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Algumas pessoas acreditam que nunca serão felizes
em seus relacionamentos. Muitas delas acham que
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eventualmente serão abandonadas pelos outros
por se considerarem chatas, desinteressantes
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ou difíceis de lidar. Mesmo reconhecendo
que essas são ideias inflexíveis, pode ser
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bem difícil para elas parar de se sentir assim.
Eu sou o André, estou muito feliz porque tomei a
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segunda dose da vacina contra a COVID-19 e hoje,
com a ajuda do amigo e psicólogo Tiago Oliveira,
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quero te falar um pouco sobre as crenças
de desamor. Além de detalhar o que elas
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são exatamente e quais impactos
podem ter na vida de alguém, também
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darei algumas dicas de como flexibilizá-las.
Se gostou do assunto que a gente vai abordar hoje,
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não deixa de clicar no joinha que ajuda muito a
gente, inscreva-se no canal e siga a gente nas
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redes sociais! Ah, e agora tem o podcast
do Minutos Psíquicos, segue a gente lá!
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Ao longo da sua vida, você desenvolve várias
crenças sobre si mesmo, sobre os outros e
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sobre o mundo para organizar as informações
que conhece. Essas crenças tendem a ser
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generalizações sobre algum aspecto da realidade.
É comum que as pessoas não tenham consciência
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plena de muitas das crenças que possuem e que as
tratem como verdades absolutas ou simplesmente as
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considerem "o jeito como as coisas são".
As crenças costumam nos ajudar a tomar
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decisões de forma mais rápida e eficiente, mas não
necessariamente nos ajudam a tomar boas decisões.
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Para entender isso melhor, pense em uma criança
que vive desde que nasceu em um ambiente marcado
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por muita violência. Ao interagir com os outros,
ela pode desenvolver crenças como "o mundo é
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perigoso", "as pessoas não são confiáveis"
ou "eu não posso demonstrar fraquezas".
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Assumir que ninguém é confiável em
um ambiente muito violento pode ser
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mais útil para essa criança do que ter uma
visão mais flexível, como achar que apenas
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algumas pessoas não são confiáveis ou que
isso vai depender muito de cada situação.
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Em um contexto muito hostil, ter crenças mais
flexíveis como essas pode inclusive colocar
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alguém em maiores riscos. Agora imagine
que essa mesma criança se tornasse órfã
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e depois fosse adotada por uma família
que vive em um ambiente pouco violento.
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Muitas das crenças que a criança nutria agora
não refletiriam muito bem a realidade à sua
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volta. Como resultado disso, ela poderia
ter grandes dificuldades para conviver bem
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com os outros ou criar relações de confiança.
Crenças como essas que acabam sendo prejudiciais
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para a pessoa são conhecidas como crenças
disfuncionais. Elas são disfuncionais porque
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são pouco realistas, inflexíveis e atrapalham a
pessoa a viver a sua vida de forma satisfatória.
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Uma crença desse tipo normalmente se
desenvolve a partir de experiências
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desagradáveis que vivemos e elas capaz de moldar
como enchergamos certos aspectos da realidade.
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O problema é que a crença derivada de uma
experiência bem ruim pode ser muito distorcida,
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já que ela talvez seja um bom reflexo daquela
experiência ruim específica, mas não da
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realidade como um todo. Muitas pessoas vivem
experiências ruins através de relacionamentos,
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como quem sofrem alguma forma de rejeição ou
violência de cuidadores, parentes, amigos,
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colegas de escola ou parceiros românticos.
Depois de ser maltratada pelos pais desde
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cedo ou traída por um parceiro romântico, uma
pessoa poderia concluir que não é interessante
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o suficiente para merecer a atenção ou
o amor de alguém, que ninguém gosta dela
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ou que nunca conseguirá ter uma relação
saudável e satisfatória com outra pessoa.
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Crenças desse tipo são conhecidas coletivamente na
psicologia como crenças de desamor, e infelizmente
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elas são comuns na população geral, então não
seria surpreendente se você se identificasse
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com alguma delas. A ideia por detrás
dessas crenças é a de que a pessoa é
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incapaz de alcançar a intimidade, a atenção
ou o amor que desejaria em suas relações.
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Quem se vê dessa forma tende a favorecer
informações do ambiente que apoiem essa
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visão e a desconsiderar as que não apoiam.
Possuir uma crença de desamor pode te levar
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a ignorar demonstrações genuínas de interesse
ou de carinho dos outros, por exemplo.
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Crenças disfuncionais acabam motivando
muitas pessoas a adotarem estratégias
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compensatórias. Elas são tentativas de amenizar
o sofrimento gerado pelas crenças disfuncionais,
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mas, muitas vezes, acabam ajudando
a perpetuá-las na mente da pessoa.
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Se acredita que não é gostável, você pode
se esforçar demais para obter a aprovação
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dos outros ou evitar o contato social.
Talvez assim você se sinta mais protegido
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contra qualquer possível confirmação de que
realmente é alguém impossível de gostar.
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O problema é que, ao se esforçar para
evitar que a sua crença seja corroborada,
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você perderia oportunidades de testá-la.
Protegendo as suas crenças de eventos
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potencialmente contraditórios com elas,
você acabaria as fortalecendo mais ainda.
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Isso contribui para o estabelecimento de um ciclo
vicioso no qual a pessoa evita situações que
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poderiam revelar imprecisões nas suas crenças de
desamor e acaba gerando uma impressão negativa nos
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outros, o que, por sua vez, apoia essas crenças.
Esse ciclo faz com a que pessoa vivencie com maior
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frequência emoções como tristeza, medo, culpa
e vergonha, sendo que essas emoções diminuirão
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a capacidade dela de gerar uma boa impressão
nos outros e de se relacionar bem com eles.
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Crenças disfuncionais como as de desamor
não costumam incomodar alguém durante 100%
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do tempo e em qualquer contexto. São algumas
situações específicas que ativam as crenças e
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geram reações emocionais intensas logo em seguida.
Eventos marcantes e que atinjam com tudo no cerne
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de uma crença de desamor podem inclusive não
só ativá-la e gerar um grande desconforto, mas
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também podem gerar consequências mais graves, como
o início de um episódio depressivo, por exemplo.
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O término de uma relação, um fora que a pessoa
tomou ou a mudança para um novo país poderiam
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ser esse tipo de evento. Embora nenhum deles
seja uma prova incontestável de que a pessoa não
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é gostável, quem possui uma crença de desamor
tende a interpretar eventos assim como claras
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evidências de que a sua crença é verdadeira.
De acordo com um estudo que analisou as
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crenças de mais de 1.800 clientes de
um programa de psicoterapia online,
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crenças como as de desamor foram o segundo
motivo mais comum pelo qual eles procuraram
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ajuda psicológica. Embora esse tipo de crença seja
comum na população, ela pode estar mais presente
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ainda em pessoas que vivem certos transtornos.
O mais óbvio deles é o transtorno da ansiedade
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social ou fobia social, já que, como explicamos no
vídeo sobre esse assunto, quem vive essa condição
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tem uma grande dificuldade de se relacionar com
os outros e teme muito por avaliações negativas.
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Outros transtornos nos quais essas crenças
podem surgir são os da personalidade
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borderline, narcisista ou antissocial.
Mesmo quando alguém consegue admitir que
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suas crenças de desamor são muito exageradas,
irrealistas ou inflexíveis, ainda assim pode
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ser bem difícil se livrar totalmente delas
só com base nesse tipo de insight. Caso você
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se identique com o que discutimos no vídeo de
hoje, aqui vão algumas dicas que podem ajudar.
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Dica número 1: abra a sua mente para a
possibilidade de que talvez você esteja
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enganado. Pessoas com crenças de desamor
podem passar a vida inteira as confirmando,
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mas raramente questionando-as ou
considerando outras interpretações.
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Uma forma de começar a mudar isso é sempre buscar
explicações alternativas para eventos que toquem
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nessa ferida. Por exemplo, depois de brigar
com um amigo, tente anotar outras explicações
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possíveis para essa briga ter ocorrido que
não tenham a ver com o quão gostável você é.
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Dica número 2: compare as evidências contrárias
e à favor das suas crenças. Você pode fazer isso
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listando em uma folha de papel evidências que
apoiem e que não apoiem suas interpretações de
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um evento que ativou suas crenças de desamor.
Quem tem essas crenças tende a se focar muito
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mais nas evidências que as apoiam do que nas
contrárias, então dar um pouco mais de espaço
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para informações contrárias às suas crenças
na sua mente pode ajudar a flexibilizá-las.
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Dica número 3: identifique as suas estratégias
compensatórias. O seu alarme deveria apitar
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quando perceber algum comportamento seu que
parece cumprir a função de evitar que você
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corra algum risco de ser rejeitado,
frustrado ou criticado, por exemplo.
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Existem pessoas que usam estratégias como evitar
ao máximo interagir com os outros, interrompem uma
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relação romântica assim que o primeiro problema
surge ou fazem de tudo para agradar os outros.
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Caso identifique algo nessa
direção, o próximo passo seria
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suspender a estratégia para ver o que acontece.
Por exemplo, se a sua estratégia compensatória
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é nunca demonstrar interesse pelos outros para
evitar uma possível decepção, demonstre interesse
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por alguém que você ainda não conhece muito bem,
de preferência de um jeito que a pessoa não vá
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achar muito estranho. Se ela retribuir o seu
ato, isso contaria como uma evidência de que suas
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crenças de desamor não são totalmente verdadeiras.
Quanto mais você se expor a evidências desse tipo,
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mais essas crenças se enfraquecerão. É claro
que a pessoa pode simplesmente não atender
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às suas expectativas e ninguém é obrigado a
gostar de ninguém, mas isso só demonstraria
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que ela não tem interesse em você e não
que ninguém nunca terá interesse em você.
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A nossa principal recomendação é que você
procure a ajuda de um profissional competente
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da psicologia caso identifique que possui
crenças de desamor e que talvez elas estejam
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te atrapalhando. Você sempre terá a opção de
tentar resolver esse tipo de coisa sozinho,
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só que indo por esse caminho, as coisas
podem ser muito mais lentas e doloridas.
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Um profissional pode te ajudar a entender de
onde vieram essas crenças, como elas afetam a
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sua vida hoje em dia e que estratégias você
poderia usar para flexibilizá-las cada vez
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mais daqui para a frente. A recompensa
por ir atrás de ajuda profissional pode
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ser uma vida mais feliz e relações mais
saudáveis, então pode valer muito a pena.
9:44
Muito obrigado a todos vocês que são apoiadores
ou apoiadoras oficiais do Minutos Psíquicos. Vocês
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incentivam muito a gente a fazer vídeos como
o de hoje, e se você goste do nosso trabalho
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aqui no YouTube, mas ainda não é um apoiador
nosso, clique em "SEJA MEMBRO" aqui embaixo
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para saber quais são os benefícios exclusivos
que a gente oferece em troca do seu apoio.
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No video de hoje, explicamos o que são crenças
de desamor e como elas podem influenciar a
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maneira como enxergamos nós mesmos, os outros e a
nossa capacidade de nos relacionarmos. No final,
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demos algumas dicas de como você
pode começar a flexibilizar esse
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tipo de crença para viver relações mais
saudáveis e melhorar o seu bem estar.
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O que você achou do vídeo de hoje?
Se quiser mais vídeos como esse,
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sininho! Se quiser uma sugestão de vídeo para
assistr agora, um que a gente fez e que tem
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tudo a ver com o tema de hoje é o sobre
crenças persistentes e bolhas sociais.