O Segredo Que Faz Time QUERER Bater Meta | Conversa de CEO 113
E a a tal da meta, Rogério.
>> E o que eu vejo em geral é pessoas
definindo metas errado e e focando só na
meta de venda, né?
>> Como é que tu faz isso na prática,
Rogério?
>> A gente tem que vender ideias pras
pessoas. Nós precisamos ser vendedor. E
se o dono da empresa não for o melhor
vendedor interno da empresa, quem será?
Roberto, você quer trabalhar numa
empresa que cresce, que vai gerar
oportunidade e tal, fala para mim.
>> Quero, com certeza.
>> Pra gente fazer isso, eu preciso que no
teu papel que você desenvolve dentro do
EAG, você me ajude a atingir isso aqui,
ó. Cara, o que mais conecta para você é
o seu sonho. Onde você quer levar sua
empresa, o que que você tá sonhando em
fazer? Por que que tua empresa existe?
>> 2026 chegando. E as metas?
>> E as metas, Robertinha?
>> E as metas. Rogério, tu é um, tu é o
responsável por trazer as metas aqui pra
empresa, né?
>> E como é que faz pra galera abraçar
essas metas para? É o que a gente vai
falar hoje no Converso de SEO. Eu sou a
Roberta Huntler.
>> Eu sou o Rogério Valentim. E esse é o
conversa de roda vinheta.
R
>> Robertinha.
>> Vamos lá. Metas. Rogério. Ano tá
acabando. A gente sabe que os
planejamentos estratégicos já deveriam
ter acontecido. Se não aconteceram
ainda, dá tempo de fazer. Tá tudo bem.
>> Tá atrasado, mas dá tempo.
>> Exatamente. Mas e a a tal da meta,
Rogério? Robertinho, a meta, o que eu
vejo nas empresas em geral, a gente tem
tem alguns problemas que que estão em
volta da meta, né? Primeiro é que tem um
mito de que eh meta é difícil, as
pessoas, meu, não seguem metas. E o que
eu vejo em geral é pessoas definindo
metas errado e e focando só na meta de
venda, né? Se a gente focar só na meta
de venda, a gente também não entrega,
não compra, não faz outros processos. Em
geral, eu vejo as empresas cometendo
esse erro. Aí fala assim de de coisas
diferentes, aí vamos pôr o OKR e aí
vamos fazer não sei o quê. E aí eu eu
tenho visto muito as empresas esquecendo
do arroz com feijão antes de entender
OKR, antes de entender que é um processo
filosófico, antes de de tentar
implementar coisas que que são mais
complexas, pô, vamos fazer arroz com
feijão direitinho e tal, né? Pô, canso
de falar aqui. Ô produção, se puder
colocar depois aqui pra galera baixar o
materialzinho de Met Smart. Pô, mas eu
quero convidar você não só abre e
escreve, pô, dá uma lida no material
ali, tem uma instrução bacana, prática
de quem faz isso no dia a dia.
>> Porque você pergunta para mim,
Robertinho, como que eu consigo fazer
meta? Você que deveria explicar. Você
compra todas que eu te levo.
>> Então é que eu quero falar. [risadas] Eu
sou vendedor, o dono da empresa. Eh, eu
vou falar com os donos porque é com quem
eu tô acostumado lidar. Então, os caras
fundam a empresa, são os donos da
empresa. Sabe qual um erro que que se
comete como dono de empresa? Dono, acho
que porque ele é dono e porque ele tem o
o status de de ter poder ali, o fato
dele falar vai acontecer. Pode ter sido
isso, né? Isso é a questão de comando e
controle. A gente tem que vender ideias
para as pessoas. Nós precisamos ser
vendedor. E se o dono da empresa não for
o melhor vendedor interno da empresa,
quem será? Eu acredito nisso de verdade,
Roberto. Então, quando a gente vai fazer
alguma coisa, primeiro, o primeiro passo
é: "Eu preciso vender a ideia do que eu
quero para você". O segundo passo é
entender se você tem o conhecimento, a
habilidade, as atitudes necessárias para
comprar essa briga comigo e me ajudar a
levar liderança.
>> Uhum.
>> Tá. Com isso entendido e organizado, aí
a gente tem que ter uma meta, porque se
eu tenho um objetivo, se eu sei aonde a
minha empresa quer chegar e para ela
chegar lá eu tenho que ter um número de
vendas, tendo o número de vendas, como
eu entrego, eu tenho o número de
operações, para isso eu preciso de
pessoas, eu tenho os números de a gente
começa a destrinchar as metas e vai
separando. Só o fato de eu explicar isso
aqui pras pessoas que estão envolvidas
no processo já começou a fazer sentido.
É o início de um processo de venda
interno. Roberto, você quer trabalhar
numa empresa que cresce, que vai gerar
oportunidade e tal, fala para mim.
>> Quero, com certeza.
>> Com certeza você quer. Pra gente fazer
isso, eu preciso que no teu papel que
você desenvolve dentro do EAG, você me
ajude a atingir isso aqui, ó. Porque se
você fizer X preparações de eventos que
nos deem sucesso para eu atender bem o
cliente, quando ele vem pro evento, a
gente vai ter sucesso na nossa entrega,
a gente vai conseguir vender mais, a
gente vai receber bem o nosso comercial,
a gente vai receber bem o nosso cliente,
não é verdade?
>> Então a gente começa a estabelecer a
meta. E eu vou contar um segredo aqui.
Eu eu gosto de falar disso, mas
geralmente eu não falo isso nos
conteúdos públicos. Então aqui vai uma
boa sacada. A partir do momento, ó,
quando você lidar com o adulto, se você
não explicar o por ele vai fazer e qual
o objetivo dele, ele não vai entregar
isso para você. Não é igual criança que
você fala: "Pega ali para mim, por
favor, ela vai e pega sem com toda
aquela ingenuidade da criança que ela
pega e só atende o que você pediu." Para
um adulto tem que fazer sentido. Então,
o primeiro passo fez sentido. Roberto,
você quer? Quero. Legal. Pra gente fazer
isso, eu tenho que fazer x montagens por
mês. Roberto, é possível fazer X
montagens por mês? Onde começa, pô? É
possível e tal. Estabelecer uma meta.
Roberto, eu preciso que você entregue X
montagens por mês, porque se entregar
isso aqui, nós vamos chegar onde a gente
tava falando agora. Você não quer
estabelecer uma meta comigo do que tem
que acontecer para essas montagens?
Gente, isso aqui é é o início de um
processo de delegação. Eu tô passando
paraa Roberta o que a gente precisa
fazer juntos. Então, criei um senso de
comunidade da gente tem que fazer isso
juntos. Esse é um problema nosso, não é
mais um problema meu. Agora é um
problema da Roberta também. Eu tô
falando por ela aqui porque ela se sente
assim. Porque eu dei o, eu tava com ele
no processo.
>> Você topou comigo, né? Eu falei, não é
viável ou
>> a gente começou um contrato aqui, não
começou. Exatamente. E aí é muito
importante eu, como colaborador também
trazer a informação, que daí a gente
entra nos indicadores, a a gente entra,
porque se o Rogério me traz uma meta e
eu sei que ela não é viável, não é
possível, é minha responsabilidade.
>> E olha que interessante que ela pegou
aqui, gente. Se eu tô trabalhando com a
Roberta aqui, ó, processo de confiança é
um processo de mão dupla. Se eu tenho a
Roberta, mas não confio no que ela vai
me falar, porque eu quero que ela faça o
que eu quero, já não é um processo legal
de relação profissional e de Tem que ter
confiança. E confiança mão dupla. A
Roberta tem que confiar em mim, eu tenho
que confiar nela.
>> Concordo.
>> Falei bobagem até agora. Não, não é isso
aqui o nosso dia a dia.
>> Então quero continuar o raciocínio neste
momento aqui. Eu quero que vocês que
estão vendo a gente aqui ouvindo
entendam que eu comecei a fazer um
contrato com a Roberta. Eu iniciei um
processo de contrato, tô contratando com
ela uma coisa que é importante pra
empresa. Não é importante para mim, é
importante pra empresa. E se for bom pra
empresa, vai ser bom pra Roberta também.
Isso aqui é construção de time e não dá
para fazer nada sem time. Então eu
começo a estabelecer com a Roberta quais
são os critérios pra gente fazer essa
meta. Aí entra o meta smart. Uhum.
>> Então é uma metaífica,
é possível de atingir, tem relevância,
porque não adianta eu falar para
Roberto, você precisa fazer 60 montagens
por mês, o mês só tem 30 dias, mesmo que
ela fizesse uma por dia, não deu 60.
Estabelecer não vai funcionar.
>> Ou dizer, tem que vender mais
>> ou falar para ela fazer um negócio que
ela não tá preparada para fazer e ela
não vai conseguir ou deixar alguma coisa
solta. Então tem que ter todos esses
critérios e tem que ter um tempo para
acontecer, tem que ter um número que
especifique isso, porque isso é o que
vai gerar a continuidade nesse passo da
construção aqui. Então a Roberta vai me
dizer: "Olha, é possível fazer umas 23.
Roberta, você acha que se apertar um
pouquinho não dá 24?" Não, ela pode
falar: "Olha, se eu pensar em coisa tal,
em coisa X, se você me conseguir um uma
ferramenta Y,
>> eu consigo fazer isso para você?" Falei:
"Bom, providencio a ferramenta. Eu tô
aqui para quê?"
>> Providencio a ferramenta e contratei
dela 24.
>> Nesse momento que ela falou para mim que
dá e eu entrego para ela um detalhe que
tá faltando ou alguma coisa que precisa
acontecer, a ferramenta que tá faltando,
independe qual é o negócio, de qual é a
meta, de qual é a área, ferramenta,
pessoa, é,
>> é dinheiro, pessoa, é ferramenta mesmo,
equipamento, insumo, enfim, o que quer
que seja. Gente, nesse momento vocês vão
eh se vocês começarem a praticar isso,
vocês vão perceber que agora a meta
deixou de ser da empresa, deixou de ser
do Rogério, passou a ser da Roberta e
foi ela que declarou, ela vai pegar
escunhas e dentes e vai fazer acontecer.
Eu já fui surpreendido várias vezes
porque a gente aplica a metodologia PDCA
com o time, a gente define as metas do
time todo e tal. E muitas vezes eu
pensei assim: "Bom, para aquela pessoa
eu vou pedir tal coisa". Na hora que eu
pergunto pra pessoa qual é o qual é a
meta que ela pode oferecer naquele
trabalho, geralmente eu me surpreendo
porque ela pensou um número um pouco
maior do que o que eu tava pensando. E a
magia de tudo isso.Oondde eu quero
chegar com tudo isso, Robertinha, essa
meta deixou de ser minha, passou a ser
sua. Se ela é sua, você entrega. Cara,
eh, eu não vou falar para você que 100%
das vezes ela bate a meta e tal, porque
pode acontecer de não bater e tal, mas
as chances vão ser enormes. Você vai dar
tudo de si para conseguir fazer. E aí
quando a gente faz isso em termos de
time, quando eu espalho isso pra empresa
inteira, quando o EAG inteiro tá focado
nessa mesma metodologia, nesse mesmo
jeitão de fazer as coisas, o nome disso
é cultura e a chance disso é que vai dar
certo, porque nada é mais forte do que
um conjunto de pessoas. Uma pessoa
isolada não é tão forte quanto um
conjunto de pessoas. A Lari falou aqui,
né? O indivíduo nunca vai ser mais forte
do que o conjunto. E quando a gente
espalha isso pro conjunto, cara, [ __ ]
a meta de venda aqui, né, aqui na
produção vocês não vem, né? Vai ter uma
galera aqui na produção, né? O Alê, que
é o cara que faz captação e edição aqui
para nós, é um cara que tá inteirado da
meta de vendas e na hora que ele tá
produzindo conteúdo aqui com a gente,
porque é isso que ele tá fazendo de
verdade, né? tá produzindo conteúdo com
a gente, ele tá ligado o que que a gente
tem que fazer para esse conteúdo
funcionar e
>> ele tá trazendo aquelas soluções porque
os problemas que a gente tem que
resolver a partir desse desse material
que ele tá produzindo. Então ele faz o
material com a estratégia das metas que
estão em volta disso, do processo, dos
nossos objetivos, tal. Isso é
>> isso é o que dá trabalho, é isso que que
vira ponteiro mesmo, Robertinho. Então
você falar de meta, é muito simples
falar de meta. Ah, vou definir uma meta,
pega aqui metir uma meta, né? A gente
sempre fala, tem que ter uma meta. Tem
que ter uma meta. Mas o que que é a meta
se não só o objetivo que a gente tá
correndo atrás? Mas isso que o Rogério
falou é muito interessante. E a meta no
fim do dia não é só sobre o time de
vendas. A meta acontece, ela tá
acontecendo em todos os times e cada
time realmente tem que ter uma meta que
nada mais é do que ter um objetivo, né?
Porque que a gente vem todos os dias
para cá?
>> Pera aí. É sério mesmo que você tá aqui
assistindo Conversa de CEO e ainda não
se inscreveu paraa imersão EAG? Então me
dá um minuto. É o suficiente para eu
convencer você a tirar sua empresa do
caos. Na metodologia de educação, você
aprende a organizar a sua empresa a
partir de uma base sólida, cultura,
liderança e gestão.
São três dias imersivos com muita
prática, onde você vai estar comigo, com
meu sócio Marcelo Germano e centenas de
empresários que também decidiram tirar
sua empresa do caos e seguir no
crescimento. Te vejo lá.
Mas aí a minha pergunta para ti, Rô, é
como é que tu começou a exercer isso?
Porque no fim do dia, o que que o dono
da empresa? Ele é um vendedor de sonho.
A empresa era o sonho dele, o CEO da
empresa é isso também, né? empresa é o
sonho dele e ele vende esse sonho pra
gente, porque quando a gente tá na
cultura, a gente compra essa ideia com o
mesmo amor, com a mesma vontade que o
dono. Esse é o grande sonho, né, de
todos os os empresários, né, que todos
seus funcionários comprem, vistam a
camiseta. Isso que é vestir a camiseta,
né? Como é que tu faz isso na prática,
Rogério? Eu acho que a gente, a pergunta
certa que o empresário vai se fazer
quando ele ouvir isso aqui, Roberta, não
é quando ele começou, mas se em algum
momento ele deixou de fazer.
>> Uhum.
>> Porque se tem uma coisa que o empresário
é, ele é um empreendedor primeiro antes
de ser empresário, né? Eu conheço muitos
empreendedores e poucos empresários, né?
Se isso daqui tá pegando para você, é
mais pura verdade. Às vezes você é
empreendedor para caramba, você tem a
ideia que muda e tal. Pô, se do é porque
se do é porque é o empresário é o cara
que já entendeu o que ele tem que fazer
para virar o ponteiro da empresa. Ele tá
trabalhando naquilo que gera valor. Ele
já não tá mais ali no dia a dia pagando
incêndio, fazendo esse tipo de trabalho.
O trabalho que ele tá fazendo é o
trabalho de crescimento da empresa, é o
trabalho que é um trabalho que a gente
executa no dia a dia, mas ele é voltado
por estratégico e tal. Então, primeira
pergunta que eu tenho para você é: se
você deixou de vender o teu sonho e se
você deixou de fazer isso, resgata isso
o mais rápido possível. Vou dividir uma
experiência aqui, Robertinha, você sabe
que isso aconteceu, mas para contar aqui
para quem tá tá assistindo a gente, tá
ouvindo a gente, é, ah, há dias atrás
aqui eu compartilhei esse conteúdo e no
meus stories e aí eu conversando com a
ID lá, que é agente gestão da Luna, eu
falei: "Pô, acho que a gente precisa
contar a história". Ela falou: "Nossa,
eles vão amar porque eles sentem saudade
de você. Faz tempo que eu não tô na
atuação da Luma lá, né? A gente tem amei
ele fazendo isso." E aí eu voltei lá,
meu, com a missão de contar minha
história. Eu não fiz um slide,
Robertinha, eu fui lá,
>> foi no no
>> Gogó e contei a minha história para eles
de quando eu comecei carregando pasta
rosa e tal, porque a gente pensa assim:
"Pô, já falei isso mil vezes". A
pergunta é: quem? Tem gente que não
tinha ouvido, tem gente que se
reconectou. Quando eu fui contando a
história, eu fui me conectando com
pessoas que estavam junto comigo,
construindo essa história, cara, e a
gente reacende a chama e a pessoa volta
a ter o objetivo e fala: "Cara, eu quero
fazer parte dessa construção junto". O
ser humano é comunidade. Então, se a
gente deixou de vender o sonho, tem que
resgatar isso o mais rápido possível. A
gente tem que ser um vendedor de sonho,
cara. Quando a gente tá conversando com
o time, falando com liderança, a gente
tem que explicar o que que a gente
sonhou, o que que a gente sonha hoje,
para onde a gente vai levar essa
empresa, né? A gente tem que contar
coisas muito dramáticas para para isso
funcionar. Sabe quando isso funciona?
Quando a gente fala que o Jeff Bezos
tava na garagem da da casa dele sonhando
em ter a maior distribuição de livro do
mundo. Aí isso conecta, cara. O que mais
conecta para você é o seu sonho. Onde
você quer levar sua empresa, que que
você tá sonhando em fazer? Por que que
tua empresa existe? Aonde você quer
chegar com isso? Se você não contar essa
história pras pessoas, como que elas vão
saber eh para onde você quer ir? Como
que elas vão poder te ajudar a traçar
metas que te levem lá? E é por isso que
às vezes o cara traça a meta e não bate
a meta. Ele tá traçando uma meta para
cumprir uma exigência processual ou ele
tá traçando uma meta porque ele tá
perseguindo de fato um objetivo que vai
levar ele para onde ele gostaria de ir?
E aun e tem que e tem que vender esse
sonho para as pessoas. E aí você fala:
"Ah, mas aí se eu falar de sonho, isso é
bobeira, né? Se achar que é bobeira,
tudo bem, não faz. Mas você nunca vai
ser o cara que foi o Jeff, que é o Jeff
Bezos, por exemplo. Ele é o sonhador,
cara. Ele acreditou naquilo. Cara,
quantas vezes você acha que chamaram o
Elan Musk de maluco, cara?
>> Quantas pessoas você acha que não
acreditaram nele? Aí o cara tá botando
foguete para voar. E hoje é fácil, né?
hoje contar a história dele e falar, mas
é porque o cara consegue. É, ninguém vai
lembrar da época que ele não conseguia.
Pô, esse cara trabalhou duro. Aí a gente
tem que usar esses nomes para falar que
funcionou. Cara, a gente fala aqui do
Flávio Augusto, cara, baita cara, meu.
Ele conta história lá de quando ele
ficava andando a pé, tentando vender
franquia lá, cara. Ele batalhou para
chegar onde chegou e foi contando
história, foi contando a história dele,
vendendo a história, vendendo uma
crença, vendendo um negócio que a gente
acredita que vai dar certo. E aí quando
você vende isso bem vendido e junta um
monte de maluco em volta de você, quer
fazer isso acontecer com você, só tem um
resultado. Vai dar certo.
>> Vai dar certo.
>> E não é fazer um monte de coisa para uma
dar certo. É fazer aquela coisa que era
o teu sonho, o teu desejo, com um monte
de maluco junto que acredita igual até
dar certo.
>> Uhum. vai contar para alguém que a gente
tem um despachante que tem 200
colaborador e que a gente atende uma das
algumas das maiores empresas do Brasil e
que começou com
>> É, me chamava, me chamaram de louco,
meu. Me chamaram de louco.
>> Então é isso que eu tenho para te falar,
esse que é o dia a dia. É ser vendedor
de verdade. E é fácil vender isso porque
eu acredito piamente.
>> Então era aí que eu queria chegar. Acho
que o primeiro ponto na questão de
definição de metas é acreditar realmente
na meta. E aí a gente pode estar falando
do sonho, né, da ideia da macro, né, mas
a gente também pode estar falando das
nossas metas mensais, porque daí
Rogério, eu quero que tu resolv
>> Mas fala da meta mensal sem falar do
sonho. É possível, Roberta, você se
enxerga fora desse contexto hoje.
>> Consigo porque para mim não faz sentido,
né? Mas às vezes a gente tem o o público
que fez, não, esse negócio de falar de
sonho é bobagem, porque o sonho é meu. O
sonho não é do funcionário. Por que que
não pode ser
>> sonho que se sonha só? É só um sonho que
se sonha só. Sonho que você divide e
você é realidade.
>> É realidade. Então é isso.
>> Mas aí o que eu queria que tu trouxesse
também, Rô, é como lidar com a educação
que os nossos os nossos as pessoas, né,
tem de que a meta é aquela coisa, meu
Deus, ih, a meta chegou. Ai meu Deus, a
meta agora virou pressão. Agora não, não
vai dar certo porque meu Deus,
>> como é que tu lida com isso? Já lidou
com isso várias vezes.
>> É, já. Sim. E a primeira coisa de se
lidar com educação, quando a gente fala
educação de filho, educação de
colaborador, enfim, tudo é educação.
Educação é conhecimento, é base da
educação. Então, o primeiro passo é
conhecimento. Eu só conheço duas formas,
né? Conhecimento e envolvimento. Então,
primeiro você tem que dar conhecimento
daquilo que a pessoa não tem. Humum.
>> A gente tem medo do escuro? Não, a gente
tem medo do que a gente não enxerga.
>> A gente não enxerga. Exatamente.
>> Então, o cara não tem medo da meta. Ele
tem medo do que a meta representa dentro
de uma escuridão que ele tem ali dentro
da cabeça que não tem significado. Você
tem oportunidade de mudar isso.
>> Por isso que é tão importante. Por isso
que tem que falar do sonho, tem que
falar do objetivo. Se você for focado
100% na meta, você não vai conseguir.
>> Até porque parece que tirou do nada. Não
tem técnicas de venda que a gente, pô,
tem tem a Lari que tá aqui, que eu acho
que ela deve eh ter vendido isso muitas
vezes, né? É mais fácil a gente vender o
sonho de um vendedor, de materializar
ele, por exemplo, num carro. Às vezes o
vendedor é mais jovem, tal, que ele tem
sonho em ter um carro, a gente desenha a
meta para mostrar para ele de como ele
vai ter que trabalhar, de como que ele
vai vender, como que ele vai se preparar
para comprar o carro, não
necessariamente para ele ganhar o
salário, porque se ele focar no salário
ficou difícil.
você tem objetivo
de vida da pô cara, você conseguiu a
pessoa certa, porque se ele ajudar você,
ele tá se ajudando. E se ele entender
que uma coisa leva outra, ele vai
trabalhar com mais afinco para isso
acontecer.
>> E esse é o
>> Não tem saída, meu. Você tem que vender
o sonho, cara. As empresas grandes estão
vendendo sonho. Você pegar uma empresa
como o Google, ah, o Google não vende o
sonho. Tudo que ele vende é sonho, cara.
Só que isso já é tão real para todo
mundo que a pessoa nem entende que o
Google é um sonho para um monte de
gente.
>> E aí você entra lá com o sonho de
trabalhar no Google. Pronto, você já tá
dentro do sonho, você tá embarcadíssimo.
>> Mas isso também é uma habilidade que a
gente desenvolve, né,
>> que é de de eh se tornar frágil no
momento que tu compartilha o teu sonho,
no momento que tu compartilha eh as tuas
vontades, né? E isso é uma coisa que a
gente aborda onde? No programa. A gente
aborda isso no programa AG, exatamente,
porque o nosso foco é cultura, liderança
e gestão. Dentro de cultura, a gente vai
mostrar para você como que você cria teu
sonho, teu objetivo, como as coisas
funcionam nessa empresa e quem são as
pessoas que vão estar junto com você.
Depois, quando a gente fala de
liderança, liderança são os apoios, né?
A gente não consegue fazer nada sozinho,
tem que ser em time, tem que ser com
apoio. Então você vai entender como você
forma os líderes que vão te dar o apoio
que você precisa para chegar lá. E aí,
num terceiro momento que a gente tá
falando de gestão, você vai entender
como lidar com os números. Eu amo os
números, os números me amam. A gente
precisa fazer gestão, que é diferente de
liderança.
>> Liderança lidera pessoas. Gestão entende
números, porque o que não é medido não
pode ser gerenciado. Então, a gente vai
aprender medir e gerenciar os números
para você conseguir entender se você tá
mais perto ou mais longe dos seus
objetivos. E isso tudo tá na imersão
EAG. Então, o empresário que tá aqui
fala: "Pô, eu queria entender melhor
isso daí que esse louco aí tá falando
que me pareceu interessante. Se
identificou com o que eu tô falando
aqui. O que eu tô falando aqui é o que a
gente pratica no dia a dia, nas nossas
empresas. E esta prática nos deu
autoridade para ensinar isso no EAG
Educação. Então é fácil, você clica aqui
no link, tá aqui no comentário fixado,
faz o teu o teu cadastro aqui. Tem um
cadastro bem simpleszinho, três
perguntinhas que você responder. Meu
time comercial entra em contato com você
e aí você vai entender como que o EAG
pode ajudar você com isso. Você vai
fazer uma sessão estratégica, o time vai
te explicar um monte de coisa, vai
entender o teu momento e se der tudo
certo, você tiver no momento certo, você
vai vir pra imersão e vai aprender na
prática. Isso não é na falação, não. É
na prática. Nós vamos mostrar para você
como funciona, fazer exercício com você,
ajudar você praticar. Você vai sair
daqui praticando o que a gente tá
falando para você e você vai entender o
que eu tô falando. Faz total sentido.
Então, aproveita, ganha tempo, clica
aqui no link, se inscreve que você vai
ter a oportunidade de conhecer isso que
eu tô falando aqui na vida real, certo,
Robertinha?
>> Certíssimo.
>> E a G
>> tem que fazer.
>> É isso aí,
>> gente. Para finalizar, a gente precisa
deixar muito claro aqui para vocês que o
sonho ele é individual.
Mas ele pode muito bem ser propagado e
acaba virando um sonho coletivo. Tem
muita gente que diz que isso é utópico,
mas eu vi isso acontecer aqui no EAG,
então eu acredito que a gente consegue
fazer isso em muitas outras empresas se
a gente fizer.
>> Pô, Robertinho, eu não sou acredito
nisso como eu tenho certeza. E eu falo
com carinho de um monte de gente que
trabalha comigo, que começou como
atendente de posição de atendimento de
call center, teve filho, aí comprou
casa, aí casou, aí tem neto e as coisas
acontecem, cara. E quando a gente volta
lá para fazer atividade juntos e você
olha essa construção, cara, tem gente 23
anos trabalhando junto com a gente, 18
anos. Se não for por um sonho, por um
objetivo, por construção conjunta, é por
quê? Me explica por mais é se não for
por isso, cara. E esse que tem um
sucesso. Aí eu vejo as pessoas falando,
né, pô, mas gente é problema, né? Pô,
tenho problema de gente, tem problema de
gente, que que você tá fazendo pelas
pessoas? Porque se gente é o maior
problema e se gente é a maior solução, a
pergunta que f e aí, que que você tá
fazendo com as pessoas que estão em
volta de você? Se você não tá pensando
que envolver elas para desenvolver a sua
meta é importante, aí me fala que que
você tá fazendo com gente? A coisa mais
poderosa que a gente tem junto do nosso
lado, a gente não tá usando direito. E
aí você vai falar que tem problema de
gente, que a geração é difícil, que
contratar é difícil, que reter é
difícil.
>> Será que esse problema é é das pessoas
fora mesmo? Tô me questionando muito
disso. Será que o problema é lá fora ou
o problema tá dentro de casa?
>> Fica a reflexão e a gente se vê na
semana que vem, né, Rogério?
>> É isso aí. Vamos lá. Até lá. Valeu,
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