Formação Estudantes - 1ª Formação - 14/12/2024
Boa tarde a todos.
Agora foi. Espero que
>> Diga, Mariana
>> ia falar que agora estava gravando e
aqui tá tudo tudo bem. Se precisar de
alguma ajuda me fale.
>> Tá bom.
Então, boa tarde a todos,
né? Obrigado pela presença nessa
primeira roda de formação.
Eh, nesse primeiro momento, a gente vai
discutir algumas coisas sobre a
concepção dos cursos de licenciatura e o
papel do PIBID nesses cursos para que a
gente compreenda o que nós estamos
tentando desenvolver
dentro desse projeto. Depois a gente vai
se especializar em outras discussões,
como aquela que nós teremos na semana
que vem, eh, que tem também vínculo com
toda essa discussão, certo?
Mas a nossa primeira intenção com vocês
é tentar resgatar com vocês, né, porque
nós nos organizamos em cursos, como os
cursos de licenciatura.
Então, se vocês olharem a história, né,
da formação de professores no Brasil,
vocês vão perceber,
né, é possível perceber como ocorreu a
construção desses cursos de
licenciatura, quais são suas
características e e é isso que a gente
vai tentar abordar agora.
Então, no Brasil, como vocês sabem, nós
temos paraa maioria das áreas
científicas um parzinho, né, que é o
curso de bacharelado e o curso de
licenciatura. em alguma área. Então,
chelado ciências da natureza,
licenciatura, eh, ciências biológicas,
licenciatura, ciências biológicas,
charlado em química, licenciatura em
química e assim por diante.
Só que isso não é
padrão, né, homogêneo em todos os
lugares do mundo, né? Então, cada país,
né, cada eh sociedade ali organiza a
formação dos seus professores de formas
diferentes. Por exemplo, nos Estados
Unidos e na Europa, para você se tornar
um professor da educação básica,
você precisa fazer o curso científico,
por exemplo, curso de química ou de
biologia e depois você faz um mestrado
em educação, em ensino, e só aí você
consegue ser professor. É um exemplo.
em outros países onde a formação de
professores se dá na graduação, como no
Brasil, os cursos de licenciatura,
né, que não tem esse nome, esse nome é
só no Brasil mesmo, eh eles são cursos
voltados eh muito mais voltados paraa
área de educação e de ensino do que
paraa área científica, como é no caso do
Brasil. Então, a gente tem uma
diversidade de possibilidades por aí de
formação de professores e no Brasil, eh,
ela se constituiu dessa forma, tá?
Então, o termo licenciatura para
formação de professores, ele é
basicamente exclusivo do Brasil. Nos
outros países, né, eles têm a ideia de
que a licenciatura é a formação em nível
superior, né, independente se vai dar
aula ou não,
mas pra gente tem essa diferença
bastante marcante no profissional, tá?
Mas se existem essas diferentes formas
de pensar a formação daqueles que serão
professores da educação básica, deve ter
um motivo para isso, né? Não é por acaso
que as coisas acontecem.
Então, existe a necessidade, uma
necessidade
em se pensar a formação de professores
para educação básica, diferente da
formação de outros profissionais,
por exemplo, os químicos e biólogos.
Então, eh, em termos profissionais, há
diferença entre você ser químico e
professor de química ou biólogo,
professor de biologia.
né? E assim por diante.
E essa necessidade formativa foi
traduzida teoricamente
em termos dos do que nós conhecemos por
saberes docentes,
né? Então, muitos autores discutem essa
questão de saberes docentes, do que os
docentes precisam saber para se eh
constituir como profissionais,
professores.
E existem várias classificações também
desses saberes. A gente não vai se
aprofundar nessa discussão, né? Ela no
curso de química a gente faz essa
discussão no no curso de biologia não
sei se tá presente, não lembro, mas acho
que não, mas de forma geral isso aparece
explícita ou implícitamente.
Então se entende hoje que para você ser
um professor,
você precisa ter o conhecimento
disciplinar, que é o conhecimento da
ciência de base que você vai eh
socializar, no caso nossa química e
biologia.
Mas você precisa também eh ter como base
os conhecimentos pedagógicos. Que que
são os conhecimentos pedagógicos?
são aqueles que permitem compreender a
organização do trabalho pedagógico, o
trabalho educativo
e as os processos de ensino e
aprendizagem
de algum, né, da cultura, no caso.
Então, são as disciplinas que tm a ver
com a didática, com o currículo, com a
gestão,
com psicologia da educação, né, que vai
envolver a aprendizagem,
enfim, essas disciplinas de cunho ainda
científico, né, da área de ciências da
educação, mas que são diferentes, né,
dos conteúdos científicos da área de
química e biologia. Então aí a gente já
tem uma diferença, né?
Eh, o químico que não vai ser professor
não precisa dessa dimensão pedagógica em
sua formação. E o químico que vai ser
professor de química precisa. Então, já
aí a gente precisa de alguma diferença
na formação dos dois, né?
Resgatando o que eu falei, em alguns
países essa essa complementação é feita
na pós-graduação, mas no Brasil optou-se
por fazer na graduação
para que a formação dos professores
fosse mais rápida para suprir a falta de
forma de professores, né, disponíveis
para as escolas.
Mas além desses dois tipos de saber que
tem uma característica científica, por
assim dizer, né? É um são os conjuntos
de teorias ali, nós podemos citar os
conhecimentos curriculares
que envolvem eh justamente essa
eh tarefa profissional de organizar o
processo pedagógico, né? Então o
currículo ele é a manifestação, né, a
prática do processo pedagógico, né, o
processo pedagógico ocorrendo na
realidade.
Então, além das partes escritas do
currículo, que é o que nós vamos estudar
hoje, existem as questões próprias da
interação de sujeitos. E tudo isso
envolve o saber curricular,
que é
mais voltado, né, a a questão do ensino
do que da das bases de educação e
científicas dos saberes anteriores.
E o último ali é um saber eh comum para
todas as áreas profissionais, que é o
saber da experiência profissional.
Então, saber
que o próprio profissional vai
desenvolvendo na medida em que exerce
atividade profissional, então ele vai
aprendendo coisas, vai desenvolvendo
novas competências e também o a
transmissão, né, da cultura da
profissão. Então, a gente frequentemente
recorre a a profissionais mais
experientes para aprender com eles
coisas sobre a profissão. Então, esses
quatro, essas quatro dimensões, elas
precisam
estar muito bem equilibradas e bem
distribuídas e bem organizadas dentro de
um curso de formação de professores.
não deve ter prevalência de nenhum
deles, né, ou a supressão de nenhum
deles.
E esse é um desafio muito importante que
a gente encontra na organização dos
cursos de licenciatura no Brasil.
Por quê? Porque como eu comentei com
vocês,
né, dos países que t essa eh concepção,
né, de formação de professores
na no ensino superior, né, na formação
inicial no ensino superior,
existe duas possibilidades de
organização. uma que é a que tem no
Brasil, que foi a complementação dos
cursos de bacharelado com disciplinas de
saber pedagógico,
né? Então, os cursos de licenciatura em
química e licenciatura em biologia, eles
são vinculados aos cursos de
bacharelado, né, nas universidades
maiores, né, que tem muitos cursos.
Então, é o mesmo grupo de professores
que eh
organiza, né, e propõe a formação nos
nos dois nos dois casos.
Em outros locais, em outras culturas, o
curso de de bacharelado, né, o curso da
formação científica e da formação
para educação e o ensino, eles são
separados, né? Então, o curso de de
educação em química ou de ensino de
química, ele é oferecido nas faculdades
de educação
em parceria com as universidades de
química, né, com as faculdades de
química.
Então, essa diferença
causa características importantes nos
cursos de licenciatura que nós nós temos
no Brasil.
E esse estudo ele vem, né, de décadas já
para buscar compreender, né, essa
característica dos cursos de
licenciatura.
E uma coisa que aparece bastante é essa
relação, essa dicotomia, né, ou até de
certa forma essa disputa entre o
bacharelado e a licenciatura.
Então, a primeira consequência dessa
dicotomia que tem sido verificada, né,
pela literatura, é a fragilidade na
formação dos professores.
Então, normalmente o curso que tem essa
característica de baixarelado mais uma
complementação pedagógica,
ele não possibilita a formação de
professores esperada que a gente tem,
né, na nas premissas de educação por
enquanto, né?
E isso se dá por uma razão que o grupo
de professores, né, que é voltado paraa
área científica da química, da biologia,
frequentemente desvaloriza a importância
dos saberes pedagógicos e dos saberes
curriculares da área de ensino da das
ciências da natureza.
É, então eu tava vendo alguns PPCs de
outros cursos de química do instituto,
por exemplo, tem cursos que não tem
metodologias de ensino, não tem práticas
de ensino, não tem disciplinas que
ajudem os licencianos a pensar o ensino
daquela disciplina.
Ou seja, claramente esses cursos não
conseguem
dimensionar bem os tipos de saberes
docentes necessários para formação de
professores.
E isso se dá muito pela concepção dos
professores que criam os projetos de
curso ou pela própria possibilidade
deles de ministrar determinados
componentes curriculares, né?
E isso vem de uma ideia que
vem lá da origem, né, do curso de
licenciatura,
que é a compreensão de que somente o
saber disciplinar, ou seja, saber da
química e da biologia é suficiente para
um profissional professor,
né, o que nós já sabemos que não é, mas
essa compreensão ainda permanece. Então,
é possível perceber, né, com os
professores e nos projetos essa
prevalência ou essa quase dominância dos
saberes disciplinares.
Em termos eh de regulamentos, né, de
regimentos e diretrizes, nós temos uma
outra questão
que é a duplicidade de diretrizes
curriculares. Então, não sei se vocês
sabem, mas os cursos de de graduação,
né,
de de bacharelada, licenciatura,
tecnologia, enfim, eles são regidos pelo
pelo que a gente chama de DCN,
diretrizes curriculares nacionais,
que são feitas lá no Conselho Nacional
de Educação.
Só que quando a gente pega esses cursos,
por exemplo, química, biologia, física,
matemática, letras, né, a gente vai
perceber que existem diretrizes
eh para formação do químico que datam de
2011, a do biólogo também por aí, 2011,
2001, perdão, 2001, 2002.
E lá nessas diretrizes vai ter as
diferenças entre o que é o bacharel e o
que é o licenciado.
Só que o a concepção do curso é feita de
maneira vinculada, né, mesmo que haja
diferença.
Só que nós também temos uma segunda
diretriz que é a diretriz de formação de
professores. Então, quando o curso é de
licenciatura, ele precisa respeitar as
duas diretrizes. ao mesmo tempo.
Só que essas diretrizes nem sempre são
coerentes entre si, porque
as de 2001 de química e biologia não
foram atualizadas,
enquanto a deformação de professores já
passou por várias atualizações.
Então, existe um descompasso entre como
que esse curso deve ser organizado e
isso também dificulta a gente a fazer o
projeto eh pedagógico do curso.
Como os cursos de licenciatura em geral
estão vinculados com curso de
bacharelado,
dentro desse conjunto de professores que
ficaria responsável pelo curso de
química ou de biologia, tem uma baixa
representatividade de professores da
área do ensino e da área de educação
também, né? Geralmente são os pedagogos.
Isso faz com que as decisões colegiadas
acabem influenciando a visão do
bacharelado, porque os professores do
ensino não têm eh maioria, né, não tem
possibilidade de discutir contra, né, a
maioria dos professores que não têm a
concepção da importância da área do
ensino.
E, né, isso faz com que seja cada vez
mais difícil superar essa falta de
compreensão entre essas relações. Então,
existem cursos que a gente pega,
professores que a gente conversa, que
não conseguem compreender a diferença do
que é educação, do que é pedagógico
e do que é ensino, do que é curricular.
Embora eles tenham uma relação ampla,
né, não é a mesma coisa. Então, não é
suficiente pro professor de licenciatura
em química ou biologia ter aula só com o
pedagogo
e dos conteúdos de biologia. É
necessário que haja a disciplina
curricular que vai unir esses
conhecimentos, tá? E é por isso que
foram criadas as PCCs que vocês têm no
curso de vocês, que também a gente pode
discutir um monte sobre isso, tem um
monte de estudos sobre isso, para tentar
forçar essa relação que não estava
acontecendo.
Então, na área de ensino, a gente luta
sempre pelo fortalecimento
da licenciatura como um curso de
formação de professores.
E uma das e questões que se vislumbra é
que a superação desses problemas
anteriores
é mais possível quando ocorre a
desvinculação do curso em relação ao
bacharelado. Então, seria um passo
importante na organização curricular do
Brasil se os cursos de formação de
professores
fossem eh separados dos cursos de
bacharelado, né? Isso teve um, de certa
forma, um desdobramento que foi o ENAD,
né? Então, até a última versão, o ENAD
era feito
junto, né? Então, a prova do ENAD era
quase a mesma do bacharel em química e
do licenciado em química. E agora as
licenciaturas têm o ENAD separado, que
não tem qualquer relação com eh o outro
ENAD. Então isso pode, né, mostrar um
caminho
eh legal, né, institucional do MEC para
cuidar dessa questão.
E além disso, é necessário maior
articulação com o campo profissional
daquele e agresso que é a escola.
Então, a, né, a a expectativa é que quem
sai do curso de licenciatura vire
professor numa escola, né, para isso que
o curso é formatado. Então, fortalecer
as ações de estágio supervisionado nas
escolas, né, o papel desse dessa parte
curricular.
A extensão universitária também eh surge
como essa possibilidade de melhor eh
conversa, né, com a comunidade externa.
e o próprio PIBID como um programa
complementar,
né? A questão
eh do PIBID ser complementar é uma
questão que a gente debate também, né? O
ideal seria que todos os estudantes
pudessem participar, mas ainda assim ele
tem um papel muito importante,
ok? Se tiverem dúvida, vocês podem me
interromper. comentários também.
Pode falar, Mar. Eu gostaria de falar um
pouco, né, reforçar toda essa questão
que o João tem falado a respeito das
licenciaturas, da construção das
licenciaturas, inclusive nos institutos
federais e da questão da nossa formação
mesmo quanto a docentes.
Eh, temos uma realidade também, eu
acredito que na biologia isso é um pouco
mais complicado, porque infelizmente
existe um algo mais recente ainda na
formação do biólogo, né, na área de
ensino, física e química. essa área já é
um pouco mais consolidada e isso reflete
inclusive
no que a gente vê de formação dos
professores que atuam com vocês. Por
exemplo, na química a gente tem dois
professores que são formados na área do
ensino, o João e a Cândida. Na física,
os dois professores que atuam,
embora não tenha um curso de
licenciatura, tanto o professor Felipe
quanto professor Perci, são da área do
ensino. E na biologia nós não temos
ninguém que é
que é do ensino mesmo. Então
essa é uma questão tanto quanto
problemática. quando, desde quando a
gente vai fazer os trabalhos, as
elaborações do curso, toda essa
construção para pensar nessas PCCs como
prática pedagógica. Então, a gente tem
que passar por todo um processo de
superação da nossa formação, que na
maioria dos casos foi nessa formação
três para um, né? Então, todos nós eh
somos que somos licenciados e bacharéis.
acredito que na maioria da biologia é o
nosso caso.
Eh, mas nós temos que ter esse contato
para fazer, né, entender como funciona
os cursos, entender as novas resoluções,
estudar sobre isso, entender as práticas
de ensino para poder organizar o curso
da melhor forma, trabalhar com vocês da
melhor forma essas PCCs para que vocês
se formem eh bons professores. Então
isso eu reforço o comentário inclusive
do João, vão ter que estudar bastante. A
vida do professor é sempre estudar,
porque e do professor e de qualquer
outro pesquisador, porque
nós temos sempre que estar eh em contato
com novas pesquisas, novas metodologias,
novas formas de ensinar, inclusive.
Então, a gente precisa ter essa
consciência que muita coisa mudou da
época que nos formamos até agora e a
gente precisa estar imerso para tentar
construir o melhor curso possível para
vocês.
>> Uhum.
Então isso é é uma questão importante,
né, de entender que
a formatação dos cursos de nível
superior do Brasil, elas trabalham,
mesmo que no IF a estrutura eh
organizativa não seja assim, a nossa
prática como pessoas, né, que fizeram
pós-graduação, ela vai refletir sempre
isso, que a ideia é de que o professor
de ensino superior, ele é especialista,
né, ele especializa em um campo do
conhecimento quando ele faz a
pós-graduação,
né? E isso faz com que ele se aprofunde
na área que ele decidiu seguir de
pós-graduação e inevitavelmente ele não
consiga acompanhar os avanços das outras
áreas, né? né? Isso não é algo
problemático, isso é a característica da
forma como a gente se organiza na
formação, pelo menos na área de ciências
da natureza. É assim.
Então, quando a gente eh se depara com
essas possibilidades de ter que
trabalhar com áreas que não são a nossa
área de pós-graduação,
isso gera um conflito, porque
a gente é defasado nessas áreas.
Então a gente precisa sempre estar
balanceando isso. E isso é uma
característica muito marcante dos
institutos federais,
né, que também é uma questão que a gente
precisa reconhecer para compreender os
nossos próprios cursos.
Então, os institutos federais que foram
criados ali em 2008, eles vieram
mais direta ou mais indiretamente, mais
influenciado ou menos, né, da
reorganização de escolas técnicas e
agrícolas que já existiam antes e faziam
parte de diferentes formas de
organização, né? Então, mais do que a
criação de uma coisa nova, foi mais a
reestruturação de algo que já existia,
né? O que foi bom, né?
mas traz algumas questões. Então,
enquanto escolas técnicas e agrícolas, o
principal foco de formação dessas
escolas
era a formação técnica. Embora algumas,
né, como eh os CEFs, né, alguns, né,
algumas escolas agrícolas bem
tradicionais já tivessem pós-graduação,
a maior parte dos professores e a
organização curricular envolvia a
formação de estudantes em nível médio,
técnico ou integrado ou subsequente.
Enfim,
quando houve a criação dos institutos
federais, houve uma multiplicidade de
cursos que foram criados nessas
instituições, agora respeitando as novas
organizações, né? Isso fez com que os
institutos tivessem uma característica
muito diferente, que são diferentes
níveis de ensino, o que implica em
diferentes objetivos de formação. que
formar um aluno do ensino médio
integrado, subsequente,
eja,
de bacharelado, de licenciatura e de
tecnologia, né, que são o nível
superior, são diferentes,
né, entre o grupo ensino médio e ensino
superior já há uma diferença.
E entre bacharelado, licenciatura,
tecnologia também tem diferença.
Depois, se a gente for pensar
pós-graduação,
as especializações, mestrado e
doutorado, são outros objetivos, tá?
Então essa multiplicidade de objetivos
também é o desafio pros professores do
Instituto Federal, porque ele tem que
meio que ter uma chavinha, né, que vá
compactuando aí com esses níveis de
ensino, porque senão a gente corre o
risco de atuar de uma maneira muito
homogênea, né, em todos esses níveis.
E isso se justifica por essa ideia da
verticalização. Então, o esperado é que
o estudante faça o ensino médio superior
no Instituto Federal, né, na mesma área
tecnológica dele, né, o que também, né,
a gente pode discutir.
Só que isso leva a questão da formação
dos docentes. Então, eh de até 2008, né,
os docentes dessas escolas eram
contratados
pela sua experiência, né, pela sua
expertise técnica.
Quando se cria os institutos e já se
começa a oferecer os cursos de
licenciatura, que geralmente foram os
primeiros,
eh até a recomposição do quadro de
professores, esses mesmos professores
foram destacados para dar aula num curso
completamente diferente. Então isso
gera, né, dificuldades de formação que
não são intencionais, mas que vem das
condições daqueles docentes, né?
Então, essa eh política de
interiorização do discurso de
licenciatura que abraçou, né, a ideia da
criação dos IFS
vem pela falta de professores em
determinadas regiões no Brasil e faz com
que, por legislação, 20% das vagas dos
institutos federais, né, em cada
instituto ali,
eh, deva ser de curso de licenciatura ou
formação pedagógica, né? Então, a gente
tem a cota pro ensino médio e a cota
para licenciatura.
E também quando criaram os institutos,
eh, estabeleceram a ideia de organização
dos cursos em núcleos de formação. Isso
também está presente nas diretrizes
curriculares,
um pouco diferente,
e está presente nos PPCs dos cursos de
vocês. Não sei se vocês leram, mas os
PPCs são eh feitos, né, são organizados
em núcleos de formação.
Só que as pesquisas apontam que
frequentemente o grupo que eh faz os
planos eh compreende de maneira
equivocada o que são esses núcleos,
o que faz com que hajam cursos com a má
dimensão daqueles saberes que discutimos
lá nos primeiros slides.
Então, somado a dificuldade da relação
com o bacharelado, a gente tem uma outra
dificuldade dos institutos federais,
que é a questão dos docentes eh não
serem
contratados, né, não serem admitidos
pela sua área de pós-graduação, pela sua
área específica.
Então, eh, quando vocês, eh, forem olhar
os editais, né, vocês vão perceber que
para ser professor do Instituto Federal,
o requisito é licenciatura.
Quanto para ser um professor na
universidade o requisito é ser doutor
já, ou seja, você vai fazer o concurso
na área do seu doutorado, que é uma área
específica. No Instituto Federal isso
não acontece. Então isso faz com que
dentro do grupo de professores que
coordena o curso, não exista uma divisão
entre eh aqueles que são da área
disciplinar, os que são da área
pedagógica e os que são da área do
ensino, tá?
Só um pouquinho, só vou terminar, daí eu
já te passo. Então isso gera, né,
aqueles problemas, reforça aqueles
problemas de discussão
entre o,
né, entre a relação da importância da
disciplina de ensino, que tem a ver com
o que a professora Mariana falou, porque
mesmo que química e física tenha uma
tradição maior na área do ensino,
essa tradição deve fazer com que 10% dos
doutores em química sejam doutores em
ensino. e o resto não. Então a gente já
tem uma baixa representatividade
na no área, né? Então isso vai causando,
né, todos esses choques.
Certo? Pode falar, Mateus.
>> O senhor comentou que para ser professor
do instituto do instituto deve ser
licenciado, né? Algo, algo algo assim.
Eh, daí duas perguntas um. Eh, nós
tivemos já um componente onde o
professor era bacharel, né?
>> Bacharel na área dele. E daí e também a
outra pergunta era e as outras formações
que não são de licenciatura, tipo
administração,
eh, contábeis, essas áreas?
>> Uhum.
>> Eh, como como que é a admissão a
admissão desses professores nessa área,
>> tá? Então assim, nos cursos, nós temos
no Brasil uma coisa que chama formação
pedagógica, que é quando os bacharéis
fazem uma especialização, geralmente um
ano, um ano e meio, para conseguir, né,
o diploma, né, ou a habilitação de
licenciado.
Então, isso também existe no Brasil
ainda, né? Era uma medida emergencial,
mas
eh se manteve, né? Enfim, então a
maioria inclusive dos bacharéis fazem
essa complementação pedagógica deles
conseguem dar aula nos serviços
estaduais, né, que com bacharel você não
consegue, a não ser nas disciplinas
técnicas, né, do ensino técnico
para os cursos de bacharelado, que não
são o
objetivo principal do instituto, né,
elas aparecem mais por demanda.
Eh, os professores em pelo menos em
teoria, né, quando eles são admitidos,
eles também precisam fazer uma
complementação pedagógica, porque é
esperado que um professor do Instituto
Federal dê aula no ensino médio, né? A
gente sabe que Palmas é uma exceção, mas
na maioria das vezes você tem mais
ensino médio que ensino superior no
SCAMP.
Então, para esse professor estar melhor
preparado para dar aula no ensino médio,
ele também faz uma complementação
pedagógica. Mas nesses casos são cursos
em que não existe a licenciatura, né?
Então não existe licenciatura em
administração,
né? Então professor faz baixarelado em
administração, depois ele faz uma
complementação pedagógica
que vai trazer essas dimensões
pedagógicas no que eles fazem, né?
Tem cursos, por exemplo, enfermagem que
tem uma tradição de ensino técnico muito
forte, que eles já têm didática e
algumas coisas de ensino na própria
bacharelado deles, mas mesmo assim, eh,
o requisito é que faça uma formação
pedagógica,
certo?
Mas o mais importante que a gente quer
destacar aqui é que no caso dos
institutos federais, não do Paraná
especificamente, mas de todos eles que
eu não sei, não me lembro condição,
muitos desses professores que já estavam
nas escolas técnicas,
eles continuaram ali e eles não foram
obrigados, né, porque não faria sentido,
a fazer uma formação a mais, porque eles
já eram servidores públicos. né? Então
esse grupo de professores ainda
permanece porque o instituto, né, é
novo.
Então o
existe ainda essa essa questão, né, da
formação. Vejam que isso não é uma
crítica às pessoas, gente, né? né? A
pessoa fez a formação que ela, né,
seguiu e ela é um, né, profissional na
área que ela decidiu. A questão é
a institucionalização que não teve o
cuidado de colocar essas questões que já
vinham sendo discutidas na literatura da
área da educação há muito tempo na
organização dos institutos, tá? Então
são são questões que são complicadas de
discutir, mas que é importante a gente
sempre ter em mente, porque como a gente
discutiu, né, já comentou e vocês vão
perceber,
eh, os cursos são criados por esse grupo
de pessoas, né? Não existe um um
currículo de química nacional que todos
os cursos seguem. Os cursos são
diferentes,
mas eles são diferentes porque os
professores que constróem põe as suas
crenças, né, e as suas expectativas
naquele projeto.
Então você precisa ter esse cuidado de
como manejar ali aqueles conhecimentos
todos ali dos saberes pedagógicos.
E uma dessas formas é valorizar que
hajam professores das áreas. a gente
sabe de camp do Instituto Federal, por
exemplo, em que as disciplinas eh de
ensino são dadas por pedagogos,
o que também é
eh problemático, porque os pedagogos não
têm formação para o ensino de química, o
ensino de ciências, o ensino de
biologia. Eles têm formação paraa
educação, pra parte pedagógica.
Então assim, eh, há necessidade de
reconhecer que são três campos de
de saber diferentes,
o saber da química ou da biologia, o
saber da pedagogia e o saber do ensino
de ciências, né? São produções de
conhecimento diferentes por grupos
diferentes e com características
diferentes, né?
Certo?
Então, aproximando mais um pouquinho da
gente, né, tem um trabalho que vocês vão
ler que trata da concepção de formação
nos cursos em alguns cursos de
licenciatura do Instituto Federal do
Paraná agora, né, do nosso instituto.
Então, nesse trabalho, os autores eles
retratam, eles trazem quais são as
concepções que o grupo que construiu o
PPC, né, o projeto de curso,
eh, pretendia para os licenciantos, para
os egressos daquele curso.
Então, a gente percebe que existem
vários termos, né, que a gente usa para
dizer qual é a formação que a gente
pretende, só que esses termos sempre
revelam
como você observa a relação entre ensino
e aprendizagem
e o, né, o o que que o estudante precisa
desenvolver durante o processo
pedagógico, tá, de forma mais ou menos
explícita, mas revela o que os
professores pensam sobre isso.
E aqui a gente tem na letra A e na letra
B
os termos que aparecem e mais
frequência, né? Então, competências para
ensinar e propor métodos de ensino
inovadores,
é um termo que aparece bastante, e
consciência da função social do
professor para integrar seus alunos na
sociedade.
Quando a gente lê, né, essas esses
termos parecem OK.
Porém, se a gente for pensar que o
instituto segue uma teoria pedagógica,
que é a pedagogia histórico-crítica,
esses essas duas concepções de formação,
elas são equivocadas nesse cenário.
Primeiro, porque a gente entende que a
palavra competências ela esvazia a
ideia, né? Geralmente quando a gente
pensa em competências, a gente valoriza
o fazer, né? o pragmático e não o pensar
sobre, refletir sobre, né? E também a
ideia de que a função do professor é
propor métodos de ensino, né, inovadores
ou não.
Então essa visão nos revela que esses
cursos pretendem formar professores que
saibam aplicar coisas,
né? Então, replicar, melhor dizendo,
coisas.
o que é contra a concepção da pedagogia
histórico-crítica que diz que a gente
tem que transformar as coisas.
E isso vai na questão da letra B. Então,
a função social do professor
não seria integrar os alunos na
sociedade, mas sim formar pessoas para
transformar a sociedade,
né? Porque dentro da concepção
pedagógica, a sociedade não está boa.
Então, se a sociedade não está boa, por
que que eu vou formar alunos para ficar
numa sociedade ruim?
Então, a gente vê com isso, né, as
implicações do que a gente discute
anteriormente.
É, é a falta de domínio de apropriação
teórica da área de ensino de educação se
imprime na hora de organizar os cursos.
Mas isso também não é eh algo
desmeritório. Na verdade, os documentos
do próprio instituto, da própria rede
federal, trazem esses termos porque eles
também não conversam com a pedagogia
histórico-crítica propriamente.
tem a questão da formação do
pesquisador. E daí também é uma questão
polêmica, porque em teoria o campo de
pesquisa de um licenciado é o ensino
daquela disciplina e não as áreas eh as
pesquisas puras daquela disciplina,
né? Mas como os professores têm a
formação na área dura, por óbvio, eles
vão fazer os projetos e vão fazer as
iniciações nessa área,
mas isso acaba ofuscando, né, a
possibilidade de um pesquisador na área
de educação ou na área de ensino, porque
há essa competição entre as áreas, né,
invés de pensar num num processo
complementar.
E a letra D traz vários termos. Os
termos que eles da forma como aparecem,
se só são citados, eles não dizem muita
coisa, né? É necessário que os os
projetos eles explicitem o que significa
cada uma dessas coisas.
Por exemplo, uma formação teórica, o que
que significa uma formação teórica?
Formação científica, formação
tecnológica, humanística
e pedagógica, né? O que que isso
significa? A maioria dos PPCs não diz o
que é. Então isso deixa o processo pouco
organizado, o que é ruim, porque nós
estamos, né, influenciando a formação
das pessoas, né? Então é uma
responsabilidade muito grande.
E a letra E, né, que traz um termo mais
abrangente, ela traz, continua ainda
pensando em competências e habilidades,
né, que é a crítica, né, daquele
eh
professor replicador, né, mas ele
reconhece que há uma transversalidade
entre diferentes campos de conhecimento,
né, de tecnologias.
Então, eh, existem cursos que estão
caminhando, né, para uma reformulação
interessante, mas é preciso aprofundar
em termos institucionais essas
concepções de formação.
De modo geral, assim, usando os termos
mais teóricos, essas competências de
formação aqui, essas cinco, refletem o
que a gente chama de racionalidade
técnica ou operacional,
que é justamente pensar que o professor
ele vai aprender uma técnica e vai
replicar essa técnica em sala de aula.
ele vai aprender
determin usar determinado recurso e daí
ele vai usa esse recurso em sala de
aula, como se fosse um replicador mesmo,
sabe? Essa é a concepção, né?
Racionalidade técnica. Só que a gente
defende uma formação de professores no
que a gente chama de racionalidade
crítica.
É o racional, uma evolução, né, da
racionalidade prática para uma
racionalidade mais crítica. O que que
seria essa racionalidade crítica? O
professor, ele tem que entender
que ele tem que ler a realidade social,
compreender os problemas
e ele tem que propor as soluções com
base naquilo que ele aprendeu.
Não é replicar o que ele aprendeu, é
colocar o que ele aprendeu a serviço da
realidade concreta em que ele atua.
E para isso não é suficiente que ele
saiba replicar as coisas. Ele precisa
ter aprofundamento
teórico nessas coisas, né? No saber
disciplinar, no saber pedagógico, no
saber curricular, para poder fazer a
crítica, né, que é avaliar com base em
critérios e propor soluções viáveis e
situada, que significa eh coerente com o
meio onde ele está.
Então, não é a mesma coisa da no
Instituto Federal e da rede pública do
Paraná, da aula na rede particular no
Paraná, da aula num colégio
confessional, são realidades diferentes.
Então, não tem como pensar um professor
replicador, porque senão ele é
replicador em qual contexto? Em todos
não dá.
Então, por isso que a gente tem que
superar essa visão de que o papel do
curso de graduação é fazer vocês
repetirem coisas, né? Só que para isso a
gente precisa de tempo e aprofundamento
e isso gera as tensões, né, entre como
organizar esse curso.
OK? Até aqui querem comentar alguma
coisa?
Tá.
E como que
>> diga não? Pode falar, pode falar.
>> O senhor comentou sobre do professor ser
eh replicador das teorias estudadas, mas
eh muitos aqui que fizeram estágio e
tudo mais tiveram essa eh experiência.
pelo menos eu senti uma muita
dificuldade de colocar em prática que a
gente estudou nas teorias pedagógicas,
teoria de de ensinos ali.
>> Uhum. Então, tipo, professor poderia
falar sobre essa essa parte, essa
dificuldade de ter estudado essas
teorias pedagógicas, mas daí chegar na
hora da ação mesmo, você vê que não é
não é muito muito bem assim de conseguir
aplicar, conseguir determinar qual que é
a teoria certa ali que você vai utilizar
para para aquela turma ou para aquele
aluno.
>> Uhum. É, isso é o isso vem, né, da
própria formação, da própria prática.
Então, não é esperado que o aluno no
estágio
consiga dar as respostas de pronto, né,
para essas para essas dificuldades. O
estágio é justamente para você vivenciar
essas dificuldades e perceber,
né, a importância de aprender mais, de
se desenvolver mais, porque no estádio
você tem o apoio dos professores, né, do
supervisor lá na escola e do orientador
na universidade, no instituto.
Então, se você consegue, né, partir
dessa reflexão das dificuldades em fazer
essa transposição,
de certa forma você tá atingindo os
objetivos do estágio, que é fazer essa
aproximação.
Porque não frequentemente a gente eh
acha, né, a gente tem a impressão de que
aquilo que a gente aprendeu, a gente
consegue automaticamente transpor
estágem que essa esse sentimento, né,
aflorado, quando a gente se forma e vai
trabalhar na escola, a gente se frustra
muito,
porque a realidade da escola é muito
diferente. ente daquilo que nós
estudamos aqui na teoria, né, que a
faculdade ainda é muito tá muito no
campo teórico, por isso que a gente tem
que se aproximar da escola.
Então essa
eh capacidade de conseguir fazer essas
detecções,
né, de como colocar as teorias em
movimento lá na escola,
é um processo que vai envolver, né, toda
a formação inicial
e também um pouco, né, do
desenvolvimento nos serviços, né, tem
autores também que falam isso, que o
professor só se forma assim depois de
alguns anos que ele tá tá atuando, daí
que ele consegue fazer todas essas
amarras,
né? E por isso a gente tem a perspectiva
do programa de residência pedagógica,
como os médicos fazem, né? que é depois
que você se forma, você vai atuar lá na
escola como profissional, mas ainda
supervisionado mais um tempo, porque é
um processo bastante complicado, né, de
fazer essa análise e essa
eh adequação para cada um desses
cenários, tá? Então não é não é um uma
questão de que
ã
teu estágio não deu certo, né? alguma
coisa nesse sentido. É realmente esse
processo que a gente precisa que vocês
vivenciem, né? a
o choque, né, de que as condições reais
são mais fortes do que aquilo que a
gente sabe, né, ou acha que sabe e
fazendo essas relações. Por isso que é
muito importante o estágio, é algo que a
gente precisa fortalecer bem, né, ter
sempre uma boa condução do estágio, né,
nos nos anos do curso para ter essa
essa experiência mesmo da prática
profissional, tá?
OK,
podemos seguir,
tá? Então, tá. Então, agora a gente vai
eh estudar um tópico que tem tudo a ver
com o que vem antes, mas, né, que tem
suas características principais. Então,
o que que a gente tava vendo? que o
curso de formação de professores ele tem
eh finalidades, né, necessidades, ele
tem uma justificativa de existir, ele
tem, né, demandas, né, de formação
e,
né, como todo processo educativo,
ele precisa ser planejado e
desenvolvido.
Então, a gente vai se apropriar agora,
né, de alguns algumas ferramentas de
organização do trabalho pedagógico, ou
seja, organização do trabalho na escola,
na formação, né, pensando pedagógico
como escolarização.
Então, o documento mais relevante, né,
ou um documento central nessa
organização é o projeto político
pedagógico, que é o PPP, nós falamos,
porque ele é o documento que vai
imprimir, né, que vai explicitar
várias características do processo que
se pretende desenvolver naquela
instituição de ensino.
Bom, é importante eh que esse documento
seja muito bem estruturado e que as
pessoas compreendam ele, né? Porque ele
vai trazer muitas informações
importantes.
Então
ele é um projeto primeiro, né? Porque
ele é sempre um planejamento, ele sempre
traz expectativas,
horizontes formativos, objetivos de
aprendizagem, né?
traz a organização respondendo esses
problemas e ele precisa ser
desenvolvido.
Em geral, a gente faz um projeto para
executar o projeto depois, senão não tem
por fazer o projeto, né?
Eh, então o projeto político pedagógico,
ele não é só um documento escrito lá que
a gente lê, pronto. Ele é algo que é
para ser desenvolvido ao longo da
vigência, né, desse projeto que
geralmente é 4 anos.
Na dimensão política. Por que que eles
chamam projeto político pedagógico? É
porque nós fazemos, né, nós grupo de
pessoas que constróem, né, as pessoas
que constróem
colocam nesse projeto
intencionalidades,
né, ou seja, o que eles querem
desenvolver, que se pretende
desenvolver.
E essas intencionalidades
t diversas dimensões. Uma delas são as é
a dimensão social, ou seja, qual é o
papel social da escola em determinada
sociedade. Isso está no PPP. Se não está
escrito, a gente percebe nas entrelinhas
como aquele grupo pensa o papel da
escola para a sociedade, se é de
conformação, de transformação, enfim,
né?
dentro do projeto político, da dimensão
política, ainda tem as escolhas e as
delimitações que são feitas
paraa organização daquele ambiente
escolar, também as eh determinadas
escolhas de formação, né?
E também ele é político porque se
pressupõe o compromisso das pessoas que
estão ali em desenvolvê-lo, né?
desenvolver esse projeto da melhor forma
possível. Então, a dimensão política,
ela vai trazer de uma maneira mais
abrangente
qual é o sujeito que está sendo formado
naquela instituição e para que tipo de
sociedade e qual é a relação desse
sujeito com essa sociedade.
Então, por isso que tem a dimensão
política
e a dimensão pedagógica, ela vai ter a
mais proximidade com o processo de
ensino e aprendizagem, né, mas que
compõe todo esse projeto. Eles vão traz
vai e ele vai trazer, né, essa dimensão
vai trazer intencionalidades que nós
podemos dizer que são escolares,
tem a ver com o processo de
escolarização, né, de formação eh
formal.
Então, os objetivos de aprendizagem,
eh os os conteúdos a serem
desenvolvidos, as metodologias, né, que
são as ações,
a organização em disciplinas, em
períodos, em, enfim, né, o que que é ter
como que se divide a carga horária e
quais são as condições para desenvolver
esse projeto.
Então tudo isso vai compor esse esse
documento, né, que normalmente nós
chamamos de PPP
e esse conduz ou deveria conduzir a
prática educativa naquela instituição,
tá?
Mas o que que é necessário pra gente
poder construir e aproveitar esse PPP,
né? Fazer o PPP criar vida na prática
pedagógica.
uma sólida formação teórica do grupo que
constrói, né, para construir, analisar e
transformar esse plano. Então, a gente
precisa ter muito cuidado na hora de
construir o plano,
mas uma vez que a gente constrói, a
gente precisa analisar constantemente o
desenvolvimento desse plano
para depois poder propor possibilidade
de transformação do plano a partir da
realidade.
Então, esse movimento de construção,
análise e transformação do projeto
político pedagógico é algo que precisa
ser muito fortalecido nas instituições
de ensino. É algo banalizado, né, na
prática pedagógica. Só que o projeto
político pedagógico é o que direciona a
ação, né? a gente precisa ter um cuidado
mais
atento a ele.
Então aqui trazendo um pouco mais de
termos, né, o projeto político
pedagógico não se limita ao currículo
escrito. Então, lembra quando eu falei
do currículo, que o currículo
basicamente vai traduzir
a materialização da atividade
pedagógica, atividade pedagógica
acontecendo na realidade. Então, a gente
tem uma dimensão que é a dimensão
escrita.
que são os os regulamentos, as
diretrizes, os documentos,
mas isso não é a totalidade, porque a
gente tem o documento, mas a gente tem a
vida real acontecendo, né?
Então, no âmbito da prática social, a
gente entende o currículo como um
currículo vivido, currículo que existiu,
está existindo naquele momento.
Então, o projeto político pedagógico não
é só aquele documento escrito. A gente
precisa ver como ele se manifesta na
vida, né, na prática das pessoas dentro
da escola.
E isso possibilita que a gente reflita e
discuta sobre problemas educacionais,
né, ou potencialidades também, e propõe
alternativas viáveis para eh atingir os
objetivos e superar essas dificuldades.
Então, a partir da análise da realidade
educativa que a gente tem essas
conclusões,
né? o documento escrito não dá conta de
trazer essas reflexões.
E também na perspectiva atual, né,
projeto político pedagógico, ele conduz
ou deveria conduzir a gestão democrática
na escola, que é a participação crítica
de todos os sujeitos envolvidos
na consecução, no desenvolvimento desse
projeto
e também a organização do trabalho
pedagógico de uma maneira mais
sistematizada.
Então, a gente pode dividir isso numa
dimensão da escola como um todo, que é a
dimensão pedagógica do processo de
ensino e aprendizagem
de uma visão mais ampla e também da
organização no trabalho pedagógico em
sala de aula, que vai ser uma
organização didática,
né, do processo de socialização do
conhecimento sistematizado.
Então, tudo isso o projeto contém
e cabe a nós que somos os participantes,
né, entender como a gente tá
desenvolvendo esse projeto.
Então, por que que existe esse PPP para
começar, né? Porque na nossa organização
atual da sociedade, do sistema de
ensino, a escola, as instituições de
ensino, né, as escolas têm autonomia
para criar uma identidade específica.
Então, cada escola
eh tem autonomia
para compreender a sua relação com a
comunidade e os objetivos formativos
que que se pretende desenvolver. Claro
que a autonomia é relativa, porque a
gente tem documentos nacionais,
estaduais, mas existe uma autonomia.
Então, cada escola que vocês têm aqui em
Palmas, por exemplo, tem o seu projeto
político pedagógico e sua identidade que
é diferente.
Então, por princípio, dar aula em
diferentes escolas significa compreender
a identidade de cada uma. Existem
sistemas de ensino que não tem essa
possibilidade, que o currículo é
homogêneo em todas as instituições, né?
não tem essa identidade, mas no Brasil
nós temos.
Outra coisa que os projetos deveriam se
preocupar é a igualdade de condições de
acesso e permanência nos cursos que eles
regem, a qualidade educativa, tanto na
dimensão técnica, que são os meios para
atingir,
né, os objetivos, quanto na questão
política, que são as finalidades do
processo,
os mecanismos de gestão democrática,
né, a relação de liberdade de autonomia
dentro daquele projeto. Então, quanto
cada sujeito é autônomo, em que medida e
para que coisas.
e também a valorização do magistério,
que é a profissão que coordena, né, que
está no na raiz do PPP, que geralmente é
pela formação continuada, mas a gente
pode pensar em outras formas de
valorização do magistério.
Então, para conseguir
sistematizar tudo isso em um documento,
é muito comum que os PPPs tenham uma
estrutura muito semelhante, por mais que
sejam de instituições diferentes.
E das características principais dos
PPP, a gente pode tirar algumas. Por
exemplo, as ele, o PPP vai definir as
finalidades educativas, que é o que nós
estamos discutindo desde o início, né?
Então, para pensar no curso de
licenciatura, o documento vai trazer as
finalidades daquele curso.
E aqui a gente também pode elencar
várias dimensões,
por exemplo, formação cultural, né? A
apropriação de de instrumentos culturais
paraa formação do indivíduo, os aspectos
políticos que envolvem os compromissos e
as finalidades do processo,
a a dimensão social que é o papel
daquele egresso na sociedade,
a dimensão profissional ou educativa que
envolve os conhecimentos científicos.
e a formação humanística que envolve
outras dimensões da formação humana, né?
Questão de saúde, de, né, de de lazer,
enfim, né, tudo que nos forma como
humanos para além do aspecto cognitivo.
Então, tudo isso vai estar explicitado
de alguma forma dentro de um PPP.
Também vai ter estrutura organizacional
da escola, destacando as partes
administrativas e pedagógicas, que
seriam, né, as pedagógicas da sala de
aula, laboratório, espaço de ensino e
aprendizagem, as administrativas,
aquelas que dão suporte, né, pro pra
parte pedagógica.
E a parte que normalmente ocupa um
espaço grande é a organização
curricular. Então, como aquele curso ou
aqueles cursos daquela instituição estão
organizados, né, na dimensão do
currículo escrito.
Então, vai ter a questão sobre papel do
professor e do estudante, como eles
interagem,
os meios paraa socialização do
conhecimento, para transmissão,
apropriação do conhecimento, então as
metodologias, recursos, estruturas,
eh conteúdos,
enfim.
E aqui a gente destaca o aspecto de que
não há uma neutralidade nessa
organização curricular, ou seja, os
professores imprimem na organização
curricular crenças e expectativas, por
isso que os cursos são diferentes.
Tem a necessidade de situar aquela
aquele aquela organização com a
sociedade, né, com o contexto social que
dá identidade à escola.
Isso também faz com que existam cursos
com características bem especiais, né,
em áreas indígenas,
em áreas de assentamento. Os cursos são
eh bem diferentes por essa razão. O tipo
de organização, né, se é por disciplina,
por núcleo, por
eh componente, por unidade, né, se é por
período, se é por ano, enfim, toda essa
questão que é organização.
E isso a gente chama de currículo
escrito, como eu comentei lá em slides
anteriores.
Só que existe a dimensão que não está
escrita, que é a relação real das
pessoas, que nós chamamos de currículo
oculto.
Então, é a soma desses dois, né? A soma
não, porque não é matemática, mas a
integração desses dois que dá o
currículo vivido, que é o currículo que
efetivamente acontece, tá? né? Então a
gente tem uma coisa que é o plano e o
que realmente acontece, né, que
normalmente são diferentes.
Que mais tem no PPP? O tempo escolar,
né? Ou seja, quantos dias letivos,
quantas horas, quantas horas por dia,
né? As rotinas escolares têm alguns
níveis de ensino. Então, no início da,
né, da manhã faz isso, depois faz
aquilo, a carga horária de cada unidade
curricular, tudo isso vai tá presente no
PPP.
Outra coisa que às vezes não tem, né,
vamos ver, são os fluxos, né, para
formalização, né, dos procedimentos de
processos decisórios. Então, como dentro
daquela instituição as decisões
pedagógicas, administrativas são tomadas
e como os sujeitos podem participar
disso, né? Então, tem grama estudantil,
diretório de estudantes, colegiado de
curso, tudo isso deve estar explicado no
PPP.
expectativas de relações de trabalho,
né, entre as pessoas que são os
funcionários
e o processo de avaliação
desse projeto.
Então, como que dados concretos foram
usados paraa produção desse PPP
e como que ele permite reconhecer as
limitações e a busca de soluções
quando, né, analisado e reformulado para
mudar.
a qualidade, a direção do processo.
Então, vejam que o PPP não é a matriz
curricular,
ele é todo um projeto que vai envolver
muitas questões
que precisam estar bem desenvolvidas
para atingir os aqueles objetivos
formativos, né? Então, vejam que há uma
dificuldade, né? é um processo bem
complexo de de produção. Esse PPP não é
fácil, mas a gente não pode abandonar
também, né, construção desse documento.
Bom, só que no instituto e não só, mas
no nosso caso do instituto, a gente tem
outros documentos que também aparecem.
Então, na escola, quando vocês fazem o
primeiro estágio, vocês fazem a
documentação escolar, vocês leem o PPP
da escola, né? E lá no PPP vai ter todas
as informações que a gente precisa.
Só que no caso do instituto, a gente tem
eh é a estrutura é mais complexa, como a
gente tinha discutido, né? Tem muitos
níveis diferentes de curso.
Isso faz com que a burocracia seja um
pouco maior também.
Então, no nosso caso, como instituição
multicamp, né, existe uma política
pedagógica, um eh é política pedagógica
institucional, né, o projeto pedagógico
institucional, ele vai dar as diretrizes
para todos os camp,
seria o mais próximo da dos currículos
estaduais,
né? Não é exatamente a mesma coisa, mas
para fazer uma analogia.
A partir dessa definição institucional,
cada campus do Instituto Federal
constrói seu PPP de acordo com a sua
estrutura, com as suas condições, com a
comunidade
eh interna e externa. Então, cada um vai
ter a sua característica local, né, sua
identidade.
Só que seria muito complicado dentro
desse documento colocar todos os cursos
que nós temos, porque são muitos e são
de níveis diferentes.
Então, o PPP ele tem uma dimensão mais
ampla
e cada curso, inclusive os do ensino
médio, tem o que nós chamamos de PPC,
que é o projeto pedagógico do curso.
Então, ele responde as questões
político-pedagógicas do PPP
e transpõe isso paraa formação daquele
profissional específico daquele curso.
Então, para conseguir compreender a
expectativa de formação que a que vocês
têm no curso que vocês entraram,
é importante conhecer esses três
documentos, né, que regem ou que dirigem
todo esse processo,
OK? E a gente pode delimitar alguns
indicadores que ajudam a gente a
analisar esses documentos, porque vocês
vão ver que eles são documentos muito
grandes,
que eles têm aquele, né, todos aqueles
aquelas dimensões muito bem explicadas.
Então, é muito difícil ler os documentos
inteiros, né, conseguir eh analisar todo
ele. Então, a gente pode fazer recordes
para aquilo que a gente quer entender em
determinado momento. Então, nesse
momento, o que que a gente quer
entender? os aspectos da formação
de vocês, né, da formação de
licenciatura de vocês.
Então, a gente pode elencar como
aspectos de interesse, né, indicadores,
os objetivos formativos. Então,
qual o objetivo de cada curso, né, em
termos do egresso?
A concepção de indivíduo, né, de
sujeito, de ser humano e de sociedade,
que, como eu falei, é a dimensão
pedagógica do PPP.
a dimensão de trabalho educativo e
prática docente, porque isso é
importante nos cursos de licenciatura,
né? É a prática profissional de vocês
e entender a organização curricular,
quais são os núcleos, quais são as
disciplinas,
como que elas estão ali distribuídas.
Então, vão ter outros aspectos
documentos, né, dos documentos que não
agora, né, a gente não vai dar uma
atenção especial,
mas se vocês puderem conhecer o
documento todo, eu recomendo.
Algum comentário até aqui antes de eu
explicar as atividades?
Pode falar.
Eh, eu tenho um comentário e dado as
conversas que eu tive com os estudantes
durante a semana, né, alguns relatos que
eu obtive.
Essa o o professor João está explicando,
né, todos os indicadores, o que que vai
ser feito e ele vai partir agora para as
atividades. Minha forte recomendação
para vocês, se vocês ainda não estão
fazendo, apesar da gente ter incluído
isso no grupo, é a partir de agora,
peguem um caderno, anotem, eh, anotem no
celular, tirem print da tela. As
informações, as atividades estarão
disponíveis. no
Google Classroom. A gente inclusive
deixa as apresentações também, mas é
importante que vocês anotem, prestem
atenção nessas atividades e tirem as
dúvidas, pois reforço mais uma vez,
estaremos presencialmente
até dia 20 de dezembro.
Depois do dia 20 de dezembro a gente vai
continuar atendendo vocês, mas de forma
remota. Então, a gente sabe que tem
dificuldade surgindo. Tentem olhar as
atividades, anotem tudo que o professor
João vai comentar agora, porque é
fundamental que vocês entendam o que
vocês precisam fazer.
Pode falar, João.
>> Não, tava vendo se mais alguém queria
comentar.
É, isso é muito importante também vocês
fazerem as anotações disso que a gente
tenta discutir, né? Porque é importante
vocês consolidarem isso também. Mas
claro que a gente tá no começo, né?
Vocês tem tempo aí para para
desenvolver isso. Então, nesse período
de férias
escolares, mas que não é férias da
bolsa, como a gente explicou, né? A
gente precisa fazer atividades. E como
vocês devem imaginar, eh, a gente
precisa prestar contas, né, do que vocês
fazem.
Por isso que a gente tem um relatório,
por isso que a gente cobra presença,
porque a gente tem que comprovar que
vocês estão fazendo o projeto, porque
senão eles cortam as nossas bolsas
todas, né? E a gente é penalizado
depois, inclusive. Então, a gente
dimensiona as atividades para que vocês
consigam desenvolver, mas vocês
precisam, né, ter essa organização.
Lembro que a gente discutiu isso também.
A primeira atividade é uma atividade
individual para vocês consolidarem esses
conceitos que a gente viu aqui, porque
alguns de vocês viram pela primeira vez,
acho que a maioria de vocês viram esses
conceitos pela primeira vez,
né? Alguns podem já ter visto, já ter
feito certas disciplinas que fazem essa
discussão, mas sempre é importante a
gente dar uma atenção especial, né, a
esses fundamentos teóricos, assim que a
gente vai aprofundando a nossa formação.
É um processo lento, né, muitas vezes.
Então aqui nós selecionamos alguns
artigos que são
mais diretos, né,
para formação de vocês ali como
professores de química, professores de
biologia dentro dos institutos federais
e que vão tratar um pouquinho mais dessa
relação com o projeto político
pedagógico. Então, qual que é o objetivo
dessa atividade? Qual que é a ideia?
Vocês vão ler esses documentos, esses
esses artigos, fazer as anotações, né?
Cada um tem uma dinâmica de leitura, mas
é bom que vocês anotem, sublinhemuem,
né? Não sei como que vocês gostam de
fazer.
E depois vocês vão produzir, né,
individualmente uma reflexão sobre o que
vocês leram,
que é um outro passo, né?
compreender a leitura e depois matutar
sobre ela.
Então, vocês podem fazer um texto ou
responder cada uma das perguntas, vocês
podem ver como vai ficar melhor para
vocês, mas tentem abordar todos esses
pontos,
né? a importância dos cursos de
licenciatura
para formação de professores, obviamente
a as implicações da dicotomia entre
bacharelado e licenciatura. O que que
isso causa de impacto, né?
A necessidade de fortalecer as
disciplinas de ensino, de ciências,
aquelas do saber curricular.
a importância do PIBID na formação
docente.
Eles já eh a gente já discutiu levemente
sobre isso, mas vamos, né, dentro do
projeto sempre trazer essa discussão
e as suas a sua percepção, a percepção
pessoal sobre a relação entre as
disciplinas específicas, pedagógicas e
de ensino no seu curso, como na medida
em que você está no curso, você percebe
essa relação.
[Música]
também discuti um pouquinho sobre as
características dos institutos federais
que influenciam os cursos de
licenciatura,
a construção e a definição do PPP
e como esses documentos, né, o PPP e o
PPC
influenciam no processo de formação de
vocês e na organização do curso. Então,
como o curso de vocês tá organizado a
partir desses documentos?
E a 10ª 10º ponto também é uma reflexão
que vocês podem fazer antes e depois,
né, dessas atividades,
que é refletir sobre os seus
conhecimentos acerca do PPP e do PPC.
Você conhece o PPP do campus, o PPC do
curso? Já leu? Já discutiu com alguém? O
quanto você conhece? Depois pode voltar,
né, no final da atividade e pensar se
mudou alguma coisa ou não. OK? Então
essa é a primeira parte.
Ela é individual, vocês vão se
organizando, né, de acordo com as
características de cada um.
A segunda atividade é mais
complexa, né, vai envolver a análise dos
documentos.
Então, nessa aqui, vocês vão ser
divididos em grupos, que não é o mesmo
grupo que vocês estão com supervisor,
tá? É um outro grupo para essa
atividade,
onde vocês vão estar agrupados por curso
e por matriz. Então, qual curso? O curso
de vocês e qual PPC eh organiza o curso,
né?
Porque assim vocês vão ler os
documentos, os mesmos documentos, né?
Todo mundo do curso vai ler, do grupo
vai ler os mesmos documentos.
Então vocês também vão ter lá, vai abrir
uma atividade para vocês. Eu já vou
mostrar. Vocês vão preencher aqui
primeiro, né, quem foram os estudantes.
Já vou explicar isso. E quais documentos
vocês leram. vocês vão marcar o xizinho
aqui.
Também a gente deixou como sugestão, né,
recomendação de leitura esse artigo que
faz uma análise desses documentos para
vocês terem uma ideia de como vocês
podem fazer essa análise.
E daí vocês vão paraa parte de pôr a mão
na massa mesmo.
Então, a parte dois,
né, é a parte de vocês identificarem
isso que a gente tá querendo buscar
dentro dos documentos. Então, como eu
falei para vocês, os documentos são
muito grandes, então vocês não vão
conseguir ler na totalidade os
documentos,
tá? Então, a gente vai ter que usar
alguma estratégia, né, que é os
indicadores. Então, vocês vão procurar
esses
esses elementos, né, essas
características dentro do texto,
beleza?
Então, vocês vão ver lá dentro do texto
que documentos dirigem a concepção dos
cursos de licenciatura.
Então, os cursos de vocês são
organizados a partir de determinados
documentos.
a gente tem que respeitar quais são
eles,
ver se tem a descrição de como foi
elaborado o PPI, o PPPI e o PPC,
que base teórica sustenta a organização
desses documentos
e como aqueles princípios norteadores
que a gente discutiu aparecem ou não
aparece, né?
Então, se tem alguma relação, alguma
explicação da identidade escolar, das
condições de acesso e permanência,
de qualidade educativa, gestão
democrática, enfim. Então, aí vocês vão
retirar as informações, né, e trazer
para esse documento que é o documento do
grupo de vocês.
E a partir disso, opa, a partir disso e
das discussões.
Opa. É, pulei uma parte, ainda tem mais
identificações, né, que são os
indicadores que a gente viu. Então,
quais são os objetivos de formação?
Então, os objetivos formativos daquele
curso,
concepção de ser humano e sociedade lá
no no PPP,
concepção de trabalho educativo, que é o
trabalho pedagógico, atividade
pedagógica, são sinônimos.
e quais são os núcleos de formação que
tem no curso de vocês e o que que eles
são e as disciplinas específicas
pedagógicas de ensino, que é o tópico
central dessa primeira discussão. Então,
uma vez que vocês identificarem isso,
né, vocês vão partir pra parte de
analisar, refletir sobre isso.
Então, a partir das informações que tem
nos documentos, vocês vão pensar, né,
fazer a a relação e a crítica em
referência as necessidades do curso de
licenciatura. Então, será que esses
projetos refletem as necessidades dos
cursos de licenciatura? Sim. Não, que
medida?
A relação com o bacharelado, como a
gente discutiu, se tem a
supervalorização dos componentes
disciplinares e porquê? né? E as
características do IFPR, como que isso
tá aparecendo nos currículos, né?
Formação dos professores, né? Enfim,
tudo que nós discutimos.
E a parte quatro é uma reflexão
do grupo sobre o processo de formação
que vocês estão vivendo no curso de
vocês. Então, o que que vocês já avaliam
como potencialidades e limitações do
curso que vocês estão fazendo?
e, se possível
formas de superar essas limitações ou
possibilidades, né, de superação. Então,
a gente vai partir da identificação dos
documentos,
mas a gente quer aprofundar, né, com
vocês a questão da
da reflexão sobre o processo, né, como
que vocês estão entendendo esse
processo.
E daí dentro do grupo vocês vão montar
uma apresentação que depois a gente vai
definir como que vai ser apresentado,
OK?
E aqui a gente tem vocês divididos em
quatro grandes grupos, né? Os alunos da
BI que, opa, os alunos da B que estão no
PPC de 2017,
os alunos de Bio que estão no PPC de
2022,
os alunos de química que estão no PPC de
2017, os alunos de química que estão no
PPC de 2023.
Então, esses grupos vão ler os mesmos
documentos,
mas se vocês preferirem, vocês podem
criar grupos menores aí dentro para
fazer atividade ou fazer atividade
individual.
Vocês podem se organizar da melhor forma
que atender a vocês nesse período, OK? O
importante é que vocês compreendam,
né, as atividades que vocês vão
realizar.
Então vou mostrar aqui rapidinho como é
que tá no
Classroom.
Então atividade dois todo mundo tem
aqui, né?
Vocês vão
vocês têm o
o
os artigos aqui que estão listados aqui.
Tem os links também, né? Certinho?
E aqui, né, cada um de vocês só vai ver
um desses atividade três, né? Eu vejo
tudo porque sou professor, mas cada um
de vocês só vai ver um de acordo com
aquela tabela que eu coloquei. Então
aqui que eu pus os nomes aqui também,
vocês vão ter o roteiro, que é o que
vocês vão abrir para responder, e três
documentos. Cada grupo vai ter três
documentos. um que se chama PDI, um que
se chama PPP
e o PPC do curso, né? Não sei se vai
ficar tudo na mesma ordem aqui.
Aqui eu só vou chamar a atenção para
esse documento aqui que se chama PDI.
Quando vocês abrirem, vocês vão ver que
ele é um documento
gigante. Ele tem 1000 páginas.
Obviamente vocês não vão ler as 1000
páginas, vocês vão olhar onde está o
PPI. Eu fiz uma marcação colorida no
documento, mas se vocês não conseguirem
achar, eh, mandem lá.
É, peço ajuda. Então, vocês vão ler o o
essa parte do documento, o PPC, PPP e o
PPC e vão construir. Então, vocês podem
se organizar
de diferentes formas, né, para ler os
documentos e retirar as informações.
Mas o ideal é que vocês façam a análise
e a reflexão em grupo, né, se forem
trabalhar em grupo.
OK.
Alguma questão? Querem que eu repita?
Mari,
>> eh, uma questão importante
dessa atividade que vocês estão
executando, eh, essa atividade ela é
importante, não apenas, né, para
pensarmos e organizarmos o PIBID, mas
como imersão também de vocês, tanto no
Instituto Federal quanto nos PPCs dos
cursos.
Então, uma questão importante é vocês
entenderem as matrizes curriculares,
entenderem o que, que curso que vocês
estão fazendo, por que vocês estão
fazendo, qual que são as lógicas dos
componentes curriculares
e alguns de vocês vão estar mais
adiantados ou menos adiantados, né,
nesses cursos, né? temos o pessoal das
matrizes antigas já passou de 50% do
curso, o pessoal da matriz nova ainda
está até o quarto período. Então temos
essas questões também, mas é importante
também que vocês façam essa reflexão
sobre esses pontos e também sobre as
dificuldades que vocês têm, a
organização dos componentes
curriculares, porque saindo um pouco do
PIBID e pensando em vocês como decentes,
eh, que tem representação decente nos
colegiados de curso, que tem os centros
acadêmicos e que tem que participar
também do processo formativo de vocês e
da construção desses PPCs. Então vocês
vão vocês vão reparar que nos PPCs
existem nomes de representantes de
centes que participaram mais ativamente
ou menos ativamente nesses processos.
Mas é importante, né, tanto eu quanto o
João já fomos coordenadores de cursos,
já participamos desses momentos. É muito
importante, fundamental que vocês
entendam que vocês também precisam
participar e construir esse processo
paraa formação tanto de vocês quanto de
novos ingressantes. Então, a partir das
dificuldades de vocês, a partir da
organização curricular, essas matrizes
não são perfeitas. O nosso trabalho para
construir essas matrizes não são
perfeitas porque demandam de nossa
formação, de nossa construção, de nosso
estudo. Então o Mateus falou que às
vezes não saem as aulas do jeito como a
gente gostaria. Isso tudo é um processo.
Alguns de nós estão há mais ou menos
tempo trabalhando dentro dos cursos.
Então é importante que vocês se debrucem
e pensem também nessa construção do
curso de como vocês estão passando por
esse processo de formativo, quais as
dificuldades para que isso auxilie
também em pensarmos, né, em como
construir esse curso. Então essa
avaliação é importante para vocês como
futuros licenciados, mas também pros
cursos, né, de licenciatura para vocês
eh fazerem essa imersão e essa
discussão. E isso não é apenas uma
discussão ai que o pessoal da biologia
sempre ai não gosto de matemática, não
queria ter matemática que tenho
dificuldade. Não é para entender esses
processos, né, que vocês passam e por
que tem esses aqueles componentes, o que
que faz sentido, por que não faz.
qual que é a construção, como que isso
foi feito, eh quais são os ideais do IF,
como que isso é amarrado e construindo
entre esses documentos. Então, é uma
tarefa muito importante para vocês, não
apenas uma atividade que estamos eh
entregando para que vocês tenham coisas
para fazer nas férias. Isso daqui é uma
construção importante e inicial para
esse processo todo.
Muito bem.
Pode dizer, Mateus.
>> Tá. Deixa eu ver se se eu entendi. Se a
pessoa optar por desenvolver sozinha,
ela vai ter que ler todos esses
documentos, tanto da grade grade antiga
quanto da nova e de fazer aquelas fazer
os apontamentos lá que o senhor colocou,
não?
>> Ou somente ou no meu caso, tipo, só da
de 2017.
>> Só de 2017, mas são três documentos, tá?
>> Ah, tá. Então, só de 2017 no meu caso.
>> Isso você vai entrar.
>> Preciso ler da do grado nova. Então,
>> isso não precisa porque a gente vai
tentar fazer vocês discutirem depois,
mas é muitos documentos aí, né?
>> Tá bom. Tá.
>> Aí você vai entrar aqui e vai ler esses
três
que é o PPP do campo de 2015, o o PPC de
química de 2017, que é o teu, né? e o
PPI dessa data aqui. Então, vejam que
todos eles tm a mesmo, foram feitos no
mesmo conjunto de 4 anos.
Então, por padrão, a cada 4 anos, a
gente reformula isso.
Então, a participação de vocês também
dos alunos mais novos, né, que vão
participar talvez de uma reformulação
curricular em breve, de ter mais, né, um
pouco mais de conhecimento também sobre
o próprio curso, né, e dar vazão também
para aquilo que vocês estão entendendo
do curso de vocês. Podem colocar
reflexões de vocês, podem não vou ter
que pôr, né, reflexões. Não tenham
vergonha de refletir sobre isso, tá? A
gente tá aqui para construir uma
interpretação, não para dizer se vocês
estão certos ou errados, né?
Ok? Então, possivelmente vão surgir
dúvidas na hora que vocês vão fazer as
atividades. Então, tirem as dúvidas o
antes possível, que daí a gente consegue
contornar, né? a gente tá tendo algumas
dificuldades tecnológicas, que é normal,
né? Então, quanto antes vocês detectarem
que tem alguma dúvida, já perguntem. A
gente tenta sempre responder o mais
rápido possível, às vezes a gente acaba
demorando, mas a gente tenta para dar
tempo, né, de buscar alternativas. Não
deixem pro final para depois, né,
a gente tentar correr contra o relógio.
Vamos tentar fazer as coisas sempre com
calma, tá? Vamos tentar juntos em grupo
levar as coisas da maneira mais
tranquila possível, mas comprometidos,
né, com a produção disso.
OK. Mais alguma questão?
>> Vai,
>> a gravação a gente vai deixar disponível
lá no
>> Vamos.
>> É, vai aí.
>> Alô.
>> Oi, Vinícius, pode falar.
Eh, na verdade no dia eu tava previsto
para participar dia 12, daí tava
trabalhando, só pôde participar agora e
também estava trabalhando. Então peguei
parte do acompanhei parte meio picado,
tá? É só a última parte ali da dos
documentos. Eh, como minha minha turma é
de 2024, o PPP ali que eu vou ver é
referente a 2024, isso, né?
>> 2023 no teu caso.
>> 2023. Ah, tá isso.
>> Uhum.
>> Ah, então tá. Era só essa minha dúvida.
é que tá aqui o nome de vocês, ó.
Então, no Classroom vai aparecer só essa
opção, porque eu coloquei para vocês,
vocês não se confundirem,
né? Vai aparecer só esses daqui. Então,
o PPC, a gente chama de PPC de 2023
porque ele foi aprovado em 2023. Daí
vocês entraram em 2024, vai ter a turma
de 2025, 26, 27. Daí a gente pode mudar
ele. Ele vira o PPC de 2028 e assim vai.
>> Ah, então tá bom. Obrigado. Bom,
>> nada. Então a gente vai deixar
deixar gravado essa formação lá no
Classroom. Vou colocar lá porque daí
qual coisa vocês voltam e vem essas
discussões e a explicação do que que é
para fazer. Mas restando dúvidas podem
perguntar.
Diga, Andreina,
>> eu fiquei com dúvida referente a caso a
gente opte por fazer sozinho. Aí a gente
pega todos esses três documentos e aí
faz o relatório. Ele tranquilo, não
precisa escrever nada que fez sozinho
nem nada. É, se você fizer sozinho, você
é de 2022, eu acho. Não é
>> três.
>> Então, a única coisa que você vai
colocar é só o teu nome aqui. Daí, opa,
>> pera aí que eu não compartilhei aqui.
>> Beleza.
>> Ponha o nome de todo mundo que fez esse
documento. Se for só você, você põe só o
teu. Se tiver grupo, põe o nome de todo
mundo e daí a gente tiver acompanhando.
Pode falar, Mar.
Ah, duas situações. Primeiro, né, como a
gente já falou, então vocês têm
liberdade total para se organizarem,
como vocês acharem nesse trabalho. E
outra coisa, João, eu posso eh fazer a
projeção aqui para porque eu acho que eu
eu sei o que aconteceu
que eles estão com dúvida de baixar.
Posso tentar fazer rapidinho?
Se você souber como conserta isso
também, eu não sei,
>> eu não se não sei como conserta, mas eu
já entendi como que faz para baixar.
Vamos por partes. A gente não tem a
resposta para tudo, pessoal, mas a gente
vai descobrindo a partir das
dificuldades de vocês e a gente vai
tentando responder as dúvidas. Me
indiquem se vocês estão conseguindo
eh visualizar
a minha tela.
>> Sim. Quando vocês entram nas atividades,
vocês vão ter os documentos. Daí o que
que vocês falam que não consegue baixar?
Porque aparece dessa forma, certo? Sem
nenhum botãozinho de baixar. Então,
vendo aqui do lado da impressora, não
tem esses três pontinhos? Vocês têm que
pedir para abrirem uma nova janela e daí
nessa nova janela ele vai abrir com
vários ícones e dentre os ícones tem o
fazer o download. Então você tem que
abrirem uma nova janela para daí fazer o
download. Entenderam?
>> É, eu acho que é porque o arquivo é
muito comprido.
>> Eu também acho que é por causa do
tamanho do arquivo. É,
>> mas daí qualquer coisa a gente pode
colocar os links, mas daí eu posso fazer
um tutorial depois copiar as imagens
>> eh
para vocês verem. Então, às vezes
atualizou mesmo, era direto. Então, tem
questão de tamanho do arquivo. Então,
vão falando pra gente essas
dificuldades. Eu acho que alguém tinha
perguntado, eu tinha respondido em uma
das atividades, mas daí eu faço um
tutorialzinho disso que daí ele abre uma
nova janela e daí vocês têm as opções.
Perfeito.
>> Também eu vou colocar os links também em
cada turma ali na descrição também
coloca os links,
tá? Os 12 artigos, os links estão dentro
da atividade. Se vocês abrirem a
atividade, já tem o link também. Daí
vocês podem procurar na internet. A
única coisa que vocês não podem baixar é
a atividade. Atividade vocês têm que
abrir ali no classro e responder no
navegador, senão ele não vai salvar para
nós, tá? Então, se tiver dificuldade com
isso também avisa, tá bom? Avisem
e tomem cuidado aí, só um minutinho,
Silv, já te passo a palavra. Tomem
cuidado porque às vezes vocês baixam o
arquivo, colocam numa pasta de vocês,
compartilham com a gente, isso já
aconteceu e daí fica confuso pra gente
conseguir coordenar. Então, deixem as
atividades
sempre no Google Classroom, não baixem,
não envie eem de outra forma, porque daí
fica muito mais fácil e lógico, porque
vocês imaginem que vocês são 48. Se a
gente começar a aleatoriamente organizar
as coisas no drive de 48 alunos, eu e o
João não conseguiremos. Por isso que a
gente usa esse sistema, né, para para
ter tudo organizado e facilitar esse
trabalho em grupo. Eu acho que ah, é o
Mateus que tá na fila primeiro. A Silvia
baixou a mão, mas podem, pode falar,
Mateus.
É só uma pergunta em relação a aos
relatórios permanentes, você já tem
alguma algum feedback para trazer para
nós ou ainda não? muito, muito cedo. Tô
sendo muito afoito.
>> Muito afoito. Pode ficar mais calmo. A
gente vai eh colocar lá quando a gente
analisar, a gente vai colocar alguma
informação, se tá OK, algum
questionamento. Mas aquilo não fiquem
preocupados com a gente de, por isso que
eu digo para vocês, não apertem
entregar.
Aquilo não é algo que vocês vão cumprir,
entregar e a gente vai devolver. Aquilo.
A gente vai acompanhar vocês por lá, tá?
Eu já li alguns, mas não comentei nada.
Então
aquilo vocês escrevem e reflitam e
deixem e daí a gente vai acompanhando.
Não, a gente não vai ficar pontuando
coisas para vocês também,
porque não é o ponto a gente ficar
corrigindo o que vocês estão refletindo.
A gente só precisa saber, né? É um modo
de saber. Tá bom?
Não precisem se preocupar.
Eh, alguém a Silvia levantou a mão de
novo.
>> Eh, profe, eu fiquei com uma dúvida. Se
a na atividade três a gente quiser fazer
em grupo as três, vamos supor assim, que
seja três pessoas, mas em cada atividade
tem que todo mundo tem que postar ou só
um posta e adiciona o nome de cada
aluna?
>> Só um posta
e adiciona o nome de todo mundo aqui na
onde tá escrito estudantes. Pera aí,
deixa eu pôr de novo.
>> Ah, tá. Então tá bom. Obrigada.
>> Nada, não precisa todo mundo postar,
mas também se postar não é o fim do
mundo, né? Não precisa vocês repetirem.
Só põe o nome de todo mundo aqui que
fez, né, junto com você.
É, a autorreflexão é sempre a parte mais
difícil, né? Mas o objetivo, até tava
discutindo na aula ontem, é a gente
criar esse hábito que nós não temos, né,
como personalidade muito fazer uma
autoavaliação ou nem uma autorreflexão
justa sobre a gente mesmo, né?
Então, é um exercício. Vamos eh
construindo juntos essa autorreflexão.
Aquele ponto da autorreflexão é mais
para você entender
o teu desenvolvimento, como você se
desenvolveu, se você precisa de alguma
coisa a mais, né? As dificuldades que
vocês estão encontrando. Vocês podem
colocar isso ali na autorreflexão
também,
OK?
Pessoal, dúvidas? Anotaram no
caderninho, guardaram as informações em
print, em em outras coisas?
>> Uhum.
>> Nos procurem durante a semana.
Eh, segunda, segunda e terça, eu estarei
no horário do intervalo.
Quarta eu tô disponível do intervalo até
nas duas últimas.
Ah, e uma coisa importante, quinta-feira
a gente já começou a divulgar para
vocês. Estamos iniciando a divulgação
com os professores. Alguns alunos já
relataram que tem atividades, que tem
provas.
A atividade foi feita pelo PIBID
institucional, não foi uma atividade
inventada por mim ou pelo professor
João. Tanto que todos os subprojetos do
campus estarão
no auditório da biblioteca. Então,
estamos numa conversa, os convites
oficiais da coordenação institucional
estão vindo, então a gente vai fazer
essa negociação com os professores e
situações pontuais que acontecerem,
eh, a gente vai conversar com vocês.
Alguns alunos relataram de avaliações,
eh, entre outras situações. Vamos
verificar tudo que vai acontecer, mas a
ideia é que vocês consigam ser
dispensados para a atividade. A
atividade vai ser das 6 às 9 horas, mas
uma vez não foi nossa organização,
inclusive foi comentado que muitos de
vocês não conseguem chegar antes das
7:30 no campus. Então a gente já tá
ciente desse possível atraso de vocês.
Quem conseguir chegar antes, melhor.
Quem não conseguir, entendemos. Eu e o
professor João estaremos com lista de
presença para que vocês assinem da
participação e nas duas últimas aulas,
na quinta-feira, vocês estarão
dispensados para as atividades que vocês
terão com os professores eh de vocês. A
a atividade é apenas para das 7 às 9
horas no auditório da biblioteca. E no
decorrer da semana vamos conversando com
vocês, eh, para, eh,
combinar tudo direitinho e vendo as
situações possíveis, tá?
Mateus tinha levantado a mão.
>> A senhora já respondeu mesmo sem eu
perguntar.
Certo? Então, gente, mais alguma questão
ou podemos
nos liberar?
Acho que é isso.
[Música]
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