se for PV, [ __ ] Marina Silva caiu na
armadilha da pauta.
>> Marina é rede, né?
>> É a rede. Verdade. Mas foi PV na na
origem. Ela criou o RID. Eh, o PV ela é
do Gabira, né? Da Marina Silva também.
>> E aí ela criou o RID, mano. Volta. Vai
lá, meu irmão. Vamos embora que os caras
estão cansados. Eles estão o dia todo no
sol, no evento lá.
>> E
>> Rafael Léo falou o seguinte, Richard,
>> tô falando, [ __ ] Tá ouvindo não,
[ __ ]
>> Oi, chefe.
>> Fala, irmão.
>> Fala, chefe.
>> Tomei um susto aqui, velho.
>> Ó, o Rafael falou o seguinte: "Richard
colocaram para debater com um
esquerdista sobre o desmatamento e o
cara que era contra o desmatamento tinha
uma mesa que provavelmente era uma
árvore com mais de 100 anos. Olha a
hipocrisia desse mundo,
>> não era?
>> E aí? Repete, irmão.
>> Repete. Perdi.
>> O camarada falou que você debateu com um
esquerdista sobre o desmatamento e ele
tinha uma mesa que provavelmente era uma
árvore com mais de 100 anos.
>> É o três irmãos. [risadas]
>> Eu falei, eu falei para ele, falei, tá
falando não sei o quê. Falei: "Olha essa
mesa aqui, caralho." E não tem problema
não tem gente se saiu de
>> prancha, né? Uma pranchona assim grand.
saiu de um de um de um de um manejo
legal. É maravilhoso. É que nem a paca
da Janja. Não tem problema, cara. Não
tem problema. Não tem problema. Se saiu
de um criador legal, cara. Para com
isso.
>> Aliás, isso é uma coisa, uma coisa que
eu queria falar. Foi a primeira vez que
eu aplaudir, porque normalmente as
pautas dele são contra isso. Aliás, deve
ter gente ali se revirando no caixão,
porque
é exatamente e
nem sei o que passou porque
foi incrível falar falar a verdade,
porque é o esse é o Brasil, usar os
recursos naturais do Brasil. A paca é um
recurso natural. Se a gente pode criar a
paca, qual o problema, cara?
>> A pergunta é: por que que paca não é
animal doméstico? Não é anima, cara. Não
faz sentido não ser, velho. Tem uma
lista de
>> quer salvar a paca, cria ela, mano.
>> Tem uma lista de bomba de animais
domésticos. Não tem animal silvestre
brasileiro.
>> Mas pode comer animal animal doméstico.
>> Sim. Se ela for animal de corte, sim. A
paca era para ser animal doméstico.
Animal doméstico. Porco.
>> Por que que paca não é? Porque tem uma,
não faz sentido ela não ser. Você tem
vários animais. Por exemplo, porquinho
da Índia é um porquinho lá do Peru em
que você foi domesticando. Você todos os
animais que você tem como doméstico são
exóticos. Porco, galinha, cachorro,
cavalo, burro, tudo isso aí é animal e é
exótico. E animal e animal silvestre
brasileiro não tem. Mas os indígenas já
criavam paca para consumo, já criavam
papagaio como pet, já sabe, você tem um
monte de jacu para consumo. Por que que
não é? Porque a galinha provavelmente
era um animal tipo jacu, velho. Ela foi
sendo domesticada ao ponto de botar ovo
todo dia, etc. E os nossos vão sendo
perdido. Por que que não é doméstico? Na
minha concepção, a lista de animal
doméstico tem que aumentar e a paca tem
que ser animal doméstico, na boa. Não
faz sentido não ser
>> a galinha vem da onde?
>> Galinha asiática.
>> Asiática
>> da Ásia. Não tem animal. Todo esses
animal que tu conhece aí é tudo exótico.
Todos os domésticos exóticos. salvo o
pato
que foi domesticado aqui pelos indígenas
e tal.
>> É a forma da gente salvar espécies,
cara, é que [limpando a garganta] a
gente tá romantizando de novo, cara.
Você transformar um animal, é, se
houvesse e domesticar, é você você
popularizar ele
>> aí não é a floresta que tem que ser a
fornecedora, entendeu? Eh, enfim, qual o
problema de criar paca, mano? Qual o
problema de criar jacaré? Qual o
problema de criar os nossos bichos,
cara?
Não tem problema nenhum.
Desde que você dê condição.
>> Sim.
>> Tem que ter regra. Que bota regra. Como
é que você cria isso? Qual é o tamanho
do espaço? O que que é preciso? Bota a
regra, pô.
>> Vamos botar regras inviáveis, né? Para
inviabilizar. Tem
>> bicho. Beleza. Tu bota ainda assim vai
ter quem crie, porque você não pode
proibir, porque é criado. Aí você cria
só animal exótico aqui que causa
problemas. Aham.
>> Ó,
você tem países na África que ao invés
do cara desmatar tudo e colocar o gado,
ele consome a carne da caça e os animais
continuam lá.
Então, tudo tem que ser pensado, cara.
Não pode ser a proibição de tudo. Você
faz a proibição de tudo, você vê o que
salvou o pirurucu da extinção, foi o
manejo.
>> Falou, nem entenderam. Tem um cara que
falou que a gente tá indo pro MBL.
Não, MDB
>> não. MDB.
>> Vamos lá, vamos lá, vamos lá, vamos lá,
senão a gente não não acaba. Valber,
>> vamos ficar até amanhã aqui. [ __ ]
Agradecer o Carrilhos. Tem mais quatro
aqui. A rapaziada mandou mensagem, o
Amâncio.
>> Volta, mano. Volta, desculpa te
interromper. Vamos pedir para bater
3.000 likes aí, ó. Falta só 280.
>> Vamos, vamos nessa.
>> Em caminho de paca. Tá caminho dentro.
Deixou o like ainda. Vamos bater 3.000
likes. Beleza, vamos nessa. Vai lá.
>> Bom, o Carriles mandou uma mensagem aqui
pra gente, Amâncio, ele falou o
seguinte: "O cão comunitário é uma
grande hipocrisia". Concordando aí com o
que foi falado no dia de hoje, o Rudson
Ned, ele fala: "Uma inteligência
artificial me retornou que a ação humana
está ligada ao avanço do aquecimento
global. Essa inteligência artificial é
enviezada.
E aí, Henrique e Richard?
>> É claro.
>> Ó, eu nem escutei
>> a a inteligência a inteligência
artificial
>> eh deu a resposta que a ação humana tá
responsável pelo aquecimento global.
>> Tem correlação.
Tem correlação,
>> cara. Só tem isso de notícia. A
inteligência artificial vai trazer só
isso, pô.
>> Sim. Mas, mas existe uma correlação
sobre o aquecimento global, só que ele
não é tão catastrófico
>> como a pessoal tá falando que é.
>> Eu queria que consultasse a inteligência
artificial aí, quem sabe fazer isso, por
favor. Qual o percentual
do aquecimento global é dedicado a a ao
Claro que tem participação, mas eu
queria saber qual percentual só isso
>> da ação humana.
>> É qual percentual?
>> Vê aí, vê aí, meu irmão. Joga no teu
chat.
>> Qual percentual só para ver
>> qual o percentual
do do impacto da ação humana no
aquecimento global, certo? É
interessante, só pra gente saber
>> agora. E nisso a galera continua fazendo
guerra, que é muito mais poluente,
>> muito pior para o crescimento global,
continua
detonando lá no no em produção e a gente
aqui, você só não pode fazer nada, né,
velho? A culpa toda é do peio da vaca.
>> Pois é, [ __ ] Será que a Europa tá
preocupado lá com a com a Ucrânia,
[ __ ] Pô, nenhum mas vivem da guerra,
vivem do meu irmão. Aí a gente que vai
ter que segurar o pepino todo. Pera aí,
meu irmão.
É isso. Eh, conseguiu aí, cara. Deixa eu
fazer uma pergunta pros senhores, cara,
que eu eu falei, eu eu quero saber sobre
isso, [ __ ] Tem tem no crime aí, né,
cara? Tem os tribunais do crime e aí tem
uns vídeos que rolam, inclusive tem um
um criminoso famoso lá, antigo no Rio de
Janeiro, que é o Celsin da Vila Vintém.
E aí falam que eles dava o corpos dos
inimigos pro pro porco. É real isso,
cara.
>> O porco come
>> come
>> come.
>> Conta aí,
>> cara. Isso aí é uma prática que não é
tão incomum não. Eu não sei se isso
aconteceu lá, mas sim, para você sumir
com o corpo, a galera picota, joga pro
porco lá, cara. Depois pega os ossos. É
o porco come tudo.
>> Come tudo,
>> come tudo. Você vai ter parte de osso
que ele não vai comer, aí você vai ter
que eliminar de alguma maneira,
entendeu? Mas come. Se você, se você
trata de porco, você não pode desmaiar
no chiqueiro. Tu desmai no chiqueiro, el
come.
Tem vários casos aí do cara perdeu a
cara, tem uma mulher que perdeu o rosto
e morreu depois. Porco te come, velho.
>> E digestão dele muda [ __ ] nenhuma.
>> O porco tem uma digestão que ninguém
tem, velho. Porco e galinha come
qualquer coisa, cara. Qualquer coisa. Se
tu mijar lá, ele come. Se tu cagar lá,
ele come.
Porco é [ __ ] Se o porco lá morrer, ele
come outro porco.
Igual o porco não tem não.
>> E e e
o consumo da carne do porco?
>> Uma das mais saudáveis que existe.
>> Como que consegue comer de comer tudo?
Eu acho queção
e tal.
>> Sistema digestório é muito adaptado para
consumo. Por exemplo, cachorro come
carne crua. Carne crua tem salmonela.
Tu tá dando car, tu tá dando salmonela
pro cachorro, [ __ ] Mas vou dar ração.
A ração tem salmonela.
>> O cachorro tem um ácido digestivo que
elimina a samonela. Então eles são
adaptados a esse tipo de de situação,
entende? A digestão do porco, cara, é
digestão do porco e da galinha, meu
irmão, do [ __ ] Você não aguenta comer
o que eles comem, não. Porco é é
sinistro.
>> Aí aí aí o vegano, o vegano, [ __ ] não
quer comer o porco, né?
O por come el
>> come ele. [risadas]
Você não quer comer o jumento, daqui a
pouco te come.
>> Ei, que que é melhor, mano? O porco te
comer ou o jumento te comer? Henrique
>> melhor. Melhor o porco, né?
>> O porco é melhor porco.
>> Como é que como é que é o o órgão
genital lá no por? Porco é uma molinha.
>> É uma molinha. É.
>> É um negocinho. É.
>> E aí?
>> E ele tem orgasmo de 30 minutos, né?
>> É. O problema é esse. O problema é que
ele 30 minutos fica gozando.
>> 30 minutos
>> é
>> que diz a lenda.
>> E ele grita quando goza.
>> Hã? Não, não. Enquanto ele tá na ação.
Só
>> é
[limpando a garganta]
>> como é que é? R. [risadas] Não consegui
entender. Faz de novo.
>> Tem um de felicidade, né?
>> Tu tem tu tem casal de porco lá?
>> Eu tenho porco. Tenho.
>> Mas casal também.
Tenho mini porco. Mini porco. Agora eu
vou pegar os porcos que eu Mas eu vou
ter por mesmo ele cresce para caceta
depois.
>> Não, se você alimentar muito o bicho
vira um javali.
>> Mini porco. O bicho vi fica gigante. Não
tem mini porco.
>> Então não é mini, né? É.
>> É igual coqueiro anão.
>> Coqueiro anão. [risadas]
>> Coqueira não. [ __ ] 15 m de altura.
Coqueiraão. E o outro é 20 coqueira não.
A diferença é que o coqueiro anão ele já
dá coco já bem pequenininho, né, velho?
>> Aí o shopping fechou, ó.
>> Fechou o shopping.
>> O shopping fechou. A patroa chegou. Olha
só, a IA, cara trouxe a resposta aqui
que praticamente 100% do aquecimento
global não
>> vem da ação humana. Ó, ó. Segundo o
IPCC,
>> praticamente 100% do aquecimento global
observado desde meados do século XX é
causado pela ação humana.
>> Não, não. A gente tá perdo de de gelo,
cara.
>> É isso que eu tô te falando, irmão.
Alimentam. Exatamente. Não tem
exatamente, né? Que olha só que a ação
humana
altera a temperatura. Isso é um fato.
Agora o quanto é uma outra história,
>> praticamente 100% segundo o IPCC. Que
bom que a inteligência
deu errado.
>> Que bom.
Resumindo, se você pegar o aquecimento
atual e tentar tirar a parte humana, o
resultado seria próximo de zero ou até
negativo, ou seja, o aquecimento
moderno.
>> E por que era mais quente na época do
triácico, por exemplo,
>> na época dos dinossauros era o tinha
mais carbono, mais CO2, tinha e tinham
bichos enormes. Tinha mais CO2, tinha
mais CO2, tinham bichos enormes e tinha
era mais quente a terra e não tinha o
ser humano.
O que que acontece, mano? É, é assim, é
que a Iá hoje reflete o quê? O
pensamento,
>> ela aprende com o ser humano e o ser
humano hoje a vai reproduzir o que tá na
rede,
>> claro que tem aquecimento global e claro
que tem participação humana.
>> Qual percentual? Mas não sei.
Exatamente. É isso que eu gostaria de
saber. Certamente não é 100%.
>> É isso, senhores. Vamos nessa. Vamos
nessa. Ó, falta só 121 likes para bater
3.000 aí. Vou bater, vou dar um agora.
Vou me desmoralizar, né, cara? [ __ ] eu
não gosto de pedir. Quando eu peço,
[ __ ] vocês
>> eu vou eu vou eu vou dar um like aqui.
Você já deu like aí, ô tio? [ __ ] já
dei like aqui.
>> Vocês só estão vendo as críticas do
chat, né? Like vocês não dão, né? [ __ ]
>> eu vi um monte de um aqui, cara, falando
pra gente vir pra política.
>> Vai, mano. Volta.
Ô, Glauber, tivemos aqui, já que você
citou essa esse fato dos porcos, foi
encontrado, foram encontrados também
jacarés, crocodilo, crocodilo, não, né,
mas jacarés em algumas comunidades. Só
deixar essa curiosidade aí pra rapaziada
pesquisar aqui, agradecer o Thiago R.
Essa do jacaré é lenda, mas tem
comunidade de mangue que os caras
>> pá picotou, jogou lá, mas [roncando] na
comunidade, velho, tem um lance do Você
dá b sabe
>> por que que eu dei like não aparecia o
meu número? Ah,
>> o negócio do
>> atualiza depois o
>> microondas, né, velho?
>> Sim, pneu
>> vira cinza de botar
>> não, mas isso dá barulho, pô. Isso aí,
isso aí chama atenção. É muito melhor,
pô. Tem um criador ali, porque a favela
tem vários espaços, né? Ninguém vai ver,
[ __ ] O porco come, ninguém viu. Agora
tu criar o microondas,
>> a população vai ver, pô.
>> Caraca,
>> 59. Vamos lá, pessoal, vamos dar like
que eu quero ir embora, meu.
>> Dá like nessa [ __ ] aí, pelo amor de
Deus.
>> Eu tenho um cativeiro aí. Eu eu tô com
dois duas espécies, duas espécies aqui,
ó, no meu cativeiro.
>> Eu tô achando que o que o Globo tá
querendo eliminar a galera da Bin que tá
perguntando muito para do pouco, cara.
>> É.
>> Vamos lá, pessoal. É,
>> dá, dê o like aí, tio.
>> Manda volta. Deu o like também, mano.
Vale. Ó, o shopping já fechou. A pato do
Henrique.
>> 25 likes para ver a 3.000, gente. Por
favor, por favor, me tirem daqui.
>> Ela tem cara de braba, ela é.
>> Tirem da Me tirem daqui, pessoal. Graças
três aqui mensagens para mandar pra
rapaziada aqui. Eh, um abraço. O Thago
RL falou que o Laudelino, deixa uma
sugestão aqui para participar do
Glauber, tem um canal muito bom e ele
sempre traz informação pela manhã. é um
canal que tem 100.000 de seguidores. Foi
o super chat do Thiago. O Cláudio Assis
deixou uma mensagem aqui, não deixou,
deixou um super chat, não deixou
mensagem. E o André Batista também pede
para chamar o Rubão e o Jason, acho que
é isso, do canal Casando Verbo. No mais,
é isso, foram o super chat que chegaram.
>> Foi muito bom estar aqui com você,
Glauber. Um abração pro Rubão, hein. Ó,
vocês podem fazer tudo. Vocês só não
podem interromper o Mano Valter, senão a
audiência fica [ __ ] cara.
Vai, mano. Volta,
>> ó.
>> Bom, foram essa rapaziada que passaram
por aqui. Eh, deixe teu like aí. Batemos
3021, então hoje é um podcast
extracepcional.
>> Quanto fica?
>> Muito bom, mano Walter. Fechamos então,
meu irmão.
>> Mano Walter, faz a conta aí. 1 meu com o
seu.
>> Que isso?
>> Pergunta aí.
>> E a piada do da Como é que é o negócio
da paca aí? Fala pro Glaub.
>> Paca tatuca tatu.
Tat, tat caminha,
>> caminha dentro. Tatu no seco anda.
[risadas]
>> Eu ia falar no seco a tola.
>> É isso, senhores. Obrigado, cara. [ __ ]
ó, vocês me tiraram de casa num sábado,
hein, cara. Isso não é tarefa fácil não,
mas foi um prazer estar com vocês. Eh,
sejam bem-vindo à Brasília, Distrito
Federal, que ano que vem será a casa dos
senhores.
A a pra patroa do Henrique, prometo que
promoverei um churrasco para celebrar a
chegada de vocês ao DF.
>> Se não tiver cerveja, nem vem, velho.
>> Não vai, vai ter, vai ter. Você pode
beber, irmão. Você fica à vontade. Tá
bom. E [ __ ] e você sabe que eu gosto
de tu para [ __ ] né? Minha mulher sabe
que eu é amor, é aquele que você adora.
Eu falei: "É, é o Henrique".
>> Tá igual o Júlio fal é o melhor biólogo.
Aí depois olha, pô, não, você é o melhor
aí. Mas foi legal a gente ganhar de
maior, de maior do Brasil, nós dois
juntos. Não foi maneiro para cacet essa
[ __ ]
>> É, foi, foi junto,
>> foi junto.
>> Foi muito bom. Muito bom.
>> Nós dois ganhamos.
>> Cara, eu nunca dei valor pro prêmio. Ano
que vem eu vou eu vou eu vou prêmio do
mundo da internet.
>> Ah, eu sei, irmão. Eu já recebi várias
mensagens deles falando que eu tava
disputando e tal. Aí, mas eu nunca dei
muito só
só de estar lá com a galera é bom pr c.
Eu vou fazer ano que vem, ó. Ano que vem
vocês votem em mim, hein, cara. No IBS,
beleza?
É todo ano, né,
>> pô? Vamos levar nós dois junto de novo.
Pensou ser maneiro para cacet essa pa,
hein?
>> Vamos nessa, senhores. 3046 likes. Vocês
são [ __ ] Vocês nunca me deixam na mão,
cara. Não tem uma vez que eu me comunico
com vocês que vocês não me honram. Então
cara, ó, um beijo para vocês. Obrigado.
Foi um prazer estar com vocês nesse
sábado, são 10 da noite, né? Sábador,
hora de criança aí dormir. Amanhã,
amanhã no zoológico de Brasília, vai lá
ver o Richard, cara.
>> A partir de
>> a partir das 10:30,
>> 10:30 da manhã.
>> Eu vou pra academia, [ __ ]
>> Café da manhã. Não, não. Nós vamos
treinar, velho. Nós vamos treinar a Jul
>> 10 horas da noite.
>> Nós vamos treinar, velhinho. Quer
>> [ __ ] Então tá.
>> Quer comer algum? Eu vou comer camarão,
velho. Eu quero comer camarão no do
Dubai, hein.
>> Então, eu vou comer camarão e o treino
eu vou treinar amanhã. Amanhã eu vou
treinar treinar, mano. Amanhã amanhã é é
pior que hoje eu falei assim: "Cara, eu
vou treinar de tarde." Aí me ligaram:
"Ô, Glá, Richard, vamos fazer mais
cedo?" Aí eu falei: "Tá bom, irmão,
vamos."
>> Devia ter ido treinar e depois gravar.
>> [ __ ] meu irmão. Aí eu falei pra minha
mulher: "Caiu o treino, caiu o treino.
Vai abrir para você."
>> Como é que é? moral, hein?
>> Vai abrir pro Richa de academia.
>> Qual academia?
>> O Julião, filha da [ __ ] Julião, filha
da [ __ ]
>> Agora tá maluco, irmão. Agora longão,
tem blue fit 24 horas aí no sudoeste.
[ __ ]
>> 15 minutos,
>> hein. [roncando]
>> Julião, fala da fala do do restaurante
que é melhor, velho. Já fechou tudo. B.
>> Vamos nessa. Vamos nessa.
>> É longe o que ele tá falando.
>> 15 minutos.
>> Rapaz, vai, vai com o Júrio. Júrio,
Júlio, Júlio sabe tudo, irmão.
>> Ah, você não vai, então.
>> [ __ ] Águas Fl. Eu não vou não, mano.
>> Ah, então então então é então.
>> [ __ ] meu irmão, olha só, eu eu aceito
ir no caminho da minha casa, irmão. Eu
não vou, [ __ ] pro norte para depois
>> ir pro sul, [ __ ]
>> Dormir contigo e eu vou deixar minha
mulher, minha conchinha lá, [ __ ] Coisa
mais maravilhosa do mundo. Um gordo
porco sujo desse cara
na cal do avião e é fácil.
>> Uma capivara dessa aí, irmão, [ __ ] Não
foge, irmão. Eu, hein? Me respeita.
Perto do nos
>> Tu quer levantar ferro, Globo?
>> Senhor, vamos embora.
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