CRIS HUNT E JOHNNY HOFFMANN: O MAIOR CAÇADOR E O MAIOR PESCADOR DO BRASIL - RICHARD RECEBE #0059
Estamos ao vivo.
>> Sejam muito bem-vindos ao Richard
Recebe. Hoje estamos ao vivo aqui. São
19:25
segundos.
Hoje tô rodeado de caras que vivem a
natureza como os nossos ancestrais
viveram. Porque querendo ou não, para
desilusão de muitos veganos, eu vou
falar daqui a pouco sobre veganismo, não
vou perder oportunidade, já que ontem
estive num
podcast ao vivo de veganos.
Me sujeitei a isso, rodeado. A sala
estava cheia de veganos.
Eh, onde eu percebi em primeiro lugar
que de fato o veganismo não é saúde,
porque eu vi todas as pessoas acima do
peso ali, todas as pessoas acima do peso
>> comem carne, mas
>> né, é de 118, né? é uma verdade,
constatação, estavam acima do peso.
Então, já vimos que veganismo não é
saúde, de fato, eh, e nem é conservação,
né, pelas pela hipocrisia com que foi
conduzido e a falta de profissionalismo
que me deixou nervoso. Eu fiquei
nervoso, estridente, porque eu não era
ouvido. Eu fui o convidado de um podcast
onde o dia inteiro ele estava uma
maratona de de de recebendo pessoas
veganas. E o único não vegano fui eu,
para, né, causar polêmica e obviamente
atrair atenção, porque eu sei que fui
convidado para isso e fui com o coração
aberto
para sentar na frente de uma pessoa que
me desrespeitou na medida de que não me
deu espaço para falar aquilo que eu fui,
para isso que eu fui convidado. Eu era o
convidado, eu tinha que falar e tive que
buscar esse espaço e brigar pelo espaço
até o momento que eu me levantei e fui
embora porque não vou perder o meu tempo
para quem não quer, não quer me ouvir,
então para quem me convidou, né? Se era
para fazer um discurso seu, podia ter
feito seu discurso como sempre faz para
esse público ávido em escutar as suas
conversas. Eu não sou, não sou vegano e
fui nesse podcast. Eu não sou caçador.
Estou recebendo hoje três caçadores aqui
em casa. quatro caçadores, tá? O nosso
Serjão aqui, nosso amigo Serjão,
eh, para falar sobre uma outra versão e
vou escutar vocês, apesar de não ser.
Essa é a beleza, né? Eu não preciso ser
ou gostar, né, para poder escutar, né? E
eu acho que eh a beleza do planeta é a
diversidade. E eu viajei o planeta
inteiro, coisa que o nosso interlocutor
vegano Vick pouco viajou e por isso
mesmo, talvez tenha essa mentalidade tão
pequena aqui. Eu tô com caras, Cris
Hunch, muito obrigado por ter vindo, um
cara que viaja muito pra África.
Estivemos África juntos fazendo eu com
turismo e você caçando e levando caras
para caçar, né? Delano que é da Alger,
que é da que é do ramo da pesca, né?
da pesca, é caçador também. Johnny
Hoffman, [ __ ] esse cara que é um
monstro da internet. É a lenda da pesca.
Os maiores vídeos de pesca com maior eh,
né, maior visibilidade hoje estão nos
vídeos de Johnny Hoffman. Muito
obrigado. Tem quieta também caçador.
Muito agora, né?
>> Tá iniciando agora. Eu vi você com nesse
mau caminho aí.
>> Foi esse mau caminho. Foi esses dois
vagabundos reforço. Tá precisando
reforço. É. e que me esclareceu muitas
coisas, que eu tinha uma visão errada,
>> não totalmente errada, mas
>> distorcida.
>> Nada melhor do que viajar o mundo, falar
com pessoas que entendem do segmento,
você como biólogo, como você disse, nada
melhor do que conhecimento, né? E você
viajou o mundo.
>> E aí as pessoas às vezes querem ouvir
aquilo que falam para elas sem sair bem
rapidinho. Tô preocupada com a Amazônia.
A Amazônia está sendo destruída, temos
que se preocupar. Moro em
[limpando a garganta] São Paulo, grande
capital. Como é que tá o Tit?
>> É,
>> primeiro vamos resolver o problema aqui
de casa.
>> Vamos resolver de casa. Arrume a sua
cama antes de querer arrumar a cama dos
outros.
>> Como é que tá teu aí para você falar lá
de uma? Eu moro na Amazônia, sou
Ribeirinho, moro na beira do Rio, né?
Então tô no meu lugar de fala, né? Se
fala, estou no meu lugar de fala. Eu tô
na beira do rio.
>> Você tá no seu lugar de fala? É isso
mesmo.
>> Moro na beira do rio na Amazônia. Já
morei duas vezes em Manaus. Moro na
beira do rio Teresis Pires. Sou guia de
pesca também. Então a gente não acha, a
gente vive.
>> É. né?
>> Isso faz uma muito muita diferença. Eu
vejo que realmente e ontem eu comprovei
isso que realmente eu já sabia que não
adiantava falar com esse público, que é
um público tem eh eh vive eh eh eh hã é
ativista, né? Diz que o veganismo sem
ativismo é jardinagem. Entre eles mesmo
eles se matam nesse sentido. O cara que
não faz que é ah, eu sou vegano porque
acho legal. Tem algumas coisas
interessantes do veganismo que podem ser
colocadas na mesa para discutir, mas
não. Ou prato ou é tudo. E depois o cara
tá usando, né? Eu falei para ele, você
tá usando algodão. Todos aqui estão
usando algodão. E o algodão é a cultura
que mais leva defensivo de todas, muito
mais que a soja, três vezes mais do que
a soja. Mas aí a floresta que você
derrubou para que ele falou, a floresta
da soja que foi derrubada para alimentar
o boi. Falei: "Mas e a floresta que foi
derrubada para que você se vestir? E o
carro que você o que que você usa de
carro?" Eu uso combustível, uso gas de
petróleo, né? Falei: "Etão petróleo hoje
tem uma parte que é milho e cana, cara,
que foi plantado porque é bom
combustível." Não,
>> não, não é só que eu não conseguia
falar, o cara não dava espaço para para
poder ter essa discussão, porque só aí
ele fazia os discursos dele. Eu falei:
"Então fica com seu discurso".
Infelizmente eu perdi um pouco, fiquei
nervoso, tá? [roncando] Deve ser a minha
testosterona, já que eu como carne, né?
E [risadas]
é a falta de testosterona deles, né?
Porque começa o tofu, entendeu? E o mais
engraçado é que serviram lá um, sei lá,
um uma comida que não era uma linguiça
em formato de linguiça. Olhei, falei:
"Ó, linguiça não é, sei lá, uma planta
que faz". Eu falei: "Então, para que
enganar o cérebro se vocês estão, né,
tão já confortáveis na situação do
veganismo? Para que? Para que mentira a
si própria? Uma mentira a si própria
servindo algo que parece uma linguiça e
que não é linguiça, é feito de sei lá o
quê, uma planta? Não faz sentido nenhum.
Vivam a vida, sejam felizes sendo
veganos." Eu falei a primeira coisa que
eu falei lá, eu respeito o veganismo. Eu
me senti desrespeitado como típico do
veganismo. E é por isso que o veganismo
prospera e fica pequeno. Não vai pra
frente. Não vai pra frente porque vocês
só atacam as pessoas e e não dão espaço
para ideias controversas. O boi tá
sofrendo não. O meu boi que eu como não
sofre. Tá sendo muito bem cuidado até o
dia que não serve, né? E aliás, falando
em caça aqui é uma morte. Veja, eu como
caçador, se eu tivesse que escolher uma
morte na minha vida, tá, entre um ser um
porco que tá dentro de uma
>> de uma baia e que um dia o cara leva uma
uma cenoura e outro dia a venha com a
faca, ou ser um porco que tá correndo e
um dia de uma bala simplesmente
atravessa a minha cabeça e o cara pode
errar porque tem muito caçador que é
ruim de tiro, né? Eu aí tá o Johnny para
para falar. E eu prefiro minhas chances
lá na sendo sendo caçado fora, né?
>> Pode namorar os bichos lá é castrado.
Você pode namorar, passear, ver umas
gatinhas, né?
>> É. Você já viu o fim de o fim da vida de
um leão? Como é triste? Sozinho, magro,
sem caçar, ele vai morrer de fome ou vai
ser morto por búfalos? É o que acontece.
Então a gente costuma dizer que o fim de
um animal maduro por um
[limpando a garganta] por morto por um
disparo de um rifle em calibre adequado
é mais humano do que deixar
>> aqui nós temos algumas caças diferentes
que eu gostaria de abordar, né? Porque
hoje a gente tem a caça de manejo, né? A
caça de controle que é o que acontece no
Brasil. No Brasil não é permitida a
caça, apesar de metade do Brasil hoje
caçar, né? Porque os de forma alguns
ilegais e outros por, né? por serem
ribeirinho, por ser indígena, mas metade
do Brasil hoje caça, querendo ou não,
né?
>> Eh, mas a caça é proibida no Brasil,
beleza? de animais silvestres,
mas existe a de manejo de controle do
javali.
>> Não é nem manejo, pai. Erradicação.
>> Erradicação.
>> Porque manejo [risadas] você vai
controlar a população, que é o que tem
na Argentina, conserva o Ax. Não é para
exterminar, é para manter, para não
virar praga ou não virar, eu não gosto
de usar a palavra praga, para não virar
a superpopulação a manejo. No Brasil
>> é erradicação. Por isso que você vê,
porque ele não é nativo, né? Esse é o
primeiro ponto. Então precisa ser
exterminado todos.
>> Pero, tá? que é uma caça diferente da
caça que eu chamo de conservação, que é
a caça que o Cris Hunt hoje é um cara
que é líder no Brasil, que é manejo que
é você, você não sai matando qualquer
leão ou qualquer, você tem um leão certo
que os caras determinam para você matar.
>> Esse é meu trabalho como guia,
>> que normalmente é um leão que já cumpriu
sua função,
>> perfeito,
>> né? eh, como todo ser vivo vai morrer. E
existe a questão de equilíbrio, porque é
o que eu falo sempre, por exemplo, se os
elefantes, né, a gente viu o Zimbá
recentemente falar sobre, ah, os
elefantes, o o presidente do Zimbá
dizer: "Olha, nós precisamos eliminar X
elefantes". Aí a Alemanha, né, que são
os baes europeus, são salvadores do
mundo, falou: "No, como assim?" Ele
falou: "Não tem problema". Ele falou:
"Nós vamos mandar os elefantes para
vocês". Por quê? Porque o elefante é um
animal que come em movimento. Então, o
que que ele faz? Ele tem uma árvore lá.
Se você nunca foi à África, eu vi um um
elefante se alimentando, eu vou te
explicar como funciona. O elefante tá
andando, aí ele derruba uma árvore, ele
come três folhas daquilo, ele vai para
uma outra árvore, derruba outra árvore,
come três folhas, vai, ele come em
movimento. Então, um elefante, eh, se
você manter uma população de elefante
fora de equilíbrio, você pode acabar com
uma savana. Exatamente.
>> Então hoje a a grande a grande arte da
conservação que nós brasileiros não
sabemos fazer chama-se manejo.
>> Gente, só uma observação que cabe aí.
Ano passado eu tive no Botsuana caçando
elefantes. A área de 400.000 ha que a
gente tava permite ao bate de 12
elefantes por ano. É uma cota. Cara,
você já viu quando passa um tornado?
Depois que um tornado passa, a população
de elefantes em Botsuano é tão grande,
principalmente nessa área, nós vimos em
média 110, 120 elefantes por dia. A
gente tava atrás de um macho com mais de
60 anos já, velho. Mas é impressionante
o estrago que o elefante, a super
população de elefante faz na savana. Eh,
eles, eles, eles descansam no no
naquele Parque Nacional lá, bonito para
caramba. Botana delta dovango. Ocavango.
Estava do lado ovango. Eles descansam no
acavanga e saem para se para se
alimentar nas áreas vizinhas. Mas uma
coisa que muito me marcou é que parecia
um um assim um apocalipse, sabe? Não
tinha savana, mas tava tudo
completamente destruído.
>> Não, exatamente. É por isso que você tem
que manter o você manter a população na
África. E aí cada um pode fazer sua
pesquisa, fiquem à vontade. Os países
hoje que trabalham, né, com manejo
através da caça, são os os países que
mais têm sucesso na conservação dos seus
exemplares.
>> Esses tempos atrás, só pra gente
ilustrar, voltando a dizer, eu não cao,
não tenho prazer em caçar, não me
interessa caçar, mas tem um monte de
coisas na vida que a sociedade diz: "OK,
eu, por exemplo, eu sou heterossexual e
apoio o homossexualismo." Eu, por
exemplo, e não tenho gaiola de
passarinho aqui em casa, passarinho
pequeno. Tenho grandes viveiros com
pitacidos, não gosto, mas eu apoio a
criação amadora e profissional de
passarforme. Se amanhã subir um
passarinho de algum lugar, um bicudo,
quem que vai nos salvar?
>> O IBAMA não é o criador que vai ter um
estoque que vai poder fornecer. Então é,
eu estou nessa página, entendeu? Da
racionalidade e não da emotividade. Até
porque conservação não é like e não é
amor, né? Amor ela nasce aqui, mas passa
por aqui e termina onde? O bolso. Eu vi
uma cabra montanhos no Estados Unidos.
Recentemente teve uma que foi para um
auction, para um para um leilão nos
Estados Unidos, leão flu internacional
>> 1.Hão300. O cara pagou para matar um
para ter um lacre. Tinha um lacre sendo
leiluado. Um único lacre de uma cabra
obviamente velha já que já não tinha
mais serventia para, né, pro para dentro
pra conservação. E os caras leiloaram um
lacre. 1.300.000
um cara pagou
>> para poder matar a cabra. Nossa, que
horror. O cara quer matar, mano. Tem
tanta coisa na vida que é sério que nós
estamos preocupados com o cara que vai
lá e mata a cabra com tanta coisa que a
gente vê hoje em dia. Só que em São
Paulo, quanta violência, quantas
crianças são estupradas, quantos e você
tá preocupado com a cabra. Beleza,
ótimo. Então, suas preocupações são
outras. O cara matou e sabe a isso? Sabe
para onde foi esse dinheiro? 1.200.000
que, né, que 100.000 deve ter ficado pro
leiiro para conservação,
>> fiscalização da espécie
>> da própria espécie.
>> Essa é a regra. Vai salvar.
>> Isso é biologia da conservação. Isso é
biologia da conservação. E é onde eu me
encontro mesmo não sendo um caçador.
>> Todos nós
>> todos nós. Eu tenho, eu tenho
depoimentos vivos e reais disso. Reserva
nacional do Niça, norte de Moçambique.
Os pochers caçadores ilegais estão
acabando com a população de elefantes
para para pegar o marfim.
Solonddeu, diretor do parque, tinha um
elefante conhecido no parque pelo
tamanho dos marfins. Tinha 85 libras em
um e 90 libras no outro. Ele foi paraos
Estados Unidos, convenção em Nashville,
Safari Clube Internacional leil esse
elefante conseguiu 1.00.000
pelo elefante, vendeu esse elefante. Mas
como assim você tá vendendo maor
elefante do parque? Calma. O cara que
comprou elefante era um milionário
americano e ele deu mais 500.000 pela
causa.
>> Para ajudar.
>> A reserva arrecadou 2 milhões de
dólares.
>> Helicóptero conseguiram comprar. É,
várias viaturas, treinar uma tropa
enorme de Hangers, cara, praticamente
erradicaram a caça ilegal de dentro do
Reserva Nacional do Niça há 20 anos
atrás e agora tá liberado de novo. A
caça do elefante vai ser liberada X
indivíduos por ano,
>> graças ao menor população.
>> Graças a um elefante.
>> Ah, mas Cris, deixa eu falar uma coisa
para você.
>> Que seria morto pela caia ilegal de
qualquer forma.
>> De qualquer forma, sem ganhar nada.
>> Eu não gosto de caçar.
>> Não ce.
>> Exatamente.
>> Eu não gosto de passar. Não tenha. Eu
não gosto de dar bunda, não dê.
[risadas] Eu não gosto de não sei o quê,
não faça. Não tem problema. Seja, seja
meu, seja feliz, cara. Agora você não
tem que entrar e aderir em movimento sem
o conhecimento do por existe tudo isso,
cara. Essa e essa é uma luta, eu sei que
não é fácil. Aí vamos dizer o seguinte e
eu aí eu vou apertar alguns parafusos só
pra gente começar a falar, até porque
você que é um pescador,
>> depois v falar caca. Caça também, um
tipo diferente pesca é caça, né?
>> Vamos lá.
>> Ah, mas aqui no Brasil a gente libera a
caça do javali e o cara mata o javali e
mata os animais silvestres.
Pode acontecer algo. É história de razão
pela qual os caras normalmente que são
do meio ambiente dizem que ser contra a
caça pode acontecer.
>> Pode
>> como qualquer atividade profissão.
>> Com qualquer atividade alguém vai fazer
algo ilegal. Exatamente.
>> O bom político, ma político.
>> Tem o cara que paga imposto, tem um cara
que não paga imposto.
>> Exatamente. Tem tudo. Tem o cara que tem
carta carteira motorista e atropela,
bebe e atropela uma família inteira. E
aí nós vamos proibir a carteira de
motorista.
>> É isso.
>> O carro é uma arma.
>> Não, não. Você tem que punir aquele que
faz errado. E aí não tem nenhuma
estatística, nenhuma. Nenhuma. Mas
existe essas pessoas que normalmente são
contra, que falam qualquer número porque
essa turma mente e fala qualquer número.
O que é improdutível. Porque a gente
precisava saber, ok, beleza, você a
mata. Quantos fazem isso? Quantos
animais silvestres são? Porque eu sei
quantos são atropelados e mortos, né, no
Brasil, né? São milhões que são
atropelados e mortos por carros. Mas
beleza, quantos caçadores se desviam da
sua da e da sua função, da sua atividade
e caçam um animal silvestre? Você tem
estatística?
>> Não é o que que é percepção? de com
percepção. Você não pode fazer uma lei
com percepção. Você não pode montar uma
estratégia com a percepção não é
suficiente.
Não é suficiente. Tô correto? Perfeito.
Muito bem,
>> senhores. [limpando a garganta]
Dito isso, que é uma forma, eu preciso
fazer um preâmbulo desse, até porque eh
eh
>> é muito mais difícil, é muito mais fácil
o vegano fazer o seu sim, o amor, porque
eles parece que estão cheio de amor, não
tem solução para nada, né? Eles depois
fala, mas eles não têm solução para
nada, nenhuma solução. Eu empurrei o
cara, beleza, a minha solução para isso,
qual que é a sua? Não tem, não tem
solução. Mas eh eu quero, é, eu preciso
para até para poder me defender, porque
as pessoas vão dizer: "Ó, o Richar é o
cara que é o cara". Eu não cao, nunca
cei, não tenho interesse de caçar e está
tudo bem. Vamos em frente. Vamos falar
um pouco sobre caça hoje, senhores.
>> Bora.
>> Onde começamos?
Os dois são os mestres da caça. Eu me,
eu me mantenho em aprendiz. É,
>> mas eu quero falar com você, trocar
ideias, até porque eu tô muito feliz de
a oportunidade de tá aqui com meus
amigos e você,
>> sabendo que você é um pré-candidato,
correto?
>> É isso. Não era para agora, mas tudo
bem. Vamos falar.
>> Não, mas você já soltou o folder? Já
soltou o fold? Soltou o f. Não, sou
souado, deputado federal.
E acho que é bom trazer informações para
você e eu fico muito feliz de você, ao
contrário do que você comentou muito aí,
que as pessoas não te escutam de outros
lados e você é um cara que é aberto a
escutar. Se aberto escutar
>> e a gente tem dados de conhecimento que
é o nosso trabalho. Faço 30 anos isso.
Então eu vou me conter aqui a falar
sobre pesca e de uma maneira bem rápida
para não cansar nem você, nem eles e nem
quem nos assiste. Mas em 15 minutos eu
consigo te dar muita informação legal
sobre esse assunto para que você quem
sabe estando lá onde você almeja como um
político nos ajudar ao melhor pro país.
>> Posso ser franco, Johnny? De verdade, eu
não almejo estar, eu eu sinto a
necessidade porque eu vejo
>> e que uma campanha como a minha vai
gastar pouco dinheiro, porque eu sou um
cara já conhecido, eu tenho opiniões já
consolidadas. Se o povo acreditar que eu
posso fazer algo diferente,
>> você tá com pessoas que acreditam em
você e que te apoiam,
>> é isso aí. Estamos aqui porque
acreditamos em você.
>> E a conservação tem que mudar, porque o
modelo de conservação que a gente tá
hoje, para mim tá falido. E daqui 40
anos a gente vai vai olhar para trás e
vai fazer que nem a gente fez com
Ararinha azul. Olhar para trás e dizer:
"Osa, fizemos cagada. Fizemos cagada.
Quem fez cagada? Quem tinha a caneta na
mão e permitiu que a gente chegasse onde
a gente chegou com extinção de uma
espécie que é uma arara. Não tô falando
de uma [ __ ] de um de um sapinho que
você não enxerga. Tô falando de uma
arara. como a gente permitiu que isso
acontecesse? Porque a gente romantizou a
conservação. Conservação não é lugar
para romântico. Quer ser romântico, vai
ser ator de novela, dançarino de balé.
Porque conservação é lugar de gente
pragmática que sabe o que tá falando,
tem números na mão e precisa tomar
decisões que muitas vezes não são
populares. Não são populares, mas são
estratégicas e técnicas. Mas vamos lá,
vamos falar de pesca.
>> Vamos falar de pesca rapidinho. E bem,
você é pescador também, você viaja, não
é um pesado, mas você viaja. E a minha
eu conhecia a Pantanal em Amazônia
>> pescando. Meu avô, meu avô era um pesc,
um cara italiano
>> que adorava pescar e me levou desde
criança. Por isso que eu conheci o
Pantan Amazônia de cedo.
>> OK.
Ah, a eu pesco há 30 anos. O Delano
pesca, ele pesca. Nós temos um potencial
de pesca no Brasil gigantesco de todo o
mundo. A maior quantidade de espécies de
qualidade pra prática da peça esportiva
é a América do Sul. E o Brasil
privilegiado porque ele tem três grandes
bacias hidrográficas. A amazônica que
tem mais de 5000 espécies, mas vamos
falar de esportiva mesmo, mas tem
espécie para caramba, bacia do prata e a
bacia do São Francisco. Então nós temos
um potencial grande. O que nós não temos
é você, por exemplo, pescando no tempo
que tu pescou. Nós temos um grande
problema no Brasil hoje, já passamos por
por outros piores, que é a falta de
fiscalização. Quantas vezes a
fiscalização te parou, pediu a tua
carteirinha na tua vida?
>> Na minha vida
>> uma porque eu tava gravando supra sobre
esse assunto.
>> Ah, [risadas]
>> só
>> uma. Eu uma também em 30 anos. Putz,
>> vamos lá.
>> Potencial que a gente tem. O Delan é do
ramo.
O estado é dono das águas, certo? Rios,
costeira e tal. Como não tem
fiscalização, você tem uma licença de
pesca que custa R$ 60 a federal, que eu
acho barata.
>> Barata
>> poderia ser R$ 300.
>> Calma que eu vou chegar lá que eu vou
defender os amigos. Pô, quer aumentar o
preço, mas vamos lá.
>> Quantos pescadores você acha que tem no
Brasil?
>> Então vou dizer o dado concreto que é o
que a gente pode ter. 400.000 pescadores
que pagam a carteirinha,
>> mas nós somos mais de 10 milhões.
>> Sim. Oficiais 400 oficiosos 10 milhões.
>> Isso. 10 milhões. Por que que o cara não
tira licença? Porque é maldoso, porque é
do mal. Uma parte sim, outra parte já
pagou tantas vezes, nunca foi cobrado,
que ah, ninguém vai me cobrar mesmo. E
não adianta. E alguns nem sabem
>> para onde vai esse dinheiro quando é
captado. Tu sabe?
>> Não sei.
>> Vai pra união, não vai para não é
revertido no segmento pra fiscalização
do segmento, vai pra união. Então esse
dinheiro
>> é não volta para pro segmento,
>> tá? Então se você é dono dos rios e
mares e é um business, que que todo
mundo quer aqui? Grana. Eu quero grana,
você quer grana? Você quer trabalhar? O
governo precisa de dinheiro para pagar a
conta. Então, tu tem, tu é dono de um
negócio que você não tá arrecadando, mas
eu não tenho condições de arrecadar, eh,
de fiscalizar. Por que que você não
cobra licença e transforma 10 milhões
vezes 300? Um detalhe, não cobra licença
de ribeirinho, subsistência, não cobra
licença de pessoas que são aposentadas,
cobra uma licença bem baratinha para
pesca de barranco. Quem vai pagar
licença maior é quem tá de barco e coisa
e tal, tal. Estuda essas espécies que tu
pode levar para casa. Pode ter algumas,
mas não as conhecidas
como que movimentam o mercado da pesca.
Ninguém sai aqui de São Paulo para ir
pescar curimba na no Pantanal. Um
exemplo, só tá falando por cima, mas vai
pescar o dourado, o pintado, que são os
peixes que a gente nos interessa, certo?
Então o que acontece? Deixamos de
arrecadar. Se tu fizer uma conta rápida,
aí você amanhã o ministro da pesca,
vamos mudar a história. Ministro da
pesca, 10 milhões de clientes você tem
pagando 300 pau. Vê quanto é que dá isso
daí. Outro assunto, quem experimentar
pesca pela primeira vez na vida vai se
apaixonar desde que chegue para pescar e
pegue o peixe rápido. Não demore, não
seja desconfortável. A primeira
experiência tem que ser positiva, porque
pescar e caçar tá num DNA.
Então falta despertar. Como é que tu vai
levar tua namorada, teu filho, tal, numa
experiência que ficou o dia inteiro, não
pegou nada,
>> só o mosquital, traumatizou, não volta
mais. Mas se você levar ele pescar e for
uma experiência formidável, eu eu sou o
governo agora, eu tenho um cliente a
mais, tá tá captando? Viciei um cara,
como é que eu faço para viciar essas
pessoas? Quanto mais peixe na natureza,
mais fácil fica a pesca. Eu não preciso
sair daqui para viajar lá, não sei
aonde, porque aqui no TT não tem mais
peixe. Um exemplo, quanto mais peixe
você deixar perto de casa, mais gente
pesca de maneira fácil, mais gira
economia. Nós pescadores temos que ter
roupa. Mostra teu repelente aí. O
repelente pro tem,
>> tem que ter o repelente, tem que ter a a
o carro, o barco, nenhuma atividade,
poucas atividades do mundo movimenta um
um mercado tão grande quanto isso,
supermercado, guia de pesca,
>> é muita coisa envolvida
>> que podia tá roubando, mas tá lá agora
trabalhando, matando, roubando, mas tá
lá aí o que você faz, você fomenta isso
e você faz fiscalização dura. pegou sem
licença de pesca ou abatendo o peixe não
permitido,
altas multas, perde barco, perde motor,
você começa a ter grana para fiscalizar,
educar o povo. Então, o peixe vivo vale
mais. E não sem radicalismo. Vamos
escolher espécies que você vai abater
para comer no rio. E algumas espécies no
futuro talvez pode levar para casa, mas
é essa espécie desse jeito, nessa
quantidade, nesse tamanho. Esse é o
manejo. Então se você fizer isso, você
tem emprego, porque todo o Brasil, todo
o Brasil de norte a sul tem água. Nossa
planta energética é hidroelétrica. E aí
nós entramos num assunto que a gente não
é só, né, do tucunaré que for colocado
nas represas.
>> Nós temos diferenços
mesmo assim.
>> Mas claro, porque a gente se respeita e
vai ouvir a ideia. Tu tem aqui uma uma
hidrelétrica que tu fez que era de
piracema. Tu tu acabou com o círculo
normal da piracema. OK. Então vamos
botar de volta o peixe nativo dourado na
bacia do do TT aí. Não, não, não, não.
Bota dourado. O que que sobrou? Tucunaré
consegue. E se você disser para mim que
o tucunaré acaba com tudo, não é porque
é equilibrado na Amazônia, ele mesmo
come ele mesmo. Se tiver uma ele se, ele
entende isso aí. Tanto é que em em
Pereira Barreta, a primeira vez que eu
pesquei crise nos anos 90, você pegava
200 tucunar num dia, cara. 150. Tenta lá
pegar 10 hoje. Nada supera a pressão de
pesca do ser humano. Então temos esse
problema. Então, já que foi feito a
hidrelétrica e tá aí e ela é inviável
pros peixes pela sema, um tucunaré que
tá ali que desenvolve águas lênticas,
pelo menos ele gera riqueza, ele pessoas
sobrevivem disso. Senhor,
>> isso é um assunto com um peixe que não é
daquela região. Naquela região, beleza.
>> O que eu o que eu defendo só é que você
não, eu sou um defensor da pesca e
solte, mas no caso de um peixe que é
exótico, você pode levar para casa e
comer. É o que eu tô dizendo.
>> Sim. Só que se tu,
>> mas os caras não quer, só que porque ele
quer, quer o peixe lá, porque ele quer
voltar para pescar, entendeu? Qual é o o
falando agora a parte de biologia, como
você é um formado, tá bom? Então não
pode mais ter tocaré aqui. Terminando
tocar,
>> não sei qu não sei. Talvez a gente
tivesse que estudar se aquele rio
realmente não tem solução e se a a IT
fauna morreu. Se a IT Fauna morreu e não
tem, aí vamos estudar o que pode ser.
>> Então falta o quê? Estudo sério.
>> Por exemplo, eu eu fui no Pantanal, o o
Tucunaré já caiu há 40 anos no Pantanal.
há 40 anos atrás caiu. Eu fiz um vídeo,
eu tenho meu conhecimento empírico.
Ponto. Eu vou na Amazônia. Eh, antes da
ciência falar que existia o tuconaria
paca, eu já sabia que paca não é uma
espécie, é uma fase de algumas espécies
de tucunaré. Não é todos que t a
coloração paca. Borboleta, por exemplo,
não tem paca.
>> Tô aqui na Bahia, São Pedro por ali,
caronal, água cristalina. Já faz 40 anos
que o tuconaré tá aqui. Eu vou mergulhar
aqui.
O tuonaré acabou com tudo. Vou mergulhar
aqui. Então a ideia é que se eu
mergulhar aqui, estou falando de uma de
uma coisa bem
>> pontual,
>> pontual, simplista, objetiva. Eu só vou
ver tucunaré.
>> Richard, eu vi tudo quanto é peixe em
grandes quantidades. Peixe forrageiro,
curimbatá, tudo contra tucunaré. Tem uma
diferença. O tucunaré ele fica mais na
água parada lá nas baías. Se ele vai pro
rio, ele tem lá o douradão, o pintadão,
que é topo de cadeia, que são superiores
a ele em termos de passou de um tamanho
X, ele não passa a ser o rei da ele é
presa, é predado.
>> Então o que eu vi lá nas várias vezes
que fui no Pantanal, muitas pessoas indo
pescar no Pantanal, operações de pesca,
não conseguindo ter a tal da cota.
Falou: "Não posso, não consegui a cota,
não deu uma medida. Não, vamos no
tucunaré". ou não pegou nada mesmo.
Tuaré se salvou porque foi lá numa
Bahia. Só que essas Bah que há 20 anos
atrás, há 10 anos atrás tu pegava para
caramba, já tá difícil você achar mais
do que 20 tucundaré, 10 tucunaré num
dia, porque até o tucundaré mesmo sofre
essa pressão. Isso é só um assunto que a
gente tá falando.
>> Não. Sim. Mas é importante, tá?
>> Então deveria ter uma estudo para dizer
realmente é ou não é? Porque é o
seguinte, na Amazônia
>> tem Jaú, tem. Na Amazônia tem cachara,
tem. No Pantanal tem Jaú e tem cachara.
Já existe um topo de um predador topo de
linha. Eu acho que quando você bota um
predador top de cadê num local que não
existia predador, aí pode dar uma merda,
uma coisa grave. Mas você põe, você põe
o peixe num lugar que já existe
predadores até mais vores que ele.
Estados Unidos, Flórida tá lá tucunaré
50 anos, tem Black Be junto, peixe
Nativo, tem Snake Head, tá tudo lá, eu
faço vídeo, o peixe forrageiro. Então
isso é um assunto.
>> É bravo esse snake head. que leva um
assunto mais
>> é um assunto não, mas você falou coisa
importante, você vê você, você começa a
pontuar estudos e soluções. Eu acho que
muito importante quando a gente começa a
discutir, a gente abrir a mesa pra gente
poder colocar opções, porque é isso que
se trata, né? Colocar opções e começar a
dar soluções, né? Eh, o
[limpando a garganta] o como transformou
a pesca esportiva? Como transformou as
regiões? Como transformou,
>> Marcelos?
>> Como levou riqueza, como levou riqueza
pesão, né? Hoje são quem matava de arpão
pilota. Hoje o piloto exatamente
>> quanto que ganha?
>> Muito.
>> Quanto ganha? Uma [ __ ] grana.
>> Quer ver uma coisa?
>> Agora nós temos que, sabe o que fazer?
Empoderar melhor o piloteiro. O
piloteiro é o comandante da embarcação e
muitas vezes ele fica sujeito à pressão
de quem tá pescando. E é isso que nós
temos que ajudar, Johnny. é missão. Nós
temos que empoderar para ele falar
assim: "Tá proibido, por exemplo, agora
lá o o Dourado tá proibido lá no Mato
Grosso do Sul. Eu cresci ali. Eu pesco
ali desde que eu tinha 5 anos de idade
até hoje eu pesco ali no Rio Miranda.
Você é o pescador, você sabe o que eu
vou dizer, cara? Proibiram 3 anos o o
Dourado de ser retirado. [ __ ] coisa boa.
Eu cheguei agora lá e talvez agora a
gente possa reverter. Não sei. É uma
coisa para se estudar. Estudar. Eu
peguei, eu fui pescar piranha
e peguei um dourado na varinha de bambu.
[ __ ] que o pariu, vocês sabem, [ __ ] um
peixe. Nunca isso ia acontecer. Como
assim? Na varinha de bambu, com a carne
parada ali para pescar piranha, peguei
um buraco.
>> Há 30 anos atrás acontecia, né? Aí
parou,
>> mas parou. Então assim, o que eu tô
dizendo é a gente a gente tem hoje que
fazer o quê? Empoderar o cara, por cara
ter certeza, o piloteiro que quando ele
volta pro hotel, se ele disse não pode
fazer isso,
>> ninguém vai fazer. O cara, o dono do
hotel tem que dar essa segurança pro
piloteiro fazer a trabalhar na função
dele.
Precisa de respaldo, cara, para ele
dizer não pode, não pode tirar esse
peixe, não pode não, não pode nem tá
proibido tirar para comer no barranco.
Está, esse peixe vocês não podem tirar.
Ah, ele fica sofrendo uma pressão. Quem
tem que dar gorjeita então nesse caso é
o dono do hotel. Falou: "Ó, tá aqui, ó,
porque você fez o certo. Parabéns pela
atitude. Porque todos, porque é isso que
acontece nos Estados Unidos tem cota
para lá. Eu fui lá pescar é o Halibu,
né, no Alasca. Fui pescar. Pode pescar
dois linguados. Podia pescar dois. Eu
tive uma sorte do [ __ ] porque tá
pegando HBu só pequeno. Lancei ali,
peguei um gigante, 10 horas da manhã,
fez assim, aquela briga, trouxe o peixe
até ali. Falei, vamos embarcar, tirar
foto e devolver. Ele falou, se embarcar,
fica embarcado. Ele falou, não pode
devolver mais. Vai ficar por quê? Porque
é um peixe muito grande, ele vai morrer
a bordo e nós não vamos devolver ele
desse jeito. Interessante o
posicionamento. Eu falei: "Não, eu não
quero trazer". Então beleza, tirei a
roupa, fui de cueca, tava gravando para
National Geographic, fui para dentro da
água congelante, o
>> peixe,
>> mostrei o peixe dentro da água e soltei
ele lá e [ __ ] E aí um outro segundo
eu acabei embarcando e dei de presente
pro comandante que era menor, dei
presente pro comandante do barco. Mas
você vê assim, não ali era dois que
podia pegar e era dois e acabou a
conversa. O salmão você pode pescar,
levar dois para casa. Se você leva um
terceiro, o teu vizinho te denuncia.
Isso
>> e [ __ ] o teu vizinho te denuncia
>> porque é um patrimônio de todos nós.
>> Isso aí
>> é um patrimônio de todos nós. Crisançar
>> não é porque eu lembrei de um negócio
[risadas] aqui nos Estados Unidos que me
aconteceu.
>> É, então assim eu acho que esse tipo de
experiência a gente tem que incutir os
nossos, sabe? A gente tem que se deixar
de ser malandro no nosso Brasil porque
não adianta reclamar do político que tá
sendo malandro e a gente é malandro aqui
embaixo,
>> entendeu? Temos que trabalhar em
conjunto para isso, fazer o certo, cara.
Contar uma historinha curtinha, uma
historinha curtinha sobre esse negócio
do americano, cara.
>> Eh, nós subimos uma montanha em nós
estávamos caçando [ __ ] mula e elk.
Cada um podia bater um. E nós tínhamos
licença para tetrá, que é uma perdizinha
bonitinha que dá na neve, ela fica
branquinha. Na subida da montanha me
tinha para Turkey também, eu podia caçar
um peru, passa um tetraz e para na
frente do carro. E eu com a 12 na mão,
eu olhei pro americano, o americano
parou, falei: "É tetrase?" Ele é. Eu pus
a ele não não pode atirar do carro. Você
tem que se afastar 10 m do carro. Falou:
"Pô, se eu abrir a porta ela vai voar.
[risadas]
>> É porque era para ela ir embora. Eu abri
a porta, ela voou e eu não atirei no
entrar.
>> No outro último dia de caça eu tinha
conseguido o meu servo, o outro
companheiro tinha e o americano não
tinha. A gente achou um uma clareira
assim no meio de um lugar maravilhoso.
Parecia um filme. Sentamos dentro de um
pinheiro, abrimos um pouquinho,
colocamos uma furquilhinha, colocamos um
rifle. Falei: "Cara, esses que eles tm
que sair da mata para comer o capim." E
é aqui que tem capim. Quando tiver
escurecendo vão sair, como foi dito e
certo. Quando fui escurecendo, fui
saindo as fêmeas, saindo filhote, fêmea,
umas 20, 30 fêmeas e eu olhando o
binóculo e nada do O macho brota lá no
final e o macho aí ele pegou no relógio.
Pô, foi salvo por 5 minutos esse macho.
Como assim? Não é porque depois de 3
horas, 30 minutos depois que o sol se
põe, eu não posso atirar. Falei: "Cara,
só tá nós dois aqui." Falou: "Mas eu vou
ver,
>> levantamos e fom embora.
>> A gente tem que aprender a trabalhar com
regra". Dê isso, caras, protocolo e
regra, honestidade consigo mesmo. Foi
fantástico isso. Concluir contigo do do
peixe.
>> Eh, então nós temos o desenvolvimento da
peça esportiva que a gente falou bem
rapidamente. Isso aqui poderia ficar 30
anos aqui. Nós vamos, se Deus quiser,
ter várias oportunidades, ser um dia
pescar com a gente, nós fazer vídeos
aqui. Enfim,
>> a gente fala muito do Pirarucu. Você tem
falar muito do Pirarucu. Eu vou muito na
região do Rio Porus. Uhum.
>> Onde tem o manejo. Que que tá
acontecendo hoje, Richard? voltou a ter
o pirarucu, porém tá tendo um problema
que talvez você não saiba que a gente
tem que ver isso. Daí a população fez lá
o Pirarucu, fez o manejo. Ah, essa
comunidade de Ribeirinha, ela tem seis
lagos de Pirarucu. Este ano ela despesca
esse. Ano que vem é que ele volta. Só
que o que que tá acontecendo agora?
Pirarucu os caras estão conseguindo
vender a R$ 12 o kg, que não é muito. Aí
eles botam no barco, chega em Manaus.
Isso é real que eu te falo. Chegar lá na
primeira semana ele consegue vender R$
12 o kilo. Na outra semana os caras já
paga o oito se quiser e o gelo tá
acabando. E o e a comunidade tem que
botar gelo no final acaba vendendo a R$
4, R$ 5 o kil
>> porque senão vai perder. Então o
Ribeirinho vai continuar na miséria. Ele
não tá foi dado a solução. Não, mas vou
vou concluir.
>> Eu tive lá para fazer um trabalho que
fui lá convite da prefeitura de Labre
depois de Tapu Lária, Tapauá, toda
aquela região. CMB tá lá nos lagos.
Falei assim: "Cara, por que que nós não
podemos fazer pesca esportiva do
Pirarucu desses lagos? O cara vai pagar
para vocês para pescar e soltar. E se se
for obrigado a abater, abate. Vocês vão
ganhar duas vezes. Vocês vão ganhar eu
pagando para abater
>> e vocês vão pegar esse peixe. Vocês
podem doar se quiserem para pra cidade
ou vocês podem vender de novo. Ou pode
até vender pode ser turista levar. Já
que é um peixe de manejo, pode deixar o
cara levar. E a gente tentou, tá
tentando botar eles na porque os caras
já estão começando a desistir da ideia,
porque dá um trabalhão,
>> eles passam o ano inteiro cuidando
daquele lago. É uma única renda por ano
que eles ganham forte e crise delando,
que é cuidando daquele lago. Aí eles têm
autorização de duas semanas, eles contam
os perar cultos, sabe disso aí? Eles
conseguem contar mais ou menos a Ó,
ganhamos uma liberação para tirar desse
lago esse ano eh 200 pirarucu e tem uma
rede que é colocada que essa malha
>> só vai pegar o piraruc,
>> só vai pegar aquele que
que tá liberado. O menor que não tá, ele
passa. Só que às vezes entra um que não
pode.
>> E aí eu fui tentar fazer um vídeo de
peça sol, falou: "Não pode do pescar e
soltar". Falei: "Não posso". Falei:
"Não". E na rede acontecia de tal uns
peixes que caía que não tava na medida.
Falei: "Esse aqui". Olha, pois é, isso
aí, então, tu tá falando pesco solte, tu
tá desmaranhando ele da rede, soltando.
É isso que a gente tá falando. Então o
povo já tá começando a desistir da ideia
de preservar, porque o preço que tá
sendo pago a eles,
porque se tá faltando o escoamento
correto isso aí, como por exemplo, não
existe regra, não sei se tu sabe que é
assim na no na Amazônia, no na bacia do
prata, você só pode pescar de linha de
mão, o o pescador ribeirinho comercial,
linha de mão, outro tem direito a oito
anzóis de galho com plaquinha, isso é
pantanal.
Na Amazônia você pode abater a qu e é
100 kg por semana, 400 por mês. Na
Amazônia você pode ter 10 km de rede,
você sozinho, 10 km de rede e matar a
quantidade que tu quiser. Amazônia é
assim, não tem uma regra, protege uma,
duas espécies, curimbatá, jarak e tal.
Então lá você vê cacharinha de 1 kg
sendo abatida e esse ribeirinho ele
vende para um cara que paga 45 pau para
ele o quilo.
Esse atravessador é o que mais ganha
grana e isso aí é exportado pra Colômbia
pelo rio Su Limões. Estou dando só um
pequeno exemplo. Então nós estamos
deixando o carinha e quando esgotar o
peixe dessa região, o atravessador, tá
bom, eu vou para outro lugar, Amazônia
Grande, esse tá ferrado. E se você vai
lá e visita ele hoje, você vai volotar
daqui a 10 anos na casa do seu Zé. Ele
tá naquela mesma pobreza de sempre. Ele
só ganhou para comprar o açúcar, o café.
Tem a bolsa lá, família que ajuda. Ele
não progrie. Porque a gente poderia
implementar a pesca esportiva nessa
região para fazer ele ganhar mais ou
fazer a pesca comercial ser mais cuidada
e agregar mais valor. Porque esse peixe
que ele vendeu a quatro pau poderia
valer 15. Em vez dele matar um monte. da
pesca esportiva. Você poderia trazer
também o aspecto do Aquarismo também
>> um aruanã hoje. Por que que não tem cota
de captura para aranã? Eu tenho um
aruanã que vocês vão ver naquele
três pau um bicho daquele. Ele vem
importado de fora do país.
>> E saiu daqu nosso peixe. Os caras quer
levar dinheiro pra Amazônia. Então aí
você vai, eu sou casado com uma mulher
da Amazônia, sou casado com uma
Manauara.
>> A gente vai lá, o que ele chama de
peixe, ela chama de peixe macaco, né? É
o Aruan tá lá R$ 40. Você compra um
aruanã de 80 cm abatido, não é ilegal.
Pode matar quantos quiser lá e pura.
>> Só não pode botar no quá.
>> Aí imagina se quanto a gente pagou. Se
tá vendendo a R$ 40 na feira, quanto é
que pagaram pro cara lá da ponta? Nem
isso. Nem isso. R$ 3. Isso.
>> Agora imagina se ele pegar um peixe
capturado vivo e vender o peixe vivo.
Ele vai vender a R$ 100. 150.
>> Não é levar dinheiro. Ele vai ele vai
ter que matar muito menos,
>> né?
para ganhar muito mais
>> na contramão da lógica,
>> na contramão da conservação. A gente não
quer levar dinheiro pra Amazônia. Como é
que a Amazônia é o lugar mais rico do
mundo? Só tem gente [ __ ] lá. O menor
IDH do mundo tá lá, mano. Brasil tá lá.
>> O Pirarucu era um grande exemplo. Tava
entrando em extinção. Por quê? O que que
fizeram com o Pirarucu?
>> Porque só tinha valor e sentimental. A
consideração.
>> E o que que fizeram com o Piraruc?
>> Tira, tira do ambiente natural,
>> põe,
>> põe criatórios.
>> Exato.
>> Transforma em dinheiro.
>> Agora sabe o que pode fazer com esse
povo aqui? J te ajudar, podia fazer
coopera, tu podia montar um [ __ ] de um
frigorífico, cara.
Aí você vende, você fala: "Não vou
vender tudo agora". Faz o seguinte, você
não quer pagar o que eu quero. Não se
preocupa. Quando passar a temporada de
perar e não tiver mais perucar
com empresas que fazem isso aí tem que
ser fomentada a fazer esse frigoríf
cooperativa frigorífico, entendeu?
>> O cara mata, o cara, o cara bate menos e
ganha mais porque tem valor agregado.
>> O estado do Amazonas, tu sabe, é o
estado mais rico do Brasil que o povo
mais pobre, porque não pode nada.
Só pode a madeira só pode escondida,
entendeu? N é tipo assim,
>> eu vou te dar aqui essa caixa com 3 kg
de diamante. É teu, Richard, pô. É meu,
é teu,
>> mas você não pode vender.
>> Só que tu deixa aqui em cima lot
guarda-roupa.
>> É teu,
>> mas você não pode vender.
>> É,
>> qual é a moral? É isso que fazem com o
povo da Amazônia. É, não, uma moral é
que tem organizações que se travestem de
organizações para ajudar e que estão ali
tirando todo esse esse esse diamante de
lá.
>> E tem gente ganhando aqui para proteger
isso. Você pode ter precisam estar
miserável para sempre ter a foto do cara
miserável para dizer: "Precoo de ajuda,
preciso de ajuda." Porque se tá todo
mundo bem, não precisa mais ter ONG.
>> Hã?
>> É hoje, é que hoje as decisões elas são
simples conserve business. A
[limpando a garganta] conservação é um
negócio como qualquer outro. qualquer
out
vive do problema. Muita gente vive do
problema. Muita gente vive do problema.
>> E aí o problema é o caçador, o problema
é uma coisa que faz que que segue as
regras bonitinho e tá ali. Enfim, é por
isso que é por isso é dessas dessas
coisas que eu que eu trago falar assim,
a conservação romântica nunca salvou nem
vai salvar. Beijar uma árvore não salva
uma floresta. Cortar uma árvore pode
salvar uma floresta. engula essa
entendendo como é que funciona o manejo
florestal. É importantíssimo. E hoje a
gente tá muito falando de ah salve o
povo da Amazônia. Ninguém se preocupa
com o povo da Amazônia. Ninguém se
preocupa, ninguém, nem o europeu e nem
nós, infelizmente, brasileiros. Tem um
monte de gente sendo arrancada das suas
terras no Pará e Rondônia nesse momento
que a gente tá aqui falando, com gado
sendo roubado, com a a sendo queimada
suas casas sumindo, não é porque o gado
porque tá sumindo o gado. Se tá sumindo
o gado, tem que dar explicação onde tá
indo esse monte de gado que estão
tirando as pessoas. Então alguém tem que
dar uma explicação porque é um
patrimônio, né? Tirando pessoas que
estão lá já com título ali já de de de
da terra já dada pelo próprio governo há
muito tempo, porque agora virou uma
aumentar a reserva.
>> Aumentar
>> uma reserva que tá em cima do quê? As
pessoas acham que a Amazônia é a árvore,
gente. Amazônia não é árvore não.
>> Subsolo.
>> Amazônia é subsolo.
Entendam isso, que a Amazônia é subsolo,
é minerais, é riqueza. Tá do chão, não
tá em cima do chão. Uma árvore cresce de
novo. 30 anos você tem uma floresta
todinha fechada de novo. Abre o olho,
meu povo.
>> Tu vai no Surinami
que eu vou todo ano por causa das
piraíbas dourada aqui no Brasil tu não
encontra mais com 10 kg. É gigante lá em
Belém que era um peixe que subia as a a
os rios.
>> Dourada.
>> Dourada. É uma piraíba turbinada. Ela
briga três, quatro vezes mais. Era o meu
sonho de consumo de pesca na América do
S. Só faltava esse peixe. Toda vez que
eu vou no Suriname, uma vez por ano, é
duas, três piraíb eh douradas, que é uma
piraíba de cor de ouro
de uma bacia que não, porque não faz
parte da Amazônia, mas nasce no Suriname
e deságua no mar.
Peixes que você não encontrava que lá
atende de 40, 50 kg. Hoje é raro. E aí
vai o cara pescar lá e nós temos hoje
10, 8 kg já é gigante. E aí lá tem
extração de madeira. Aí eu vou dizer,
vamos voar o país. Você não acredita,
Richa. Mas não tem desmatamento aqui.
Exporta madeira pra Europa. Mas como?
Porque é manejo,
>> é o cara entra e tira só as toras.
Manejo. Eu fui, fui lá para pescar, eu
falei, falei: "Parece um monte de tora
na beira do rio." Aí você pega o avião
para voltar que tô atrás, o país é é
650.000 pessoas, cara. Fechada de
floresta e exporta madeira.
>> Manejo,
>> manejo.
>> Tá, vamos lá. Vamos pensar um minuto
sobre essa questão. Muito importante a
questão da madeira, porque é uma
realidade que a gente vive que é um
patrimônio que a gente tá desperdiçando.
Uma madeira, uma árvore e depois de 40,
50 anos, uma árvore, ela ventou, sabe
que a a riqueza da da Amazônia tá na na
sua superfície. Então as árvores que tem
lá, elas têm aquelas raízes radiculares
para se segurar, mas o vento vem, elas a
a as raízes são superficiais, cai a
árvore e morre a árvore. A árvore de 40,
50 anos com aquela madeira boa, né? Que
que é o carbono? À gente às vezes
esquece de falar: "O que que é o
carbono?" O carbono é isso aqui, ó. Isso
aqui é o carbono sequestrado. Nunca mais
vai voltar pra natureza. Essa mesa vai
durar anos. E veio de onde? De uma
árvore. Uma árvore que já cumpriu a sua
função como árvore. E quando ela é
jardinada, quando a gente retira ela, a
gente dá espaço pro sol alimentar os
filhotes dela que estão ali embaixo, só
esperando a oportunidade para poder
crescer e ocupar esse espaço. Isso
chama-se o quê? sequestro de carbono.
Então, biologicamente, uma uma floresta
manejada, ela é acelera muito mais o
sequestro carbono do que uma uma
floresta velha largada lá que já cumpriu
esse papel.
>> Fora isso, a gente tá dando emprego,
>> a gente tá transformando em riqueza
>> tudo que a gente quer,
um patrimônio que tá sendo largado,
porque se a árvore cai, morre lá, o
carbono vai tudo pro saco, cara. Tudo
aquele junto com,
>> entendeu? Então assim, eh eh é tão óbvio
isso que é tão biologicamente
isso é os caras falam de ESG, isso é
ESG, social, governança e
sustentabilidade. É isso, cara, é levar
dinheiro pra Amazônia usando os recursos
naturais, cara. Forma inteligente,
>> sustent isso só acontece, isso só
acontece quando a gente consegue sentar
numa mesa e falar de forma técnica.
>> A base é essa,
>> mas não emocional. não emocional. Eu
acho que esse é o ponto.
>> Esse é o ponto dessa conversa aqui. A
gente tem um sonho de sentar numa mesa
que a gente Tu começou falando, cara, eu
eu tecnicamente não vou caçar nunca,
talvez, mas eu não posso ser contra.
>> Não posso, não dá, porque eu entendo
como é que
>> porque tecnicamente como biólogo tu
entende que ela é uma ferramenta de
preservação. Então esse é o ponto.
>> Engraçado. Ont falando em caça e já por
citar trazer até um um um órgão que é
muito fofinho visto que é o WWF, né? As
pessoas gostam do pandinha, né? Apesar
que tudo quando chega no Brasil acaba
românt acaba acaba sendo romântic. Mas o
WWF, onde é o Pai Zimbabwe que o WWF
apoia a caça?
>> Apoia o Safari Clube Internacional, que
é a maior organização de caça em toda a
África, WF. O WWF tem eh eles em público
falando que a caça quando bem feita é
uma das ferramentas de conservação mais
bem elaboradas e que mais funcionam no
mundo.
>> Só repetindo, o WWF é aquele do panda
que protege, que é contra
casa das baleias.
>> Mas quando eles vem o
>> acho que é no Zimbabwe que eles são, eu
eu já ouvi no Zimbabwe, deve ter outros
lugares.
>> Existe Tanzânia também.
>> Tanânia também.
>> Eh, posso falar um pouquinho da África?
>> Deve.
>> Vou falar um pouquinho da África. Vamos.
O Johnny falou um pouquinho da pesca,
fala um pouquinho da minha realidade que
é África. O Delan fala um pouquinho do
do manejo do javali no Brasil. Vamos lá.
Eu não sei se eu vou conseguir ser
rápido porque o assunto é meu.
>> Eu respiro África a minha vida inteira.
Meu sonho era conhecer a África desde
pequeno. E eu li e assisti a África a
vida inteira. Há 10 anos eu deixei de
ser engenheiro agrônomo, fui pra África
dos para Moçambique com a mochila nas
costas, me aventurar e consegui através
de muito esforço ser um guia de caça.
Hoje eu sou um guia de caça. Trabalhei
muitos anos em Moçambique, trabalhei
muitos anos na África do Sul, já cei no
Zimbá e já estive no Zimbabwe ainda
ainda não caçando, mas próximo ano eu tô
numa caçada de leopardo lá e cei na
Botswana.
Como é que funciona a caça na África? O
nosso problema maior no Brasil é que as
pessoas não compreendem. As pessoas são
completamente leigas sobre isso, sobre a
caça regulamentada em si. A pessoa vê
uma foto minha no meu Instagram com um
leão morto, qual que qual que é a
primeira atitude da pessoa? Desejar o
mal, desejar câncer, que você morra, que
você vá pro inferno e todos os tipos de
doença sem conhecer nada. Isso é um
préonceito. A pessoa tá julgando uma
imagem. A caça foi proibida no Brasil em
74. 64 era ditadura militar e de lá para
cá só o lado de lá que falou, só os
ecologistas da fofouna, só o pessoal que
não teve mais voz de caça, de
preservação. Então
>> o Rio Grande do Sul ainda caminha um
pouquinho com
>> camou um pouquinho até entrar um juiz
vegano lá e 2007
>> dar uma canetada e proibir a casa
>> ou usar aquelas estatísticas que são
estatísticas que nunca foi feita a
pergunta certa, né? Nunca feita assim
94% das pessoas do Brasil são contra
casa. Mas que tipo de caça
>> exatamente,
>> entendeu? Nunca perguntaram exatamente o
que qual caça e
>> o primeiro erro do leigo é botar a gente
no mesmo balaio. O caçador profissional
que entende, estudou, sabe o que tá
fazendo, tá lá para para fazer o bem do
caçador ilegal que tá lá para entrar,
arrancar um chifre do rinoceronte para
matar um leão, para tirar os ossos, para
vender pro chinês fazer chá. Eles
colocam a gente no membro balai quando
são dois mundos diferentes. Mas antes de
entrar nesse assunto, eu preciso
explicar pro público que tá nos
assistindos como é que funciona a caça
na África. Nós temos dois modelos de
caça na África. Nós temos os países
selvagens da África, Zimbáwei, Tanzânia,
Namíbia, é Moçambique. E temos uma caça
muito mais organizada que funciona
basicamente na África do Sul, que são os
game farms. Que que é isso? O cara tem
lá uma fazenda de 10.000 ha, ele cerca
essa fazenda com uma cerca de 4, 5, 6 m,
dependendo das espécies. A Chacau, a
cerca da Chacaua tem 5 m. Você já teve
lá, né? Para vocês terem ideia, a
Chacaua tem 99.900 900 e poucos hectares
e a cerca mais cara do que a terra. A
cerca que em volta de toda a
propriedade. Tudo que tá dentro daquela
cerca é da de propriedade do fazendeiro.
O governo passou a missão de gerir
aquilo pro fazendeiro. O fazendeiro
comprou outras espécies em vários outros
países africanos. Nós temos animais de
camarões, nós temos animais da Namíbia,
nós temos animais da República Centro,
nós temos animais que se adaptaram de
vários outros países e concentraram na
África do Sul. Quando as pessoas me
perguntam, Cris, eu nunca fiz um safari
na África de cá, se eu quero ir, que
para onde eu vou primeiro, cara? Vai
para um game farm na África do Sul,
porque você vai ter a oportunidade de
ver quantidade e ver variedade de
espécies de todo o continente africano.
>> Então tá, o cara colocou, povoou a
fazenda dele com muitos animais, meteu
um [ __ ] lord lá, que é um hotel fazenda,
né? O turista vem, ele se hospeda ali
por uma semana, tem garçom, tem chefe de
cozinha, cinco estrelas, tem piscina,
você já foi lá, você vai lá comigo, você
tá me devendo essa ida para ver isso de
perto, ainda quero te levar lá. O cara
paga uma diária aí de 300, 400 por dia.
Além da diária, ele paga pelo animal que
ele abate. Existe um mercado que tabela
esses animais. Um empala hoje custa 600,
um buffalo custa 12$.000, 000. Um leão
custa.
Tem para rico e tem para pobre. Se o
cara for com 5000 lá, ele consegue ter
experiência de matar um empala, um
blessbuck, um javali. Inclusive comem.
Todos os animais comem todos comem.
Divos que não são comestíveis. A carne
do leão é horrível. O cheiro do leão
morto é horrível. Da carne, todo
carnívoro tem uma carne péssima. Mas o o
pessoal bosque mineiano da da de
Botsuana e da Namíbia, eles vêm longe
buscar a carne do leão porque acreditam
em poderes místicos que a força do leão
vai passar por
>> o nativo come, não é nada desperdiçado.
>> Come, não é nada desperdiçado. Até os
ossos tem
>> não, mas diga as passagem, eu quando eu
levo meu, só fazer esse parênteses,
quando eu levo meus turistas que eu levo
duas vezes por ano para viajar, olha,
você pode viajar comigo, tem um Qcode aí
para você viajar comigo pra África. Tem
agora de 5 a 15 de outubro, primeiro dia
onde eu levo eles num restaurante
chamado Carnívor em Joanesburgo. Em
>> Joanesburgo. Tem um crocodilo lá que é
delicioso.
>> Você pode comer crocodilo, você come um
pedaço desse girafa, zebra, é o que
comem lá. Porque o modelo de negócio
deles foi ao invés de encher de boi
aqui, nós vamos comer os nossos animais,
porque ao comer os nossos animais, nós
salvamos os nossos animais. Porque nunca
vai vai faltar boi aqui no Brasil.
Nunca. Por quê? Porque a gente come a
carne, toma o leite valor. Tem valor
porque [risadas] isso tem valor. Quando
você come o empala, o empala hoje tem
valor 00.
Mas eu acho, [risadas] mas eu acho que é
importante Cris, da onde vem esses
animais, que eu acho que o pessoal não
compreende isso. Eles acham que esses
animais estão soltos lá naquela Não,
>> explica, explica isso.
>> É, então a Chacau tem os animais dela,
né? Não vou falar que a a quantidade de
clientes que está indo para Chacau a
caçar, principalmente brasileiro, só eu
levo mais de 100 por anos, 100 pessoas
por ano e cada pessoa caça em média
cinco animais. Então tem que repor,
cara. Você tem uma padaria, você vai
deixar faltar pão. Tem que repor. De
onde que vem esses animais para repor?
Eu não posso esperar um búfalo atingir
8, 9 anos para ser caçado na chaca. Aqui
eu vou quebrar. Eu não posso esperar um
empala chegar 4, 5 anos para abrir as
pontas dos chifres, alisar para ter o
tamanho de um troféu adulto, porque eu
vou quebrar. Eu preciso comprar isso.
Como eu tenho que comprar, alguém vai
produzir para mim comprar.
>> Muita gente cria. E que que quem são
esses criadores? fazendas de caça que
não deram certo. Por que que não deram
certo? Porque não conseguiram um
cliente. Cara, não é só fazer uma baita
fazenda, botar um lote lindo, colocar
quatro Toyota Land Cruiser e um
helicóptero. O cliente não vai, cara.
Não são 10.000 fazendas só na África do
Sul. É uma guerra. É uma guerra pelo
cliente, entendeu? O cliente é o maior
patrimônio da fazenda. Então tem muita
fazenda que não conseguiu cliente para
se manter. Acabaram se tornando fazendas
de criação. Esses animais são criados
presos, não são criados soltos em
natura. Ninguém quer, nenhum caçador
quer chegar lá e atirar num num bicho lá
comendo capim num coxo. Man,
>> inclusive toda a área vegetal dentro
dessa fazenda, ele é preservado, 100%
preservado. Ele tá dentro da cerca, não
se mexe, não se derruba nada.
>> O antílope, ele precisa da savana
intacta para sobreviver. Então, quanto
mais mata, cara, vamos vamos num exemplo
real. Orix há 55 anos atrás, orix estava
restrito a quatro manadas no deserto do
Cala, na Namíbia. Era um animal muito
fácil de matar, porque ele era animal de
duna.
>> Uhum. aquele preto e branco bonito do
chifre reto. Com os rifles atuais, com
as lunetas desse tamanho, é muito
simples matar um ORX a 200, 300 m, você
via ele a um km e acabar. Os sulfricanos
foram lá, capturaram uma pequena manada
e trouxeram pra África do Sul, foram
manejando. Eles são expert nisso, hein?
Melhor macho com a melhor fêmea para dar
um filhote grande. Sei que 9 anos depois
já tinha os primeiros Orex para ser
caçado. O ORX custava 30.000, cara. Hoje
custa 15.00, Richad, porque todas as
fazendas tem
>> salvaram Orix. Todas as 10.000 1
fazendas de Orix. E foi assim com a
zebra de de Hartman. Foi assim com Book
que chegou a 100 animais hoje tá na
África inteira. Foi assim com Blazbuck.
Você quer salvar um animal? Agregue
valor a ele. Se alguém vai comprar
aquele bicho, alguém vai criar. E muita
gente vai sobreviver
sem levar em sem levar em consideração a
cadeia de negócios que tem por trás
disso. Cara, fui em leilões de animais
selvagens na África do Sul que faz esses
leilões de gado nosso parecer
brincadeira de criança. Estrutura,
caminhão chegando, caminhão saindo cheio
de bicho,
>> lotado, os com mangueira para não para
não brigar, sabe?
>> Eu trouxe umas girafas e o lá pro parque
do Eu fui até lá para acompanhar, né?
Fazia filme para pro Beto Carreiro na
época. Aí tem empresa especializada na
captura e na transporte. Tem empresa
especializada. Aí eu já tô falando.
>> Não, e não sai da natureza. As pessoas
acham que sai da natureza. São criadas.
Aí a natureza não ia não ia não ia não
ia suportar isso. Precisam produzir o
alimento, senão eles morrem de fome, né,
Cris? Chacau tem cinco pivôs. Modo mesma
coisa na Chacau. Nós temos cinco pivô de
alfa. Car pivô de alfa. Em setembro
quando seca, nós estamos no começo do
deserto lá. É seco para caramba. 40 mm
por ano, a chuva é um deserto. Então, se
o bicho, o que que acontece na natureza
quando falta comida? O bicho migra. Só
que o bicho vai est cercado lá, ele não
vai conseguir migrar. Você vai deixar
esse bicho. Ninguém quer atirar num
bicho magro, Richard, feio. O troféu vai
ficar feio, a foto vai ficar feio.
Então, o bicho tá gordo o ano todo, o
bicho é alimentado o ano todo, tudo é
cuidado, a população é contado. Nós
temos helicóptero na fazenda para fazer
senso, saber quantos empalas tem,
quantos tem, quantos búfalos tem. Não, a
gente nunca chegou perto nem de baixa
população. Matou um buffalo, não vamos
pegar o dinheiro desse bufo, vamos
comprar mais quatro, cara. Compramos
mais quatro mais jovens que daqui 3 anos
vai est pronto. E é assim o manejo em
todas as fazendas. Leão, [ __ ] vocês
estão matando leão, Cris. Leão tá em
extinção, cara. Quando que leão tá em
extinção? A fazenda boto tá extinção na
Amazonas.
>> A fazenda que eu ca no Calaari tem 411
fêmeas produzindo filhote de leão o ano
inteiro. Você sabe o que que custa
alimentar 400 leas e leões machos de
carne por dia? É um absurdo.
>> É um absurdo, cara. É um absurdo. A
fazenda mata mais de 100 leões machos
por ano. Só eu matei 26. Caei 26 leões.
Cada leão 5.000. Com 25.000 eles
produzem mais quatro leões. Sim. Até a
idade de 8 anos, que é onde o nariz
deixa de ficar claro, fica escuro, a
juba encorpa. É nós podemos chegar o aço
nele. Você entendeu como é que é a
dinâmica da coisa? Pô, crem, você matou
um leão branco, cara. Tá uma extinção,
cara. A televisão te diz que tá em
extinção. Vem cá, conta aqui nessa
nesses 2 3 haares quantos leões brancos
tem aqui. 20, 30, 40, 50. E se eu matar
esses 20, daqui dois anos tem 60.
>> Lembrando que as áreas públicas são
intocadas, né, Cris?
>> Sim.
>> Eu acho que essa é a parte importante.
>> As pessoas, as pessoas, ô Richard, eles,
elas têm uma ideia muito errada sobre
África. Elas acham que a África é rica
em animais. Cara, se anda, eu andei em
Moçambique, do sul ao norte, de que de
de Maputo aquele mani. Cara, você não
viu um calango atravessar a frente do
carro? É difícil você ver uma galinha de
Angola e Moçambique, porque o negada
comeu tudo. O pessoal tem fome. A
pobreza é muito, a miséria é enorme. Eu
vi gente com errado. Teve a guerra, né?
Acabou com os elefantes, eles não
conseguem ver pessoas, eles ficam
agressivos. Tem uma população enorme de
elefantes sem dentes, cara. Sem sem
marfim, porque foram os que sobraram na
época da guerra.
Só sobraram eles gorongosa, cara.
Mataram e comeram tudo. Então, os
animais da África estão dentro de
reservas particulares de caço ou dentro
de grandes parques nacionais, onde são
feitos
>> todos os protegidos com pessoas armadas
valor e valor tem valor e tem valor.
Exatamente. Valor agregado, tudo tá
aqui, não tem negócio de
>> A gente não precisa ir longe. A gente
aqui tem um exemplo eh aqui no Brasil
que virou toda uma discussão e eu acabei
indo pra China agora recentemente até
para ver como é que funciona essa
história que é do jumento. É um bom
exemplo pra gente tomar conta disso. O
que o como o animalismo pode ser péssimo
e prejudicial o animalismo pros próprios
animais. O animalismo chega a um ponto
que não é mais pelos animais, porque se
for pelos animais mesmo, você não tem
sentido o que tá sendo feito. Então, a
eu tive que escutar inclusive ontem,
acho que uma uns um dos únicos lugares
que esse cara aquele que tava era o host
do do desse desse podcast foi até Jquá,
foi o único que ele falou: "Não conhece
a África, não conhece, vai ficar difícil
conversar com um cara de conservação que
nunca veio jogo para lugar nenhum." Mas
beleza.
>> Aí o grande problema do jumento, né? O
jumento tá desaparecendo, né? Aí eu vejo
lá fora um animal que é uma vegana que é
uma veterinária que toca o o projeto lá.
Ah meu Deus, os os jumentos estão
comendo os jumentos tá desaparecendo o
jumento. Sei o quê. O jumento perdeu a
finalidade no Brasil. Por quê? Porque
não serve mais. O cara tem no Nordeste
compra uma moto, o cara tem um
tratorzinho, um carro acabou, acabou. O
jumento acabou, não tem mais utilidade.
Estavam todos na na estrada sendo
atropelados, eles ninguém ligava mais
porque não servia mais para nada. Essa é
a verdade. Aí lá em Jicuaquara os caras
fizeram o quê? usa um jumento porque não
pode entrar num parque com carro. Então
se parava no estacionamento, vinha um
jumentinho e levava
o cara com as malas, a mala do do
hóspede para dentro de um hotel. [ __ ]
legal. Ah, mas tem jumento ali que era
mal. Se é maltratado, existe um cara que
tá ali, é fiscal, você faz o [ __ ] do
seu trabalho. Você não é fiscal, você
vai lá, tem lei de maus tratos e você
faz a sua. Agora, quando tem um dono é
cuidado. Se é mal cuidado, puna o cara.
O bicho precisa ser bem cuidado, tá?
Então por quê? Porque o cara depende do
trabalho de jumento. Então ele precisa
cuidar bem do jumento. Essa é a
prerrogativa. Aí o jumento fazia. Aí os
animalistas não, porque coitado o
jumento feito de escravo para levar a
mala, aquele blá blá blá. Beleza.
Soltaram os jumentos. Tem 800 jumentos
>> dentro do Parque Nacional de Iriaquá.
Parque nacional que não pode ter. A lei
nacional de meio ambiente não permite
animais exóticos dentro de um Parque
Nacional. O que que essa [ __ ] tá
fazendo lá? Já tá irregular
>> com a conivência de algum órgão
ambiental. Beleza? Tem 800. Tô recebendo
as fotos e vou fazer uma matéria com
sobre isso. Se preparem porque vou
fazer. Tô recebendo umas fotos. Que pena
que a gente não pode. Eu quis mostrar
aqui, acabei de receber informação que
eu não posso, que tão horrível. Os
jumentos estão sendo devorados por
cachorros que também estão dentro do
Parque Nacional, que não deveriam estar
lá. Estão sendo devorados, pedaços de
jumento, ninguém cuida, porque jumento
que não tem dono,
>> não dá lucro para ninguém,
>> não dá. Tá sendo a sorte. Então isso é o
animalismo. O animalismo termina assim
com com um monte de jumento que não tá
sendo cuidado, que tá no meio do Parque
Nacional que está errado, está no Parque
Nacional sendo comido por cachorros e
esse e eu tenho fotos depois por eu
tenho veterinários que estão lá me
nutrindo dessas informações. Terminar
assim ao invés de est lá fazendo o
transportezinho e agora estão
preocupados com o jumento. Aí que
acontece, tem um frigorífico na Bahia
que eles estão tentando derrubar, que
compra o jumento
e é um frigorífico para e manda pra
China e na China come. Eu fui lá na
China para ver como é. Tem 24 raças de
jumento na China. Tem uma raça lá que
eles chamam, tem um que chamam angos
porque a carne é mais entremeada. Tem
uma lá que chega a 450 kg. Um jumento
chega a 450 kg. É um boi, cara. E eles
comem. Você acha que na China vai ser
extinto o jumento?
>> Nunca.
>> Nunca
>> nunca.
>> Nunca.
>> Valor agregado?
>> Nunca.
>> Nunca.
>> É pena que eu eu dei hoje de manhã eu
dei para um cara, eu dei pro Pong, né,
que veio aqui em casa. Eu falei: "Ó,
experimenta essa carne aqui." Eu trouxe
lá umas carnes lá para eles que vem
embaladinha, tudo coloridinho. Tem um,
né? Um jumentinho colorido. Eles gostam
dessas com jumentinho colorido, dentro
uma coisa assim, comendo o jumentinho.
Aí eles fala assim: "Qual o problema?" O
jumento é um animal, ele é mais aí, ele
é mais fofinho que a vaca, porque a
gente come vaca. Aí fala assim: "Nossa,
jumento, ué, qual o problema? É carne,
proteína, animal igual". Pensa o
seguinte: o jumento come uma porcaria de
uma vegetação lá da catinga e transforma
em proteína animal de de primeira
qualidade. É um baita serviço sem água,
não dá para criar vaca lá na na na
coisa. É uma solução que a gente tá
dando. Se a gente implementa a o jumento
com carne no Brasil e ai, mas eu nunca
comerei um jumento. Não coma, não comam,
cara. Não tem outra coisa exportação vai
exporta cavalo para car.
>> Exporta cavalo na Europa, na Alemanha,
para vocês saberem, na Alemanha, super
Alemanha, Alemanha come cavalo. Então
assim, se a gente se a gente nunca vai
faltar isso, a gente vai começar a criar
o jumento
>> e não vai faltar jumento
>> nunca.
>> Então assim, o que vai salvar o jumento
é o quê? Comer o jumento.
>> É isso aí.
>> É simples valor a ele.
>> Se salvar o jumento, vamos ter que comer
o jumento.
>> Vamos fazer o quê? Vamos fazer um
santuário dos jumentos. Pode ser um
tatuagem jumentos que viva com pernas
próprias, que não seja cidadão que tem
que pagar o imposto para sustentar o
jumento lá, entende?
[limpando a garganta] Não faz sentido.
Então assim, eh, são soluções.
O quê?
>> Hã?
>> Patrocinador.
>> Ah, patrocinador. Olha os cara mandando,
ó, meio de um papo desse. Patrocinador.
>> Vamos lá. Vamos pagar a conta, pô.
[risadas]
>> Vamos pagar conta. Vamos pagar conta.
Vamos falar. Olha,
>> bom, você já conhece isso aqui, né? Eu
uso, tem na minha caminhonete 24 horas
>> pro carrapato Micuin não tem nada
melhor. Defense pro
>> falar nisso, eu tô precisando ganhar
mais, tá? Para aparecer na internet
também. Isso aqui [risadas] já que você
foi o primeiro a chorar e eu vou dar
esse aqui isso aqui é sensacional. É
fechado.
>> Ó, sumiu. Não tem resquício de água, de
óleo e não sei o quê. O one push mata
todos os mosquitos. Você que tá cheio de
mosquito lá na tua área toma mais um
defensivo para você também.
>> Não, carrapato. Eu vou ter que te
arrumar outro desse aí. Esse aqui é
[ __ ] Mexe com coma. Eu mexo.
>> Eu tô com 40 picada de carrapato aqui.
Que
>> não só na virilha. E por que que eles
vem todos pra virilha? Fala. Quentinho.
>> Quentinho. [risadas]
A família tá ali. A família tá ali.
>> É cebozinho. Eles gostam de ficar meio
de cebo.
>> Tá. E falar como tudo que eu falei
sempre a gente acha que o problema é o
caçador. Não, o problema não é o
caçador. Deixa eu falar uma coisa para
vocês. Nós somos o problema, cara.
Porque quando tem uma a no na nossa
geração do amor venceu, a gente tem um
show, a gente fala: "Não, queremos um
mundo how dare you, como você ousa nos
entregar esse planeta, né?" Eu fico até
chateada eu como velho, né? Que merda de
planeta eu tô entregando pros jovens. Aí
tem um show na praia e eu vejo como fica
a praia depois, cheio de garrafa e lixo
e ninguém liga para nada.
>> [ __ ] vamos lá, pessoal, vamos fazer a
nossa parte, né? Para exigir alguma
coisa do planeta, a gente arruma nossa
cama primeiro, certo? A Embalício tem um
produto muito legal, tá? Já que você
quer ser ecológico, que chama-se oceano.
Eles têm uma uma recicladora lá em em
Ubatuba, eles tiram o plástico do mar,
transformam em saco de lixo e tá aqui. O
problema nunca foi o plástico. Aliás, o
plástico, né, que dizem o plástico
matou, mata. Tem tartaruga que come
plástico, porque a gente joga o plástico
nos rios e aí o rio leva até o mar. Mas
o problema, o plástico salvou as
tartarugas. A gente fazia antes objetos
do casco da tartaruga. A tartaruga de
pente tem esse nome. Por quê? Porque a
gente fazia pente dela e hoje a gente
faz pente de plástico. Então às vezes
tem muitas histórias mal contadas por
aí. Plástico salvou os elefantes também.
O marfim tudo era de quando não tinha
plástico, tudo era marfim.
>> Tudo era marfinha.
>> Tecla do piano.
>> O plástico é uma solução maravilhosa. Só
não tem saber tratar,
>> só saber usar como qualquer coisa.
>> É só quero concluir aqui sobre África.
É, é lógico que toda essa operação de
caça, toda essa, esses animais caçados,
toda semana tem muitos animais na
própria Chacaua, nas outras 9.000
fazendas que tem. Para onde que vai essa
carne? Nós temos uma câmara, duas, uma
uma tá em manutenção, outra tá
funcionando. Uma câmara fria, enorme, a
pele é retirada do animal, a pele é do
caçador, que é a lembrança, é o troféu
dele, e a pele da face. Toda gente acha
que esses troféus que vê na parede
montado tem carne e osso dentro. Não
tem. Não tem com crânio, só é só
recheio. É fibra de vidro. É levíssimo.
>> Tem o molde, né? O chifre quando é um
caso de um cervo, de um búfalo, é do
animal e a pele.
>> Ah, não sabia. Eu pensei que tinha
dentro. Não,
>> isso aí foi ficou isso aí ficou em 1930.
Quando falava empalhar animais, era que
metia palha. Hoje não tem mais de
empalhar. Hoje chama arte da taxidermia.
Pega a pele e veste no molde.
>> Hã,
>> veste a pele, é aquele de fibra. Então,
eh, por dentro tem um
feito de um tabel que lá em Manaus é o
Marcão, um abraço para ele que faz as
réplica de tucunaré e tal. Você pega um
verdadeiro, a cabeça é verdadeira, faz o
molde, depois de só
>> coloca a pele, né?
>> Reveste. Então, a pele é do caçador, o
chifre quando tem chifre é do caçador e
a carne é da fazenda. Então,
>> uma cabeça de búfalo, Afric,
>> eu já te falei que eu vou te arrumar uma
cabeça, mas você tem que ir lá na
África.
>> É, é. Ele tá me cobrando. Ele é filha da
[ __ ] [risadas]
Ele tá, ele tá meu Eu quero te mostrar
tudo isso de perto.
>> Eu vou, eu vou, eu vou.
>> Eh, então você tem
>> Só não vou caçar
>> não. Não quero, eu quero que você cae.
Gravar você vai. Eu quero que você, eu
quero que você grave a reposição dos
animais chegando na carreta, abrindo
correta, sem narrativa.
>> Exato. Sem narrativa, sem história,
porque o posso tá mentindo aqui. Então,
faz questão que você vá.
E quem assistir meu canal tem tudo isso
que eu tô falando aqui. Então, a
fazendeiro ganha a sua hospedagem, o
fazendeiro ganha o valor de dinheiro que
você pagou pelo animal, ainda ganha a
carne do animal. Olha que baita negócio
do fazendeiro africano. A savana tá em
pé, os animais estão sendo conservados,
não é uma caça predatória, porque o
próprio fazendeiro não quer que o
negócio dele se acabe, então ele nunca
vai deixar baixar os os níveis, tá?
>> Mas será que é o negócio? Eu acho que
porque com tudo isso que você tá
explicando, que a gente o Johnny tá
explicando, eu tô explicando, a gente
contando essa história toda, mesmo assim
as pessoas eh acham um vamos dizer, eu
tô sempre tento descobrir onde tá o e
como eu não cao, né? Então eu eu tento
ter estabelecer um paralelo quais são os
meus pensamentos, por que que eu não
cao, então o que que eu não gosto da
caça? E eu acho que a gente tem que
começar a pensar um pouco sobre isso pra
gente atingir as pessoas que não caçam,
que estão do outro lado e que possam
olhar como eu como eu entendo a parte de
conservação. Muita gente não entende
essa parte de conservação e não é culpa,
não é da profissão delas. Eu é minha
profissão. Então né? Então eh eh o
negócio de pegar uma arma, ir lá, mirar
no animal, atirar. Tem muita gente fala
assim: "Nossa, eu não faria". Eu falei:
"Tudo bem, faça como". Não precisa
fazer. Mas você precisa entender assim,
você hoje, tirando os veganos que aí não
tem conversa, mas hoje você é onívoro.
Eu penso muito desse jeito. Eu quando eu
tenho aqui em casa, eu tenho boi, eu
tenho porco, eu tenho cabra. Eu nunca
vou comer esses bichos que estão aqui.
São meus pets. Eu tenho um jumento aqui.
Nunca vou comer esse jumento. Mas quando
eu vou ao mercado, eu escolho uma peça
de picanha, uma costela, como a maioria,
95%
da população brasileira que come carne,
>> foi um porco faz isso. Isso não é uma
caça. Você ir ao mercado,
>> nós industrializamos a caça. Carne
>> é um caçador terceirizado.
>> Falei, sabe? Eu só quero que vocês
ajudem a pensar nisso.
Carne, você participou daquele?
>> Eu falei pro cara assim, se eu você já
oportunidade [limpando a garganta]
dele, mas foi abatido.
>> É cruel ou não é cruel?
Mas o que eu vi é assim, é na cabeça.
Tum, [limpando a garganta] é um buff.
>> Uma arma de pressão na cabeça.
>> É uma arma de pressão. Faz assim, tum e
morreu. É mais ou menos como, por
exemplo, quando você vai caçar e dá um
tiro na cabeça do bicho. Bum. Ah, foi o
C nem sabe o que aconteceu. Bom, já era,
entendeu,
>> né? Então não tem tortura, né? Eu quero
dizer, é isso. O que é tortura é quando
a gente vê uma predação, por exemplo, de
de wild dogs e cachorros selvagens, eu
vi a coisa mais horrível que eu já vi na
minha vida,
>> pegando, atacando um animal, comendo
vivo um animal. Isso é cruel. Aí você
fala: "Meu Deus, a natureza é cruel. Uma
predação". É, eu vi, eu vi leões pegando
um, um o javali africano que é o Tog, o
o
facócero. É, [ __ ] o bicho tava e o
leão comendo ele já tava comendo ele
vivo. Isso sim é aflitivo, cara. Agora,
pum, [limpando a garganta]
você pode não gostar. Não faça como eu,
mas entenda que não é muito menos cruel
do que a gente ver a natureza agir. A
natureza não é um lugar de flores. O
Simba não é amigo do Pumba. Come um eu
já vi esquilinho comendo lagarto vivo.
Esquilo.
>> Sabe o que o esquilo faz? O esquilo
arranca a tampa. O esquilo quando
encontra outro esquilo e disputa
território, ele atanca. Eu já vi isso,
já gravei. Ele arranca a tampa do
cérebro do do outro. Arranca a tampa do
cérebro.
>> U maneira legal de pensar, R, quanto
tempo um frango comercialmente abatido
pra gente comer?
>> 39 dias hoje. [roncando]
>> 40 dias. É
>> 40 dias. Um grande troféu na África.
Quantos anos ele vive solto, entre
aspas, na natureza para
>> Vamos comparar um frango com Perdiz, tá?
Um fazão, uns 4 anos, 5 anos
>> tem.
>> É,
>> teve uma vida plena, se viu na natureza,
reproduziu, voou.
>> Não quero convencer ninguém a ir caçar,
como eu não vou caçar, mas eu só quero
que a gente comece a abrir um pouco
abrir um pouco a mente, entendeu? Sobre
o que nós as pessoas têm que entender
que com o cartão de crédito delas matam
mais que eu com minha espingarda. Deixar
de hipocrisia. O cara tá com um
hambúrguer desse tamanho, pô, como é que
você matou o bichinho capara? Isso aí
foi um boi. Por que que a vida desse al
>> Uma vez eu tava na casa do John Vlogs,
eu gosto muito do John Vlogs, tava com a
família dele, tive a oportunidade, a mãe
dele, uma gracinha, tal, gente muito
boa, mas só para explicar como assim
como são as coisas. Ele tava no John
Flow e eu tava com levei um porquinho da
Índia e aí era uma caixa meio surpresa.
Essa caixa que tá aqui atrás, você não
vê, o cara enfia a mão dentro, não sabe
o que tem, mas tá gravando em frente,
você vê o que é. E aí era: "Ah, nossa,
que é isso? É o porquinho. Daí eu tirei
o porquinho, falei: "Esse é um porquinho
da Índia que não é um porquinho, é um
roedor e nem é da Índia, ele é dos
Andes. E esse lá é um recurso
alimentado, el cham de cui." Eu mesmo já
comi isso aqui num pratinho frito lá na
em Arequipa, no Peru. A mãe do John
Vlogs estava comendo uma pizza de
calabresa. Ela olhou para mim, ela falou
assim: "Que horror,
>> como é que você pode comer esse
bichinho?" Eu falei: "Não sei, igual a
senhora tá comendo esse porco aí". É que
a gente a gente desassociou o porco ali,
Luía. Desassociou
na bandeja. A gente desassociou já não é
mais o porco, mas gente é o porco,
entendeu?
>> Não é, entende? Então assim, é um
processo que eu sei que não é fácil,
principalmente para quem vive na cidade.
Eu sei que não é fácil, mas a gente tem
que começar a falar sobre isso, porque
senão a gente tá romantizando demais e a
gente vai por erro de romantização, o a
gente vai, sabe, o Simba não é amigo do
Pumba, o Simba come o Pumba. Se você com
8 anos entende que o Simba e o Pumba são
amigos, beleza, mas com 38, cara, você
aí tá temos um problema, né? E eu acho
que a gente começa a entrar num tema,
né, Richard, que é o javali no Brasil.
Acho que é um grande exemplo disso, né,
do problema que nós temos e da forma
como as pessoas enxergam o javali hoje,
>> que esse é outro tipo de caça.
>> É outro,
>> é o caça de erradicação que acontece,
>> só finalizar com a África. É carne. As
pessoas na África do Sul, boi é muito
caro. Você vai na África do Sul, você
não vê boi no pasto. Você não, você
anda, você anda o país todo que não é
muito grande, você não vê boi. Então o
que que o que que as pessoas de baixa
renda comem? O frango, o porco e o
bicho. Você chega num açog, tem uma uma
sessão inteira, tem vídeos no meu canal
mostrando isso. Gamesbook, Orix, eh,
Blessbck, Impala, Girfa.
Sim, tudo escrito na bandejinha pronta
para quem não gosta de caçar, mas gosta
de comer.
>> Então é muito essa carne que sai das
fazendas de caça, que são toneladas e
toneladas, elas têm que ser vendidas a
um preço,
cara, quase que é muito barato. Posso
fazer uma analogia? Seria como se fosse
a caça, o frigorífico
desses animais. Exatamente. Exatamente.
Ele foi super valorizado ao ser caçado,
porque alguém pagou caro por ele.
O cara ainda vai vender a carne. Ou
seja, ao invés de simplesmente bater,
ele ainda ganhou duas vezes que ele
ganhou na casa. Quesse matar os bois
nossos na fazenda por fazer matar um
cara com a rebaporé
na ronda. Outro podcast.
>> É outro.
>> É
>> que não é animal silvestre. que estão
deixando apodrecer a carne. Vendido
quase de graça. É a parte social da
coisa que é vendido.
>> Orgânico também.
>> É,
>> é uma atividade orgânica.
>> Sim. Mantém a floresta em pé.
>> Ninguém faz devastação para fazer grama,
passagem.
>> Ninguém devasta. Ninguém tira a floresta
para colocar o Exatamente. É o próprio
animal que tá ali vivendo naquele espaço
que é dentro.
>> E essa carne beneficia milhares de
pessoas que não tem dinheiro, cara.
Milhares, milhares, milhares. Precisam
dessa carne para sobreviver. em
Moçambique. Então, o governo pedia para
mim, para que eu matasse três, quatro
búfalos para alimentar uma aldeia. Eu
fiz isso, várias, eu tenho fotos de tudo
isso. As mulheres chorando com a car por
causa da carne. A a foto mais que me que
eu tirei, que mais me marcou é da gente
cortando um bufo e um senhor olhando
assim, ó, com a cavícula para fora
assim, sem camisa, hipnotizado pela
carne. Você via fome no rosto deles. Aí
vem um cara com a geladeira cheinha de
comida criticar o que eu tô fazendo no
Moçambique, no fim do mundo, ajudando
gente que ele nem sabe que existe, que
vive na mais absoluta miséria, tá? Tem a
pobreza extrema que é a África. selvagem
que é Moçambique, que não não deu para
falar aqui, tem a caça mais organizada
que é a África do Sul, que é essa que eu
acabei de dizer, que só vai aumentando o
número de animais todo ano. E nós no
Brasil nós estamos na contramão de tudo
isso. Eu vou dar só um exemplo. Você tem
uma fazenda no Mato Grosso, uma onça
comeu um boi que tinha um um brinco
amarelo, um campeão lá da sua manada de
boi lá, um PO. Você vai pagar pro teu
gerente R$ 500 para ele matar essa onça.
Isso acontece todos os dias no Brasil. O
cara vai lá, bota veneno na carcaça ou
então e sobe numa árvore com a 12. A
onça vem que ela não consegue comer um
boi todo. Ela cobre de folha e volta.
>> O cara mata ela, chega com a orelha da
onça, que antigamente era cabeça, hoje
estão levando só a orelha. Tá aqui,
patrão, toma aqui. R$ 500. Cara, aquela
onça, se eu pudesse num num universo de,
vamos dizer, isso põe, tem 300 onças na
minha fazenda. Eu fiz um levantamento
estudo. Se eu pudesse matar 10 por ano,
cada uma valeria 50, 60, 70.000 000
facilmente. Se fosse preta, chegaria até
80.000.
Olha quanto gado dava para mim comprar
com esse dinheiro.
>> As pessoas iam começar a comprar bezerro
para dar pra onça comer, cara. Se eu
pudesse matar,
>> existe um problema nisso, é que nós não
somos educados para isso. Porque as
casas não pode ser liberad, não estão o
Brasil, o brasileiro não tá preparado.
Tô levantando uma bola para fazer as
pessoas pensarem todos os aspectos.
[limpando a garganta] Exatamente.
>> Eu tô levantando uma bola para fazer, eu
não tô pedindo a liberação da ca. Nós
não estamos preparados para isso.
>> Nós não temos cultura para isso. Igual
os americanos que t que obedecem as
leis, tá? Alguém achar um jeito de de
burlar o sistema, matar mais e vender
mais. Mas olha só, existe isso. É isso
que acontece na África onde as pessoas
tá dizer que existe ilegalmente, né? Que
no futuro deveria ser fiscalizado,
regulamentado para existir o que nós
estamos falando aí.
>> É que de qualquer forma ela tá sendo
morta. Todo mundo tá matando tudo no
Brasil. Não, mas é feito porque não tem
aqui batalhando pela E quanto vale uma
onça morta hoje de multa de multa?
Quanto vale de multa uma onça?
>> R000
vale R$ 5000 uma onça, cara.
>> Um leopardo custa 90.000.
>> Esse é o valor da biodiversidade
brasileira, cara.
>> É fiscalizando, não fala do javali. Tá
todo mundo matando paca cutia, onça. Não
quer saber se vontade nós estamos aqui.
Recentemente o nosso presidente comendo
paca, eu aplaudi. Eu aplaudi. Falei: "Eu
acho, eu acho maravilhoso. É isso mesmo.
É um bicho nosso. Se criado ele tem, eu
quero que todo lugar tenha na Amazônia
um criador de paca para o brasileiro
poder comer paca e nunca faltar.
>> Qual o problema? Nosso presidente deu
exemplo lá. É isso.
>> Mas o que nós podemos fazer hoje de
caçador é só o Java por que o Javali,
né, Delan?
>> É que é um problema que tá aí, né,
Johnny? E pelas regras que se impõe,
pela maneira como se enxerga isso, tá
sendo um grande problema. Porque eu
sempre digo, é uma morte invisível da
nossa FA e da nossa flora. A gente que
tá no campo, eu sempre digo, a gente tem
que ter espaço para poder debater e
colocar aquilo que a gente enxerga,
porque é muita narrativa, pouca
informação, pouquíssima,
>> pouca informação.
>> E quando vem de nós caçadores é muito
menos ouvida do que quando vem por
alguém que não é do meio.
>> Muito mais ouvido. Quantos animais um
javali come por dia?
>> Quantas nascentes a s oria
>> perdiz? Vamos lá mais rasteiros
rapidinho. Tem
>> não, só não precisa comer não. Pode
chegar no Você acha que se um javali que
anda com nariz baixo quando ele acha o
ninio perdi, você acha que ele pula?
Aquilo é omelete, filhão. Come todos os
ovos.
>> Acabou com as perdias de R.
>> Ataca o ser humano. Ataca o ser humano.
>> Animais domésticos.
>> Animais domésticos.
>> Tudo.
>> Tudo isso. Porque tem muita fé de
comida, né? Lava é um prejuízo para
nosso agro. Aí as pessoas sabe que as
pessoas às vezes fazem, a gente faz esse
erro, senhores. Eu queria que vocês
pensassem um pouco que eu já ouvi isso.
A pessoa fala assim: "Ah, mas se tá
atrapalhando o agro, é problema do
agro". Gente, o [limpando a garganta]
problema do agro é nosso problema. O dia
que se o se 50% do milho for devastado
pelos eh pelo javali 50% e e o milho não
serve só para alimentar, serve para
alimentar ser humano, serve para
alimentar o boi e serve para colocar
combustível no nosso carro, etanol, tá?
Mas beleza, 50, sabe o que vai
acontecer? vai aumentar o o teu
combustível, vai aumentar vai aumentar a
tua pamonha, vai aumentar vai aumentar a
comida, porque a carne vai aumentar
porque a ração, vai aumentar a carne do
boi, do frango, do peixe, porque tudo é
base também. Então assim, não é o
problema do agro, é nosso problema. Aí
quando aumenta ou falta, aí a gente
entra no mercado, ó meu Deus, isso
aumentou agora tava vendo, aumentou o
tomate. Tá todo mundo puto porque
aumentou o tomate. Não aumenta o tomate
porque quer, é porque os caras estão se
[ __ ] lá no agro. Estão se [ __ ] e
alguém tem que pagar conta ou eles não
vão produzir. É, então não vão produzir
tomate. É isso. Não, é inviável. Não dá
para aumentar o preço. Não produz
tomate, fica sem comer tomate. Amanhã
fica sem comer carne. Eu já vi alguns
países assim, deixa para lá, não é?
Então é isso.
>> Delano. Quanto que um caçador que é de
controle, que faz bem para não ter
gasta,
>> acaba com as as nascentes da água. É
isso. Não acaba só com água na.
>> Eu acho que o pior são os animais,
Richard, que comem. Filhote de tudo.
Cordeiro, cordeiro tá na Ele aprende a
sentir o cheiro de sangue. O cordeiro tá
a a ovelha tá parindo. Ele come o
cordeiro.
>> Eu vi comer um gambá esses dias. Eu vi.
>> Nós temos uma fazenda de um amigo no
Uruguai.
>> Um gambá. Gambá aquele a jaratataca.
Aquiu predou. Eu vi predando.
>> Jataca 400 cordeiros numa temporada. O
animalzinho que tava nascendo
com a placenta. O javali vai lá e come.
Esse é o prejuízo do
>> Quanto que tu gasta em média para bater
um javali do teu bolso, que é o fazendo
bem pro país? Cara, eu acho que tem
outras coisas, mas de uma saída hoje de
R$ 2, R$ 3.000 a gente gasta entre
>> Então talvez você gaste isso para matar
um javali ou às vezes, né? O custo é
caro para nós, não temos nenhum subsídio
do governo para ajudar
>> muito imposto.
>> Por exemplo, você já viu gente
assaltando aqui na cidade? Que arma que
usa
>> quando o cara salta motoboy, esses cara
motob cara de moto é pistola. Certo.
>> O traficante do morro que arma usa?
>> Fuzil.
>> Fuzil.
A arma de caça que eles utilizam, que
são meus professores, é rifle de
ferrolho, arma longa, tiro a tiro.
>> Ninguém, ninguém do tráfego usa isso,
ninguém assalta com isso. Só que pra
gente ter acesso a essa arma é
caríssima. E a gente tá fazendo controle
que já que o governo não dá conta, a
gente tá ajudando ao meio ambiente. É
tudo contra. A gente tá ajudando que a
gente falou é amigo, nós somos amigos da
natureza.
>> Quanto custa R$ 1000? R$ 1000, não é?
Quanto era o custo para matar um javali?
Essa média de R$ 1.000 R00
>> de R000 a R$ 3000 por
>> R$ 3000 por indivíduo.
>> Exato.
>> Quantos aqui no estado de São Paulo a
gente tem? Eu vi que um castar acho que
algo como R 5 milhões deais se fosse
matar o projeto para matar os javali de
São Paulo.
>> Eu sempre digo, hoje não existe como
erradicar o javali,
>> não existe como controlar a população.
Baixar
>> existe mais. Pra gente controlar a
população, a gente precisa bater 70% da
população.
>> Controlar
>> porque o javali misturou com Java com
com o porco doméstico e aí veio o Java
porco. Ele ganhou o quê? Tamanho e
reprodução. 12 já vale quatro filhotes.
Um jogador tem 15, 13, 12, 10.
>> Casal, ó, olha essa conta. Um casal em 4
anos viram 120.000 indivíduos.
>> 120.000.
>> Exponencial. Pode fazer a conta
>> em 4 anos.
>> Pode fazer a conta.
>> Pode fazer a conta em qu anos.
>> Se meses depois que nasce a a leitor já
tá dando cria de novo. Aqui nasceu. Se
meses depois já tá no c.
>> Calcula três crias por ano, Richard.
Três crias por ano de 10 a 11 filhotes.
A cada se meses esses filhotes já estão
repos. Animal de crescimento mais rápido
no mundo.
>> Se a gente fizer uma conta de 50% fêmea,
50% macho, faz a conta. Em 4 anos a
gente tem mais de 120.000 animais.
>> [ __ ] merda. [roncando] Estados Unidos.
>> Então é um problema que não tem mais
como resolver. Estados Unidos tem 15
milhões de caçadoras com arma liberada e
eles não conseguem acabar.
>> Os cara, os cara tem helicóptero,
metralhadora no helicóptero, aparelho de
visão noturna e não consegue controlar o
javali.
>> Com 15 milhões de caçador.
>> Aqui agora o governo proibiu a mira
térmica. O jaavali é mais inteligente do
que um cão, tá? Você é provado terceiro
animal.
>> Não, o javali é terceiro, o é o
terceiro. Ele se adapta ao caçador de
uma maneira que você não tem noção, você
não caa, você não tem ideia.
>> Ele identifica o barulho do motor do
carro.
>> Do motor do carro. Hoje pra gente matar
um javalet, a gente tem que chegar,
deixar o carro lá, vir a pé. Se você
bater uma luz para atirar, você não,
você só vai ver a poeira de onde ele
tava. E o governo acabou de proibir as
miras que a gente consegue atirar sem
luz. Proibiram.
As miras
>> proibiram agora. Não, mas mas tá bem
rigoroso. E
>> fala, Serjão.
>> Po, po, pode falar.
>> Eh,
>> chega aí, chega aí, chega aí, Serjão.
Chega aí, Serjão. Chega,
>> chega aí, chega aí, chega aí, chega aí.
>> Deixa eu deixar aqui.
>> É
>> onde é que eu posso falar?
>> É, vem, vem. Abaixa aí, baixa aí, baixa
aí. Isso. Vai lá.
>> Então, eh, sobre as milhas termais, né?
Nós tivemos, infelizmente, e também
agregou para poder regulamentar a ITA
32,
que acabou jogando
>> milhares de
>> milhares de pessoas na ilegalidade,
pessoas que adquiriram legalmente os
seus equipamentos com nota, tudo
certinho, porém abriu espaço para algo
que era proibido, 100% proibido, sem
como regulamentar as lunetas termais,
>> que são os acoplados,
>> os acoplados ou que acopla luneta ou que
acopla direto na arma. Hoje tem uma
notícia muito boa para dar para vocês
que chegou o primeiro lote de de lunetas
termais e noturnas 100% regulamentadas,
o primeiro lote no Brasil e que
infelizmente já zerou o estoque, tá
chegando mais,
>> porém pode comprar, só que ela
>> tem que pedir, tem, ele é PCE. Ah, tem
que pedir autorização pro exército para
ter
>> aí quem diz que o exército dá. Esse é o
problema.
>> Não, com de 5 a 10 dias tá saindo
autorização aqui em São Paulo. Já em São
Paulo, estamos falando estado de São
Paulo. Não sei como,
>> não sei como estão nos outros estados.
>> E como é que vai fazer com o que já
tinha, que são milhares? já tinha, a
gente tá com um projeto igual teve no
Estatuto do Desarmamento com as armas de
fogo que não tinham registro, fazer um
recado,
>> recadastramento. Estamos todos em busca
disso. Aí a gente conseguiu um projeto
de lei muito bom que foi aprovado aqui
em São Paulo já para alguns equipamentos
estadual ou federal?
>> Estadual, mas a gente vai levar, já tô
marcando reunião com alguns deputados lá
do nosso estado do Paraná. A gente quer
levar estado a estado, que foi muito bom
o projeto.
>> Bom saber que tem alguém de bom senso
nisso aí. Tá, a gente juntou em umas 15
pessoas.
>> Impossível caçar o porco hoje,
>> tá? Tá difícil, tá complicado, a gente
tá sofrendo bastante.
>> Hoje a gente vai poder regulamentar, tá?
Hoje eh temos R micro PARD 100%
regulamentados. Como eu disse,
infelizmente acabou o estoque, mas tá
chegando muito equipamento, tá 100%
regulamentado, porém você vai precisar
pedir autorização do exército. Em São
Paulo, tá bom, tá tranquilo, exer
>> tá saindo fácil e rápido, porém não sei
qu são os outros estados. Já dei entrada
na minha documentação para regulamentar
minhas lunetas, que eu estou adquirindo
também. Hoje eu peguei quatro
equipamentos para mim, porém não tem
como você tirar da loja enquanto não
tiver autorização.
>> É como se fosse uma arma, né? É como se
fosse um acessório, porque você não
precisa de guia de trânsito.
>> Entendi.
>> É, mas você precisa da autorização para
comprar. Tipo um supressor.
>> E para todo isso autorização só sai para
quem tem um CR de atirador, né? Pessoa
comum não conseg e pr atividade de caça.
Não tá para tiro esportivo,
>> tá?
>> Para tiro esportivo, não. Somente para
quem é controlador.
>> Agora sejão, você imagina nos Estados
Unidos que ninguém precisa de nada, vai
na prateleira e compra. Os caras não
conseguem rcar ali aqui com tanta
enclave. Uma mira dessa custa, R$. Ó,
tem um equipamento hoje que eu peguei
proteção individual
>> da um equipamento hoje com sensor de 640
>> custa quanto?
>> R$ 33.000.
>> Quem que vai conseguir comprar, cara?
>> Is não, mas agora tem o porém porém como
regulamentou, ficou top, vai cair quase
pela metade do preço. Isso foi uma coisa
boa. Metade do preço, porém ainda é 17,
19.000.
>> Ah, então
>> depois 26 anos de CAC. Só depois que eu
vi para cri.
É, não, mas já já tá já tá certo. Já tá
tudo certinho. Os monóculos agora também
e binóculos também, infelizmente agora
vai precisar. Passou de 250 m PCE
também. Então equipamentos com mais
potência de alcance com 250 m.
>> Não entendo por isso
>> vai ser PCE. Não tem porquê. Porque que
PCE?
>> Produtos controlados pelo exército.
>> Produtos controlados pelo exército.
Então assim, hoje, por
>> exemplo, se eu tenho um binóclos, aquele
binóculo seu que binóculos. Hoje a gente
vai,
>> eu não uso para caçar, eu uso porque
vicho long hoje, hoje faz um mês que
aconteceu isso. Não faz um mês, né?
>> Não, acho que um pouco mais de um mês.
>> Pouco mais de um mês. Então assim, as
pessoas compraram com nota tudo
bonitinho e alguém resolveu
>> jogar todo mundo na
>> jogar todo mundo na besteira. Tipo
assim, ó, vamos fazer, vamos resolver,
>> vamos ajudar o Javali.
>> Vamos ajudar o Javali. Então assim, mas
assim, resumindo, tem uma grande equipe
de pessoas do bem, bem intencionados,
que estão correndo atrás para resolver
quem já adquiriu esses produtos.
Hoje em São Paulo, com autorização,
se você tem a nota e autorização de
compra no exército, você tem o respaldo
para você fazer o seu o seu
apostilamento. Porém, sem número de
série, a gente sabe que
>> não
>> não tem apostilamento. Então o que eu
falo para vocês é buscar uma empresa que
tenha equipamentos regulamentados, todos
licenciados e vistoriados pelo exército,
que hoje você pode adquirir esses
equipamentos de forma legal, sem ter dor
de cabeça. Porém, como eu falei, São
Paulo tá saindo bem.
>> Enquanto isso, o Javali tá reproduzindo.
>> Enquanto isso, o Javali tá reproduzindo,
[risadas] tá? Então é assim, a minha
especialidade aqui, pessoal, é que eu
faço manejo com PCPs também, com
cachorro e armas de fogo. Porém, minha
especialidade é PCP. PCP fica limitado a
selva.
>> Sim,
>> limitado a serva ou com se você fizer
uma rodada com uma distância
extremamente curta,
>> que é mais difícil,
>> muito difícil, ou fácil, mas é difícil.
Então, tem que ter muito, muita
responsabilidade
e intimidade com o equipamento, porque
não é só chegar e atirar de qualquer
jeito, né? Então, dá certinho. É o
equipamento top e as visões termais
estão aí hoje para ajudar você,
principalmente que caça em seva, faz o
manejo de fuzil, né, que é um troço
muito top. E depois eu não sei se dá
para tá ao vivo, né? Não tem como deixar
nada, mas é,
>> mas depois a gente pode juntar o teu
Instagram. Eu o teu Instagram para quem
quiser mais informaçõ
>> põ os nossos Instagram de todo mundo
aqui.
>> Hoje eu tenho para vocês um contato para
adquirir legalmente e um grande
despachante que é parceiro meu e do
Richard também que pode tá
providenciando toda essa docum
documentação para você adquirir.
>> Você sabia que o governo tinha que doar
esses equipamentos para nós e pagar 100
100 R$ 100 para cada javali que a gente
caçasse? Aí a gente ia começar a fazer
cos. Nós temos um can de quase 50
cachorros, cara. cara, o tanto de
despesa que dá isso aí, sabe?
>> Mas aí eu consegui fazer um estudo,
cara, depois de muitos anos, é, que
muita gente defende o uso de gaiolas
para capturar javalis, né? E aí depois o
que se faz com isso? E eu consegui nesse
final de semana passado monitorar
exatamente isso. Foram 37 dias
alimentando numa jaula fechada que eu
particularmente sou contra esse método
de captura porque o bicho sofre muito.
Nós pegamos seis animais
>> em quanto tempo?
>> 37 dias.
>> Em quantos dias ela bateu? Casualmente,
no dia que eu estava na fazenda, a gente
conseguiu capturar eles.
>> A gaiola desarmou,
>> bicho.
>> Posso te contar uma história?
Eu justamente quero chegar nessa
história. Me conta aí.
>> Você sabe qual?
>> Sei. Sei.
>> Como é que faz para entrar nesses bichos
e matar eles? Engraçado. Eu eu eu tive
eu tive uma entrevista eu tive uma
entrevista aqui com o deputado federal,
deputado federal, que ainda gosto desse
deputado federal. Tava eu Leandro
entrevistando ele. Não sei se você
chegou a ver essa entrevista. Eu vi. E
eu e eu foi a minha primeira entrevista
de um de um de um projeto que eu tinha
chamado Ecocast. Era eu e Landro
Silveira da Instituto Dança Pada Pintada
entrevistando, né, um podcast como esse
aqui. Depois eu fiz o meu solo porque o
Leandro depende muito de licenças de cul
coitado. O Leandro tem, enfim, sofri
muita pressão, então foi para lá
>> entrevistamos esse deputado federal já
dos antigos e aí eu falei, vamos falar
de javali, ele é da onda animalista,
enfim, tudo bem, mas não desses
animalistas desses que tem hoje, que são
tudo de sala fraca. era um [risadas]
cara pelo menos mais honesto, um cara
mais das antigas. Aí perguntei para ele
e o javali na hora já fique sabe como é
animado o caçador que caça o coiso,
depois caça que não sei o quê, caça,
caça. Eu falei: "Eu não vou conseguir
discutir, eu não quero discutir, não
vou, porque é é um abismo entre a gente
desgastar". Falei: "Beleza, falei, deixa
eu fazer uma pergunta. O senhor acha que
o javali é um problema?"
>> Aí ele falou: "É". Eu falei: "Ah, então
agora temos dois problemas, o javali e a
sua solução". Qual é a sua solução pro
javali?
>> Já que o senhor acha que é um
problemadilha, escuta, escuta.
>> Falou: "Não, agora tem técnicas
modernas, gaiolão, ele também, não sei o
quê." Falei: "Beleza". Falei, deu certo
a sua estratégia, capturou 50 bichos, tá
lá mamãe, papai, filhinho. Que que o
senhor vai fazer?
>> Sabe qual tá ecocast, senhor? Vocês
podem olhar isso aí. O deputado tá lá.
Posso falar? Porque tá lá. E no final
ele até eu gosto do deputado de Isa no
final ele falou: "É, puxa vida, é
realmente tenha que matar mesmo". Mas
olha, a primeira resposta dele foi essa:
"Vamos levar para uma ilha".
>> Uhum. [risadas]
>> Quem pega?
>> Ilha Grande?
>> Não, eu tenho o melhor F Noronha.
>> Quem pega?
>> Imagina lá o o e o Bank lá, o como chama
o loirinho bonito lá da Globo. É da
Globo. Recebendo os javalis, cara. Tudo
a ver. Põe javali. Tem que ser uma ilha
grande. O é perfeito, cara. Já tem os
gatos lá que estão [ __ ] mesma
natureza, bota o javali para [ __ ]
também, cara. Entendeu? Então esse é o
pensamento do animalista.
>> Mas pega como na gaiola?
>> Se você puxar para trás e pensar que ele
normalmente se comunica com esse tipo de
público, que nem o cara de domingo que
só se comunica com as pessoas e e ele
não tem solução para nada e a bolha
deles tá totalmente
>> surreal, eles não têm solução para nada,
as soluções deles não resolvem nenhum
problema. Aí a turma, mas a turma deles
de início é assim, isso, a ilha dos
porcos, alucinados, a ilha dos porcos.
[risadas] Aí você imagina, é uma ilha
com os porcos. Primeiro eles vão comer
tudo que tem lá.
>> Aham.
>> Aí nós temos que fazer o quê? Olha a
beleza da coisa. Ô, você não pensou na
frente, Cris? Nós temos que levar comida
para eles.
>> Pessoal, nós precisamos de vocês hoje
porque a ilha dos porcos está sem
comida. Precisamos de piz agora para
poder levar. Olha a movimentação
econômica.
>> Milho fresco
>> aí. Não tem. Aí eles gostam de
transformar tudo em pessoa em em coisa.
Então o Tico Tico, que é um dos javalis
que tem lá, né? E brigou com com o fumbá
com Pumba. E gente, eles brigaram e
assim, a gente precisa agora fazer uma
expedição para levar os veterinários
para cuidar deles lá.
Pix, você financia isso que é surreal,
[risadas] mano. Não faz sentido nenhum,
irmão. Desculpa dizer, não faz sentido.
O javali é o próprio, no final, o
próprio Iark me falou no final de tudo,
quando ele chegou a essa conclusão que
isso era surreal, porque tava
conversando com dois técnicos, né, cara,
que entende, ele falou: "É verdade, né?"
Ele falou:
>> "Tem que matar o javali". É, o corte foi
esse. Is tem que matar o Javali. Tem
razão, Dr. Izar, meu querido Iar, é um
dos melhores caras que tinha o deputado
federal, mesmo com todo falta de
conhecimento técnico, ele no final ele
admitiu, realmente vocês abriram a minha
cabeça para outra coisa. Que bom
doutorizar, porque infelizmente hoje a
gente tá vendo e é quando você falou
você é pré-candidato a deputado federal,
eu não tenho nenhuma vontade de ser, mas
se a gente não for para cima dessa
[ __ ] nós não vamos mudar, nós vamos
deixar
para esses delegados que estão sendo
acusados de um monte de coisa de
problemas aí tomarem conta sair do
cachorro e do gato que que eles gostam
de fazer porque são populistas e estão
entrando no dentro dos das comissões de
meio ambiente, estão resolvendo coisas
de comissão de meio ambiente. esses
caras que não tem a noção noção nenhuma
de meio ambiente,
>> nós não podemos permitir isso, cara.
>> V os buffos do Guaporé, cara. Que
absurdo
>> os búfalos do Guaporé. Como que isso é
prevaricação? Alguém já devia ter
resolvido isso faz tempo búfalos
destruindo milhões para matar e deixar
apudrecer, poluindo o solo, poluind no
rio. Ambiente é muito mais do que
coração. Gente, a gente tem que se unir
de verdade com soluções. A gente fica
brigando porque um é vegano, porque o
outro é tem ideologia, o outro é
caçador, o outro é do do agro. Gente, a
gente tem que se unir como sociedade e
tomar medidas gerenciais e não emotivas.
Chega, sabe? que a gente a gente resumiu
o nosso meio ambiente e eram nossas
coisas de a a a pronome, sabe? Ah,
tutor. [ __ ] o tutor. Eu quero saber.
O cachorro nem sabe se é tutor, dono.
Ele tá cagando. Ele quer ser bem
cuidado, cara. Ele não quer sobrenomes
nas coisas, entendeu? O jumento, ele ele
quer alguém que cuide de comida para ele
é água e não ser largado no meio do
Parque Nacional para ser devorado por
cachorros. Já sabe? Para, gente, para de
tomar. É muito fácil, parece bonito. É o
canto da sereia, mano. É o canto da
sereia que vai te afogar no meio do mar.
E a gente vai olhar daqui 40 anos, olhar
para trás e falar: "Fizemos merda porque
a gente acreditou que vivo o amor."
Nunca vi tanto ódio para falar a
verdade, cara. Ontem eu cheguei nesses
veganos, os caras queram me matar, mano.
Eu sinceramente, eu nem importo o que
você serve seja vegano. Eu não me lixo o
que você tá comendo. O problema é quando
você traz essa tua ideologia impondo,
não, impondo a uma sociedade algo que
não vai funcionar, que eu já sabemos que
não vai funcionar, porque vocês não são
técnicos, vocês estão agindo pelo
coração.
>> Cara, eu queria que fosse tudo, só amor
resolvesse, mas não é assim, cara.
Gerenciamento de fauna e de
gerenciamento de biodiversidade é
premente. Tem que parar com isso. Não é
só amor não, cara. Enfim. Aí eu sofro
porque eu sou viseral e eu e eu tô
cansado. Eu nem sei se vou aguentar. Eu
acho que eu vou ter um ataque do
coração. Se não, porque é, cara, eu
fico, sabe? Ontem naquele no negócio do
vegano, eu tava suando porque eu vi que
o cara não me deixava falar, mas um cara
e e honestamente e ele se fazendo como
se tivesse tudo bem, ele não deixava, eu
ia falar e fazendo discurso e ele não me
deixava expor, ele meu Eui o convidado.
>> Ridículo, cara.
>> Eu tinha direito de falar, ele pode não
concordar, mas ele tem que deixar eu
falar. Ele não deixava terminar falar
que ele me interrompia. Aí eu quase tive
um ataque do coração. Aí fiquei como o
doido, né? É, o Richar doido e ele como
santo hipócrita, falciano, entendeu? E
um cara despreparado completamente, um
cara que nunca saiu daqui até ali. O
máximo que ele foi em Jericuaquara e nem
resolveu problema Jericquara com os
jumentos dele, entendeu? [ __ ] cara,
sabe, não dá para ser desse jeito, sabe?
Eu tudo que eu falei aqui, eu falei para
ele lá no próprio podcast dele ao vivo.
Falei: "Você, eu não gosto de você, você
é um chato. Vocês são chatos". Falei:
"Vocês são chatos. Você é despreparado,
você não tem, você não pode desmerecer
uma experiência, uma coisa que você não
compra chama-se experiência.
>> Você não compra isso,
>> você não compra isso. Você tem que
viver, você tem que tá lá, você tem que
Então assim, eu 30 anos vio, viajo o
mundo, cara, entendeu? Eu com todo tipo
de cultura possível, sabe? As pessoas
estão fechadas no mundo. O cara na
cidade aqui, sabe? Pinta o cabelo meio
de uma cor de outra e acha que já
entende do planeta e vive o amor. E não
é assim, cara. Desculpa, não é desse
jeito,
>> mas para mim é tão simples. Eu digo,
Richard, a gente não precisa inventar
roda, olha pro lado em países que
funcionam
>> e copia
>> e copia as coisas boas. A gente tem uma
habilidade de copiar as coisas são
ruins. A gente só copia as coisas que
são ruins.
>> Bom, nos Estados Unidos eles usam ca de
helicóptero, de termal, de bomba.
>> Não consegue controlar a população. Aí
nós no Brasil vamos instituir a gaiola
para levar os porcos para uma ilha.
>> Castrar, castrar, capturar e castrar. E
tem mais uma, Richard.
Tu não consegue caçar 12 meses do ano
com eficiência, porque quando a lavoura
cresceu, o bicho se esconde
>> dentro dela
>> e aí fica difícil. E com a dificuldade
de ter acesso à termal, a tua
produtividade de caçar e ajudar a
controlar cai lá embaixo. Então se a
termal volta a ter o acesso a ela, ajuda
os nossos amigos, nós mais e mais uma
coisa. E são 12 meses do ano que tu tem
uma janela às vezes de entre uma safra e
outra que colheu, é que tu tem acesso a
enxergar o bicho. Porque quando a
lavoura tá alta, o que tá lá que não foi
comido, a termal não não
>> não é que nem no filme que tu escuta,
que tu viu o cara ver pela parede, não
existe isso. Você enxerga através da
parede a termal. Então nós não temos 12
meses do ano com alta eficiência de
caçar,
>> c meses só.
>> É porque tem a lavoura que depois
cresceu, tu não enxerga mais. Então,
quando você tira termal da gente na no
controle, eh, tô falando como ole, não
tenho experiência que eles têm, esses aí
conseguem caçar ainda com lanterna e
tal. A minha ainda tô aprendendo. Então,
tirando essa ferramenta, dificulta ainda
mais controlar o problema que é sério,
que ele falou que não vai mais
controlar. Tem outra coisa importante,
hoje a exportação de carne suína do
Brasil tá na mão do caçador, porque a
gente começou isso no Rio Grande do Sul
para transportar o javali, a gente
precisa coletar o sangue e entregar na
inspetoria veterinária o soro.
>> É, isso é muito importante. Muito
importante isso. Escutem que ele tá
falando. É muito importante para que o
Brasil possa ter o atestado de
>> sanitário,
>> sanitário de peste suína. E se der uma
porcaria porque ninguém controla o
porco, como é que fica? Esse é um
trabalho que o manejador, o controlador
entrega também gratuitamente
>> em troca, em troca de poder transportar
uma carcaça. Imagina que lá durante a
caçada eu tenho que coletar o sangue, eu
tenho que separar o soro, eu tenho que
armazenar, eu tenho que preencher um
documento. Quando eu voltar, eu tenho
que levar na inspetoria veterinária para
que o Brasil possa exporar. Ou seja, o
Brasil hoje conhece ou sabe o que tá
acontecendo no no seu Brasil em cima do
com o javali por conta dos
controladores. Gente hoje tem essa
segurança segurança.
>> O dia que entrar uma zonose alguma coisa
relacionada à exportação, o Brasil
tranca a exportação de carne, seja de
gado, seja E aí que que faz,
>> né? E aí eu acho que vai ter muita gente
que vai vibrar também.
>> Bilhões de prejuízos, cara.
>> Bilhões de bilhões. Mas tem gente que
ainda que vai vibrar. Olha, olha só como
esses povos são loucos. É um animal que
que chega a caminhar 40 km numa noite
>> para achar comida.
>> Ele como transmissor de várias ou nós, o
que que ele pode fazer?
>> Nada mata aquilo.
>> Nada mata aquilo. Bicho.
>> Eu já matei. Já peguei com a cabeça
tirada de 12, cheia de bicho. Já peguei
sem uma pata. Já peguei com uma flecha
nele e o bicho vivo e comendo. Cara, ele
não morre.
>> A porca ela pode ser, ela pode ser
batida nos filhotes com qualquer idade
que eles sobrevivem. Eles colam em outra
mãe e eles seguem crescendo normalmente.
Uma ao frio, ao calor.
>> O mundo vai pertencer os
mundo vai acabar em javali.
>> Barata escorpião javali. E eu mato lá de
bebezinha grande, não fico escolhendo só
o grandão. E tem no meu canal para
provar isso, porque às vezes os caras
nos culpam, não, você só quer o grandão
e você quer. Então para provar isso mais
uma vez, falei
>> é de mamando a própria questão seletiva
do animal e do comportamento dele, o
Cris sabe disso. Existe numa numa vara
de jovis,
>> o bom manejador mata tudo. Mas existe um
ponto importante, Richard, que assim
consegância que a gente consegue,
>> confesso,
>> por quê?
>> Eu não consigo matar um filhote. Eu sei
que eu tô falando num podcast ao vivo,
mas me me acaba atirar numa fêmea com a
barriga desse tamanho, preste a parir,
sabe? Vai lá, não dá para romantizar.
Não, para, para com isso. Para de
romantizar. É pessoal,
>> essa que você tem que matar.
>> Sim, é pessoal. Mais gostosa é a porta
pr
>> Não, mas essa que tem que matar. Essa
gente,
e
>> aí eu acho que existe uma uma
dificuldade que é com relação assim,
>> é onde o caçador de conservação
>> peca, mas isso é uma confusão do caçador
de conservação. Ele é um caçador de
conservação.
>> E aqui nós estamos falando de ca de caça
de termínio de erradicação. Essa é uma
confusão que pode ter entre as duas
plataformas. Tudo pequeno, grande,
prenudo. Tem que ser vale
ele.
>> Cara, eu não consigo mentir, eu sou
franco, eu não consigo.
>> Olha, então você tem que continuar na
África. Não vem aqui, não vem aqui caçar
o jaal não.
>> Mas eu mato muito macho, muito.
>> Mas existe, mas existe um uma
adaptabilidade desse animal que é
impressionante, cara. Há 5 anos para
trás tu chegava a 20 m no jaavali, tu
escolhia quantos tu queria matar e bam,
bum, bam. Hoje tu chega a 100 m, 150,
200. Muito difícil.
>> Numa vara de javali, eu sempre digo,
existe um
>> não, eles aprendem rápido. Porque até
porque eles reproduzem rápido, eles
aprendem muito rápido. Toda vara tem
macho. O nosso horário de caça é a
noite. Eles estão saindo de dia. Agora
eles saem não pode caçar de dia.
>> Tem lógica, cara. de noite. Eles só pode
caçar de noite. Eles estão saindo se
alimentar de dia. Caça.
>> Eu acho que até comentei numa postagem
tu a gente quando falou assim, ó, esse o
caçador ele procura sempre um macho
grande. Dentro de uma vara de javali
existe um macho dominante e existe
existe um macho que é o escudeiro, que a
gente chama. Esse sempre é o que
primeiro morre,
>> porque esse tem,
>> esse tem o dever de tirar a atenção para
que o bando escape. Então, cara,
dificilmente a gente vai dar dois, três
tiros numa vara de javali pela
dificuldade de terreno que nós temos no
Brasil.
E aí a gente fornece lavoura, que é
comida.
>> Tem comida 24. Você tem que baixar as
armas tudo junto. Falar agora pessoal
que nem fazia.
>> Você quer ver uma coisa impossível numa
caçada de javali? Você matar uma fêmea
que não esteja com filhote no pé ou na
barriga? É impossível. Não existe uma
fêmea. Ou ela tá com filhote na barriga
ou ela tá com filhote na p.
>> Às vezes os dois, às vezes ela tá prenha
com um lote leitão.
>> Já pensando em fazer outro.
>> Já pensando em fazer outro.
>> S dias depois que ela par ela entra no
cilpo.
>> É. e cobra de novo. Então é uma conta
exponencial que, cara, a gente não tem
mais o que fazer. Então a gente critica
muito ah, isso, aquilo, cara, juntando
todos os métodos de de caça e de manejo,
a gente não vai conseguir.
>> E aí, o que que vocês acham? Vocês que
estão em casa, tem alguma sugestão
diferente pra gente exterminar o javali?
Tem que exterminar, tá? Tem gente fala:
"Não, não vamos exterminar não". Isso.
Então, adote um javali e leve pra sua
casa. Exterminar. Então, assim,
>> por que que ele tem que ser exterminado?
Acho que é importante porque ele é um
animal exótico invasor, ele não é da
nossa
>> Sim. Mas eu gostaria até que as pessoas
escrevessem aí porque vamos vamos ver se
tem ideia qual a solução.
>> Qual a solução, né? Nós nós temos que
acabar com o javali. Qual a solução?
>> E outro grande pecado que eu vejo, né,
Richad? O que fazer com essa carne? Hoje
a gente põe fora 15, 20, 30 animais que
a gente abate numa noite, vai fora
porque a gente não tem legislação para
doar.
>> É proibido de doar para uma entidade.
>> As pessoas passam fome, elas comem lixo,
mas elas não podem comer carne de
javali. E é saudável, hein? Boa carne.
>> Se eu pudesse transformar em ração de
cachorro,
>> mas você como caçador pode?
>> Eu posso comer dois animais eu vou
trazer pr casa.
>> Posso comer, mas não doar, nem dar, nem
fazer nada. Ou eu como ou eu jogo fora.
Se eu quiser fazer uma janta, trazer um
javali pra gente comer, teoricamente eu
não posso. Só eu posso consumir.
>> Tem muita coisa,
>> toneladas. K,
carne de primeira e o povo passando
fome.
>> Eu trouxe um torreso pra gente comer
aqui. Não é sensacional? A banha do
javali, o couro do javali, tudo
>> delícia. Uma delícia. Uma guaria.
Mas eu já não poderia, eu não poderia
comer, entendeu? Porque eu não
tor minha, torres minha, torres minha,
torres. Tenho mais um detalhe sobre a
lei de São Paulo que vai passar pro
Brasil pras próximas gerações que é
fundament.
>> Nós estamos sem internet, né?
>> Não, tá funcionando.
>> Tá funcionando, né? Eu queria ver se tem
algum comentário aqui só pra gente
responder aqui o pessoal que tá seguindo
a gente aqui. Deixa eu entrar. Eu tá
meio perdido aqui nessa. Esqueci que a
gente tava ao vivo.
Esqueci que a gente tava ao vivo.
>> Ô Delano, enquanto ele tá procurando, eu
vou fazer um comentário aí contigo que
às vezes o pescador, quando eu entrei na
área de caça,
>> que todo mundo me via como pescador, né?
Pesca sol, preservação, mas eu como
peixe, não tem hipocrisia. Então os
caras falam: "Ah, mas quando tu pesca,
estamos falando de caça de manejo do
servo ax na Argentina, por exemplo, que
no Brasil já valia." OK. É. É. Ah, você
matou
pesca.
>> Na pesca você pega e solta. OK. Eu pesco
e solto, mas eu separo um um peixe para
comer.
>> Uhum.
>> E quando a gente tá fazendo a caça de
manejo, que não é essa de erradicação do
servo, você vai caçar e num dia eu vejo
70 cervos.
>> Uhum.
>> Mas eu atirei só em um.
>> Uhum. E tu atirou em qual?
>> Qual foi a atirei no que era para tirar,
no macho. Pá, velho. Pá. Então, o
seguinte, qual é a diferença de eu ter
matado um bicho num dia inteiro para
comer, de eu ter matado um peixe para
comer? Talvez porque o peixe não tenha,
ele não tem, né, não é fofinho, não tem
eh que você pega um um peixe ali menor
ou maior, ele não tem expressão no
rosto.
>> E às vezes um cervo tem expressão. Então
a hipocrisia, eu queria falar de você,
caçador que abateu um bicho e você viu
mais de 100 num dia e abateu um. Eu
pesquei 90, soltei 85 peixes.
>> Mas um bezerro não é fofinho.
>> Então
>> um pintinho não é fofinho.
>> Exatamente.
>> Um patinho [limpando a garganta] não é
bonito.
>> Exatamente. Então eu tive que eu eu fui,
mas quando eu entrei no ramo da no ramo
da ca eu tô fazendo agora conteúdo
também que é o mundo outdoor, eu tinha,
né? Será? As pessoas estão me vendo
sempre. E eu tive uma grata surpresa com
o canal que eu criei da da CA de Manejo.
[roncando]
Em 30 dias eu cresci 23.000 1000
seguidores superou da pesca,
>> estão migrando.
>> É porque o que que a gente carregou no
passado, credibilidade, que é o que o
Richard tá nos dando oportunidade e ele
tem experiência que ele viajou o mundo.
Então as pessoas precisam ouvir a gente
que tem credibilidade para explicar e
desmistificar o que que é a caça que ele
tá pedindo aqui. Vamos explicar o que é
a caça.
>> Acho que tudo que é feito com
responsabilidade, Johnny, a gente tem
pouca rejeição, porque de fato a gente
tá levando a história real. A gente não
tá inventando uma
>> exatamente convivência,
>> romando as coisas, dando exemplos
positivos, né? O maior é por falta de
informação. Eu te falo que de 10 pessoas
que escutam explicar como é que funciona
a caça na África, oito apoiam o que a
gente vai fazer depois. Dois nunca iam
apoiar porque a parte que é
>> esse cara não tem discussão. Agora
quando a pessoa para nos para nos
escutar, ele entende, ele pode até não
praticar, mas ele entende,
>> mas ele para de atacar e e de e de
julgar, né?
>> Exatamente. Préjulgar.
>> Ele fica sem o, né?
>> Porque, cara, meio ambiente é técnico,
não tem. E aqui nós estamos com que eu
respeito muito o Richard porque é um dos
poucos biólogos que eu vejo hoje que não
é a gente brinca em biólogo de
apartamento porque esse cara vai lá
fazer o material dele, ele viaja, ele
tem despesa, ele vê o problema das
regiões regiões.
>> E nós estamos aqui hoje porque ele é nos
deu esse espaço para abrir e a gente
respeita ele mais ainda.
>> Ol, uma sociedade se faz com diálogo,
gente. A gente tem coisas entre você e
eu, Johnny, que a gente discorda, tem
coisas e tudo bem, cara. Entendeu? E faz
parte da convivência. Agora você
terminou a história da gaiola. Terminou,
né? Porque teve gente não queria fazer
um comparativo. Então nós pegamos seis
animais em 37 dias, em três noites nós
abatemos 16 com arma de fogo.
>> É muito mais produtivo.
>> Sem ter os recursos que a gente estava
falando agora, divisão térmica, de
>> supressorisérico. Se tivesse era o
dobro.
>> Era o dobro
>> ou triplo.
>> Então não dá para dizer que uma coisa é
melhor do que a outra.
>> Claro.
>> Tem que somar todas as forças para que a
gente consiga pelo menos
>> tudo vai ajudar. Aí os caras diz, você
falou muito bem, os caras falam para
mim, às vezes faço os vídeos lá, ah,
nunca vamos acabar com o problema.
Talvez sim, mas nós podemos amenizar,
deixar não ficar pior do que pode
acontecer. E qual foi a pior explosão de
javali que a gente teve no Brasil quando
proibiram durante 4 meses por falta de
regulamentação a CA? 4 meses é a
gestação, a gestação inteira
>> de uma
>> de uma porta. Então vocês imaginam que 4
meses toda a população de javali
>> de fêmeas,
>> ó, tem uma solução aqui, ó. pagar para o
caçador caçar, criar um açogue, um
frigorífico, enfim, com regulamentação
para que os caçadores possam vender e as
pessoas possam comprar com valor. Vend
como é que a gente começa começa a a
trair ideias boas. Olha aí.
>> Eh, veio aqui um tem um super chat.
>> Deixa eu dar uma outra solução. Deixa eu
falar um negócio aqui.
>> Só deixa eu ler is que quem mandou R$ 2,
cara. Não pode deixa de atender ele.
[risadas]
>> A intenção foi ótima,
>> [ __ ] Tá do não. Pagou. Tá, pagou. Tá
lido. Richard, deixa os caras falar.
Deus me livre. Obrigado.
>> Não, eles deixa para [risadas] caramba.
Não, estão vocês estão. Ele deix de
deixou e muito.
>> Eh,
vamos lá, né? Eu queria que vocês me
defendessem assim no no no no Depois
vocês vão lá no podcast do do [risadas]
dos veganos.
>> Dos veganos. Vamos lá, pessoal. Vamos lá
no podcast do vegano. É Veg. Vamos olhar
lá o que foi. Vamos assistir lá. Tava
sozinho lá ontem,
>> tava sozinho, sentado, meu. Tava [ __ ]
abandonado, cara. Vamos lá. Vamos lá.
Eh, paga para o caçador. Ca é comer. O
que é preciso para termos uma
instituição de pesquisa? O que é preciso
para termos uma instituição de pesquisa
com dados reais à política e que possa
ser reconhecida pelos eh animalistas e
caçadores? Obrigados a todos. Delanos,
nos vemos dia 27 de junho em São Chico.
Mandou o Felipe para você.
>> Boa.
>> É isso aí. Estão falando para eu
participar de uma caça com vocês.
>> Não, ele vai pra África comigo. Já você
prometeu ao vivo aqui.
>> E nós vamos aquela data ainda,
>> é, tem ainda que eu tô abrindo aumentar
esse assunto, né?
>> Na short infer. O Richard vai ser
palestrante inclusive, né, Richar?
>> Exército brasileiro. Estão falando que o
exército podia gastar uns uns tiros ali.
>> Eles não t nem is [risadas] nem munição.
Os caras tem mais gente do Rio Grande do
Sul, a gente viu o quanto eles foram
eficientes.
>> Eh, fantástico podcast.
Solução seria os quatro entrarem na
política. [risadas]
>> Vocês estão tão [ __ ] Vocês sãoos
[ __ ]
>> Você vai ser a boi de piranha R.
[risadas]
Vamos voltar no homem aí, né, cara?
>> Mas vocês sabem que nem tudo eu
concordo, né? Você sabe que tem cois,
>> a gente tem que criar comitês técnicos.
Concorda qua com
e discutir tecnicamente precisa. É só
isso. É só isso.
>> É só isso. É só isso.
>> Não precisamos de nada.
>> Só precisamos de que alguém que nos ouça
tecnicamente falando.
>> Paga para caçador caçad. É isso aí. O
pessoal participou. Olha, nós estamos
passamos aí um podcast com mais de 3.000
pessoas aqui assistindo a gente ao vivo.
Muito legal.
>> Um tema
>> muito bacana, um tema
>> é que é um tema forte, né? Eh, tenho
certeza que esse podcast aí, esses dias
aqui agora vai correr,
eh, e vai, muita gente vai assistir
aqui.
>> Rafael Crispim, eh,
falem da importância da presença das
mulheres na caça, inclusive o trabalho
de divulgação feita pela Aline Canil.
Bem lembrado. Embaixador da shot também
tá lá, né, Richard
18 de julho.
>> Eu vou palestrar, ele vai palestrar todo
mundo lá que a minha palestra é ela é
suave perto de vocês. A minha palestra,
>> mas a tua presença é muito importante, a
gente ter alguém que a gente consiga.
>> Eu sou, eu por ex, eu sou Cque, né?
Vocês sabem, né?
>> Eu sou C. Eu sou C.
>> Sou CC.
>> Bacana.
>> É.
>> Então você sabe tirar? Não, eu deixa eu
falar, não deixa eu falar uma coisa para
vocês. Eu já eu tenho arma desde os 18
anos de idade.
>> Eu fui militar, eu fiquei 3 anos na
tropa, como eu sou eu sou tenente, eh,
infante e eu tenho arma desde os 18
anos. Eu tenho arma, nunca tive um
assente com arma e sempre tive arma,
cara. Eu tenho arma para proteger minha
casa, minha família, eu tenho aqui
cachorro e arma para esse outro tema
pode não concordar
>> porque é fundamental. O cidadão tem
direito de se proteger, cara. Estado não
tá
>> ponto sempreado. E quase sempre o estado
não está lá no meio do mato. E aí
>> até a polícia chegar lá já fritou todo
mundo.
>> Minha mã tá lá 73 anos. Tem que ensinar
ela a tirar também para se defender.
Você vê como é que as pessoas têm essa
essa quando deu o negócio no ah, o
caçador é do mal. Esse cara faz um
trabalho fantástico com as pessoas na
África, porque é lá que ele pode
exercer, principalmente o trabalho. Esse
bicho aqui ficou uma semana sem dormir
quando deu aquele negócio da enchente no
Rio Grande do Sul. E acredito que você
tenha feito coisa e no meu canal,
Richard, que existe desde que existe o
YouTube,
seu canal,
>> toda a renda do canal é pro hospital do
Câncer. Tudo que o Google YouTube me
paga, toda, toda,
toda a renda desde que foi criado vai
pro hospital do câncer da Amazônia.
Toda, não é uma parte, toda. E a
[roncando] gente conseguiu atingir em 5
anos que cada canal um segmento, eu
consegui chegar no R 1 milhão deais
doado. E no final do ano eu vou vou a
Rondônia, que é o Hospital do Amor da
Amazônia. Eu ajudava Barretos, conheci
os médicos numa pescaria. O Johnny,
ajuda nós na Amazônia que o Barretos tem
um monte de artistas que ajuda. Então
assim, eu não sou milionário, mas eu
vivo feliz para caramba. Tenho
privilégio hoje de te conhecer, conhecer
esses caras aí. Eles conhecem, já foram
na minha casa, eu espero que um dia você
vá. Eu tenho saúde, a minha mãe teve
câncer. Então quando as pessoas eh
julgam essas nós sem conhecer,
>> achando que nós somos,
>> é que nós somos, né? Eu eu desde que foi
criado o canal faço isso e agradecendo a
Deus pela saúde que eu tenho, poder
trabalhar. Então, desde que ele foi
criado, são 1.250.000
inscritos.
Se nós tivéssemos o número de inscritos
que tem canais que a gente não precisa
falar aqui que são não agrega nada, nós
poderíamos, se todo mundo assistisse os
vídeos, não pulasse o comercial, que uma
se você vê meu canal não tem palavrão,
não tem nada, é pesca esportiva,
conservação, preservação. Nós pagávamos
a conta do Hospital do Amor. Se eu
tivesse, tipo aquele carinha lá que eu
não vou falar o nome, que as criançadas
assiste, se eu tivesse o mesmo volume
que ele tem, eu pagaria a conta. Eu que
eu digo, vocês que assistem o canal, a
conta do Hospital do Amor, só com a
ajuda do cara, sem qual foi a ideia,
você ajudar o próximo, não precisa botar
mão no bolso, não é criança esperança,
deposito, não. Assista o vídeo e não
pule o comercial, que é daí que vem a
grande saada. Toda é prestação de conta,
eu visito o hospital, tal, toda a renda
do canal vai pro hospital do câncer.
Então você pode ajudar a salvar uma vida
sem botar mão no bolso, só veja o vídeo.
Ah, mas eu não gosto de pesca. Então
deixa rodando o vídeo e deixa lá parado
e pronto. Então obrigado por deixar. Eu
nem comentei contigo antes, mas você me
deixando, você faz parte disso agora
também para nós ajudar a crescer a
família. Então esses são os caçadores e
pescadores que ah pá existá.
>> No passado a gente sofreu com a pesca
que sabe com quê? Vocês fazem mal quando
vocês fisgam um peixe e solta ele
depois. Mas o Ibama e isso sofrendo
pressão de órgãos ambientais. Isso aí é
maldade. Você tem que pescar, matar. O
órgão ambiental do Mato Grosso falava,
fal, mas quando tem a medida mínima do
peixe, que eu pego um peixe, não deu
medida, eu tenho que soltá-lo. Isso é
pesca que solte.
Aí o cara tava meia, ele num num
congresso que teve, o cara, te lembra
aquele filme que tinha
>> que eram uns caras que pagavam para
matar a gente? Não teve filme assim já?
>> O cara passou esse filme, eu tinha
chegado, era eu que ia palestrar em
seguida. O cara botou esse exemplo como
o que era nós pescadores, que a gente se
deliciava com o sofrimento do animal por
enfiar um anzol na boca e soltar e tal.
Por tudo isso a gente passou,
>> entendeu? Então você
>> não, você não nem conhece a biologia dos
peixes.
O peixe, o peixe, o peixe come outros
peixes que tem um monte de espinho,
mano. [risadas]
>> Sentidor.
>> Come um mandi. Hã?
>> Você acha que você acha que que cachorro
bicho é gente? Eu que eu falo sempre, eu
acabei de te conhecer, né, Del? Estamos
aqui, ó. se cumprimentando. Beleza,
mano. Tamos junto. Se a gente fosse
cachorro, eu cheirava o seu cu.
[risadas] É isso aí.
>> Entendeu? Não é gente. Cachorro não é
gente, bicho. Não é gente, mano. Não é
diferente. É diferente. Paró. Chegou
aqui um recado aqui. Bom, Cris, leva o
Richard para uma caçada com você na
África. Vai ser show ao vivo, vai ser
recorde de audiência. Oxe, esse vai ser
mesmo, cara.
>> Vamos demais. Depois vamos. E outra
coisa que eu acho que é importante que a
gente falassim é as dificuldades que o
caçador passa com relação às
instituições que nos fiscalizam hoje. Do
IBAMA, por exemplo, eh a polícia
ambiental, o caçador ele tem medo, ele
tem repúdio, porque é uma instituição
que ela não faz questão nenhuma de
conversar e levar informação pra gente.
>> Chega a perseguir lá.
>> Não chega a perseguir por quê? Porque o
comandante é um cara extremamente
>> correto, íntegro no que ele faz. Porque
o que que é a fiscalização?
>> É alguém que tá ali cumprindo a lei.
>> Sim. Então, a lei não tem vírgula, a lei
não tem interpretação.
>> A lei não tem, eu gosto ou não gosto.
>> Qual que é o papel do fiscal?
>> Fazer cumprir a lei.
>> Só isso. Se eu ultrapasso um fio de
arame,
>> invadindo uma propriedade, você tá
contando.
>> Eu tô invadindo uma propriedade. É um
fio de arame, certo ou errado?
>> Certo.
>> Ah, mas eu tava só ali, aquele jeitinho.
Que que eu tô fazendo?
>> Eu tô errado.
>> Claro. Que que os caras tem que fazer
punir. Então, a gente tem que começar a
andar lado a lado com quem cria as leis,
quem fiscaliza e com quem pratica.
Simples assim.
>> O Everton Ribeiro mandou aqui, diz que é
incrível. Estamos buscando explicações
do que é intrínseco do ser humano. A
capacidade de sustento, a base de tudo,
a caça, a pesca e a capacidade de
sobrevivência. Que tempos! Boa sorte na
política e contem os causos.
>> É isso aí. Boa sorte mesmo.
>> Vamos eleger esse cara, hein?
>> Vamos.
>> Podcast sensacional. Eu gostaria de
saber de vocês até e que ponto uma
intervenção humana pode realmente
restaurar a natureza ou apenas minimizar
danos em relação à caça? Eu não sei se
vocês entenderam.
>> Eh, gostaria de saber até que ponto uma
intervenção humana pode realmente
restaurar a natureza. Não, 100%
>> 100%. Ó o visão lá nos Estados Unidos
que tava acabando lá que acabaram.
>> Quantos animais na África que foram
salvos?
>> Não, inclusive com erros que foram
feitos, que é muito comum, tá? Os lobos,
por exemplo, que soltaram, que agora se
arrependeram, né? Né? Então tem elas
tons em lugares que deram certo, lugares
que não deram errado. Você tem que
pensar muito bem, né? Não é assim, só
vamos restaurar a fal, de repente uma
faluna, sabe? Tinha onça pintada eh lá
no sul do país. Se você soltar uma onça
pintada no sul do país, agora botar ela
de novo, não vai dar certo. Então tem
que tomar muito cuidado, né, com
algumas,
>> inclusive hoje no Brasil nós temos
problemas com animais [roncando]
nativos, que não é nem o caso dessa
conversa, mas hoje nós temos problemas
sérios de superpopulação de vários
animais. Vai no Mato Grosso e vê que
aqui é queixa, cara.
>> Precisa intervenção
>> jacaré no Pantan e tem que ser junto com
os órgãos ambientais. O órgão ambiental
tem que trabalhar junto. Se o órgão
ambiental vira as costas para isso, aí
ele ele delega terceiros que façam isso
e não vai ser feito o jeito certo. Então
nós temos que trabalhar, senhores, como
sociedade juntos.
>> Tem que trabalhar juntos.
>> Juntos
>> deixando a ideologia de lado.
>> É,
>> é o que eu digo aqui, o maior
especialista em caia de búfalo no Brasil
não foi chamado para entender o
programa. Eu
>> uso esses vídeos, eu uso esses vídeos
nas minhas palestras. Na Amazônia
selvagem você dificilmente encontra mais
do que 40, 50 do bando na Amazônia que
não tem comida, na lavoura é 400, 500.
Um estudo, isso é um estudo agora de
biólogos e e profissionais lá no estado
do Goiás.
>> No Goiás, eh, eles chegaram à conclusão,
isso é um estudo científico, tá? Tá
publicado, tá? Eh, 67% do tempo hoje do
Queixada lá no Centro-Oeste no Goiás é
dentro da lavoura do milho. 14% dentro
na região de mineiros, 14% dentro da
cana, ou seja, 77% eles estão dentro da
lavoura e só 8% na mata de galeria, que
é o lugar que eu prefero, é, porque tem
muita comida. Então é um fato que assim,
a gente tem que entender, a gente sempre
tem agenda negativa, a gente tem que
entender quando tem uma agenda positiva
e trabalhar em conjunto. Não é o caso de
caçar, é o caso de manejar.
os ambientais da forma correta. É isso.
Trabalhar em conjunto quando tem a menos
ou a mais, o estado tem que intervir e
ajudar. É isso.
>> E ainda pode gerar a solução e renda.
>> É, é simples assim, né?
>> O governo não percebeu o quanto tempo é
valioso. Há muito tempo a gente não faz
nada em relação biodiversidade nada. Não
faz nada.
>> Enquanto a gente não der valor, ela vai
continuar.
>> Coisa só vai piorando.
[limpando a garganta] Todas as situações
só vão piorando. O Gopor é os caras diz
que tem 5000 bufos. É000 era um censo de
21 anos atrás. Lá não tem menos que
35.000 búfalos.
>> Bom, gente, que que foi um negócio peia,
cara. Olha, foi peia. Eu espero que não
foi leve
ninguém, tá? Eh, quero agradecer o nosso
parceiro Pichu. Tenho que agradecer aqui
a Pixal que tem os nossos energéticos
agora. energético zero com sabor de maçã
verde.
Pxau, pega aqui no meu [risadas]
energético. No meu energético, entendeu?
Pega aqui no meu energético. Obrigado,
parceiro. Também a nossa basic, né?
Porque você paga para tá, você paga para
usar uma roupa de marca e a marca fica
estampada e você paga mais caro por
isso, faz propaganda de graça, enquanto
que os caras que fabricam para essas
marcas estão vendendo ela 10 vezes mais
barato e a marca é você que faz, seja
você, a sua própria marca, roupas da
Basic, olha só, tem inclusive de ratan,
esses estampados aí de que vocês que
gostam de caçador, tem todo com bolso,
que tem aquelas tem aquelas todas
camufladas também. O nosso amigo Jorgão,
arrebenta, Jorgão, por isso que tá
crescendo aqui pescar com essas roupas
também, né?
>> Dá para pescar, fazer tudo. Tem um tem
um tem um hashtag, não tem um, como
chama? Qcode aí. Usa o meu cupom lá e me
faz feliz. Vem. E a você também, todo
mundo fica feliz. Vem pra caixa. Você
também. Bora lá.
>> Poder da propaganda. O
>> Johnny, eu hoje eu hoje encontrei caras
que eu já conhecia, só que não conhecia.
>> Não conhecia. Eu te eu, eu te conheci
também assim e a minha
>> Não, a gente nunca se viu pessoalmente.
>> Não, não. Vídeo
pessoalmente
tu é 10 vezes melhor do que eu achava.
Parabéns.
>> É mesmo.
>> É [risadas]
>> 10 vezes melhor. Quando quando esse cara
tava ali depois de três podcast que nós
estamos esperando, cara,
>> ele foi ali e arrumou o nosso jantar.
Não precisou falar mais nada sobre quem
esse cara. Entenderam ou não entenderam
já, né?
Um pro, eu já tô macaco velho, né? Não
tô velho que nem você, porque eu tô meio
tô acabado do sol,
>> mas eu só preciso de 10 segundinhos para
sacar qual é desse cara, né? Esse cara é
é
>> íntegro. Vocês são bem-vindos. Vocês são
aqui tem gente que é gente de família,
tem pai, tem mãe, tem filho. Eh, aqui
não tem bandido não, entendeu?
Empresário, gente que contribui, que
paga o imposto.
Tem gente que é de verdade, tá? e
realmente tá preocupado com o Brasil
melhor. Parabéns a todos. Cris, estamos
junto. Vou pra África com você.
Oportunidade. Enfim, deu certo, né? A
gente fala, a gente tava na mesma época
na África, só que eu tava com turista.
Você também tava com turista, só que
outro tipo de turismo, que é o turismo
de conservação também. Parabéns aí pelo
teu trabalho. Sei das dificuldades que
vocês enfrentam. Não é fácil. Para mim
não tá sendo muito fácil levantar essa
bandeira, porque o meu público fica na
dúvida, porque a palavra caça ficou foi
demonizada
>> e foi apropriada pelos por esses caras
que não querem resolver nada e não tem,
imagina, querem que levar já vai ali
para uma ilha, não vai, boa ideia. Então
assim, e é a gente, Delano, prazer não
também não te conhecer agora. Somos já,
já somos amigos, best friends. Essa casa
é a casa de vocês e eu quero de fato ir
não como caçador, tá? Eu acho que é isso
que faz a, eu quero que deixar de novo
isso registrado. Eu não sou caçador e
não vou caçar, mas eu entendo e aprovo e
a boa caça, o bom caçador tem que ser
prestigiado.
>> Queria dar um recado.
>> Pode ficar qu chega aí, chega aí, chega
aí, chega aí, chega aí. 90% dos
controladores,
eh, primeiro que o Cris, Delano, Johnny,
Richard como biólogo, mas assim, os
caçadores não são porque nós caçamos que
nós não gostamos dos animais.
>> Pelo contrário,
nada isso. Eu nasci,
>> primeiros contatos que eu tive com
animal, eu me apaixonei. Isso com peixe,
com cachorro, eu tenho um monte de
animais. As pessoas da minha cidade me
conhecem pelo tanto que eu gosto dos
animais, coisa que eu ajudo. Então
assim, eu sou apaixonado por animais.
Porém, a gente sabe de uma coisa, a
carne não nasce, não pede carne. Um
animal para comer tem que abater. E não
é porque nós gostamos também de fazer o
manejo, que a gente gosta de fazer o
manejo, que a gente deixa de gostar dos
animais. A gente ama os animais, a gente
não maltrata os animais, tenta fazer o
abate da maneira mais rápida possível. E
como você falou, todo mundo pai de
família, pessoas boas, não somos
bandidos e nós amamos os animais. Porém,
a gente sabe que pra gente comer uma
carne, alguém tem que abater. E a gente
não liga em fazer isso, porque
>> quando você tiver mais velho, você vai
lembrar dessa frase: "A a morte é a
parte triste da caçada".
>> Sim.
>> Meu avô falava isso e eu não via isso.
Eu fui hoje eu tô com 50 já. A morte é a
parte triste da caçada.
>> Sim.
>> Quando às vezes na África a gente mata
um bicho e vai, todo mundo fica em
silêncio que tá cada um no seu mundo
ali. Eu não deixo ninguém montar num
bicho, pegar na orelha. Você tem que
respeitar aquele animal. O mínimo que
você deve a ele a batida é o respeito.
Ele morreu para você sentir um prazer
nosso, mas vai ser aproveitado. Mas você
tem que respeitar aquele animal. Ninguém
tira foto pegando, ninguém tira foto
montado igual cavalo
>> que limpamos o sangue e assim é só
>> a atividade da casta ela te leva em
contato com a natureza é uma harmonia
que só quem pratica sabe como é que é.
Ah, não tem nenhum monstro com
>> não é é todo o ritual. É todo o ritual.
uma coisa que para nós é algo que que
que nos conecta assim com,
>> sei lá, com uma coisa eh primitiva, com
a natureza, uma coisa muito boa.
>> Nem por isso a gente odeia os animais. A
gente
>> contrário,
>> pelo contrário, é isso que a gente tá
lá, porque a gente a única diferença é
que a gente tem a gente tem coragem de
ir lá e abater o nosso alimento.
>> A aranha que predou a moça não tinha
raiva da moça. O leão que pegou o empala
não tinha raiva do empala. Não tem nada
a ver com raiva e ódio. Às vezes os cara
perguntam: "O que que esse bicho te fez
por você matar?"
>> Cara, você tá em outra sintonia, não tem
nada a ver com ódio. Eu não sou uma má
pessoa, eu não tô caçando porque eu
tenho raiva do bicho, pelo contrário.
>> Sim. Sim. Então é uma mensagem muito
importante pras pessoas às vezes não
achar que a gente faz porque a gente
odeia os animais, que a gente não gosta,
que não é. No Brasil a gente faz por
obrigação mesmo, porque
tem que radicar o javali. E uma coisa
boa que eu quero passar para vocês
depois, a pop nossa sobre
que você tá atrapalhando a nossa vida
para não falar.
>> Ah, sim,
>> Deus mandou.
>> Tá
assim, a nossa POP hoje ela vai
>> facilitar para que com 16 anos, 16 anos
com autorização judicial,
>> você tira uma foto comigo depois ou
menino bonito, mulher. Não, não. Na
verdade, esse esse é o nosso cero
exótico. [risadas]
Eles vão contar até de 11. Você pode
correr e daqui 10 nós vamos atrás de
você. [risadas]
>> Cadê a PC? Pega a PC. A balestra tá lá
em cima.
>> É sério isso?
>> O Richard tem uma balesta daquela que a
gente mandou para você.
>> Eu sou ser exótico. Aquele negócio de
fora.
>> Vende, vende teu negócio aqui. Vende aí.
>> Vende aí. Tá gravando ele aqui. Não tá a
cara dele. Vende, vende o nosso casp.
Como se proteger? Que esses caras não
sabem, né? Esses caras nem sabem que é
protegido. Eles acham protegido, vive em
perigo aí no mato aí.
>> Você vão no aeroporto para Wi-Fi aqui,
vai no restaurante, Wii.
O Rf adora entrar no Wi-Fi aqui.
>> Seguinte, Wi-Fi público fuja
literalmente. Por quê? Porque a fugir.
Eu não preciso fugir.
>> Você não precisa.
>> Eu não. Você já tá, eu já tô blindado.
>> Wi-Fi aberto, meu amigo, é uma silada,
quase uma ratueira. Por quê? Porque ali
pode ter um cara que vai querer roubar
seus
>> tuas contas. Eu quero ver o todo o teu
dinheiro tá aqui dentro. Aposta que tá
aqui dentro.
>> Caspers que protege você por R390.
É isso.
>> Exatamente.
>> Pá, é uma vergonha. Por um ano inteiro,
meu. É uma vergonha. Cinco dispositivos
é o melhor antivírus do mundo, mano.
>> R 43. É uma cerveja. 43. Você vai se
arrepender. O dia que você tomar na
cabeça, vai ser tarde demais. Vai lá,
tem um QR code aí, só entra, meu.
Resolve o seu que o meu tá resolvido. Só
isso que eu quero dizer.
Pu, abre aí. Posso tomar esse pele?
Vamosar o negócio. Põe aqui um
pouquinho. Tomar tomar tomar aí. Quero
tirar uma foto.
>> Richard, quero aproveitar estender o
convite.
>> Vou te dar um cuiba.
>> Ô, e a cabeça do bucho, né? Coiba. Coiba
é coiba.
Pintar.
>> Coisa boa verde
>> verde.
>> Richard quer fazer estender o convite lá
no sul, não para caçar, mas para
conhecer o que o javali faz, os
estragos, que eu acho que é super
importante a gente ter um canal para
poder mostrar isso.
>> Não, vamos fazer, vamos fazer. Eu vou,
eu tenho que fazer a, eu quero fazer uma
matéria, principalmente agora no Brasil
nessa, porque eu acho que é um problema
nosso. Eu não sei quando você vai pra
África de novo.
>> Não, eu vou para Uruguai semana que vem,
depois África.
>> Eu vou em outubro para lá. Por acaso
você vai estar lá? Votar nozar
finalzinho.
>> De repente a gente pode,
>> de repente a gente pode combinar alguma
coisa.
>> Mostar um desafio pra galera
>> trocar figurinha depois.
>> Na época dacáia do pinhão encontrar um
pinhão no chão em local que tem javali.
>> Comem tudo.
>> Cal em tudo.
>> E é uma uma árvore que é proibido
derrubar, né? Que tá tem que ser
cuidado, né?
>> É. Único detalhe de uma coisinha
simples. Pinhão. Vamos lá. O pessoal tá
querendo que eu v com vocês.
>> Bora,
>> pessoal. Façam seus comentários, fiquem
à vontade, não destilem ódio, ok? Se
você não gosta da caça, eh, como eu, não
ce, tá? Mas entenda a caça como uma
ferramenta importante da conservação.
Ponto. É isso. Eu sei que é difícil para
quem não é da área, né? O que me
surpreende é quando eu vejo biólogos que
não entendem esse assunto, já que são
biólogos e assim é como eu não, eu não
gosto, mas eu entendo que é uma
ferramenta necessária. Então, eh,
parabéns aí pela coragem de vocês.
Parabéns a todos nós, né, pela coragem,
porque não é fácil, é mais fácil aderir
ao amor e ah, vamos dar, vamos brincar o
Pumba e o Simba na floresta na matata,
né? É mais fácil ser iludido pela pel
essas coisas. Esse é o planeta
verdadeiro. E conservação,
ninguém falou que ia ser fácil.
Conservação é muitas vezes é cruel, é
duro, é de opções, não é simples.
Obrigado,
>> Rofan. Obrigado, Cris. Obrigado, Delan.
>> Nós que agradecemos a oportunidade.
>> Até a próxima. Deixem aí seus
comentários, deixa seu like e eu vou
deixar todos os e inclusive do Serjão
ali que é o cara do das negócios dos
para vocês ver como é que chama o
negócio lá,
>> Termais. Tá, vou deixar todos os
Instagram aqui no no na descrição do
vídeo. Valeu, até a próxima.
>> Abraço, galera. Abraço. Abraço.
>> Obrigado todo mundo.
>> Bom demais.
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